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O Demônio e a Megera – Episódio 39 (minha iniciação como submissa no vestiário feminino)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3950 palavras
Data: 27/08/2026 14:31:25
Última revisão: 27/08/2026 17:35:03

Há coisas sobre nós mesmos que só descobrimos quando encontramos alguém que faz par com aquela parte adormecida ou oculta de nossa natureza.

Eu sempre amei vôlei. Cresci vendo a Seleção Brasileira conquistando torneios internacionais, o que acabou influenciando muitas meninas como eu.

Perdi minha mãe com sete anos de idade. Foi um trauma muito grande, porque era muito apegada a ela. Demorei a me recuperar. Tive problemas na escola e fiz psicoterapia por três anos.

Em compensação, tive no meu pai uma verdadeira fortaleza, um porto seguro. Sempre me cobriu de atenção e afeto, tentando se desdobrar para ser pai e mãe ao mesmo tempo. Durante anos, permaneceu só, sem namorar ou assumir compromisso com mulher alguma, embora eu soubesse que mantinha alguns casinhos. No entanto, nunca tive contato com uma aspirante a madrasta.

Somente quando eu já tinha dezoito anos, fui apresentada à Mariana, com quem se casou posteriormente. Não me opus em momento algum à convivência com outra mulher, até porque Mariana era uma pessoa agradável, que até agregou valor à minha existência.

Logo depois, ingressei na faculdade de Medicina e passei a dividir minha vida entre os estudos e o voleibol. Treinava e competia pelo Mackenzie desde os 13 anos, atuando como líbero, já que não tinha estatura para atuar na rede. Foi na mesma época em que entrei na faculdade de Medicina que conheci Núbia. Ela era um ano mais velha que eu e veio do Tijuca Tênis.

Sempre tive certo fascínio por meninas que demonstravam autoconfiança e espírito de liderança. Não escondia minha admiração e me agradava ser comandada por elas. Esse era o caso da Núbia, que logo se firmou como grande liderança dentro da equipe, elevando, inclusive, o desempenho do time, já que tinha um ataque potente. Tinha 1,82m, mas sua impulsão a fazia parecer mais alta do que realmente era.

Passado o trauma da perda da minha mãe, muito graças à presença protetora e incentivadora do meu pai, me tornei uma menina como as outras, que fazia e gostava das mesmas coisas, inclusive dos meninos. Perdi minha virgindade com 15 anos com um menino que namorava. Não posso dizer que minha primeira vez superou minhas expectativas. Aos 18 anos, tinha experimentado três rapazes diferentes. Cheguei a me apaixonar por dois deles. Pelo menos, dentro daquilo que eu imaginava ser uma paixão, mas meus relacionamentos pareciam ter baixa autonomia de voo, nunca passando de um ano.

Desde as primeiras interações, Núbia exerceu um fascínio sobre mim. Sempre a olhava com admiração. Além de ser uma força da natureza e exercer liderança natural sobre as demais, era extremamente bonita, morena clara, cabelos lisos longos, olhos verdes e um corpo esguio, perfeitamente desenhado, com todas as formas na medida certa. Por razão óbvia, me chamava de baixinha, que não era exatamente o caso, pois tenho 1,62m, o que, para os padrões brasileiros, é uma mulher de estatura mediana. Porém, diante dela, eu realmente podia me considerar baixa e, por alguma razão, me sentia até menor do que realmente era, algo que não me incomodava.

Certa vez, após o treino, eu estava tomando banho no vestiário e deixei cair o sabonete. Quando me abaixei para pegar, o sabonete escorregou e foi parar perto dos seus pés. Naquela caça ao sabonete, acabei ficando de quatro diante de Núbia e, quando finalmente o resgatei, estava com o rosto muito próximo à sua perna. Por alguma razão, que eu desconhecia, meus olhos ficaram aprisionados aos seus pés tamanho entre 38 e 40, com unhas bem cuidadas e um formato muito harmonioso, com dedos longos, perfeitamente perfilados.

Detive-me mais que o necessário naquela posição. Ao olhar para cima, após percorrer seu corpo, inclusive sua boceta com os pelinhos aparadinhos e seus seios entre pequenos e médios, absolutamente perfeitos, encontrei seus olhos curiosos em mim.

Não sei se propositalmente, Núbia também deixou cair seu sabonete ao meu lado.

- Ih, baixinha, aproveita que você já está aí embaixo e pega meu sabonete para mim.

Senti um calor queimando meu corpo, sobretudo o meu rosto, de modo que devo ter ficado vermelha. Com o meu sabonete em uma das mãos e toda enrolada, acabei roçando o rosto em sua perna ao me abaixar novamente para pegar seu.

Como não poderia me levantar com dois, um em cada mão, estiquei meu braço para ela, ainda de joelhos. Núbia pegou e não me agradeceu. Ao contrário, me olhou com um ar de superioridade que eu não conhecia e se demorou além do necessário para pegar o sabonete da minha mão, de modo que fiquei ali, um espaço curto entre nós, de joelhos diante dela.

Senti meu rosto queimar e uma estranha sensação tomar o meu corpo, as batidas do coração aceleradas e o ar chegando mais pesado aos pulmões. Baixei os olhos, fugindo dos seus, e ainda me detive um pouco na visão dos seus pés, enquanto apoiava minha mão livre no chão para me levantar.

Toda aquela cena não demorou mais que alguns segundos e não deve ter sido percebida pelas outras meninas, porém algo diferente e enigmático havia acontecido. Envergonhada com minha própria reação, evitei encará-la novamente e tentei acreditar que aquilo foi só um episódio irrelevante, em que nenhum significado subjacente havia. A verdade, porém, é que aquela cena não saiu da minha cabeça e meu corpo reagiu quantas vezes eu dela me lembrasse.

No dia seguinte, qualquer troca de palavras ou proximidade de Núbia me deixava nervosa, sobretudo porque ela me olhava de um jeito diferente. Quando me chamava de baixinha, parecia haver um novo sentido naquela palavra, que ela enfatizava de um jeito peculiar, como se aquilo revelasse uma certa relação de hierarquia entre nós.

Em um lance em que mergulhei para buscar uma bola difícil, recebi os cumprimentos das meninas. Com Núbia, não foi diferente. Ela me incentivou com um tapa na bunda. Não era incomum esse tipo de comportamento entre nós, principalmente nos jogos, mas o tapinha carinhoso dela foi bem mais forte do que o normal e a quentura da sua mão ficou marcada. Eu ainda sentia aquele tapa horas depois.

No vestiário, após o treino, percebeu quando eu olhava distraída para seus pés enquanto ela tirava o tênis. Congelei de vergonha ao ver que ela havia percebido, reagindo com um sorriso de quem acaba de pegar uma criança travessa com a boca na botija.

Um belo dia, não sei por qual razão, Núbia demorou para ir para o vestiário. Percebendo sua ausência, agindo por um impulso que eu mesma não compreendi, me demorei mais que o normal. Quando chegou, só havia duas meninas terminando de se vestir e eu ainda estava nua, começando a me enxugar.

Quando a vi entrar no vestiário, meu coração disparou. Ela se sentou, fazendo cara de cansada. Percebi que tirou lentamente a camiseta, ficando só de sutiã. Quando terminei de me vestir, só estávamos as duas no vestiário. Senti seu olhar queimando minhas costas quando me abaixei para vestir minha bermuda.

- Baixinha, me ajuda a tirar o tênis – ela pediu num tom que não era uma ordem, mas também não era exatamente um pedido, mais parecendo, talvez, um convite.

- O que eu ganho com isso? – respondi, levando na brincadeira, mas o corpo já reagia com tremedeiras.

- Eu deixo você beijar meus pés – ela reagiu, com um ar aparentemente inocente, colocando os pés para cima do banco, esticando as pernas e se apoiando nos braços para se manter sentada.

- Engraçadinha – respondi, a voz saindo mais baixa, encarando seu sorriso simpático, mas cheio de uma malícia que transbordava de seus lábios e seus olhos, enquanto os meus não escondiam a confusão misturada com desejo.

- Por favor, vai, Baixinha, eu estou morta. Nem consigo me abaixar.

- Tudo bem – respondi, tentando esconder a excitação com uma simulação pouco convincente de contrariedade.

Sentei-me e a abusada colocou os dois pés no meu colo. Comecei a tirar seus tênis lentamente, me deliciando, mesmo com as mãos tremendo com aquela demonstração de submissão. Percebi que ela me olhava, medindo minhas reações, mas não ousava encará-la.

Tirei seus dois tênis e suas duas meias, o cheiro do suor dos seus pés entrando pelas minhas narinas de forma discreta e, ao mesmo tempo, profunda.

- Faz uma massagem, por favor, Baixinha. Meus pés estão tão doloridos.

- Não acha que já está abusando da minha boa vontade? – respondi com um riso amarelo e a voz nitidamente tremida e sem convicção.

- Faz esse favor para sua amiga, vai – reagiu manhosa, tirando os pés do meu colo para que eu pudesse ficar de frente para eles e os massagear.

- Tá bom, abusada – respondi, já com a respiração visivelmente fora de controle.

Ainda sentada, me inclinei um pouco e comecei a massagear seus pés macios, um de cada vez, sentindo um estranho prazer com aquele abuso calculado. Era nítido que ela sabia o que estava fazendo e aquilo caminharia para algum lugar, provavelmente um lugar perigoso, para onde eu era arrastada pela curiosidade e um desejo que eu ainda não sabia explicar.

Fiquei um bom tempo me revezando entre os seus dois pés, recebendo elogios e agradecimentos, com Núbia pedindo mais.

- Acho que vou querer essa massagem todos os dias após o treino. Você vai fazer para mim, minha escravinha? – provocou, com um tom entre amistoso e inocente na voz, mas a palavra “escravinha” provocou um efeito no fundo do meu estômago.

Eu só olhei rapidamente para ela, sem saber o que responder, sem entender em que tipo de brincadeira eu havia me metido. Só dei um sorriso que não era de aprovação nem de reprovação.

- Você gosta dos meus pés? Eles são bonitos? – perguntou.

- São bonitos, bem cuidados.

- Eu já vi você os admirando – provocou, me fazendo travar a respiração e o rosto esquentar.

Eu não sabia o que responder.

- Está bom escravinha. Um dia eu deixo você dar beijinhos nos meus pezinhos.

Falou e já foi se levantando, puxando o short e a calcinha para baixo para tomar banho, ficando completamente nua.

- Faz um favor para mim. Pega minha garrafinha d´água que eu esqueci naquela mesinha perto da arquibancada. Aproveita e enche para mim no bebedouro, que eu estou com sede.

- A madame quer mais alguma coisa? – reagi, tentando dar um tom de brincadeira ao meu misto de indignação e um desejo sombrio de me submeter aquele abuso.

- Não, meu bem. Só traz a garrafinha e pode deixar no banquinho. Obrigada! – falou com a naturalidade de quem apenas pedira um favor, já se virando e entrando debaixo do chuveiro.

Depois de colocar a garrafinha no banquinho, saí do vestiário meio zonza, lá deixando Núbia, que apenas agradeceu, sem me olhar. Fui até minha casa caminhando e o ocorrido não saía da minha cabeça. Eram episódios que se acumulavam ao longo daquela semana, mas os daquele dia tinham mexido com minha cabeça, sobretudo por causa daquele estranho prazer que tomou meu corpo e minha mente.

O cheiro dos pés de Núbia estavam em minhas mãos. Eu levava as mãos ao nariz e aquilo me provocava um prazer que eu não sabia explicar, assim como a lembrança de cada cena, desde o episódio do sabonete à massagem nos pés.

“Escravinha”

Foi quando cheguei em casa, após jogar minha sacola para o lado e me deitar em minha cama, que notei que minha calcinha estava melada e cada cena que minha mente repassava me provocava choques de prazer, sobretudo em minha vagina.

Mesmo sentindo-me culpada e inadequada por me sentir daquele jeito, não resisti a me tocar na hora de dormir. Foram longos minutos com os dedinhos torturando minha buceta, gemendo baixinho para meu pai não ouvir, o corpo realizando coreografias rítmicas. A sensação de prazer acelerou meu orgasmo quando murmurei seu nome.

“Núbia, sou sua escravinha”

No dia seguinte, quando cheguei para o treino, Núbia, discretamente, esticou sua garrafinha de água para mim.

- Enche no bebedouro para mim, baixinha.

Nada respondi. Baixei os olhos e fiz o que mandou.

Após o treino, Núbia mandou que eu disfarçasse e só fosse para o vestiário quando as outras meninas já estivessem indo embora.

- Você entendeu o que eu falei? – arguiu com autoridade e uma certa prepotência na voz, que me causou calafrios pelo corpo, mas obedeci.

Eu só conseguia obedecer. Fui à cantina e disfarcei, comprando alguma coisa, que eu nem me lembro o que era, enquanto Núbia prolongava uma conversa interminável com a treinadora. Após dez minutos, ela foi para o vestiário. Dei um minuto e a segui. Ainda havia algumas meninas terminando de se arrumar. Núbia já estava só de calcinha e sutiã, mexendo em sua sacola. Parei ao seu lado, sentindo o calor de sua presença. Comecei a me despir. Tirei o tênis, a meia o short e a calcinha, depois, a camiseta. Núbia estava no chuveiro e eu para lá me encaminhava quando a Thalita se despediu, sendo a última a sair.

Ficamos só nós duas lado a lado. Meu corpo tremia e o coração batia descompassado de expectativa. Nubia deixou o sabonete cair no chão.

- Pega para mim baixinha. Você já está mais perto do chão – ordenou com um certo deboche na voz.

Era uma ordem, não um pedido. Meu estômago revirou. Se eu obedecesse, estaria me entregando de vez. Enquanto a cabeça pensava, o corpo se curvava. Quando eu esticava o braço para pegar o sabonete, Nubia fez um movimento, se colocando entre mim e ele. Acabei me desequilibrando e caí sentada.

- Desculpe, baixinha, acho que eu te derrubei – falou com um sorriso perverso no rosto.

A raiva tentou chegar, mas Núbia se moveu, desimpedindo o caminho até o sabonete e eu fiquei de gatinho para pegá-lo, o rosto muito próximo aos seus pés. Cheguei a fechar os olhos. Fiquei de joelhos diante dela e levantei o braço para lhe entregar o sabonete. Núbia deu um passo à frente, de modo que meu rosto ficou muito próximo do seu sexo.

- Gosta de ficar de joelhos, não gosta, escrava? – provocou com um toque de crueldade na voz.

Minha resposta foi ficar em silêncio, os seios subindo e descendo, as pernas fracas o suficiente para me fazer duvidar de que conseguiria ficar de pé.

Núbia trouxe a mão ao meu queixo, fazendo uma carícia e erguendo meu olhar para que encontrasse o seu.

- Não precisa ter vergonha – falou, me estendendo a mão para me ajudar a me levantar.

Ao ficar de pé, não havia quase distância alguma entre nós e minhas pernas mal me sustentavam. Meus olhos marejaram, não sei se de vergonha, medo ou desejo.

Núbia me olhou nos olhos, me pegou pela nuca e me puxou para ela, atacando meus lábios com sua boca. Tentei resistir, mas ela me puxou pela cintura com o outro braço, fazendo com que nossos corpos ficassem colados. Esfregou seus lábios nos meus, eu lutei para não me entregar, mas me rendi totalmente quando sua língua finalmente invadiu minha boca.

Seu beijo era o de alguém que tomava posse do que lhe pertencia. Fiquei encurralada contra a parede, completamente rendida, com sua língua explorando minha boca selvagemente. A mão livre, enquanto a outra controlava minha cabeça, me segurando pela nuca, deslizou pelo meu corpo, até apalpar minha bunda e me dar um tapa forte, que fez minha buceta pulsar mais.

Eu já gemia em sua boca quando levou a mão à minha buceta já ensopada.

- Está gostando, não é sua safada? – provocou, me segurando pelo queixo, enquanto torturava meu grelo, olhos cravados nos meus.

Tentei fechar os olhos, mas ela mandou que eu olhasse para ela com a cara de desesperada que eu estava sendo dominada e sentindo um prazer avassalador.

Com habilidade, Núbia manipulou meu grelinho, me fazendo rebolar em seus dedos, respirando pesado, os seios balançando e uma lágrima, que eu não sei o que significava, banhando meu rosto.

- Aahhhaaaiinnnnnn... Uhn, Ahn, ahn... Aaaaaaaahhhhhhhh... Meu Deus!

Confesso que foi o orgasmo mais intenso que tive até aquele momento de minha vida, de ficar com as pernas ainda mais bambas do que já estavam e me deixar quedar no chão quando ela me soltou. Fiquei ali, sentada, encostada na parede, pernas abertas e arqueadas, ofegante, os seios subindo e descendo, uma tremedeira pelo corpo que não parava.

Núbia me deixou do jeito que estava e voltou para debaixo do chuveiro. Quando finalmente terminei de me enxaguar, ela já estava se vestindo.

- Amanhã, após o treino, você vai para minha casa. Sonhe comigo hoje, escravinha – falou, já deixando o vestiário e sem olhar para trás.

Amanhã, que ela dizia, era uma sexta-feira. O treino sempre terminava no início da noite. Eu não sabia se queria obedecer àquela ordem, mas isso era minha cabeça, porque o corpo não tinha dúvidas, ainda mais após aquele orgasmo descomunal.

Núbia morava com a irmã num bairro próximo. Tínhamos que tomar uma condução para chegar até lá. Era um apartamento simples, de dois quartos. Sua irmã estava viajando. Aquela foi a noite da minha rendição a Núbia, como se eu já não houvesse me rendido pelo simples fato de lhe obedecer, depois de ter sido dominada e até humilhada por ela.

- Vamos beber um vinho – vaticinou.

Sim, ela não perguntou se eu queria, apenas disse que beberíamos. Não vi problema, pois só teríamos treino na segunda-feira. Eu raramente bebia. Apesar do nervosismo, havia algo em mim que me fazia confiar em Núbia, mesmo sabendo do poder que exercia sobre mim, que não crescia a cada dia, mas a cada minuto.

Ela foi à cozinha e voltou com a garrafa de vinho, que certamente havia sido comprada para aquela ocasião.

- A que você quer brindar, minha escravinha?

Eu já tinha aceitado ser chamada daquela forma, o que me causava um estranho prazer, uma sensação de lhe pertencer.

- Não sei – respondi envergonhada.

- Vamos brindar aos meus pés? – propôs, balançando os pés descalços, me provocando.

Fiquei sem saber como reagir, com cara de idiota.

- Um brinde aos meus pés, então – decidiu, e brindamos aos seus pés, nos quais se fixou meu olhar de adoração.

- Tira a roupa – ordenou, de repente.

Olhei para Núbia indecisa, sem entender direito uma ordem tão simples e, ao mesmo tempo, tão extravagante.

Como eu não oferecesse qualquer resposta à sua ordem, Núbia se levantou, parou de pé à minha frente e levantou meu rosto, me segurando pelo queixo com certa brutalidade.

- Eu vou ter que te ensinar a me obedecer? Ou será que você ainda não entendeu o que está acontecendo aqui?

Meus olhos lacrimejaram diante daquela reação de Núbia, que falara com uma voz ríspida, apertando meu queixo.

- De joelhos, baixinha! Agora! – falou mais baixo.

Dessa vez, obedeci sem hesitar.

- Peça perdão por sua desobediência.

Agora, meu corpo todo tremia. Não era medo, mas uma mistura desorientadora de emoções.

- Perdão. Desculpe por ter desobedecido – respondi com a voz trêmula.

- Melhor assim – falou mais calma -, agora obedeça e tire toda a sua roupa, porque escravas ficam nuas diante de suas senhoras. Eu sou sua senhora?

- Sim, senhora – respondi humilde, com a buceta começando a latejar ao mesmo tempo em que o rosto queimava, os batimentos cardíacos ficavam descompassados e a respiração pesada.

- E você é o que minha?

- Escrava, minha senhora. Eu sou sua escrava – respondi, tirando a blusa e liberando meus seios.

Desabotoei minha bermuda, sentei no chão e a puxei perna abaixo, ficando só de calcinha.

- Tira a calcinha também. E rápido!

- Sim, senhora! – obedeci e aquilo me provocou uma onda de prazer quente, que me tomava o corpo inteiro.

Minha senhora se sentou no sofá e mandou que me ajoelhasse em frente a ela, o que fiz de bom grado, me apressando em obedecê-la e a deixar satisfeita. Como recompensa, ela me autorizou a beijar e cheirar seus pés, ofício ao qual me atirei imediatamente, tendo sido aquela sensação a mais maravilhosa que eu já havia sentido na minha vida.

Núbia me autorizava a interromper a adoração aos seus pés para dar mais um gole no vinho, o que me deixava mais tonta, menos dona de mim e mais entregue à minha submissão, que chegava a soltar gemidinhos enquanto lambia e cheirava a sola dos seus pés, que às vezes ela esfregava no meu rosto, me causando sensações maravilhosas.

Ela me provocava, me chamando de escrava, dizendo que eu era sua cadelinha de estimação, seu brinquedinho, que era disso que eu gostava. E ela estava certa em tudo, principalmente na última afirmação. Eu estava tão eufórica com aquela situação, que estava a ponto de gozar. Situação que se agravou quando Núbia, depois de descer seus pés pelos meus seios e minha barriga, passou a esfregá-los no meio da minha buceta, me fazendo gemer aflita de tanto prazer, que eu nunca imaginara experimentar um dia.

Eu só tinha forças para obedecer e sentir um prazer que só aumentava quando me mandou sentar no sofá e ficar de pernas abertas, apoiando os pés no assento.

- Fique exatamente nessa posição, com essa buceta toda arreganhada, até eu voltar.

Obedeci, enquanto tomava mais um gole de vinho. Núbia voltou com um vibrador e começou a brincar com ele na entrada da minha buceta. Me mandou deitar e ficar com as pernas abertas, enquanto aquela coisa vibrava nos meus lábios e clítoris já sensíveis. Ela variava a potência, modulando meu desespero ao seu bel prazer. Enquanto torturava minha buceta com o vibrador, derramava goles de vinho em meus seios e os lambia, fazendo com que meu corpo todo se debatesse ante aqueles estímulos.

Núbia sempre afastava o vibrador quando sentia que eu estava prestes a gozar, me causando mais nervosismo. Naquela hora, abocanhava meu seio, sugando meus mamilos e passando a língua ao seu redor, me fazendo gemer alto, tendo arrepios por todo o corpo.

- Quer gozar, cadelinha? – provocou.

Fiz que sim com a cabeça.

- Aproveite, que daqui para frente você só goza com minha autorização, você entendeu?

- Sim, senhora.

- Vai me obedecer?

- Sempre, minha senhora. Vou te obedecer sempre. Eu sou sua cadelinha de estimação – respondi.

- Como você aprende rápido. Você vai gozar, sim, mas não ainda. Fique de quatro no chão e se debruce sobre o assento do sofá.

Apressei-me em obedecer e esperei ansiosa pela próxima atração daquela ópera de prazeres e, apesar da dor, a sensação de ser açoitada com a chibata da minha senhora levou minhas sensações a outro plano. A dor era real e eu chorei de soluçar, ao ponto de implorar que ele parasse, mas o prazer da submissão era maior. Foram dez chibatadas na minha bunda branca, que ficou vermelha, para me lembrar, segundo minha dona, de lhe obedecer sem questionar, pois meu castigo seria bem pior caso acontecesse.

Após ser castigada pelo que ainda nem tinha feito, Núbia instalou um plug anal para principiantes em mim, mas que incomodou bastante no princípio. Até ela me penetrar na buceta com um pênis de borracha, que devia ter uns dezoito centímetros. Nessa hora, a sensação dos dois buracos preenchidos e aquele movimento de vai e vem fizeram minhas paredes se contraírem todas ao mesmo tempo, me levando a um orgasmo monumental, tão forte quanto aquele do vestiário.

Quando terminou aquela tortura, depois que eu tive o terceiro orgasmo, já tonta de vinho, fiquei com o corpo abandonado no chão, com o plug enfiado no cu e o corpo repercutindo as ondas de prazer, que vinham, inclusive, da ardência da minha bunda flagelada.

Minha vida de submissa estava apenas começando.

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Essa série é 100% autoral e exclusiva para a Casa dos Contos.

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 52Seguidores: 44Seguindo: 39Mensagem Esse conto é 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos. Para comprar nosso livro, 570 páginas de contos inéditos, ou ler gratuitamente pelo Kindle, acesse: https://shre.ink/ContosEroticosdeTheodoreAlineVl01 Agradecemos pela companhia e pelos comentários. Saber o que pensam nossos leitores é tão importante quanto escrever.

Comentários

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Seja quem for será uma grande aquisição ao Grupo de Maluquinhos, mas a Núbia principalmente, queria ver uma Domme por natureza interagindo com o Grupo, disputando com Lavignia o protagonismo de dar e receber prazer numa dinâmica em conjunto, com todos, garanto que iria sair faíscas não ia não.

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É a Ingrid!!

Ela vai ser uma escravinha fofinha!!

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Queria a Núbia para botar realmente fogo no Parquinho de Doidos.

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Nubia é bruta! Ela não sabe brincar!!

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Aí que eu gosto.

Aaaiiiiiieeeeee

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Mas aí corre o risco da Megera criar uma terceira persona.

Megera...Lavignia e a Gina...Gina Carano!!! kkkkkkk

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Não vejo a hora da Ingrid ser feita de piniquino de todos!!

Ela é muito fofinha!! hahaha

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Desculpe perguntar, essas personagens são do livro? Eu ainda não li depois da Tathi e do Roberto Pintinho. Estou guardando pra ler aos finais de semana mas sempre aparece uma coisa que atrapalha.

De resto gostei demais. Muito curioso para ver como vai se encaixar na Megera.

Núbia não me pareceu muito gente boa não mas a baixinha é uma belezinha.

Achei muto fofo ela dizendo "“Núbia, sou sua escravinha”"

Texto mais uma vez maravilhosamente bem escrito!

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Save Faraó!

Não, não tem personagens de histórias do livro, não. São dois universos que correm em paralelo. rs

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Ah tá!!

Minha curiosidade tá nas alturas!!

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A família parece que está aumentando na Tijuca. rs

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“ A Tijuca sempre vence!”

Ouço essa frase com frequência…rs

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Imagina que delícia... "“Ay, sou sua escravinha”"

Vai ser um sonho termos uma escravinha doce e meiga na história!!

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Vai acabar logo de ler o livro, Faraó! Eu tb demorei e me arrependi de não ter lido logo.

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Amigo Normal, vou continuar. Segurei a leitura por um motivo bobo. A cada pagina lida eu sei que eªstou indo para o fim e não quero acabar!! É muito bom!!

Estou relendo Obetão pela 98ª vez e vou para o livro nesse fds!

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