✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Encontrei uma encoxatriz no BRT do RJ

Um conto erótico de FiguraRJ
Categoria: Heterossexual
Contém 886 palavras
Data: 27/08/2026 12:48:46

É o meu primeiro relato que compartilho após algum tempo navegando por este site. Então, para me apresentar, sou o Figura, tenho 1,85 de altura, sou negro e com um porte atlético, já que faço academia desde os 17 anos e agora estou com 30.

Entrei no mundo das encoxadas quando comecei meu estágio na Barra da Tijuca e pegava o BRT no ramal de Santa Cruz; na época, o serviço era bem precário e cheio. Assim, surgiam oportunidades para encoxar o tempo todo, e acabei me viciando. Sempre fiz isso de forma consensual; se percebia que a mulher não estava gostando ou não retribuía, me afastava imediatamente. Tenho muitas experiências incríveis que desejo relatar em outros contos.

O caso que vou narrar aconteceu há muitos anos, eu tinha cerca de 22 anos e foi a primeira encoxatriz que encontrei na vida. Era como qualquer outro dia comum; acordei, tomei banho, tomei café e fui em direção à estação de BRT para ir ao estágio. Sempre que chegava na estação, ficava ansioso para ver se encontrava alguma mulher atraente ou se cruzava olhares com alguém, pois era um bom sinal para saber se haveria chances de aproveitar a viagem até meu estágio. Não vi ninguém interessante ou que demonstrasse interesse na brincadeira. Me posicionei na porta; quem é do Rio sabe, sempre fica lotado. Quando o BRT partiu, esperava ansiosamente que entrasse alguma mulher para que a viagem não fosse entediante. E realmente, muitas pessoas entraram na estação e, para minha sorte, uma loira entrou, devia ter uns 1,60 de altura, vestindo uma calça legging e uma jaqueta jeans.

Lembro que nossos olhares se cruzaram no momento em que ela entrou no BRT, eu a achei muito atraente e, para minha sorte, ela se posicionou perto do ferro onde eu estava. Dei espaço para ela ficar, já que estava lotado. Assim que o BRT começou a andar, meu coração acelerou porque já estava com o pau duro e posicionado em direção à bunda dela, que era grande e muito gostosa. O problema era que a bolsa dela estava entre nossos corpos, dificultando a encoxada. Quando chegamos na próxima estação, aconteceu o grande sinal que eu esperava; ela tirou a bolsa que estava atrapalhando e se virou completamente em direção ao meu pau. Quando a bunda dela encostou em mim, sabia que saberia se ela estava curtindo ou não. Se ela se afastasse ou virasse para mim de forma negativa, eu desistiria, pois entenderia que não gostava da arte da encoxada. Ela simplesmente empinou a bunda. Naquele momento, meu coração disparou e aproveitei a viagem como gosto.

Não perdi tempo; comecei a sarrar bastante. Movia meu pau de um lado para o outro na bunda dela, aproveitando os freios para realmente cravar. Ela, de vez em quando, me analisava de rabo de olho e pressionava sua bunda contra o meu pau com força. Parecia que estávamos transando naquele BRT lotado. Às vezes, quando eu ia para um lado, ela ia para o outro; ficávamos nesse movimento de zigue e zague. Eu estava nas nuvens com tudo aquilo. Nunca tinha estado com alguém tão entregue à encoxada, rebolando no meu pau; era inacreditável que isso estava acontecendo. Ao chegarmos na entrada do túnel a caminho do Recreio, ela colocou a mão para trás e começou a apertar meu pau. No primeiro momento, fiquei assustado; parecia um sonho, aquilo realmente estava acontecendo? Como assim? Eu estava um pouco preocupado se alguém estava percebendo aquilo. Mas parecia que ninguém estava ligando para o que acontecia, todos mexiam no celular ou estavam distraídos na viagem. Quando chegamos no shopping Recreio, ela se preparou para descer. Nos olhamos e trocamos sorrisos. Eu não descia naquela estação, mas pedi para descer junto com ela e disse:

- Ei, depois do que aconteceu aqui, você não pode ir embora sem me passar seu WhatsApp.

Ela respondeu:

- Não posso fazer isso, meu bem. Não percebeu que sou casada?

Eu não tinha notado a aliança no dedo dela.

Respondi:

- Não sou ciumento, podemos conversar quando você estiver no trabalho.

Ela disse:

- É melhor não, é muito arriscado; posso esquecer de apagar a conversa e ela sempre pega meu celular. Vamos ficar só nessa brincadeira, seu gostoso. Amanhã nos encontramos no mesmo horário.

Eu respondi:

- Então está combinado. Você me deixou maluco! Você é muito gostosa!

Ela respondeu:

- Não tinha como eu não aproveitar um preto deste, com o pau duro querendo me sarrar. Beijos, preciso trabalhar.

Eu ri e fiquei admirando aquela bunda saindo da estação, sem acreditar no que vivi naquele dia.

No dia seguinte, esperei na estação onde ela costumava entrar e me encontrei com ela. Nossas viagens eram em silêncio; sempre entrávamos no BRT e ela ficava na minha frente, trajando legging, o que tornava os momentos ótimos. Foram quatro encontros consecutivos na semana seguinte, mas então não a vi mais na estação. Fiquei até mais tarde e cheguei atrasado no estágio para tentar encontrá-la, mas nunca mais a vi, e nem soube o nome dela! Não pedi redes sociais ou algo do tipo para não a incomodar e apressar nossa brincadeira. Foi a primeira encoxatriz de que nunca vou me esquecer. Se ela estiver lendo este relato, será um milagre, KKKK.

Tive outras aventuras que espero compartilhar com vocês outra hora.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive FiguraRJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários