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A nerd tímida viciada em agradar macho - parte 14 - a final do campeonato I

Um conto erótico de Franzinha
Categoria: Heterossexual
Contém 3265 palavras
Data: 27/08/2026 17:53:35

Olá, pessoas! Mais uma vez, eu, Franzinha, vou contar mais um capítulo da minha saga pra vocês! Esse conto é dividido em duas subpartes. Sigam acompanhando, comentando, mandando mensagem e feedback! Beijinhos!

PARTE 14 - A FINAL DO CAMPEONATO I

Ao raiar do dia após aquela noite, meus novos machos estavam exaustos de tanto usar o meu corpinho de branquinha. Foram muitas e muitas sessões de sexo grupal com aqueles pretos horrorosos. Perdi a conta de quantas vezes gozei de me tremer e quase desmaiar de tanto tesão, nunca senti nada parecido com o Robson e os meninos. Meu cu estava completamente arregaçado e cheio de leite. Sorte a minha que tinha levado um plug tamanho G na bolsa pra colocar e não vazar a porra, já que precisava levar pra minha mãe. Conforme iam gozando pela última vez, iam saindo, deitando em suas camas e pegando rápido no sono, a ponto de roncar. Eu estava de joelhos, recebendo o último jato de porra na boca. Quando ele terminou de gozar e foi pra cama, eu saboreei toda aquele leite que estava na minha boquinha como se fosse um doce saboroso e engoli. Eu não sei dizer ao certo quantas vezes foram, mas acho que cada um deles gozou umas 8 vezes em mim, seja na boca, na buceta, no cu ou em outra parte do meu corpo. Eu estava pegajosa de tanta porra e suor. Como pedido, eles gozaram muito nos meus pezinhos de meia 7/8, então estavam bastante melecados e minha sandalinha chegava a estar escorregadia. Fui ao banheiro me ajeitar e vi que meu cabelo, além de embaraçado e todo despenteado, estava duro de porra seca em algumas partes. Minha make estava completamente acabada, apenas passei os dedos pra dar o mínimo de dignidade. Minha calcinha, saia e blusa estavam molhados. E nada, absolutamente nada em mim estava sem cheiro de pau. Eu nunca estive tão fedorenta de piroca, o que significava que eu estava perfumadíssima. Eu estava genuinamente feliz. É uma sensação ímpar servir de alívio pra tantos homens, sabe? Quer dizer, eu não sabia absolutamente nada sobre eles, seus nomes, idades, gostos, nada. A única coisa que eu sabia e tinha certeza é que queria esvaziar o máximo que pudesse o saco de cada um, pra sempre. Às vezes paro pra pensar que muita mulher sonha com casamento, família feliz, carreira de sucesso, e eu já fui desse tipo. Mas eu jamais trocaria essa vida que tenho hoje por algo morno. Meu corpo pertence a esses machos feiosos e fedidos agora, e eles fazem comigo o que eles quiserem. Isso era o que me trazia real felicidade! Me vesti de volta, sentindo aquele cheiro de sexo, porra, suor e pica por todo o meu corpo, e os roncos dos meus machos ao fundo. Soquei o plug no meu cu e mandei mensagem pro Maicon pra que ele fosse me buscar pra levar de volta pra casa. Ele não demorou muito a chegar e ficou tão espantado ao ver meu estado que não quis nem me abusar de novo. Como eu não tinha mais bateria no celular e não tinha levado cartão ou dinheiro, ofereci uma mamada em troca. Ele apenas sacou o pau pra fora e me deixou chupar a viagem toda, sem falar nada comigo. Não sei o que exatamente ele estava esperando, mas isso é o que vadias como eu fazem.

Cheguei em frente a minha casa com o sol nascido já. Maicon gozou bastante na minha boca, eu engoli tudo e agradeci, perguntando se numa outra oportunidade ele me levaria de volta pra escola Moretti pelo mesmo preço. Ele sorriu e disse que sim, desde que eu tomasse um banho antes. Não curti essa resposta, achei muito atrevido e desrespeitoso. Onde já se viu tirar o cheiro dos meus homens do meu corpo? Em troca de uma chupada num pau muito menor e bem menos saboroso que o deles? Negativo. Me fiz de sonsa e dei um último beijo na cabeça da piroca dele antes de descer. Quando estava saindo do carro, percebi que tinha um carro da companhia elétrica estacionado a frente, e bem na hora estavam saindo pelo portão da minha casa dois homens mulatos, com um notório volume nas calças. Os dois riam sacanas e ajeitavam elas. Eu sabia exatamente o que isso significava. Entrei em casa e encontrei a dona Lúcia, atirada no chão da sala escorada no sofá. Ela vestia um babydoll vermelho transparente e meias 7/8 da mesma cor, que estavam molhados de baba e suor. Suas tetonas estavam de fora e o cheiro de sexo pairava no ambiente. Mamãe estava toda babada, o cabelo todo bagunçado e respirava ofegante.

- Oi, mamãe! Estava se divertindo? - olhei pra ela e sorri enquanto fechava a porta

- Oi, meu bem! Mamãe estava sim. - ela dizia com um sorriso largo nos lábios, enquanto se ajeitava pra ajoelhar - Esses rapazes vieram fazer a manutenção no registro e convidei eles pra entrarem. Não demorou muito pra eles foderem a mamãe como ela merece, né? Mas você pelo jeito também andou se divertindo, não é? - ela dizia me olhando dos pés a cabeça

- Sim! Passei a noite fora com 9 homens. Inclusive, eu tenho um presentinho pra vc... - eu disse, me aproximando, levantanto a saia e empinando a bunda na direção do rostinho da minha mãe - Tira o plug e se diverte. Tá bem recheado!

- Meu Deus, que delícia, Francieli! - ela ficou maravilhada, seus olhinhos brilhavam, mordiscava o lábio - Eu amo esses momentos de mãe e filha que temos! Enquanto eu aproveito, vai me contando da sua noite, meu amor!

Mamãe tirou o plug e já enterrou a cara na minha bunda, forçando a língua no meu cu. Como tinha sido arrombada ao máximo por pirocas pretas enormes, estava bem aberta e sensível, o que possibilitou a língua da minha mãe a entrar lá dentro, freneticamente. Eu gemia baixinho enquanto ela devorava cada gota de leite que aqueles negros feios tinham depositado no meu reto. Ela gemia, arfava, puxava meu quadril contra a boca dela pra enterrar tudo o que pudesse dentro do meu cu e comer toda aquela porra. Eu conseguia ouvir ela dizer entre os gemidos e a boca abafada enfiada na minha bunda enorme "eu te amo, minha Franzinha". Ela se deliciava, esfregava a cara toda na minha bunda, cheirava meu cuzinho e chupava ele como se tentasse sugar tudo o que tinha lá dentro. Mamãe era muito viciada em comer porra saindo diretamente do cu, e eu me sentia uma boa filha por poder proporcionar isso pra ela. Era algo nosso, aumentava nossa conexão e cumplicidade. E eu quero poder proporcionar isso pra ela quantas vezes a vida me der oportunidade. Enquanto ela fazia a limpeza do meu cu com toda a dedicação e desejo do mundo, eu fui contando sobre minha noite. Falei sobre o acordo de Robson, do time da escola, a forma como eles me usaram, o quanto eles eram feios e mulambentos e o quanto isso me deixou totalmente tarada e obcecada por eles, e por fim contei sobre meu plano de sair da escola e ir morar com eles. Mamãe ficou surpresa e um pouco triste, mas entendeu minhas necessidades, como a boa mãe que ela sempre foi. Era muito bonito a relação que tínhamos construído, sobretudo após nos revelarmos duas putas sedentas por agradar macho.

- E como você vai fazer, meu amor? Como vai se sustentar por lá? - mamãe tinha sugado toda a porra do meu cu e ia descendo, beijando e lambendo minhas pernas

- Eu vou usar a pensão que o papai me dá, mãe. Acho que é suficiente - eu dizia toda arrepiada sentindo a boquinha da dona Lúcia percorrer meu corpo sujo de leite com vontade - Eles parecem ser bem pobres, não acho que precisem de muita coisa.

- Sabe que qualquer coisa, a mamãe pode te ajudar, tá? Não quero que você e nem seus novos machos fiquem desamparados - mamãe me colocou sentada no sofá, tirou minhas sandálias e começou a chupar meus pezinhos com toda a vontade do mundo - (slurp) Pode deixar que a mamãe (slurp) vai continuar pagando suas roupinhas de puta. Afinal, você precisa estar sempre linda pros seus pretos, mesmo que eles sejam horríveis como você diz! hahaha (slurp) Ai, que orgulho da minha bebê trilhando seu próprio caminho e realizando seus sonhos!

- hahaha Sim, mãe. Eles são muito feios, e isso me deixa louca pra servir eles. - eu olhava ela se deliciando nos meus pezinhos e mexia eles na boca dela - Obrigada, mãe. Você é tão boa pra mim! Eu vou querer que você vá lá visitar também, viu? Tenho certeza que eles irão gostar de você!

- (slurp) Com certeza a mamãe vai! Mas... - ela parou de falar e ficou lambendo as solas que estavam gosmentas na meia, me olhando fixamente - A mamãe também vai poder servir eles quando for, né?

- hahaha Claro, mãezinha! Todo pau que me comer você pode servir também, jamais te negaria isso!

- (slurp) Obrigada, meu amor! - ela disse ao finalizar de chupar meus pezinhos e limpar a boca - Agora, acho que você deveria descansar um pouco pra estar pronta pra final do campeonato a noite.

- Você tem razão - eu disse, já bocejando - Eu preciso dormir um pouco. Depois você me chama, tá bom?

- Ta bom, minha princesa! Descansa lá!

Sequer tirei a roupa e deitei na minha cama. Queria ficar o máximo de tempo com o cheiro fétido daqueles machos no meu corpo, junto com a saliva da minha mamãe também. Apaguei em questão de segundos, de tão cansada que estava.

Acordei depois de algumas horas, mais pro final da tarde. Fui pro banho direto. Somente me lavando tive dimensão do tamanho que estavam meu cu e minha buceta. Aquelas picas pretas realmente me deixaram bem aberta, de um jeito que eu jamais havia ficado. Eu queria mais, queria de novo, queria pra sempre. Me vesti como uma líder de torcida, já que estaria na arquibancada torcendo pelo time dos meus homens. Saia rodada branca bem curtinha, apenas suficiente pra cobrir minha bunda, uma blusinha com babadinhos nos ombros que era super decotada e cobria apenas meus peitos (não coloquei sutiã), deixando toda minha barriguinha a mostra. Coloquei também uma calcinha fio dental de tule branca com coraçõezinhos e detalhes vermelhos, bem socada no meu rabo. O tecido roçava no meu cuzinho arrombado e me deixava louca. E pra completar, meias 3/4 brancas. No cabelo, fiz um rabo de cavalo. Estava lindíssima, determinada a fazer meus pretos babarem e se motivarem a vencer o jogo. Quando fui pra cozinha, ouvi barulhos e vozes masculinas. Ao chegar, me deparei com minha mãe com 4 machos fodendo ela. Dois no cu, um na buceta e um na boca. Eram jovens, talvez pouca coisa mais velhos que eu, no início da vida adulta.

- (slurp) O-oi, filhinha! Já acordou? - ela dizia ofegante e entre gemidos, os rapazes sorrindo sem graça ao me ver - (slurp) Não se incomodem, podem continuar me fodendo! Isso, assim!

- O-oi, mãe. Quem são esses? - perguntei, olhando aquela cena tão excitante

- (slurp) São meus novos amigos, meu amor! - ela sorria toda babada, esfregando a pica que chupava na cara e sendo macetada pelas outras - Encontrei eles no mercado e eles, tão gentis, me ajudaram a trazer as compras até aqui! Eu não podia deixar de agradecer do meu jeitinho, né? (slurp)

- Sim... Eles merecem, mamãe. - eu mordiscava meu lábio e alisava os bicos das minhas tetas assistindo aquilo - Eu.. Eu preciso ir, tenho que ir pra assistir a final do campeonato.

- Ah sim. Mas você tem que comer alguma coisa, minha filha. Não pode sair de estômago vazio, vem aqui - minha mãe me chamou pra perto dela com a mão, e eu fui, fiquei ajoelhada ao lado dela, hipnotizada enquanto ela segurava a pica que chupava e olhava o macho - Por favor, goza na boquinha da minha filha? Ela tem que sair. Abre a boquinha, meu amor.

Eu abri a boca e aquele rapaz magrelo socou a rola na minha boca pra encher ela de leite. Acho que era a primeira gozada dele em muito tempo, porque foi um bocado. Senti minha boca encher e tive um pouco de dificuldade pra engolir tudo. Sorri pra minha mãe e ela me puxou pra dar um beijo de língua nela, claramente pra sentir o gosto de porra. Ao final, nos despedimos com ela pedindo pra que os machos trocassem de lugar e mudassem de posição. Fui de Uber até o ginásio municipal da cidade. Estava bem lotado, muita gente. Eu obviamente chamava a atenção, atraía olhares bons e ruins, outros extremamente tarados. Ouvia sacanagens enquanto ia caminhando até o interior do ginásio toda rebolativa. Alguns mais atrevidos chegavam a passar a mão na minha bunda ou apertar, o que eu achava muito fofo, já que significava que eu estava bonita. Ao adentrar no ginásio, avistei o time do Robson e ele me viu. Veio sorrindo falar comigo e me puxou pra um banheiro no corredor do vestiário.

- Falaê, Franzinha putinha. - ele disse, me olhando de cima a baixo - Fiquei sabendo que cê adorou meus amigos lá da Moretti...

- E-eu... Eu gostei muito deles sim. - eu falava quase que sussurrando, Robson exercia uma forte dominância que eu nunca consegui resistir - E-eles te falaram mais alguma coisa?

- Falaram sim, sua vagabunda. Eles disseram que cê quer ir morar com eles, isso é verdade? - ele ficou me encarando com uma expressão bem séria

- E-eu... R-robson, eu quero que você entenda que... - falava quase gaguejando de nervosa, não tinha pensado em como iria contar isso pra ele

- Corta o papo furado, sua puta burra. Quer ir ser putinha daqueles preto fodido lá na casa do caralho? - ele falou ríspido

- E-e-eu... S-sim, eu quero me mudar pra lá. - falei baixando a cabeça, constrangida

- Esqueceu que cê é minha propriedade, sua cadela. - Robson tirou o pau pra fora e colocou na minha mão - Cê só vai pra lá se eu deixar, cê tem que me pedir, bem mansinha

- M-mas R-robson... - eu instintivamente comecei a punhetar aquele pau grosso - E-eu... Por favor, me deixa ir morar com eles. Eu preciso disso

- Sua puta do caralho - Robson segurou meu pescoço e apertava - Fala direito comigo. Por que cê quer ir pra lá? Se humilha pra mim, sua vadia imbecil!

- Porque... - eu falava em sussurros já que a mão dele estava me sufocando, mas decidi abrir o coração - Eu quero ser puta de preto pobre e fodido. Eu gostei disso, é isso que eu quero pra minha vida. Eu sou depósito de porra, Robson. Eu nasci pra ser otária de macho, não quero fazer mais nada da vida além de servir homens que nunca teriam a chance de comer uma vagabunda branquinha igual eu.

- Isso, Franzinha. Tá ficando bom, se humilha mais - ele aliviou a mão no meu pescoço e sorria sacana - Negocia com a minha pica, me dá bons motivos pra eu te deixar fazer isso

- S-sim, Robson. - eu me agachei e comecei a esfregar aquela pica no meu rostinho, deixando o cheiro de macho por tudo, beijava o saco e lambia, sentia a babinha saindo daquela pica e esfregava isso nos meus lábios - Eu sou muito grata a você por ter me libertado e me feito a cadela que sou hoje. Mas eu preciso de mais, eu preciso servir aqueles negros horríveis o máximo que eu puder. É uma humilhação pra qualquer mulher viver num ambiente daqueles, e é disso que eu preciso. Vários machos pretos e mulambentos me arregaçando o tempo todo, usando minha boquinha, minha buceta e meu cu como se eu fosse só um objeto, como se eu não tivesse valor nenhum. Eu sou um lixo de pessoa, sou uma cachorra burra pra caralho, minha única virtude é ser puta de vários, você sabe! E eles são seus amigos, você pode ir pra lá quando quiser me usar também! Pode ir na minha casa com os meninos comer a minha mãe a hora que quiserem também, ela vai satisfazer todos vocês o quanto precisarem! Me deixa me mudar pra lá, eu te imploro! - falei olhando pra ele, com o rostinho colado na pica dele, os olhos marejados e cara de pidona - Por favor, meu macho! Diz que sim, diz que eu posso ser deles agora!

- hahahaha - Robson gargalhou, de forma bem sacana e doentia - Cê realmente não presta mesmo, Franzinha. Cê não sabe nem o nome deles, não sabe de nada, mas mesmo assim quer viver igual capacho daquela negrada. Não vou te negar isso, até porque cê já ta bem decidida. Pode ir lá ser puta de pobre!

- É mesmo? - eu sorri muito feliz e meus olhinhos brilharam, enquanto eu esfregava minha boca naquela rola que tornou isso tudo possível - Essa talvez seja a coisa mais linda que você já fez por mim. Obrigada, Robson! Obrigada de verdade! Fode e goza na minha boca antes de ir jogar? Eu preciso disso!

- Caralho, cê é um lixo mesmo! hahaha

Robson segurou meu rabo de cavalo com uma mão, botou a outra por baixo do meu queixo e socou a pica sem dó. Eu acho que ele ficou com raiva por perder a putinha dele, embora tenha deixado. Ele fodia a minha garganta como nunca tinha feito antes, de um jeito animalesco. Eu sentia meu narizinho bater na barriga dele, as bolas no meu queixinho. Era intenso, raivoso, selvageria pura. Eu lacrimejava muito, babava pra caralho na minha blusinha, segurava na bunda musculosa dele pra que ele enfiasse o máximo que quisesse dentro da minha boquinha. Sentia meu maxilar doendo, minha garganta chegava a arder. Minha buceta pulsava e melecava toda a calcinha, deixando ela transparente. Mas eu fazia isso porque precisava. Esse era o meu lugar, e Robson sempre soube me botar nele. Sentia que aquela foda bruta na minha boquinha era como se fosse uma despedida, então apenas deixei ele fazer como quisesse. Eu comecei a ficar sem ar e chegava a dar ânsia, me afastei um pouco e tossi, enquanto Robson encheu minha cara de tapa, dizendo que eu era uma puta sem valor nenhum, que agora meu corpo branquinho de dondoquinha pertencia a um monte de preto sujo. Eu sorria com esse tratamento bruto, ficava feliz com esses elogios. Ele definitivamente sempre me respeitou e soube me tratar bem. Eu respondia que sim, que agora era esposinha daqueles pretos feiosos e pertencia a pica enorme deles. Robson voltou a enfiar o pau violentamente na minha goela e logo em seguida começou a urrar. Sabia que ele ia gozar, me afastei e abri bem a boca, com a língua de fora. Coloquei até os dedos puxando a bochecha pros lados pra ele encher minha boca de porra talvez uma última vez. Ele gozou, forte e farto como sempre foi. Eu saboreava aquele leite espesso, viscoso, gargarejava com aquele sêmen fresquinho. Engoli e mostrei pra ele, como um largo sorriso logo em seguida. Ele sorriu timidamente, parecia chateado com o nosso fim, guardou o pau e saiu. Eu fiquei ali agachada, toda babada e emporcalhada, com o rostinho fedendo a pica e com o gosto forte de porra na boca. Por um instante, senti tristeza pelo rompimento com o Robson, mas eu precisava dar esse próximo passo na minha vida. Ele foi importante, eu me dediquei muito a nossa relação, mas agora eu tinha que seguir em frente e agradar meus novos machos. Me levantei apenas retirando a baba do queixo e saí do banheiro, pronta pra encontrar meus pretos e desejar-lhes sorte no jogão que estava por vir!

CONTINUA

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