Segui Kelly. Do outro lado da cortina a cena me atingiu de novo: Pamela estava de quatro no meio da sala, o corpo de cavala completamente entregue. Arthur a fodia por trás com o pau monstruoso de 22 centímetros, metendo fundo e forte, as mãos agarrando a cintura, a bunda enorme tremendo a cada estocada. Thiago estava na frente, o pau de 18 centímetros sumindo na boca dela. Pamela gemia alto, a voz rouca e quebrada, saliva escorrendo pelo queixo enquanto engolia e era comida ao mesmo tempo. Os dois revezavam sem pressa: às vezes Arthur na boca e Thiago na buceta, depois trocavam de novo. O barulho molhado, os gemidos dela e o cheiro de sexo enchiam o cômodo.
Kelly me puxou para o sofá. Empurrou-me para sentar e montou em mim de frente. Guiou meu pau até a buceta já encharcada e desceu de uma vez, engolindo os 16 centímetros até o fundo. Começou a quicar com vontade, o bumbum batendo nas minhas coxas, os seios balançando na minha cara. Segurei a cintura dela e meti para cima, encontrando o ritmo. Kelly gemia safada, a boca aberta:
— Isso, profe… me fode… mais forte…
Virei-a de quatro no sofá. Aquele bumbum redondo e macio ficou na minha frente. Dei um tapa e enfiei de novo, metendo fundo, seco, uma mão no cabelo preto puxando. Kelly empurrava a bunda para trás, pedindo mais. Cuspi no dedo, enfiei no cu dela enquanto continuava comendo a buceta. Ela gozou gritando, o corpo tremendo, a buceta apertando meu pau em espasmos. Continuei. Virei-a de lado, levantei uma perna e fodi mais fundo, olhando o rosto contorcido de prazer. O piercing do umbigo brilhava, as tatuagens saltavam. Meti até sentir o orgasmo subir. Gozei dentro dela com força, o pau latejando, enquanto ela ainda gemia e rebolava para receber tudo.
Do outro lado, Pamela continuava sendo comida sem trégua pelos dois, os gemidos altos dela se misturando com os nossos.
Ainda ofegante, me levantei e fui até Pamela. Arthur e Thiago se afastaram um pouco, sorrindo. Pamela me olhou de quatro, o cabelo loiro bagunçado, a boca vermelha, a buceta e o cu ainda abertos e brilhando.
— Vem, amor… me come também — ela pediu, a voz rouca.
Ajoelhei atrás dela e enfiei meu pau de uma vez. A buceta dela estava quente, molhada, já arrombada pelos dois. Comecei a meter forte.
— Ahh… isso… mais fundo, Renato… — gemeu ela, empurrando a bunda para trás.
Arthur se posicionou na frente e enfiou o pau de 22 cm na boca dela. Pamela engolia gemendo, saliva escorrendo. Thiago ficou do lado, masturbando o pau de 18 cm e passando na cara dela de vez em quando.
— Olha como ela mama, cara… — Arthur falou, segurando o cabelo loiro. — Sua esposa é uma putinha gostosa.
Pamela tirou a boca só o suficiente para falar:
— Fode mais forte… os dois… me usem…
Enquanto eu metia fundo nela, Kelly foi até os meninos. Arthur deitou no chão e ela montou nele, engolindo os 22 centímetros com um gemido alto. Thiago se ajoelhou atrás e enfiou no cu dela ao mesmo tempo. Kelly gritou:
— Porra… os dois… assim… me destroem…
Os três se moviam em ritmo: Kelly quicando no pau grosso de Arthur enquanto Thiago metia no cu dela. Eu continuei fodendo Pamela por trás, uma mão no cabelo, a outra batendo na bunda.
— Você gosta disso, né? — perguntei, ofegante.
— Adoro… adoro ver você me comendo enquanto eles me usam… ahh!
Trocamos de novo. Eu deitei e Pamela montou em mim de frente, rebolando com vontade, os seios balançando na minha cara. Arthur ajoelhou atrás e enfiou o pau enorme no cu dela. Pamela gritou, o corpo travando por um segundo, depois rebolando nos dois paus ao mesmo tempo.
— Isso… me enche… os dois… porra, que delícia…
Kelly estava de quatro sendo comida por Thiago, gemendo alto a cada estocada. Depois Arthur foi até ela e os dois a foderam de novo, um na buceta e outro na boca. Os diálogos sujos não paravam:
— Que buceta apertada, profe…
— Sua esposa mama melhor que puta…
— Me fode mais, Arthur… assim…
— Renato, goza dentro de mim…
O sexo continuou longo, suado, os corpos se trocando sem parar. Eu comia Pamela enquanto ela chupava um deles, depois Kelly vinha para o meu pau e os meninos se revezavam nela. Gemidos, tapas, cuspe, porra escorrendo. O cômodo inteiro cheirava a sexo e suor. Ninguém queria parar.
Depois do sexo mais intenso, o ritmo foi caindo. Continuamos bebendo, o funk ainda tocando baixo, os corpos suados espalhados pela sala pequena. De vez em quando alguém puxava outra pessoa: Arthur puxava Kelly para um canto e metia nela rápido e fundo, os gemidos curtos dela se misturando com a música. Thiago vinha até mim e Pamela, a gente se beijava, ele enfiava os dedos nela ou eu comia ela de novo por alguns minutos enquanto ele assistia. O desejo não acabava de vez, só mudava de intensidade.
Em determinado momento Pamela se aproximou, ainda nua, o cabelo loiro bagunçado, e me olhou nos olhos. Passou a mão no meu peito e falou baixo, mas clara:
— Vamos levar os três na nossa viagem de fim de semana…
Sorri. Puxei ela pela nuca e a beijei fundo, saboreando o gosto de sexo e cerveja na boca dela.
— Claro, amor.
Depois do sexo voltamos para casa já de madrugada e dormimos pesado. Na manhã seguinte eu e Pamela acordamos cedo e começamos a arrumar as malas. Ela ficou responsável por avisar Thiago, Arthur e Kelly o horário que sairíamos para a viagem de fim de semana.
Nas últimas horas eu tinha vivido uma das maiores loucuras da minha vida e não queria parar. Mas, como tudo na vida, nada é de graça. O acordo que eu tinha feito com Arthur ainda pairava na minha mente. Será que tudo aquilo só aconteceu porque eu abri a porta? Ou Pamela teria caído de qualquer jeito? A dúvida doía, mas ao mesmo tempo a excitação era grande demais. Não era hora de parar.
Mais tarde, antes do meio-dia, eu e Pamela saímos de carro para pegar os três. Eu estava de camiseta preta simples, short confortável e chinelo. Pamela estava gostosa de um jeito perigoso: um vestido curto e justo que marcava os seios grandes e o bumbum redondo a cada passo, o tecido fino quase transparente contra a luz, o cabelo loiro solto caindo pelas costas e os olhos verdes brilhando. Sem sutiã, os mamilos levemente marcados. Parecia pronta para mais uma noite de loucura.
Chegamos na casa de Kelly. Ela, Thiago e Arthur já estavam esperando e entraram direto no banco de trás do Corolla. Seguimos viagem pela estrada em direção a um sítio que eu e Pamela alugávamos com amigos ainda na época de namoro. O caminho era conhecido, a estrada sinuosa, o sol já alto.
Antes de seguir adiante precisei parar num posto de combustível para abastecer. Enquanto o frentista enchia o tanque, Kelly e eu fomos até a loja de conveniência. Pegamos energéticos, cervejas para colocar na mala e mais alguns mantimentos. Quando voltamos para o carro, a cena estava diferente: Pamela, Arthur e Thiago tinham sumido.
O frentista nos viu olhando em volta e apontou com a cabeça:
— A loira e os dois jovens foram em direção ao banheiro.
Kelly e eu nos entreolhamos e seguimos na mesma direção.
Chegamos na porta do banheiro. Thiago estava parado na frente, bloqueando a entrada de qualquer pessoa que se aproximasse. Para quem vinha, ele falava baixo e convincente:
— O banheiro da loja está bem mais limpo… melhor ir lá.
Quando me viu, deu um sorrisinho e abriu espaço para eu entrar. Fechei a porta atrás de mim.
Lá dentro, Pamela estava sendo fodida por Arthur com força. Ela estava de quatro no chão sujo do banheiro, o vestido curto erguido até a cintura, sem calcinha. Arthur ajoelhava atrás dela, o pau monstruoso de 22 centímetros entrando e saindo fundo da buceta, as mãos agarrando a cintura, a bunda dela tremendo a cada estocada. Pamela gemia abafado, uma mão na parede para se equilibrar, o cabelo loiro bagunçado.
Arthur me viu e sorriu, sem parar de meter.
— Chega aí, cara… vem.
Pamela virou o rosto, os olhos verdes vidrados de tesão, e falou ofegante:
— Vem, amor… me come também…
Não resisti. Me posicionei na frente dela, abri o short e enfiei o pau na boca dela. Pamela chupou com vontade enquanto Arthur continuava fodendo por trás. O barulho molhado da buceta engolindo o pau grosso misturava com o som da boca dela no meu. Segurei o cabelo loiro e meti na garganta, ouvindo ela gemer abafado.
Pouco depois a porta se abriu de novo. Thiago entrou, já abrindo a calça.
— Kelly está cuidando de tudo lá fora — disse, fechando a porta. — Ninguém entra.
Ele se juntou a nós. Agora eram três. Arthur saiu de dentro de Pamela e eu tomei o lugar, enfiando meu pau na buceta quente e molhada dela. Thiago foi para a boca. Depois trocamos de novo: Arthur na boca, eu no cu, Thiago esperando a vez. Pamela era comida de todos os jeitos no banheiro pequeno e quente do posto. De quatro, sentada no meu colo enquanto um deles enfiava na boca, prensada contra a parede. Os gemidos dela ecoavam abafados, o corpo de cavala suado e entregue, os seios balançando a cada estocada. A orgia rolou solta ali dentro: paus se revezando, saliva, porra, tapas na bunda, gemido baixo para não chamar atenção. Ninguém tinha pressa de terminar.
Saímos do banheiro do posto um por um, tentando disfarçar o cheiro de sexo e o corpo ainda quente. Entramos no carro e seguimos pela estrada. O silêncio durou pouco.
Pamela, no banco do passageiro, se virou e falou com a voz ainda rouca:
— Isso é só o começo…
Arthur, no banco de trás, riu baixo:
— Vai ser o melhor fim de semana da minha vida.
Thiago completou, já passando a mão na coxa de Pamela:
— Sim, cara… você é foda.
Kelly, sentada logo atrás de mim, se inclinou entre os bancos, o cabelo preto caindo, e falou bem perto do meu ouvido:
— Consegue dirigir comigo te chupando, profe?
Antes que eu respondesse ela já tinha aberto meu short. Meu pau, ainda semi-duro, endureceu rápido na boca quente dela. Kelly chupava com vontade, a cabeça subindo e descendo, a língua girando na glande, uma mão masturbando a base. Eu segurava o volante com força, o olhar na estrada sinuosa, o corpo tenso de tesão e concentração. O carro balançava leve a cada curva.
No banco de trás o clima esquentou na mesma hora. Pamela se ajoelhou entre Arthur e Thiago, o vestido curto subindo. Começou a chupar o pau de 22 cm de Arthur, engolindo o máximo que conseguia, saliva escorrendo. Depois passou para o pau de 18 cm de Thiago, alternando entre os dois. Os meninos gemiam baixo, as mãos no cabelo loiro dela, empurrando a cabeça para baixo. Pamela mamava um enquanto masturbava o outro, o barulho molhado enchendo o carro junto com o ronco do motor.
Kelly acelerou o ritmo na minha frente, engolindo mais fundo, engasgando de leve e continuando. Eu soltava gemidos contidos, o pé no acelerador firme, a estrada se curvando à frente. No banco de trás Pamela já estava sendo puxada para o colo de Arthur. Ele abriu o short dela e enfio o pau grosso por baixo, fazendo ela quicar enquanto ainda chupava Thiago. O carro inteiro cheirava a sexo, saliva e desejo. A estrada sinuosa seguia, e ninguém queria que a viagem acabasse rápido.
Chegamos no sítio no início da noite. O lugar era exatamente como eu lembrava da época de namoro: uma casa simples de alvenaria com varanda ampla, cercada por um gramado grande e algumas árvores frutíferas. Nos fundos tinha uma área coberta com churrasqueira de alvenaria, mesas de madeira e um pequeno lago artificial mais adiante. A luz amarela das lâmpadas da varanda iluminava tudo de forma aconchegante. O ar cheirava a mato molhado e terra.
Nos acomodamos rápido, largamos as malas nos quartos e fomos direto para a área externa preparar o churrasco. Eu e Arthur cuidamos da carne, Thiago organizou as cervejas no cooler, enquanto Pamela e Kelly preparavam a farofa e a salada. Conversamos sobre a escola — as provas, a bagunça do Carnaval, as fofocas dos corredores — e sobre outras coisas leves: viagens antigas, músicas, besteiras do dia a dia. A cerveja ia descendo fácil, o clima leve e carregado de intenção ao mesmo tempo.
Depois de comer, Pamela e Kelly colocaram um pagode alto nas caixas de som. As duas começaram a sambar no meio da varanda. Pamela, ainda de vestido curto, rebolava o quadril largo com o corpo de cavala marcado, os seios balançando a cada passo de samba. Kelly, de short e cropped, sambava mais safada, o bumbum desenhando círculos, o piercing brilhando. O suor começava a brilhar na pele delas sob a luz amarela. O tesão tomou conta de todo mundo. Arthur e Thiago não disfarçavam o volume nas calças. Eu também já estava duro.
Kelly parou de dançar, ajoelhou na frente dos dois e começou a chupar. Primeiro o pau de 22 cm de Arthur, engolindo fundo, depois o de 18 cm de Thiago, alternando entre os dois com saliva escorrendo. Enquanto isso, Pamela continuou sambando, só que agora nua. Tirou o vestido de uma vez e dançou só com o corpo: seios pesados balançando, a buceta à mostra, o bumbum rebolando no ritmo do pagode, completamente entregue ao olhar de todos.
Kelly se levantou da posição de joelhos, empurrou Thiago para a cadeira de madeira e montou nele de costas, descendo devagar até engolir o pau de 18 centímetros inteiro. Começou a rebolar com força, o bumbum batendo nas coxas dele, gemendo alto a cada movimento. Arthur se aproximou pela frente e ela abriu a boca, engolindo o pau monstruoso de 22 centímetros enquanto quicava. Os dois a usavam ao mesmo tempo: Thiago por baixo, Arthur na boca. Kelly rebolava sem parar, saliva escorrendo, o corpo de dançarina entregue.
Eu puxei Pamela pela cintura. Ela ainda sambava nua, o corpo suado brilhando sob a luz da varanda. Empurrei-a de quatro no chão de madeira e enfiei meu pau de uma vez na buceta quente e molhada. Comecei a meter forte, as mãos agarrando a bunda enorme, abrindo as nádegas. Pamela gemia alto, empurrando para trás:
— Mais fundo, amor… me fode…
A madrugada inteira virou uma sequência sem fim de trocas e posições. Eu comia Pamela de quatro, depois deitada de costas com as pernas abertas, depois sentada no meu colo rebolando enquanto ela chupava Arthur. Kelly ia de um pau para o outro: montava em Arthur e rebolava até gozar, depois se ajoelhava e chupava Thiago até ele gozar na boca dela, depois voltava para mim e me fazia comer o cu dela enquanto os outros dois assistiam e se masturbavam.
Pamela era fodida sem trégua. Arthur a pegava de quatro e metia o pau de 22 cm fundo, dando tapas na bunda, chamando ela de gostosa e putinha. Thiago a fazia montar nele e quicar até as pernas tremerem. Eu entrava nela logo em seguida, sentindo a buceta já arrombada e escorrendo porra. As duas gozavam várias vezes: Kelly gritava quando gozava no pau grosso de Arthur, o corpo inteiro estremecendo; Pamela gemia meu nome e o nome deles quando o orgasmo vinha longo e molhado.
Trocávamos de lugar o tempo todo. Eu deitado, Pamela sentada no meu pau e Kelly sentada na minha cara. Arthur e Thiago se revezavam no cu e na buceta delas. O barulho de pele batendo em pele, gemidos altos, respiração ofegante e o cheiro forte de sexo e suor enchia a varanda e invadia a casa. A madrugada foi passando assim: sexo contínuo, paus endurecendo de novo, bocas e bucetas e cus sendo usados sem descanso. Pamela e Kelly ficavam de quatro lado a lado e nós três nos revezávamos nelas, metendo fundo, puxando cabelo, gozando dentro ou no rosto, depois recomeçando. Ninguém queria parar. O céu já clareava fraco no horizonte quando os corpos finalmente começaram a ceder de cansaço, ainda enroscados uns nos outros, suados, ofegantes e completamente entregues.
Depois do sexo da madrugada dormimos pesado. Acordamos quase ao meio-dia, os corpos ainda doloridos e o cheiro de sexo impregnado nos lençóis e na pele.
Foi então que surgiu a brincadeira. Eu, Arthur e Thiago ficamos sentados lado a lado nas cadeiras da varanda. Kelly e Pamela, completamente nuas, nos amarraram os pulsos nas costas das cadeiras com cordas de varal que acharam na área de serviço. As duas estavam suadas, os corpos à mostra, seios balançando, bucetas ainda inchadas da noite anterior. Começaram a nos provocar sem pressa: passavam as mãos nos nossos peitos, lambiam os mamilos, roçavam os seios nos rostos, desciam e subiam as unhas pelas barrigas até quase tocar os paus, mas sem dar alívio. Pamela se inclinava na minha frente, o cabelo loiro caindo, e sussurrava putarias baixas. Kelly fazia o mesmo com os outros dois, rebolando nua bem perto, o piercing brilhando.
Pamela parou na minha frente, ajoelhou e passou a mão no meu pau já duro. Olhou nos meus olhos e falou, a voz doce e cruel ao mesmo tempo:
— Amor… valendo um boquete… você quer ver sua esposa na rola do Thiago?
Kelly, ao lado, passou as unhas de gel devagar pelo meu pau, subindo e descendo a glande, me deixando maluco de tesão. Eu gemi e respondi, a voz rouca:
— Sim, amor… quero te ver na rola do Thiago.
Pamela sorriu.
— Então fala: “Eu sou o corninho da minha esposa”.
Engoli em seco e repeti, baixo mas claro:
— Eu sou o corninho da minha esposa.
Ela se levantou, foi até Thiago e montou nele de costas para mim. Guiou o pau de 18 centímetros até a buceta e desceu devagar, engolindo até o fundo. Começou a rebolar olhando direto para mim, os seios balançando, a boca aberta em gemidos altos. Kelly continuava me masturbando com as unhas, apertando a base, passando o polegar na glande.
— Mais alto, amor — mandou Pamela, quicando forte no pau de Thiago. — Fala de novo.
— Eu sou o corninho da minha esposa… — repeti, vendo o pau dele sumir e aparecer dentro dela.
Depois ela saiu de cima de Thiago e foi até Arthur. Montou de frente, desceu no pau monstruoso de 22 centímetros e soltou um gemido longo quando ele a preencheu por completo. Olhou para mim outra vez:
— Agora com o Arthur. Fala.
— Eu sou o corninho da minha esposa…
Pamela rebolou no pau grosso de Arthur com vontade, subindo e descendo, a bunda batendo nas coxas dele, os seios pulando. Arthur segurava a cintura dela e metia para cima. Kelly chupava a cabeça do meu pau enquanto eu era obrigado a assistir. O sexo continuou longo e explícito: Pamela quicava em Arthur até quase gozar, depois voltava para Thiago e rebolava de novo, sempre me fazendo repetir a frase entre gemidos. As duas se revezavam em nos provocar — Kelly masturbando e chupando, Pamela sentando e rebolando nos paus dos dois enquanto eu, amarrado, só podia olhar e repetir o que ela mandava. O sol do meio-dia batia nos corpos nus, o suor escorria, os gemidos ecoavam pela varanda. Pamela gozou montada em Arthur, o corpo estremecendo, ainda me olhando nos olhos enquanto eu, o pau latejando nas mãos de Kelly, continuava sendo o corninho dela.
Depois disso fomos desamarrados. Eu não esperei. Parti para cima de Pamela, empurrei-a de quatro no chão da varanda e enfiei meu pau de uma vez. O sexo foi intenso desde o primeiro segundo: metia fundo e forte, as mãos agarrando a bunda enorme, puxando o cabelo loiro, ouvindo ela gemer alto e pedir mais. Pamela rebolava para trás, a buceta apertando, os seios balançando a cada estocada.
Enquanto isso, Kelly estava sendo comida pelos dois. Arthur a tinha de quatro, o pau de 22 centímetros sumindo inteiro dentro dela, enquanto Thiago enfiava o pau de 18 cm na boca. Depois trocavam: Thiago por trás e Arthur na boca. Kelly gemia safada, pedindo para foderem mais forte, o corpo de dançarina completamente entregue.
Trocamos de lugar várias vezes. Eu saí de dentro de Pamela e fui para Kelly. Deitei-a de costas, abri as pernas e meti fundo, segurando as coxas. Arthur e Thiago se revezaram em Pamela: um na buceta, o outro na boca, depois os dois nela ao mesmo tempo — Arthur no cu e Thiago na buceta. Pamela gritava de prazer, o corpo tremendo em orgasmos longos. Eu comia Kelly com força, depois a virava de quatro e metia no cu enquanto ela chupava um dos meninos.
O sexo continuou sem parar até a noite cair. O sol foi baixando, as luzes da varanda acenderam, e os corpos continuavam enroscados. Eu fodendo Pamela enquanto ela chupava Arthur. Kelly montada em Thiago e rebolando. Depois todos misturados de novo: paus se revezando, bocas, bucetas e cus sendo usados, gemidos altos, tapa na bunda, porra escorrendo pelas coxas. A noite avançou assim, o desejo não acabando, os corpos suados e cansados mas ainda pedindo mais.
No final da foda os cinco caímos exaustos no chão da varanda, ofegantes, a pele colada, o cheiro forte de sexo impregnado em tudo. Ficamos ali por um tempo sem conseguir nos mexer. Depois, aos poucos, nos levantamos e fomos arrumar as coisas. Pegamos as malas, guardamos o que restava de comida e bebida. Tomamos banho rápido, um atrás do outro, o corpo ainda sensível sob a água.
Quando finalmente estávamos vestidos e prontos, subimos no carro e pegamos o caminho de volta para casa. A estrada à noite estava quieta, e dentro do Corolla o silêncio era pesado, carregado de tudo o que tinha acontecido naquele fim de semana.
Chegamos em casa já tarde e adormecemos rápido, o corpo ainda pesado de cansaço. No meio da noite acordei de repente. Fiquei deitado no escuro repensando em tudo o que estava acontecendo: o acordo com Arthur, a traição com a Marina, o Carnaval, a orgia no sítio, Kelly safada e direta, e Melissa… jovem, linda, gostosa, mas sem a mesma putaria desenfreada da outra. A cabeça não parava.
A manhã chegou. Nos arrumamos em silêncio e seguimos para a escola. No caminho, Pamela comentou:
— O Thiago, o Arthur e a Kelly não vêm hoje.
Chegamos. No primeiro horário dei aula normalmente, quase no automático. Depois, andando pelo corredor, encontrei Melissa. Ela estava sozinha, o uniforme impecável, o cabelo loiro preso.
— Oi… você está bem? Aquele dia você saiu depressa, sem dizer muita coisa.
Ela me olhou com aqueles olhos claros e respondeu baixo:
— Você foi ótimo…
Sorri de leve e completei:
— Passamos o fim de semana num sítio. Senti sua falta. Estavam todos lá: eu, a Pamela, o Arthur, o Thiago e a Kelly.
Melissa abaixou a cabeça.
— Você gostou?
— Sim… isso tudo tem me deixado louco de tesão.
Foi então que ela ergueu o rosto e me encarou fixo. A voz saiu firme, quase tremendo:
— Professor… eu sou completamente apaixonada em você. Então vou te falar uma coisa: você está sendo enganado.