Pessoal, vou recapitular rapidamente...
Eu e o tio Marcelo começamos a ter uma relação de amizade muito forte, e sim, rolava sexo uma ou duas vezes todo mês. Apesar disso eu não me via (e ainda não me vejo) como homossexual. Tanto que acabei transando pela primeira vez com um menina depois de uma festa, e comecei a ter a vida sexual mais ativa com alguns contatinhos, somente com mulheres.
O tio Marcelo era o único homem que eu me sentia a vontade para fazer uma putaria na brotheragem. Eu realmente não sei dizer o por que. Se era porque ele me conhecia desde pequeno e isso me dava um certo tipo de confiança, algo íntimo, quase familiar, ou se talvez era o corpo sarado dele, forte e definido. Ou o tamanho da anaconda que ele tinha no meio daquelas pernas, em conjunto com o par de bolas mais lisinho e gostoso do mundo.
Podem me dizer o que quiserem, todo homem, mesmo hétero se admira sim, com um pau grande, grosso e bonito e um par de bolas cheio de leite. É difícil nao olhar. Eu não sabia ao certo o que fazia somente o tio Marcelo como homem me atrair, e não somente isso, me atrair e deixar com o tesão descontrolavel.
Eu comecei a sempre me depilar totalmente antes dos nossos encontros, tudinho, sempre lisinho. Toda vez que eu sabia que veria o tio Marcelo num lugar minimamente privado, eu me depilava e fazia minha limpeza interna kk, já que ele e eu gostavamos de meter sem camisinha.
Ele sendo pai do meu melhor amigo, não era difícil ver ele. O que era difícil era termos tempo e privacidade. Quando tínhamos tempo não tínhamos privacidade, e vice versa. E por isso o sexo sempre era uma vez ao mês. E sempre uma rapidinha. Nunca algo realmente intenso como nas vezes anteriores que eu contei aqui para vocês.
Como dito no conto anterior o tio Marcelo me chamou para a sala dele e disse que sabia que na semana seguinte era meu aniversário. E de presente ele me deu uma passagem para Recife, indo no sábado e voltando na segunda a tarde. Eu gostei da idéia mas logo perguntei:
- Tio Marcelo, isso é bem caro - Eu
- Relaxa, eu tenho um apartamento lá. Tem piscina no apartamento, e fica de frente pro mar, você e o Miguel podem curtir as praias e a piscina lá enquanto eu trabalho. - Marcelo
- E você tio? - Eu
- Eu tenho uns contratos para assinar com o André, um amigo de longa data - Marcelo
- Ta certo tio, vou falar com o Miguel - Eu
Liguei para o Miguel que estava feliz e ansioso que eu iria junto. Ele queria ir em uma festa lá em Recife, então ficamos quase uma hora combinamos os detalhes. Até entrei num site de relacionamento e coloquei o filtro para Recife. Vai que eu conhecia alguma nordestina.
Na sexta feira, dia anterior a viagem, eu estava ansioso. No dia seguinte acordei cedo já recebendo mensagens de feliz aniversário. Arrumei minha mala e fiquei esperando o tio Marcelo me buscar na frente de casa. Depois de 10 minutos atrasado fiquei um pouco preocupado, ele era muito pontual.
Se passaram 35 minutos desde a hora acertada e ele não respondia nenhuma mensagem ou ligação. Até que o carro dele chegou, ele saiu correndo e pediu minha mala, pois precisávamos chegar no aeroporto muito rápido. Ele entrou no carro e eu abri a porta do banco de trás.
- Não, não, Henrique. Senta aqui na frente - Marcelo
Eu estranhei aquilo, mas fiz o que ele pediu. Olhei para trás e não vi o Miguel. Entrei no carro e perguntei:
- E o Miguel? - Eu
- Miguel não vem - Marcelo
- Putz tio - Eu
- Sim, nem me fala, mas tranquilo, ele vai precisar entender, a mãe dele que pisou na bola nessa - Marcelo
Fiquei em silêncio. Enquanto íamos ao aeroporto vi algumas mensagem do Miguel no celular do tio Marcelo que estava carregando no carro, pedindo para ele dar um jeito e buscar ele.
- Você está tranquilo dele não vir e ser só eu tio? - Eu
Era legal fazer coisas juntos com o tio Marcelo e o Miguel, a única diferença era que as vezes rolava uma brotheragem escondida entre eu e o pai do meu amigo, mas fora isso, era uma relação normal de amigos homens. E admito que ir sem o Miguel me deixou meio broxado.
- Queria que ele fosse, faz tempo que não fico com meu filho, mas preciso ir falar com o André sobre o projeto, e você aproveita e conheçe ele, por que ele tá com uma oportunidade na empresa dele, quero que dê tudo certo para você também. - Marcelo
- Poxa tio, brigado viu, você tem sido um paizão para mim, só espero que o Miguel não fique triste - Eu
- Ele vai precisar entender que a mãe dele não se organizou, eu não consigo salvar o planeta todo - Marcelo
Ele estava estressado. Eu peguei no braço dele e olhei para ele.
- Vai ficar tudo bem tio - Eu
- Ta bom brigado - Marcelo
Ele disse respirando fundo e um pouco mais calmo agora.
Chegamos no aeroporto, e por pouquíssimos minutos não perdemos o voo.
O clima estava meio pesado então não conversamos muito. Pousamos depois de algumas horas e fomos para o apartamento. Eram umas 14:30 e estava muito calor, com sol parecendo de meio dia.
O apartamento era um duplex de frente para o mar, de luxo mesmo. Vários quartos. Uma piscina privativa, um quiosque com bebidas e uma churrasqueira. Nem parecia um apartamento, mas uma mansão de luxo. Com certeza que o tio Marcelo já tinha comido muita mulher ali. Eu fiquei olhando o ambiente por vários minutos, achando tudo muito incrível.
- As 17 eu tenho reunião com o André, vou buscar uma comida para a gente pode ser? - Marcelo
- Claro tio, vai lá - Eu
Ele saiu e eu fui conhecer o apartamento enorme. Era tudo incrível demais.
Depois de um tempo pensei em tomar um banho. Como de custume, sempre que eu tomava um banho sozinho já ficava limpinho por dentro. Acabou virando um hábito. Depois de tantas vezes que eu tive com o tio Marcelo.
Terminei de tomar banho, vesti um calção de futebol, deitei na cama e mexi no celular. Escutei a porta abrindo e o tio Marcelo correndo para o seu quarto.
- Henrique, eu vou só tomar um banho e já comemos, pode ser? - Marcelo
- Claro tio - Eu
Alguns minutos depois ele gritou meu nome.
- Henriqueee - Marcelo
- Fala tio - Eu
- Esqueci a toalha kkk pega lá por favor? - Marcelo
Eu pensei em brincar com ele.
- haha tá com saudade de tomar banho comigo é ? - Eu
- haha sempre tenho saudade, mas traz a toalha agora, está no meu quarto - Marcelo
Eu fui na suite master, vi as roupas do tio marcelo em cima da cama e escutei o chuveiro. Abri alguns armarios procurando as toalhas até eu achei um consolo da cor roxa clara. Grosso e grande com bolas grandes também. Peguei ele e voltei a procurar as tolhas. Achei elas no ultimo armário que procurei e fui até o banheiro para entrega-las.
- Achei as tolhas tio - Eu
- Opa, pendura ali - Marcelo
- E olha só o que eu achei também - Eu
- Eitahh ahaha, me pegou, que vergonha. Descobriu meu brinquedinho. - Marcelo
O box era de vidro então pude ver o corpo do tio Marcelo. E que corpo. Forte, sarado, peito saltado, braços grosso, coxa com musculo saltado. Um homem de 42 anos que parecia 30. Não importa quantas vezes eu o via pelado, eu nunca parava de salivar olhando aquele corpo de ator pornô. Eu chegava a quase tremer só de olhar. Abri o box de vidro ainda com o brinquedo dele em minha mão direita.
- Esse aqui é seu brinquedo é ? - Eu
- Na verdade você é meu brinquedo, mas a gente nunca consegue um tempo para ficar a vontade. - Marcelo
- Verdade - Eu
- Faz tempo que a gente não toma um banho junto né - Marcelo
- Muito, acho que faz uns 3 meses - Eu
- Entra aqui comigo? - Marcelo
Eu entreguei o consolo roxo para ele e tirei minha roupa. Fiquei totalmente peladinho, ele sorriu, deu um tapa na minha bunda elogiando-a de branquinha. Era uma das melhores coisas, ficar a vontade com ele novamente, 100% pelado e 100% autêntico.
- Já usou um desses ? - Marcelo
Ele ficou balançando o consolo roxo e sorrindo.
- Haha nunca, só tinha visto em vídeos haha - Eu
- É bom para treinar a mamada, não que você precise haha - Marcelo
Ele colocou o consolo na prateleira de shampoos. Eu olhei para baixo e o pau dele já estava meia bomba. Era difícil não olhar o pau dele, era grosso, veiudo e comprido. Era um pau de homem mesmo. Ele tinha pelos aparados na base do pau, mas o pau era lisinho, o que deixava aquele caralho viril sem ser peludão. Não só seu pau, mas seu peito saltado e seu abdômen tranquinho também cortados a maquininha. Pelos curtinho e macios.
- Ta admirando bastante em haha- Marcelo
- Você também haha - Eu
- Você ta a cada dia com o corpo mais bonito, bunda branquinha, barriga com leve tanquinho, braços mais fortes. Alias, feliz aniversário meu menino. - Marcelo
- Haha Obrigado tio, esse já está sendo o melhor presente de todos - Eu
- Senti falta de estar totalmente a vontade com você, sabe? Assim, pelados, conversando. Eu precisava muito disso. - Marcelo
- Eu também precisava - Eu
Eu sorri para ele, ele me olhou de cima a baixo, respirou fundo e disse.
- Você sabe que eu te amo né? - Marcelo
Aquilo foi totalmente inesperado. Eu fiquei até gago, e me lembro de ter arregalado os olhos.
- Também te amo tio, poxa, me viu crescer, ajudou a me criar - Eu
- Não Henrique, eu te amo como meu parceiro. Quero que você seja meu. Quero te sentir todos os dias. Não aguento mais a gente brincando escondido enquanto meu filho ta dormindo, ou apenas se provocando na empresa. Quase não penso que você é amigo do meu filho. Penso que você é meu parceiro agora, mesmo novinho. - Marcelo
- Poxa tio, eu achava que era só eu que sentia isso - Eu
Eu coloquei a mão no braço dele. Ele pegou na minha cintura, puxou em sua direção e me abraçou. Nossos paus se tocaram. Eu praticamente sumia no seu abraço de tão enorme e forte que ele era. Eu fiquei com o rosto no seu peito. Senti o pau dele ficando duro e pressionando o meu.
- Acho que não é só você que me ama haha - Eu
- Meu pau te ama muito meu safadinho - Marcelo
- Ele ta com saudade? - Eu
- Muita saudade, olha quanta saudade ele está - Marcelo
Nos soltamos do abraço, e quando vi, o pau dele parecia ter dobrado de tamanho. Eu segurei no caralho dele e movimentei um pouco minha mão. Ele alisou minha bunda com sua mão esquerda, e depois de um tempo me puxou pela cintura, e me beijou, inicialmente de leve, depois de lingua e depois evoluiu para um beijo com desejo e fome. Foi o melhor beijo da minha vida. Bem babado, comigo com as mão no seu pescoço e ele com as mãos na minha cintura. Nossos paus enroscados um no outro como duas cobras acasalando. Eu na ponta dos pés e ele se abaixando para poder me beijar.
Ele terminou de me beijar.
- Dorme comigo hoje? - Marcelo
Eu sorri.
- Eu sempre durmo tio - Eu
- Não como meu brother, mas como meu ... - Marcelo
- Seu...? - Eu
- É, minha propriedade, meu filhinho guloso, o cuzinho que eu amo. - Marcelo
Aquilo foi dito de uma forma tão gostosa, que o tesão deixou meu coração acelerado. Eu beijei seu peito, depois sua barriga tanquinho, e desci um pouco mais até chegar no seu pau. Segurei aquela anaconda grossa, olhei para os seus olhos e sorri. Abri minha boca e coloquei minha língua para fora. Fiquei batendo aquele caralho no meu rosto e na minha língua. E alguns segundos depois coloquei-o na minha boca. Eu não conseguia colocar nem metade, mas eu fiz tudo o que podia para deixa-lo louco. Eu chupava, lambia, cuspia e sugava minha babinha naquele pau e o olhava nos olhos. Ele fechava os olhos e mordia os lábios. Colocava uma mão na minha cabeça e fazia carinho no meu cabelo como se eu fosse seu cachorrinho. A outra mão ele alisa seu peito e sua barriga sarados, o que me deixava louco.
- Isso meu menino, faz seu papai feliz, da sua boquinha pra eu fuder - Marcelo
- Sim papai. - Eu
Eu respondia com voz safada.
- Aproveita sua mamadeira - Marcelo
- Se eu chupar vou ganhar leitinho né, papai? - Eu
Ele pegou no seu pau com a mão direita e minha nuca com sua mão esquerda e colocou suas bolas na minha boca, deixando seu pau em cima do meu rosto.
- Não esquece de amaciar as bolas do papai, é dai que vem o leitinho que você ama - Marcelo
Aquela brincadeira de papai e filhinho safados estava me deixando maluco. Achei que iria gozar se encostasse no meu pau. O tio Marcelo suspirava fundo enquanto falávamos putaria. Ele voltou a colocar o pau na minha boca. Eu estava começando a ficar naquele nível de tesão que nos deixa irresponsáveis, que fazemos tudo sem pensar.
- Agora , vem cá - Marcelo
Eu levantei e ele beijou minha boca novamente com aquele beijo de língua gostoso e bem babado. Deu um tapa na minha bunda, sorriu e se abaixou na minha frente, chupou meu peito por alguns segundos, e após se ajoelhou para mim. Pegou na base do meu pau e começo a me chupar. Ele segurava na minha bunda com uma de suas mãos enormes e a outra desliza no meu peito, apertando o meu mamilo, e pegando no meu pescoço em alguns momentos. Seus dedos encostavam na auréula do meu cuzinho de forma delicada. Ele não enfiava, apenas alisava discretamente me deixando doido imaginando quando que ele entraria dentro de mim. Ele também chupava minhas bolas colocando elas em sua boca enquanto jogava sua língua para fora.
- Ai caralho, que delicia, papai - Eu
Eu gemia cada vez mais. Segurava sua cabeça com minha mão direita e com a esqueda segurava a mão enorme dele, enquanto ele me massageava. De forma involuntária, uma de minhas pernas começou a levantar, ficando na ponta do pé, com o calcanhar erguido. Parecia que meu corpo estava começando a empinar, pedindo por aquele homem, para ele colocar seu pau dentro de mim.
Tudo isso sem eu perceber.
Mas ele percebeu, e fez questão de passar seu dedo mais ainda no meu cuzinho, praticamente enfiando um pouquinho.
- Ai meu deus - Eu
- Você quer né ? - Marcelo
- Sim, eu quero - Eu
Eu falava gemendo, suspirando fundo.
- É difícil esse papai que provoca né - Marcelo
- Sim papai, coloca em mim, não to aguentando - Eu
- Só se me obedecer - Marcelo
- Sim, eu obedeço - Eu
- Pega o pau roxo - Marcelo
Eu peguei o pau de brinquedo roxo que estava ali, como ele tinha mandando.
- Mama ele - Marcelo
Eu sem nem pensar comecei a chupar aquele brinquedo roxo olhando para o titio Marcelo. Ficamos alguns minutos, nos olhando, gemendo, e mamando juntos. Foi um dos momento mais íntimos que já tivemos.
Depois de vários minutos tio Marcelo se cansou de apenas passar o dedo no meu cuzinho e enfiou o dedo do meio em mim, bem de leve. O que me fez soltar um gemido pequeno de tesão e safatisfação. Ele sorriu para mim, ainda com meu pau na sua boca.
Ele me mandou continua chupando.
Depois de varios minutos com o dedo do meio dele ( enorme ) entrando dentro de mim, milimitro a milímetro. Finalmente ele conseguiu enfiar tudo dentro de mim. Senti na minha bunda sua mão, simbolizando que todo seu dedo já estava dentro de mim. Ele me deixou totalmente relaxado.
- Pisca pro papai, pisca - Marcelo
Eu forçava meu cuzinho a piscar, e ele ficava louco com isso. Beijava todo meu corpo.
Depois de vários minutos brincando. Ele se levantou, me beijou novamente, agarrou minha bunda com as duas mãos e me pegou no seu colo. Eu passei as pernas na sua cintura e agarrei no seu pescoço.
- Não esquece nosso brinquedo - Marcelo
- Sim papai - Eu
Eu peguei o caralho roxo de brinquedo e ele saiu do box comigo em seu colo. Fomos até a cama e me atirou nela, me deixando de barriga para cima.
Abriu minhas pernas como se eu fosse um franguinho e voltou a chupar meu pau, minhas bolas e agora meu cuzinho também. E mandou eu voltar a chupar o caralho roxo. Eu obedeci, voltei a mamar aquele brinquedo enquanto eu olhava ele lamber meu cuzinho, chupar minhas bolas, meu pau, meu umbigo, meus peitos e minha boca.
Ele sentou no meu peito e colocou seu pau na minha boca junto com o caralho roxo.
- Finge que tem dois te comendo, enfia os dois na boca - Marcelo
- Dois homens? - Eu
Ele pegou o caralho roxo ele mesmo, e o seu pau, colocou um do lado do outro e tentou enfiar na minha boca.
- Eu sou seu papai, e o caralho roxo é o seu titio - Marcelo
- Os dois me querem? - Eu
- Claro amor, você está aqui para ser usado - Marcelo
- Me usa safado - Eu
Só o pau do tio Marcelo já quase rasgava minha boca de tão grande, então colocar os dois era um desafio impossível, mas eu tentei. Eu fazia sons como se estivesse me engasgando e ele ficava mais louco ainda.
Ele se ajoelhou do meu lado, ficando com suas coxas ao lado da minha cabeça, e com seu pau na minha boca. Pegou o caralho roxo e olhou para mim.
- O titio quer te comer agora, vou ajudar ele tá bom filho? - Marcelo
- Huhm hmmm - Eu
Eu não conseguia tirar o pau da boca. Mas concordei acenando com a cabeça.
Ele enfiou o pau roxo na sua boca e mamou olhando para mim. Eu estava ardendo de tesão. Meu pau estava latejando. Se alguém encostassem nele, eu gozaria na hora.
Ele finalizou a mamada no pau roxo dando um selinho na cabeça dele. Colocou ele na minha barriga, e abriu minhas pernas. Pegou um lubrificante que estava na gaveta num móvel que estava ao lado da cama, e despejou na minha barriga. Depois de lubrificar o caralho roxo, espalhando todo o lubrificante pelo meu corpo ele foi descendo o pau, pelo meu umbigo, até meu pau onde ele brincou de lutinha de espadas por alguns segundos, depois levantou minhas bolas com a cabeça do pau roxo, e por fim colocou a na entradinha do meu cuzinho que não parava de piscar.
- Fecha os olhos e imagina um titio te comendo filho - Marcelo
Eu só obedeci, ainda estava com o pau do tio Marcelo na boca. Fechei os olhos e respirei, e pude sentir o pau entrando dentro de mim.
- Agora sim, você tem dois te comendo, seu papai e o seu titio - Marcelo
Eu tirei o pau da minha boca.
- Sim papai - Eu
E voltei a mamar.
Ele começou a enfiar o caralho roxo no meu cuzinho de forma leve, depois aumentando a velocidade e pouco tempo depois, eu já estava levando estocadas fortes.
- Aiii papai, que tesão - Eu
- Ta gostoso amor? - Marcelo
- Muito papai. Mas me ajuda - Eu
Eu abri a boca e coloquei a língua para fora. Já que eu estava perfeitamente em baixo dele, ele logo entendeu o que eu queria. Fez um biquinho com sua boca e cuspiu de forma bem lenta na minha boca. A babinha dele veio escorrendo lá de cima até cair um pouco no canto da minha boca e o restante dentro.
- Tava seco - Eu
- Logo logo vai ter leitinho nessa boca - Marcelo
- Não vai ter não por que eu vou engolir tudinho - Eu
Ele sorriu e deu um tapinha na minha cara com o pau.
- Ta gostando do titio te fudendo? - Marcelo
- Sim papai, mas eu também quero o seu pau - Eu
- Ama muito o papai né - Marcelo
- Amo - Eu
- Agora tá na vez do papai né? - Marcelo
- Sim papai, vem logo - Eu
Ele tirou o caralho roxo de mim, sentou na cama encostando suas costas na cabeceira, e eu sentei nas suas coxas, por cima dele. Coloquei os paus juntos, e batia punheta para nós dois. Eu amava ver o quanto o meu pau era pequeno do lado do pau dele, me sentia mais dominado ainda. Saber que ele era o ativo, o grande, o machão.
O pau do tio Marcelo era muito mais grosso, e também alguns dedos mais comprido que o meu. Precisei colocar muito lubrificante, se não eu sabia que acabaria me machucando, pois eu sentaria sem pensar. Depois de muito lubrificante no meu cuzinho e no pau dele, coloquei a cabecinha na entradinha, e fui ampurrando aos pouquinhos.
Ambos gemiamos a cada centímetro que entrava dentro de mim. E depois de alguns segundos forçando, finalmente consegui sentir o pau todo dele dentro de mim. Minha bolas finalmente encostaram na sua barriga definda e o musculo da base do seu pau começou a forçar o meu cuzinho a abrir mais. Ele colocou a cabeça no meu peito e chupou meu mamilo. Olhou para cima e me beijou.
- Eu te amo - Marcelo
- Eu te amo - Eu
Eu estava totalmente entregue ao tesão, nem sabia mais o que estava fazendo. Eu comecei a sentar de forma lenta nele. Ele pegou o caralho roxo e colocou na minha boca.
- Não esquece de mamar o titio também - Marcelo
Eu nem consegui concordar já estava com o pau na minha boca.
Comecei a sentar com mais força ainda, com as mãos dele indo da minha cintura até a minha bunda, me ajudando a entrar num ritmo gostoso e sincronizado. Ele chupava meus peitos, lambia meu pescoço e batia na minha bunda.
Eu tirei o pau roxo da boca e acabamos nos beijando novamente. Depois do beijo colocou o caralho roxo na sua boca. Quando percebi, estávamos mamando juntos aquele pau roxo como dois putos safados. Deslizando nossas línguas no pau, fazendo elas se encontrarem e se separarem enquanto deixavamos o brinquedo pingando com nossas salivas. E isso não é uma força de espressão. Eu sentia as gotinhas pingando no meu pau que continua duro enquanto encostava a cabecinha no umbigo do tio Marcelo, e as bolas escorregava para frente e para trás acompanhando a entrada e a saida daquele do seu montruoso pau dentro de mim.
Estávamos suados, grudados e escorregadios pelo lubrificante, mas isso deixava tudo ainda melhor. Era o melhor sexo da minha vida.
Ele me colocou de 4. E começou a socar em mim. Eu deitei a minha cabeça no calção. Estiquei minha mão por baixo de mim até atrás e segurei suas bolas o que deixou ele louco. Ele socou como se não houvesse amanhã. Minha bunda ardia com os tapas dele, e meu cuzinho latejava, não doía mais, apena latejava. Ele finalmente tinha conseguido o que queria, me arrombar por completo.
Ainda com minha mão em suas bolas, eu deslizei meu dedinho do meio um pouco mais para trás, alisando o seu cuzinho bem de leve. O que fez ele gemer alto, quase que gritando.
- Caralho Henrique, assim, eu vou... eu vou... caralho, vou gozar, vou gazar caralho, vou gozar porra - Marcelo
O fato dele estar quase gozando me fez me arrepiar e me deixou em ponto de bala também.
- Aiiii papai, goza, dá leitinho dá - Eu
- Faz, f-f-f-az , coloca um pouquinho no papai - Marcelo
Eu enfei levemente meu dedinho no cuzinho do tio Marcelo. Ele urrou, segurou meu pau e enquanto batia punheta para mim, gozou dentro de mim varias vezes. Senti o leitinho quente dele, la dentro. Me enchendo totalmente.
- Aiiii caralho papai - Eu
- Goza amor, dá leitinho pro papai - Marcelo
Eu gozei em sua mão firme e áspera, e também gozei um pouco na cama. Ele me agarrou por trás, deitando seu peito sobre minhas costas como se fossemos dois animais que tinham acabado de chegar ao orgasmo. Ele ainda com o pau dentro de mim, e sua mão toda melada do meu leite.
Eu sentia seu pau meia bomba, mas ainda duro, dentro de mim, prendendo todo aquele leitinho no meu cuzinho, sem deixar sair. Ficamos naquela posição acredito que quase um minuto.
Ele respirou fundo. E movimentou seu corpo para trás bem de leve. Eu imaginei que acabaria ali, mas quando eu fechei os olhos para respirar, e aprovetar aquele sentimento de "ufa isso foi bom demais" , eu levei uma estocada forte.
- Papai? - Eu
- Não acabei ainda amor - Marcelo
Ele já estava duro novamente, voraz e socando mais forte ainda dentro de mim. Suado, pingando nas minhas costas e nuca, e não parando e enfiar seu pau dentro de mim e me dando tapas na bunda.
Meu pau começou a ficar duro, e eu já estava em ponto de bala novamente. A cada tapa na minha bunda, meu pau latejava. Cada estocada no meu cuzinho, um arrepio.
Eu revirava os olhos e colocava o língua para fora, olhando para cima, de tanto tesão.
- Caralho amor, papai vai gozar - Marcelo
- Vai papai - Eu
- Porra, meu deus - Marcelo
- No rostinho papai, no rostinho - Eu
Ele tirou o pau de mim, se levantou e ficou de pé na cama. Ele segurou minha nuca e eu ajoelhei na cama de frente pra ele, e olhei em seus olhos. Como ele tirou o pau de mim, pude sentir seu leitinho escorrrendo de dentro. Saindo da minha bundinha até meus pés, e caindo na cama.
Tio Marcelo estava com uma expressão de macho bravo, enquanto batia punheta olhando para mim. Ele colocou suas bolas na minha boca enquanto se preparava para me leitar. Eu nem tinha começado a chupar suas bolas e ele urrou como um urso. Eu sabia que era a hora. Tirei suas bolas da minha boca, olhei para ele e disse.
- Dá leitinho papai, dá leitinho - Eu
Eu agarrei sua bunda, abri a boca, coloquei a lingua para fora e fechei os olhos.
Eu senti vários jatos de leitinho quentes no meu rosto, boca, e até no meu peito. Pareciam tiros de tão fortes que vieram. Ele literalmente me deixou todo sujo. Coloquei seu pau na minha boca, e engoli tudo que estava nela.
Para falar a verdade, eu acho que nunca tinha visto o tio Marcelo tão possuído. Não daquele jeito.
Depois de mais de um minuto naquela posição, ele de pé com o pau no meu rosto, eu ajoelhado com o cuzinho latejando e escorrendo porra. Ele deitou. Eu virei e deitei minha cabeça no seu ombro e coloquei minha mão sobre ele. Ele me abraçou com seu braço direto. E dormimos assim, pelados, suados e gozados, ouvindo apenas com o som da nossa respiração.
Depois de algumas horas, eu acordei no susto. Quando levantei ele acabou acordando também. Eram perto das 21h da noite. Ele correu e pegou o telefone e ligou para o amigo dele pedindo desculpas por não ter conseguido participar da reunião. E o convidou para almoçar no apartamento que estávamos no dia seguinte, o qual aceitou.
Eu fui tomar um banho no banheiro do quarto do tio, e quando ele desligou o telefone veio logo atrás de mim.
Entrou no box e pegou pela cintura, me virou e me beijou na boca. Ficamos ali, nos beijando, nos alisando.
- Você ta uma delicia molhadinho assim, amor - Marcelo
E me deu um tapa na bunda.
Depois de mais alguma carícias, ele estava sentado no box, comigo no seu colo já com seu pau dentro de mim novamente. Eu achava que nunca pararíamos de transar.
Ele chupava meus peitos e dava mais tapas na minha bunda denovo, denovo e denovo.
Alguns minutos depois ele gozou dentro de mim. Eu não conseguia mais gozar, estava exausto. Jantamos uns sanduiches e fomos dormir juntos, pelados e agarrados novamente.
No dia seguinte, acordamos tarde com o som do telefone do apartamento. Era perto das 11h. Era seu amigo, que tinha chegado e estava pedindo para subir no apartamento. Ele levantou no susto e vestiu uma bermuda de futebol sem cueca.
Eu fui tomar mais um banho.
Tomei um banho longo, bem quente. Aproveitei para relaxar depois de toda aquela intensidade. E fiz uma limpeza no meu cuzinho como de custume.
Quando sai, coloquei uma bermuda de futebol, e uma regata. Fui até a cozinha e quando vi o tal André e o tio Marcelo estávam conversando no sofá. Eu fui até eles. Quando cheguei pude finalmente ver o André.
Ele era um cara forte, da altura do tio Marcelo. Na verdade eles tinham o físico bem parecido. Fortes e sarados como se malhasse a 20 anos. O André tinha o cabelo bem curtinho, nenhum barba, e os braços todos tatuados. Ele estava com uma bermuda liláz e uma camisa preta. Ele tinha um sorriso bem branquinho e um queixo e um nariz salientes. Usava uma corrente no pescoço e um relogio grande no braço esquerdo. Percebi que o tio Marcelo estava sem camisa, mas logo desviei o olhar para disfarçar.
- Oi, muito prazer, eu sou o Henrique - Eu
- Fala Henrique, sou o André, prazer em te conhecer - André
- Brigado, prazer é meu - eu
- O Marcelo me disse que você tinha interesse em um possivel emprego aqui certo? - André
- Quem sabe né, se a oportunidade for boa para todos- Eu
- Com certeza, com certeza - André
Ficamos ali conversando por quase uma hora. Eu me lembro de ter gostado muito do André. Ele era confiante, mas bastante paterno. Prometeu me ensinar e compreender quando eu errasse.
Me parecia um cara muito gente fina.
Acabamos acertando que eu trabalharia algumas vezes para o André e algumas vezes para o tio Marcelo. De forma remota para o André mas, as vezes presencialmente. Precisando ir até Recife por conta da empresa.
Eu viria a cada 3/4 meses e ficaria 2 semanas trabalhando no escritório do André. Tio Marcelo inclusive ofereceu o apartamento dele para ajudar nos custos.
Foi muito legal, meu salário praticamente tinha triplicado, fora os benefícios. E agora eu teria um chef muito legal.
André tinha se espriguiçado e então comentou:
- Fechou então? Agora podemos pular esse profissionalismo? - André
- Você está em casa, quer ir pra piscina? - Marcelo
- Bora - André
André tirou a bermuda e a camisa e foi até a piscina com o tio Marcelo somente de cueca. Como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Eu fiquei com vergonha, e fiquei sentado. Tinha travado. O André somente de cueca também era um homem muito bonito. Tinha mais tatuagens ainda. E um corpo esculpido.
Os dois pegaram uma bebida no quiosque, entraram na piscina e me chamaram. Eu fui até eles, tirei a regata e antes de entrar tio marcelo comentou.
- Eitah homem bonito, não acha? - Marcelo
- Muito, novinho bonito mesmo - André
- Quem dera com a idade dele ter essa saúde - Marcelo
- Ahaha vocês são uns cuzão - Eu
- É sério poh, meninão bonito - André
- Pega algo para você beber - Marcelo
Eu peguei uma cerveja e entrei na piscina. Ficamos conversando e bebendo por bastante tempo. Eu estava de um lado da piscina e eles de outro, conversando. Depois de um tempo eu já estava com a língua mais soltinha. Percebi que os dois falavam algumas coisas bem baixinho.
- Tão falando o que ? haha - Eu
- De você - Marcelo
- De mim? - Eu
- Haha sim - André
- Vem aqui - Marcelo
Fui até eles, e o tio Marcelo me puxou pela cintura, me colocando de frente para o André e de costas para ele. Ele já aproveitou para dar uma encoxada na minha bunda. Mergulhou atás de mim e tirou minha bermuda por baixo da água. Quando ele voltou, estava com minha bermuda na minha mão e a jogou para fora da piscina, me deixando totalmente pelado.
- Tio Marcelo - Eu
Eu disse olhando para trás. Já com uma mão tapando meu pau e com vergonha.
- Relaxa Henrique, André sabe - Marcelo
- Sabe? Sabe do que? - Eu
Eu tentei disfarçar mas minha voz engasgada já estava entregando que eu e o tio Marcelo tínhamos algo.
Quando olhei para frente o André me beijou. Eu fiquei se reação. Eu até tentei ir para trás, mas me encostei no tio Marcelo. E como o André era um homem grande eu não conseguiria fugir. Os primeiros quatro segundos eu me assustei, no quinto eu tinha relaxado um pouco.
Depois acabei me entregando ao beijo. Admito que o beijo do André era muito bom. Sedoso no inicio, forte depois, e com a língua enrolando na minha. Percebi que meu pau estava ficando duro. E pelo jeito o André também estava. Por que senti seu pau ainda dentro da sua cueca, encostando em mim.
Era uma espécie de sanduíche. Eu sentia os dois paus em mim não totalmente duros, mas endurecendo aos poucos.
André terminou de me beijar, sorriu, olhou para mim e depois para o tio Marcelo. Eu ainda estava um pouco apavorado com tudo aquilo. Tio Marcelo pegou no meu ombro de forma delicada e preocupada, olhou para mim e disse.
- Henrique, quer continuar? - Tio Marcelo
Continua...