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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 16

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 2925 palavras
Data: 27/08/2026 11:27:43

A expressão sempre racional de Chuck foi substituída por uma genuína demonstração de surpresa. Um silêncio se instalou no corredor do apartamento de forma imediata e absoluta. Chuck ficou parado, a mão ainda na maçaneta, o corpo inteiro imóvel. Atrás dele, sobre uma caixa na mesa de centro, Wilson parecia olhar na direção da porta, como se também tivesse ouvido:

Jerry não ofereceu mais nada. Apenas ficou ali, de pé, esperando que o outro homem digerisse a informação que acabara de mudar o peso de tudo outra vez.

Chuck abriu a boca. Fechou. Depois conseguiu apenas dizer:

- É melhor você entrar. Acho que temos que conversar novamente.

[CONTINUANDO]

- Não! O que eu tinha para te falar, eu já falei. Ainda continuo achando que a melhor forma de eu continuar com a Kelly seja você sumindo, mas isso não seria justo com você se você for o pai daquele bebê.

- Mas... como eu posso sumir se eu posso ser o pai dele?

- Não sei. Só sei que se você não tivesse voltado, ou não tivesse transado com ela, nada disso estaria acontecendo.

Chuck o observou em silêncio por um instante. Estava confuso, muito mais do que antes. Jerry também o olhava, mas logo desviou o olhar e se preparou para sair:

- Bem, é isso. Vou indo então.

- Jerry, a Kelly sabe que você veio me procurar?

- Não. Foi uma decisão minha.

- Cara, olha só... Vocês parecem ter um problema sério de comunicação. Primeiro, ela me procura sem você saber. Agora, você faz o mesmo. Tudo bem que se eu não tivesse voltado, nada disso estaria acontecendo. Mas vocês precisam se entender...

- Nosso casamento é um problema nosso, Chuck. Não te dou o direito de opinar sobre.

- Ok. Desculpa. Mas você entende que eu terei que procurá-la, não é? Preciso entender como participar desse momento sem prejudicá-los ainda mais.

- Faça o que acha que tem que fazer. Eu fiz o que achei que eu tinha que fazer.

Jerry então fez um rápido meneio de cabeça, se virou e saiu, deixando Chuck para trás com mais dúvidas do que respostas. Assim que fechou a porta, encarou Wilson sobre a mesa e falou:

- Um filho, Wilson, ou filha, não sei ainda. – Deu um sorriso bobo para ninguém: - Eu vou ser pai! Já imaginou isso? Eu, pai de um filho, ou filha, e com a Kelly!

A felicidade foi tanta que ele deu dois ou três pulos de felicidade. A movimentação no piso do apartamento fez a mesa balançar e Wilson rolou, até cair ao chão, chamando a atenção de Chuck:

- Espera aí, amigo. Volta aqui. A conversa de hoje será longa.

Mas Wilson não esperou. Rolou... Rolou... Rolou... até desaparecer no corredor em direção aos quartos. Chuck ainda com o sorriso bobo no rosto continuou olhando o paradeiro de seu “falso amigo”:

- Sacana! Pensei que fôssemos comemorar...

Enquanto isso, Jerry já havia entrado em seu carro e se dirigia para sua casa, ainda sem saber se havia feito a coisa certa. Na sua concepção, honestidade era primordial e Chuck merecia saber. Mas também havia uma motivação menos nobre, afinal, se Chuck havia causado aquele tumulto em sua vida, era justo que ele participação da decepção caso não fosse o pai. E esse pensamento o desagradou, pois não era algo de que ele pudesse se orgulhar.

Meia hora depois, Jerry estacionava na garagem de sua casa. Desligou o carro e ficou observando o portão automático se fechar atrás de si. Ali, dentro da garagem escura, recostou a cabeça no encosto do banco e deixou duas lágrimas descerem. “Eu tenho que ser o pai. Tem que ser eu.”, pensou enquanto enxugava o rosto. Respirou fundo e entrou em casa, disposto a ter uma conversa com Kelly.

Mas novamente o destino conspirava contra. Na sala, Katie e mais 5 amigas faziam um campeonato de desenhos, orientadas por uma sorridente Kelly. Jerry lamentou, mas também se alegrou com as risadas estridentes. Kelly viu o marido parado a poucos passos, observando, e sorriu para ele. Mas ele não sorriu para ela:

- Muito bem... Vão desenhando que eu já volto.

Ela se levantou e foi na direção de Jerry. Ele estava sério, muito mais do que o normal. De imediato, ela entendeu que algo estava havia acontecido e o puxou pelo braço até a bancada que separava a cozinha da sala, cochichando:

- O que acontece, Jerry?

- Nada. Eu... – Ele respirou fundo e olhou rapidamente para as crianças: - Melhor conversarmos depois.

- Amor... – Ela segurou a sua mão: - Fala comigo.

- Depois.

- Jerry, você está vermelho, nervoso... Fala comigo.

Ele suspirou profundamente, de olhos fechados, reunindo forças, criando coragens, enfim, preparando-se para mais uma tormenta anunciada:

- Fui ver o Chuck... – Ele abriu os olhos e viu que ela o encarava, de olhos arregalados: - E contei que você está grávida.

- Você o quê!? – Kelly elevou o tom de voz, mas se controlou em seguida: - Por que fez isso?

- E falei que há uma chance dele ser o pai...

Kelly ficou branca, e boquiaberta. Por segundos, que mais pareceram séculos, ficou em silêncio, apenas encarando o marido. Então, continuou:

- Por quê?

- Porque eu não sei se consigo ser pai de um filho dele. – Chuck se esforçou para falar baixo, quase mordendo as palavras enquanto saíam de sua boca: - E se for dele, ele tem o direito de saber. É o certo, Kelly.

- Meu Deus! E... E agora? Como vai ser?

- Não sei. Só sei que fiz. O que é uma chaga a mais para um leproso? Já estamos todos fodidos mesmo!...

- Mas... Mas...

Jerry, dessa vez, não ouviu. Apenas a deixou ali com suas palavras e pensamentos, e um grupo de meninas que gritavam alheias ao tormento dos adultos. Ele foi até a suíte e se trancou no banheiro, entrando embaixo da ducha e deixando que uma água gelada caísse sobre suas costas. Ficou ali, por minutos, muitos, apenas existindo, sobrevivendo.

Na área social, Kelly observava as meninas, enquanto refletia no que fazer. Certamente Chuck a procuraria, e cobraria respostas a perguntas que ela ainda não tinha. Ela, como mulher, sabia que o filho era de Jerry, só não tinha como provar. Ainda.

Ela voltou a se sentar com as meninas, mas sua inspiração foi embora. Apenas ficou, fingiu brincar, interagiu minimamente até a hora em que os pais das colegas de Katie vieram busca-las. Depois, fingiu agir normalmente, preparando o jantar, dando banho na filha, jantando em família com ela e Jerry. Ele falava quase nada, apenas o mínimo e praticamente só com a filha. Ela havia se calado.

Quando Katie dormiu, ela voltou a pressionar o marido:

- Não entendo o porquê fez isso?

- Eu já expliquei, ele pode ser o pai do bebê.

- Mas e daí!? Você também pode ser o pai?

- Sim! E torço por isso! Mas e seu não for? Kelly, eu não sei se consigo criar o filho de outro. Ainda mais sendo dele, uma lembrança dele, um lembrança do que ele e você fizeram comigo.

- Você nunca vai me perdoar, não é?

- Não sei. Talvez um dia. Hoje, eu tento. Talvez um dia, eu consiga de fato.

Deitaram juntos. Era quase um protocolo imposto pela terapeuta. Dizia ela que servia para não tornar o abismo ainda maior. Eles se esforçavam, faziam, relutantemente. Dormir, entretanto, dependia de outros fatores e ali, naquele momento, parecia que nenhum deles os tinha presentes. Cada um deles, a seu modo, tentou dormir, mas falhou. Foi uma noite longa, longuíssima...

No dia seguinte, o mesmo de sempre. Jerry se arrumou, ajudou a filha, tomaram café e ele saiu para o trabalho, com a pequena a tiracolo a caminho da escola. Kelly se despediu dela com um beijo carinho e dele com outro, mas meio reticente. A vida tinha que continuar.

Chuck também não teve uma noite boa. Pouco ou nada dormiu. A única conclusão que conseguiu chegar é que precisava conversar com Kelly sobre a revelação que Jerry havia feito no dia anterior.

E foi isso que ele fez.

Já de manhã, ficou estacionado a carros de distância da casa de Kelly, aguardando ansiosamente a saída de Jerry para mais um dia de trabalho. Só não contava que ele fosse fazer um caminho diferente e passar ao seu lado. E ele viu que Jerry notou a presença de seu Jeep, passando devagar ao seu lado. Chuck não tinha como se esconder, ou talvez não quisesse, e ambos os homens se entreolharam por um instante, fazendo um discreto meneio de cabeça como se dissessem: é agora.

Enquanto Chuck tomava coragem, Kelly arrumava a bancada, pegando a louça e os talheres para lavar na pia próxima. Houve paz por minutos, talvez uns 10, talvez menos.

Então, a campainha tocou.

Ela depositou uma xícara dentro da pia e apoiou as mãos no mármore frio. Ela não precisava atender a porta para saber quem estava ali. Olhou para o teto. Fechou os olhos. Suspirou... uma... duas vezes. Uma lágrima quis se formar, mas ela piscou rapidamente. Enxugou as mãos num pano próximo e ouviu a campainha tocar novamente.

Foi até a porta e a abriu.

Chuck estava lá. Vestia-se como sempre. Um sapato social preto lustrado, calça social azul marinho, uma camisa social de mangas curtas, um colete e o penteado curto. Kelly usava apenas um conjunto de moletom, os cabelos amarrados de qualquer jeito. A única coincidência entre eles eram as olheiras profundas de ambos:

- Oi, Kelly. Como tem passado? Eu... não queria ter vindo assim, mas...

Ela nem se deu ao trabalho de ouvir o resto. Apenas fez um movimento com o corpo para o lado, dando passagem para ele. Chuck entrou. Kelly fechou a porta e seguiu até o sofá, sentando-se, apoiando os cotovelos nos joelhos e escondendo o rosto nas mãos. Chuck se aproximou e se sentou também, mas numa poltrona de frente para ela. Não era hora para contatos físicos, mas para explicações, e de olho no olho:

- Jerry me procurou ontem...

- Eu sei. – Disse ela, o interrompendo: - Ele me contou quando chegou em casa.

- Então... é verdade. Você está mesmo grávida, esperando um filho meu... – Concluiu Chuck, forçando um meio sorriso ao final da frase.

Kelly tirou o rosto das mãos. Os olhos estavam vermelhos, mas secos. A voz saiu baixa, cansada:

- Estou grávida... Isso é um fato. Mas não sei se o filho é seu. Ainda não...

Chuck assentiu devagar, como quem confirma uma sentença que já esperava e olhou para as próprias mãos, vendo os dedos entrelaçados com força demais:

- Eu estava me preparando para ir embora. Já tenho tudo encaixotado, transferência, novo apartamento, tudo... Eu ia sumir de verdade dessa vez. Ia deixar vocês em paz, finalmente.

- Eu sei. Eu soube...

- Soube?

- Soube.

- E agora?

A pergunta ficou no ar. Kelly não sabia o que responder. Chuck, idem. Quando falou, a voz saiu rouca:

- Bem... Eu fiquei acordado a noite inteira. Uma hora eu estava feliz, idiota de feliz, sonhando que talvez… talvez eu... – Ele sorriu sarcasticamente para si mesmo: - E justo com você! Mas depois vinha a outra parte, a que lembra que você é casada, que tem uma filha, que escolheu o Jerry.

Kelly desviou o olhar para a janela. Lá fora, a rua estava quieta, sem movimento algum:

- Eu não sei o que fazer com você agora, Chuck. Eu tinha colocado na minha cabeça que iria esperar até poder fazer o exame de DNA e só então, dependendo do resultado, contar para você. Mas o Jerry, ele...

- Eu... entendo. Só que agora eu também não sei se consigo sumir, sabendo que esse filho, ou filha, pode ser meu. Aliás, você já sabe o sexo?

Kelly se surpreendeu com a pergunta e riu da ingenuidade dele:

- Claro que não, Chuck! Ele é muito novo. Nem barriga eu tenho ainda.

E ela fechou os olhos por um segundo, passando a mão na testa:

- Mas eu tenho certeza de que é do Jerry. Eu sinto. Eu… Nós estávamos tentando. Eu tinha parado com o anticoncepcional. A gente fazia… com certa frequência. Eu estava nos dias. Eu acho... Eu... preciso acreditar que é dele.

Chuck sentiu o peso da frase. A esperança pequena e teimosa que tinha nascido na noite anterior encolheu um pouco:

- E se não for?

Kelly abriu os olhos. Olhou para ele com uma honestidade crua:

- Então, meu casamento acabou. O Jerry não tem condição de assumir um filho que não é dele. Não nessas circunstâncias.

O silêncio que se seguiu foi denso, mais do que isso, foi tenso. Chuck se inclinou para a frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, a mesma postura dela há instantes atrás, com a diferença de que ele a encarava, ansiosamente:

- Eu não quero destruir o que vocês têm. Eu já destruí muito. Mas eu também agora não consigo fingir que não existe a possibilidade desse filho, ou filha, ser meu. Se for meu, eu preciso saber. Eu preciso… - Ele titubeou, talvez escolhendo melhor as palavras, mas só conseguiu repetir: - Eu preciso, pelo menos saber.

A mão de Kelly desceu para sua boca. Ele ficou olhando para ele em silêncio, pensando:

- O exame só pode ser feito daqui a algumas semanas. Foi o que a médica explicou. Se não me engano, umas cinco,semanas no máximo. Talvez mais... Até lá a gente vai ter que conviver com essa dúvida.

- E o que a gente faz até lá?

Ela respirou fundo:

- Eu não sei. O Jerry está no limite. Eu estou no limite. Você… Talvez ainda devesse ir embora.

Chuck balançou a cabeça lentamente, negando:

- Agora, eu não consigo, Kelly. Não agora. Não depois de saber disso. Eu vou adiar a transferência. Vou ficar. Pelo menos até o exame.

Kelly sentiu o peito apertar. Parte dela queria gritar para ele ir embora de vez. Mas outra parte, aquela mesma que ainda carregava quatro anos de espera e uma tarde de hotel, sentiu um alívio culpado:

- Eu não sei como o Jerry vai reagir se souber que você ficou.

- Acho que ele já sabe. Foi ele que me deu a informação. Ele!

Kelly se levantou de repente. Caminhou até a cozinha, abriu a torneira, molhou o rosto com água fria. Ficou lá um pouco com as mãos apoiadas na bancada de mármore. Voltou. Mas não se sentou:

- Eu não quero te ver sozinha de novo. Não quero mentir para ele. Não quero mais omissões.

- Ele sabe que eu vim. Nós cruzamos e nos vimos quando ele saía com a Katie.

- Melhor assim.

- A Katie... já sabe?

- Não! E nem vai! Vou esperar o exame para depois contar para ela. Só não sei como contar se não for do Jerry... – Os olhos de Kelly marejaram de imediato ante o medo daquela possiblidade.

Chuck se levantou. Alisou a frente da camisa e olhou para ela:

- Vai dar tudo certo. Posso acompanhar você no próximo exame?

Kelly o encarou surpresa:

- Claro que não! Eu... tenho marido, Chuck. Se essa história vaza, seria um escândalo.

- Tá. Tudo bem... Então, eu vou indo. Quando quiser conversar novamente, me liga. A conversa juntos, os três, de novo. Como tem que ser.

Ela riu, um som seco, sem humor:

- Os três, de novo. Como se isso fosse uma coisa boa...

Chuck se manteve a uma distância segura, esperando algo que nem mesmo ele sabia o quê:

- Eu não vou tocar em você. Não vou pedir nada. Só… me mantenha informado. Quando forem fazer o exame, se precisarem de mim, ou quando o exame sair, a gente decide o resto.

Kelly o encarou por um tempo, nem curto, nem longo. Talvez longo demais para ela. Talvez curto demais para ele. Enfim... Os olhos dela estavam cheios, mas nenhuma lágrima caiu. Então, uma pergunta idiota soou de sua boca:

- Você ainda me ama?

A pergunta saiu baixa, quase sem força. Chuck não desviou o olhar:

- Sim. E me odeio por isso. Porque amar você agora parece que só destrói.

Ela fechou os olhos. Quando os abriu novamente, a voz estava mais firme:

- E dizem que amar não dói... Vamos esperar, sobreviver, e nos proteger. Até o exame. Depois a gente vê o que sobra.

Chuck assentiu:

- Combinado.

Eles ficaram em pé, um de frente para o outro, no meio da sala que um dia quase tinha sido o cenário de outra vida. Do lado de fora, um carro passou. O relógio da cozinha avançou mais um minuto:

Kelly foi até a porta e a abriu:

- Vá. Antes que eu peça para você ficar. Ou antes que eu grite para você sumir de vez.

Chuck passou por ela. No umbral, parou:

- Me avisa quando o Jerry puder conversar. Eu vou aguardar.

Ela não respondeu. Apenas fechou a porta com o mesmo cuidado com que ele a tinha fechado semanas antes.

Do lado de fora, Chuck desceu os degraus. Bateu a mão no bolso do colete, mas não encontrou o relógio de bolso que antes batia levemente contra o peito a cada passo. Apenas caminhou até o Jeep, entrou e ficou sentado longos minutos com as mãos no volante.

Dentro da casa, Kelly recostou a testa na madeira da porta e finalmente deixou as lágrimas descerem. Em silêncio, sem soluços. Apenas o peso de mais uma verdade que agora existia entre os três e que ninguém ainda sabia como carregar.

Lá fora, o dia seguia.

Lá dentro, o tempo parecia ter parado outra vez.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 413Seguidores: 791Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Parece que a coisa evolui e depois retrocede!

Fato esse , que com a gravidez suspeita tendo Chuck como possível pai, muda tudo.

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Sensatez, o plano B seria para Kelly e não para o Jerry, na minha opinião o Jerry tá querendo sustentar uma coisa que não existe mais, ele ainda ama a Kelly, mas não tem mais condições de sustentar esse relacionamento, o que segura ele unido ainda é a filha, mas filho por si só não sustenta casamento, a mácula da traição esta enraizada e ele não superou e tudo leva a crer que não superará.

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Quem pode condenar ele em Lutar com Todas as Armas até o último suspiro para continuar vivendo aquilo que perdeu, dependendo do ponto de vista ele não está errado, afinal tem pessoas que não conseguem lidar com a perda de um grande amor, o Chuck mesmo pensou na sua desistência vital, só não aconteceu por que o terapeuta habilmente contornou esse desmantelo emocional, isso é assustador Ze Luiz.

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E dizem que amar nao doi ... tai a última dica .

Só dei essa dica pq fiquei com penas dos meus amigos do FUCDC

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Jerry e Kelly é um casal sem futuro.

A única coisa que mantém eles tentando é a obrigação de mae da Kelly, e obrigação de mãe nao tem nada haver com amor entre uma mulher e um homem.

Cada vez que a Kelly e o Chuck se encontram, alguem diz um "eu te amo" sincero.

Cada vez que o Jerry e a Kelly tentam reconstruir, a coisa piora.

Pra mim a Kelly e o Jerry parecem mais dois amigos passando por um momento dificil do que um casal. O único amor que eles tem em comum é o amor pela filha.

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Concordando!

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Seguindo o relator

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Discordo, o Amor de Chuck e Kelly é idealizado, o amor de Kelly e Jerry é concreto e está mais vivo que nunca com esse bebê que vem por aí, no qual o Pai é um verdadeiro chefe de Família, ou não o Amor idealizado e não vívido se concretizará com o Chuck criando os dois filhos oriundos de um Amor de Família kkkkk

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Discordo Mister Presidente,

Vejo que somente Katie ainda faz com que Jerry e Kelly coabitem a mesma casa.

Existiu amor sim e ainda existe, mas esse amor não tem forças para lutar contra o amor de Kelly e Chuck.

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Outra coisa importante. Jerry mais de uma vez não garante para Kelly que ele possa criar e amar o filho se for de Chuck. Isso,

Kelly se tocou disso? Como ela realmente se sentiria sabendo que o amor de Jerry tem "condicionantes"? E não, não culpo Jerry de jeito nenhum. Ele ultrapassou seu limite.

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O Chuck criaria os filhos de Jerry sem questionamento, ele estaria preparado psicologicamente para isso?

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Chuck?

Poxa, ele falou para o Wilson que vê Katie como se fosse sua filha. Ele vê Katie como uma parte de seu amor e não se importa dela ser filha de Jerry.

Acho que sou time Chuck!

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Katie ok, mas se vir um Jerrynho, a decepção em não ser Pai não trará problemas ao seu psicológico já confuso?

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Se vier um Jerrynho Chuck tira seu time de campo. Mas estrago que foi feito por conta dessas semanas de angustia na expectativa de saber quem é o pai serpa entre Jerry e Kelly.

VC acha que saindo o exame de DNA e o nome for de Jerry eles vão conseguir dar pulos de alegria? Eu acho que não.

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Sim, eu acho que sim, sairá um peso descomunal das costas de ambos, a traição já perdoada ficaria muito mais distante, principalmente se o Chuck vazar, a paternidade sendo do Jerry seria a benção que o perdão trouxe para o casamento dos dois.

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Continuo respeitosamente discordando.

Não houve perdão, houve acomodamento de situações.

E existe sim uma possibilidade de um peso enorme sair das costas de Jerry, mas aí meu amigo, possivelmente a Inês ja estará morta e até reencarnada!

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Mas eu posso estar completamente errado. Estou em modo "Sensação". Sinto que o fim de Kelly é Chuck, um amor que venceu a morte!

Bonito né!! Fui fundo agora!!

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Kkkkkkkkkk Santo Daime fazendo efeito kkkkkkkk

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Bão dimais esse Santo Daime viu!!!

Quero maaaiiiisssss!!!! (lembrou de alguem??)

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Perdão houve, Kelly que escaralhou tudo, desculpe a expressão, mas foi isso que ela fez, quando disse que fez sexo com o Chuck sem proteção alguma, pois vinha querendo engravidar, e por sinal engravidou, antes disso ele estava até inspirado e feliz com o recomeço, qual Homem seguraria essa marimba cheia de linha com cerol grosso????

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Perdão houve mas foi desperdoado! hahaha

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Kelly jogou no lixo mais uma vez, o Jerry não é burro, sabe que a Kelly não é burra, então ele ficou ainda mais consternado em ver a alegria da Kelly em estar grávida, mesmo sabendo da possibilidade do Chuck ser o Pai é enorme, quase única, isso mexeu ainda mais com ele, posso te garantir.

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Mas o que mais me pega é que Jerry se o filho fosse de Chuck acha que não conseguiria criar e amar essa criança.

Se ele ja tinha perdoado Kelly, não seria razoavel ele ficar mais razoavel com a situação?

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Como eu disse, a alegria da Kelly em estar grávida mesmo nessas condições irresponsáveis para o casamento dos dois, o fez ficar consternado e pensativo se a Kelly não fez tudo de caso pensado , ficar grávida de Chuck para ter sempre um pedaço dele por perto quando mandasse ele embora de vez, talvez esse seja o maior dilema e a maior consternação divagatória do Jerry.

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Mas eu vi que a alegria dela acabou quando ela se tocou que Chuck pode ser o pai e ela se prende desesperadamente no "eu como mulher sei que é seu Jerry, eu sinto".

Mas Sensatez, se estamos discordando tanto isso quer dizer que esse conto esta fantastico.

Nunca discordamos tanto assim! Eu não te convenço e nem vc a mim!!

Parabéns Mark!! Vc inutilizou o FUCDC momentaneamente!!

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkmm é verdade em termos, como eu falei na no início, abriu um campo inesgotável para FUCDC.

Quanto a Kelly ela não é burra, ela ficou nervosa pelo Jerry ter se tocado e não por ela ter percebido.

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Kelly realmente não é burra. Escrevi e apaguei algumas vezes só para escrever que não sei o que escrever!!

Cara, pirei!! Apelo para os Céus!!

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkmm a culpa não é minha não Dr. Mark que é kkkkkkk

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Ele nunca disse que perdoou. Ele disse que tentaria

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Amém irmão!!!

Sensatez, quero ver vc encarar o Big M agora!!

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Ele cumpriu todos os passos para alcançar o perdão com ações assertivas e não palavras vazias, até culminar em demonstrar seu perdão com um ótimo sexo, que demonstrou claramente seu perdão em forma de amor, mas a Kelly bagunçou a Porra toda novamente.

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Ele demonstrou o perdão com atos, que valem mais que mil palavras vans.

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Ele demonstrou que tinha boa vontade e boa fé, que estava disposto a tentar por amor a ela, a filha e ao que sobrou. Isso tá no texto... Nem é conjectura

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Um ato de boa fé, vale mais que mil palavras

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O unico ato de boa fé dele foi ter seguido os conselhos da Drª Laura.

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Nossa essa é forte, o único ato de boa fé, caramba, ele está agindo com boa fé desde SEMPRE, a Kelly e BA que cagaram e andaram para a boa fé do Jerry, mesmo assim ele se porta com boa fé avisando o BA da gravidez, particularmente eu queria ver meu adversário pelas costas o mais rápido possível, mas o cara é melhor que eu, fez o certo.

"Não faça com ninguém aquilo que você não gostaria que fizessem com você".

Esconder uma possibilidade de paternidade eu não queria que fizessem comigo, então eu não falaria nada por ser imperfeito, mas foi o certo a se Fazer por parte do Jerry, mas errou em tomar a decisão unilateralmente, mas a decisão em si foi correta e demonstra uma boa fé sobrehumana.

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Mas ele mesmo diz não saber pq ele foi procurar o BA. Aí ele "se convence" de que era o certo a se fazer.

""Não faça com ninguém aquilo que você não gostaria que fizessem com você"."

Ele mesmo diz que uma das intenções dele é ter a satisfação de ver BA sofrer se Jerry for o pai da criança.

Sua ação em nenhum momento foi de boa fé e sim de vingança.

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Até concordo que teve uma parte dele que reconheceu que foi uma vingancinha de leve, já que trouxe muito mais prejuízos que benefícios neste momento e ainda tem um potencial enorme de só ter malefícios, pois a possibilidade de paternidade é infinitamente maior de ser do BA, apesar das falas da Kelly, ou seja, até quando ele tem um pensamento de pouca fé, acaba sendo com um efeito contrário, pois não é a índole do Jerry.

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Vc me ganhou no "vingancinha de leve".

kkkkkkkkkkkkkkkk

Não é a toa que vc é nosso Presidente!! FUCDC nunca perde!

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Amo esse conto tanto quanto eu amo debater contigo, obrigado sempre Amigo.

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Bom dia!

Realmente, esse conto esta sendo fantástico. Simples e complexo ao mesmo tempo.

Debatemos bem mesmo, isso é fato! É uma delicia exercitar a mente contigo e com nossos outros amigos queridos. E tendo Mark, Nanda e Id@ como observadores me empolga muito mais!

E vamos que vamos pois além desse temos outros contos para debater bastante!

É um privilégio estar contigo nesse Universo aqui!

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E o que realmente o fez voltar para casa foi Katie ter ficado doente. Não foi Kelly.

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Claro, pois ele foi sordidamente traído, como ele não tem nem o menor visto de Corno Manso, estava indignado com Kelly, mas o amor SEMPRE esteve lá junto com o potencial perdão.

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Olha, eu cedi na sua vontade de Kelly virar Dna Kelly. Até montei a agenda da semana mas não vou concordar com esse seu "malabarismo" com relação ao perdão!

Ele não perdoou, ele se dispos a tentar perdoar. Quando ele estava quase lá o Dr. Destino jogou a gravidez em cena e aí ele pirou.

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Será que um cara com a personalidade assertiva e responsabilidade emocional igual ao Jerry seria tão irresponsável em fazer amor com a esposa que está destroçada emocionalmente pela separação e culpa, se não tivesse realmente perdoado?

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Será que a assertividade de Jerry e responsabilidade emocional não estão destruidas pelo estresse constante a que ele esta sendo submetido?

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É sério agora. Jerry não esta bem faz tempo. Ele teve seu mundo virado de ponta cabeça. Viu um fantasma voltar dos mortos e virar uma assombração em sua vida.

E Kelly nunca contribuiu para lhe dar segurança, pelo contrario. Foram duas traições sucessivas e não uma.

O relógio que ja o tirou do sério e por fim a transa.

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O que Jerry não tem mais é boa fé, pois a boa fé em algo ou alguém demanda um nivel de confiança que já não existe faz tempo.

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Naquele momento em que fez amor com Kelly, o Jerry estava vivendo o melhor momento dele desde que o BA ressuscitou, ele realmente estava com total fé que estaria tendo a oportunidade de recuperar totalmente aquilo que foi destruído e que era de seu maior valor, então naquele momento ele não estava mal, ao contrário ele estava radiante, agora depois que a Kelly fez "sexo anal distendido com Creuza" não, agora ele realmente tá sem rumo e totalmente destruído.

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Pode parar!!!!!!!!!!

Se não sabe brincar não desce para o play!!

kkkkkkkkkkkk

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Então o que impede Kelly de cair nos braços de Chuck, a menina ela pode levar tranquilamente, pois qual juíz tiraria a guarda de uma mãe que é esposa de um herói Nacional, um exemplo de coragem, obstinação e resiliência, que superou o impossível por amor.

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Acho que o capitulo 17 ou 18 meu caro!!

Aqui Kelly esta começando a pender para Chuck. BA ficou sabendo sóagora. E ele foi de uma lisura, respeito, preocupação e a amorosidade com ela que com certeza vai abalar suas estruturas.

Jerry em contrapartida entra na sala da médica e só fala DNA DNA DNA!!!

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Mas isso é mais que normal, o Jerry é situação, Chuck é oposição na frente das pesquisas, Jerry está buscando algo desesperadamente, para poder consolidar uma virada, a vantagem é mínima, portanto não tem nada decidido, qualquer detalhe poderá fazer a balança pender e o fiel dessa balança será a paternidade da criança, por isso a fixação do Jerry, pois ele e a Kelly tem plena noção disso.

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Do que adianta Jerry ser pai do bebê se ela ama mais o Chuck ?

Jerry pode ser pai de 50 filhos dela cara, se nao tem o amor da pessoa nao adianta nada.

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Quando ela definiu dentro da concepção dela, que ama mais o Chuck, qual parte do texto demonstra ou fala explícita e inequivocamente que ela ama mais o Chuck?

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O texto só mostra explícita e inequivocamente dúvidas, certeza alguma foi confirmada, já dúvidas foram semeadas em abundância.

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Vejo o oposto meu amigo. O amor que Jerry sente por Kelly foi abalado em suas estruturas. Não se esqueça que Jerry é um Nice Guy. Kelly não foi uma Nice Girl para ele. Jerry é correto, Kelly não foi correta com ele. Jerry é um cara de hábitos, seu mundo se desregulou.

Chuck é sim oposição, mas esta sendo infinitamente mais sábio que Jerry simplesmente pq Chuck prioriza Kelly, de todas as maneiras, inclusive estando disposto a se prejudicar pela felicidade dela.

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Mas a questão é essa, quando eu digo que a Kelly perdeu a prerrogativa da escolha, não depende só dela seu futuro, agora eu discordo quanto a o Chuck priorizar mais a Kelly que o Jerry, o cara perdoou uma Traição Sórdida por amor, somente com a condição de não ver mais o amante, se isso não é priorização e dedicação máxima, não tenho idéia do que possa ser.

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Ele não perdoou nada!! Jerry só esta na mesma casa com Kelly por causa de Katie. Eles dormem na mesma cama por sugestão da psicólogo. Eles só conversam por 20 minutos ao dia. Isso é perdão? E Kelly, no momento ela esta tentando salvar esse casamento. Mas e quando ela olhar e ver...esse casamento??? Esse eu não quero não!!

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Poxa meu Sapiente Embaixador, fique atento aos detalhes, inclusive a cronologia dos fatos, o Jerry fez amor com a Kelly com uma entrega total, com a pegada de quem ama, sem desespero, mas longe de ser insípido, estava radiante com o novo começo, mas a Kelly soltou a bomba da irresponsabilidade protozoária de ter feito sexo com o amante sem proteção quando vinha tentando engravidar do marido, como você queria que ele reagisse, até um homem com a personalidade assertiva e comportamento fleumático como é o Jerry iria surtar, então é até covardia você levar em conta negativamente o atual comportamento dele, que por sinal eu mesmo não teria tanta condescendência com que o Chuck e Kelly fizeram e suas consequências .

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Mas estou sendo motivado pelos meus sentimentos com relação aos 3.

Qualquer tipo de racionalidade que eu possa ter nesse momento do conto foi para o espaço. Ja te disse que esse capitulo me fez mudar de idéia de uma forma inexplicável.

Fui da agua para o vinho em 2.925 palavras!

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Só me deixou mais em dúvida

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Mas a intenção do Mark é essa alternância de lados ou a eterna dúvida, tá conseguindo com Maestria.

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Poxa gente!! Passei a acreditar nesse amor cármico entre Chuck e Kelly!

Nem o ar, nem o mar conseguiu apagar!! Ta na nossa cara faz 16 capitulos!!!

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Só amor não sustenta casamento, mas nem a separação pode apagar quando é Amor.

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Tava boa a sua dose de cházinho aí???

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Mais uma vez o Jerry mostrou seu caráter, apesar da traição, ainda joga dentro das 4 linhas.

- Sim! E torço por isso! Mas e se não for? Kelly, eu não sei se consigo criar o filho de outro. Ainda mais sendo dele, uma lembrança dele, um lembrança do que ele e você fizeram comigo.

- Você nunca vai me perdoar, não é?

- Não sei. Talvez um dia. Hoje, eu tento. Talvez um dia, eu consiga de fato.

- Eu não quero te ver sozinha de novo. Não quero mentir para ele. Não quero mais omissões.

Nessa frase a fraqueza do amor dela por Jerry ficou evidente, ele simplesmente poderia dizer: "eu não quero mais te ver".

- Você ainda me ama?

Essa pergunta sem lógica e sem motivos, e não inserida no assunto em questão, traduz os sentimentos dela, e agora mostra que ela procura uma tábua de salvação ou melhor um plano B.

Portanto continuo achando que essa relação acabou, O Jerry com esse sentimento nobre de esperar o DNA, só prorroga uma situação que ao meu ver já se encontra definida dentro dele, ele mascara, ele adia, mas a convivência e as lembranças vão estar com raízes profundas no relacionamento do casal, e será só sofrimento e desconfiança.

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Ze Luiz, deixa eu chamar atenção que dentro do seu próprio comentário tem uma inconsistência, se a Kelly na conversa com o Chuck garantiu um plano B, como a relação com o Jerry pode ser considerada acabada se por definição seria o plano A do seu comentário, se tivesse tudo acabado, a conversa da Kelly e Chuck deveria ser como plano A, mas para isso teria de ter sido definitiva, como não foi, realmente foi a garantia de um plano B, então chego a conclusão que o Jerry é o plano A, portanto não acabou.

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Permita-me discordar, Jerry não tem pensamentos / motivação tão nobre assim!!!

Veja o que ele pensou depois de soltar a Bomba para o Chuck...

"Mas também havia uma motivação menos nobre, afinal, se Chuck havia causado aquele tumulto em sua vida, era justo que ele participação da decepção caso não fosse o pai."

Então pode "parecer" que contar sobre a gravidez seja a "magnitude" de seu caráter... mas o personagem é bem mais humano que isso!!!

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Meu amigo Bidú!!

Acabei de postar. Para mim é Chuck o adulto na sala. Ele quem perdeu tudo e ele que se mantém firme e forte!

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkk o cara tá totalmente perdido e desamparado emocionalmente, ele parece mais um cachorrinho perdido implorando um fração de afeto para ficar eufórico abanando o rabinho kkkkkkkkkkkkk

A vida foi e está sendo cruel com ele, mas ele é um sobrevivente em TODOS os sentidos antes de mais nada.

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Sobre rabinho é a Dna Kelly que ta feliz agora. Vai falar para os dois agora:

"- De quatro? Ui! Delícia..."

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A proposta foi feita pelo bola de vôlei e a esposa responde .

"depois a gente vê oque sobra ".

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Olá Dodinha!!

Se liga, essa parte aí que vc colocou é o quanto vai sobrar do brigadeiro da Katie!!

Não conturba não irmão!!

Vc é FOFOQUERO !!!

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Calma Ramsinho rs

O mineiro sabe enrolar vcs rs

Proximo capítulo mais uma proposta

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Eu vejo no final um casamento desfeito,Kelly sozinha criando os filhos,Jerry destruído pela dor ,e Chuck sozinho culpado pela consciência de ter destruído três vidas

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"Jerry, você está vermelho, nervoso...

Fala comigo."

Creio que Jerry já ultrapassou seus limites. Não duvide se algo grave acontecer com ele.

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Kelly foi até a porta e a abriu:

- Vá. Antes que eu peça para você ficar. Ou antes que eu grite para você sumir de vez.

Acho que essa frase sintetiza todo o drama do conto.

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Isso deu uma dor no peito pelo Jerry só de ler...

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Exatamente meu caro Presidente.

E aqui as coisas vão mudar de figura!

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Ou não vai mudar nada, a Kelly quando está do lado do Jerry é uma certeza absoluta, mas quando se depara com o Chuck, a certeza vira dúvida e quando está sozinha não sabe o que pensar, mais confuso que isso só a situação em que ela mesma se colocou.

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Excelente como sempre. Nesta parte da história na minha opinião apareceu um pouco do caráter da Kelly, ela só quer ter com quem se encostar, como ela viu que o Jerry está meio pirado com toda essa situação e ela está deixando garantido o Chuck.

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Sério que voce reduziu toda essa historia, os dramas, as dúvidas, os sentimentos, tudo que foi construído em apenas "encosto" ?

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Como eu sempre disse, ela ama o Chuck...

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Sim, v sempre disse amigo Osório!

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Pois é meu amigo.

E note uma coisa, a facilidade que ela tem de falar a palavra amor com o Chuck.

Ela sempre confirmou o amor dela por ele e agora ela pede a confirmação do amor dele por ela.

Eu chutaria que o filho é do Jerry e que ela vai ficar com o Jerry para cumprir o dever de mae e esposa.

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Espero muito que o JERRY não fique com esse papel. Apesar de ter se descompensado muito nesse episódio, eu ainda gosto dele.

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Tbm gosto dele, por isso torço para que Kelly e Chuck se acertem e ele conheça alguem que de a ele o amor que ele merece!

Vai doer no começo mas depois vai valer a pena ele cair fora.

O cara é gente boa demais para ficar nesse meio!

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E Katie? Acho que o que vai rolar é eles mantendo um casamento de fachada só pra segurar as pontas com a Katie. Kelly com Chuck, Jerry feliz de verdade.

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Não vejo isso.

Jerry vai continuar sendo pai de Katie e uma coisa Chuck ja demostrou. Vai tratar Katie como uma filha. Diferente de Jerry se o filho for de Chuck.

Cara, ta vendo como os papeis estão se invertendo????

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Tenho muita certeza que a Katie é filha do Chuck. Já se inverteram há um tempo. Eu que tô tentando me enganar porque queria um final feliz pro Jerry e pra kelly

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Katie vai ser como qualquer outra criança que tem os pais divorciados, vai sofrer, vai aprender e vai se adaptar.

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Tem um ponto. Triste e cruel, mas um ponto

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Sim meu amigo Osório, aqui Kelly deixa escapar para nós que Chuck é seu amor paixão e Jerry é seu amor paizão.

Olha, quantos capitulos ainda faltam? Tudo depende disso.

Ou o destino dá uma trégua nas provações desses dois (Chuck e Kelly) e eles se unem de novo e Jerry tomara que encontre um novo amor ou...as provações continuam e o fim será dolorido para todos.

Kelly e Jerry ja não existe mais.

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Acho que o Jerry ja percebeu isso.

Ele sabia que reconstruir as coisas com a Kelly seriam difíceis, ele deve ter percebido o amor dela pelo Chuck. Jerry nao voltou por Kelly e sim pela filha, que foi a personagem principal por vários capítulos.

Se fosse pela Kelly apenas, acho que Jerry não teria voltado.

O filho vai apenas colocar mais peso na relacao.

Se for do Jerry a Kelly fica com ele pra cumprir o dever de mae, quanto tempo dura uma encenação dela por parte deles ? Tem casal que leva por décadas.

Se o filho for do Chuck fica bom pra todo mundo.

Kelly volta com Chuck e Jerry terá a oportunidade de conhecer alguem que o ame do jeito que ele merece.

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O cenário perfeito agora é esse. Kelly e Chuck e Jerry e quem aparecer no caminho dele.

E com certeza que Katie ficará bem com o Wilson junto!

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O Amor Paizão vale menos que o Amor Paixão????

Lembre que a paixão vem do radical grego Patos que significa doença, dor ou sofrimento, então...

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Bem... Pelo tanto de dor e sofrimento que ela tá causando no Jerry, acho que o dele é paixaozaozaozarão

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Mas se o amor de Kelly é calmo e seguro, o amor de Jerry por ela deve ser pareceido.

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No caso de Kelly e Chuck é amor mesmo cara.

O Chuck aguentou viver 04 anos isolado contando somente com o amor dele pela Kelly.

Kelly quando viu o Chuck se reconectou imediatamente.

Os dois merecem uma vida feliz.

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O conto deu um monte de voltas para chegarmos nessa conclusão!

Mark foi espetacular!

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Durante bom tempo eu debati com nosso presidente sobre isso, onde eu entendia que a Kelly amava o BA e ele entendia que ela amava o Jerry.

Assim igual a você Osorio sigo nessa linha de que na real a Kelly tem o seguinte problema.

Se for seguir a razão ela escolhe pelo companheiro que a apoiou em um momento dificil e construiu com ela algo bom, tranquilo e gostoso(mas que ela gostaria de ter vivido isso com o outro), e ela é extremamente grata ao jerry.

Porém se ela se deixar levar somente pela emoção o nosso querido Jerry não tem chance nenhuma pois como você mesmo falou ela tem uma facilidade enorme para falar que ama o BA, isso ocorre de forma espontânea sem controle por parte dela que por incrível que pareça tem momentos que ela precisou se segurar para não declarar isso.

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Acho que vc entedeu mas vou explicar:

Kelly ama Chuck com intensidade. É aquele amor que queima, que dá tesão, que dá frio na barriga.

Com Jerry é aquele amor calmo, seguro e tranquilo onde ela sabe que sempre terá um porto seguro. Não deixa de ser amor.

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Exatamente, e um não é maior que o outro, essa é a grande questão, quando se tem os dois numa mesma pessoa é o Nirvana Amoroso, mas é raro. Basta ver a disparidade de personalidades do Jerry com o Chuck, a Kelly nunca terá com o Jerry o mesmos sentimentos que teria com o Chuck, mas por sua vez o Chuck nunca vai dar a tranquilidade e o porto seguro que ela vivia com o Jerry.

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Pq Chuck nunca vai conseguir dar tranquilidade ?

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Por causa da personalidade "aventureira" dele, sua fixação no trabalho, sua incapacidade de priorizar o relacionamento em vez do trabalho, a Kelly viveu isso tudo com o Chuck, não se esqueça que esse conto é uma continuação do filme, e no filme, isso fica explícito que era um grave motivo de desentendimento entre o casal, a Kelly queria segurança emocional e segurança prática também, pois nunca se casaram apesar de estarem morando juntos há alguns anos, inclusive esse era o tema da conversa antes dele embarcar na trágica viagem, no qual ele a pediu em casamento e ela o presenteou com o relógio de família , justamente para instigar a um compromisso mais profundo do que da namorada que está SEMPRE esperando o namorado voltar de uma viagem de trabalho.

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Mas meu querido, esse era o Chuck antes do acidente.

Esse Chuck de agora não é nem sombra daquele Chuck e vou além, talvez hoje ele seja o Chuck que Kelly sempre desejou!

Mudei de lado sim, mais uma vez!

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Não podemos afirmar quem será o Chuck pós acidente, pois agora ele está modo reconstrução do que perdeu, então todos sabemos que nós mudamos quando estamos tentando reconquistar, com o Chuck então, só poderíamos saber qual Chuck retornou após um bom tempo de convivência em família, agora é tudo extremo, com a calmaria caótica de uma família com dois filhos, qual BA poderíamos ter certeza que iria surgir, será que ele estaria estabilizado emocionalmente para uma mudança tão radical, a Kelly não deveria levar isso em conta?

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Vc me fez pensar. Kelly seria a unica pessoa no mundo a conseguir ajudar Chuck a ser ele de forma plena!

A garra e ambição do antigo Chuck com o novo Chuck mais espiritualizado, mais ciente do que realmente é importante nessa vida.

Acho que isso me saltou aos olhos e olha que eu era o principal critico de Chuck. Cheguei a até taxa-lo de quase um psicopata!

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Entendo.

Mas voce acha que viver 04 anos isolado em uma ilha e ter a oportunidade de ter a mulher amada de volta, não mudaria o Chuck ?

Nesse conto, como todos os outros do Mark, os personagens começam de um jeito, sofrem e amadurecem.

Acho que podemos trabalhar com a idea de que assim como Jerry, Kelly e Kety estao mudando, o Chuck pode estar mudando também né ? Ele principalmente.

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Mas para a Kelly ainda não tem a menor noção dessa POSSÍVEL MUDANÇA, neste momento ela só tem o que viveu com o Chuck antes do acidente para fazer comparação e então colocar na balança.

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Então vou jogar lenha na fogueira!

Pelo andar da carruagem, pelo contorno que essa história esta tomando concluo que:

O amor de Kelly e Chuck Estava Escrito nas Estrelas! hahahaha

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Uma coisa eu acredito, que é muito maia forte do que ela tem pelo Jerry

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Isso esta ficando cada vez mais evidente amigo Kiquinho!

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São diferentes e equivalentes, vale lembrar que apesar de toda dúvida dela, ele tem escolhido se manter ao lado do Jerry, a traição que foi fora da curva, mas ela está empenhada em estar ao lado do Jerry, por que ela não escolhe o Chuck de uma vez, por causa da família, então chego a conclusão que esse Amor pelo Chuck não é tão avassalador assim, pois quando uma mulher ama de verdade, nada segura sua intenção amorosa, bastava ela ir com mala e cuia, mais a Katie morar com o Jerry, o que a prende ao Jerry, se for só família, ela poderia facilmente reconstruir família rapidamente com o Chuck.

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Mas hoje foi a primeira vez que ela foi mais clara e explicita com Chuck.

Será que a eminencia dele ir embora de vez não mexeu com ela?

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Cara, pelo que li, a única coisa que segurou a Kelly e o Jerry juntos ainda foi a filha do casal.

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Ela poderia levar a Filha para morar com o Chuck, que ela chama de Tio Chuck, teria uma certa resistência no início, mas nada que fosse perene, com oito anos de idade ela já estaria tendo amor de Filha e Pai com certeza.

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Também vejo dessa forma, nem é algo tao anormal de acontecer.

Ou o Jerry poderia brigar pela guarda e conseguir ficar om a filha, seria uma outra possibilidade.

Pra mim esse casal ja acabou cara. Pelas atitudes da Kelly eu nao vejo ela reconquistando o Jerry e ela tem que ficar com quem ela ama.

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Entrando na conversa de vcs.

Vejam que Jerry e Kelly praticamente não conversam mais entre si. São aqueles 20 minutos por dia e só. Acho que nem mais se apertam as mãos.

E Chuck realmente me pareceu um cara do bem dessa vez. Passei a torcer pelo casal.

Não vejo Jerry querendo entrar em um litigio com Kelly .

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Ela ama os dois, senão já teria decidido pelo Chuck ou pelo Jerry, simples assim, esse Amor duplicado que faz todo o Drama ser ainda maior que já é.

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O que mais me impressiona é como " eu" mudei de opinião!! Não sei o que me pegou, juro!

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Pior sou eu que tenho um monte de pitaco, mas até agora não consigo achar um lado. Tô tão perdido que quando começou.

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Já entrei no modo cármico total!

TurboNanda não ta funcionando. Acho que vou tomar um chá de Santo Daime.

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Kkkkkkkkk(kkkkkkkkkkkkkkkkk cipózinho mágico da melhor qualidade kkkk

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kkkkkkkkkkkk

Por nosso querido FUCDC a gente topa tudo!!

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O que fizeram com o Jerry, velho... De personagem mais equilibrado e coerente, a um completo idiota.

Kelly... Eu acreditei que ela tivesse escolhido. Acho que enganou a todos. Uma pena. O jogo já tava viciado e ninguém viu as cartas passarem.

No fim, o Chuck só voltou pra retomar o que é dele mesmo. E aparentemente sempre foi.

Só torço agora por um pouquinho de dignidade e que a Katie seja filha do Jerry e prefira ficar com ele, muito embora uma colocação dele no texto me fez ter certeza que a Katie é filha do Chuck também.

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Qual colocação..conta aí!

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Não tô achando, mas ele fala algo tipo... "Não posso ser o pai dessa criança, não nessa situação"... Algo similar. Isso deu muito a entender que já aconteceu

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Cacete, passei reto por essa, tá maluco, como dizem os jovens NÃO SOBROU NADA

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Pode ser. Eu entendi que ele falou sobre o bebê, mas tudo pode ser.

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Os olhos dela estavam cheios, mas nenhuma lágrima caiu. Então, uma pergunta idiota soou de sua boca:

- Você ainda me ama?

Kelly foi até a porta e a abriu:

- Vá. Antes que eu peça para você ficar. Ou antes que eu grite para você sumir de vez.

Esses dois trechos foram um chute nos ovos seguidos de uma cuspida na cara do Jerry.

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Foi uma crocodilagem sem tamanho com o jerry mas ele também parece que ficou maluco! Perdeu a lucidez completamente...

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Sim exatamente isso, ela sabe que 99% de chance do jerry não assumir a criança se o filho não for dele, então ela ja está verificando onde vai poder se escorar e agora sabe que o BA está de braços abertos esperando por ela.

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Olha, tenho uma nova teoria.

Realmente Kelly e Chuck deveriam ficar juntos desde o principio.

To seguindo a idéia do filme tá!

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Dentro dessa visão neste espaço de tempo o Jerry foi somente o step, a tábua de salvação da Kelly enquanto o BA que é o titular estava fora, e agora que ele voltou quem tem de se retirar é o Jerry.

Mas fica a questão. É justo?

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Dificil responder essa pergunta. O que seria justo? E quem determina o que é justo ou não?

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Não sei o que é justo, mas quem determina o que é justo no nosso país é um careca que mora em Brasília rsrsrsrsrs

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ops, não podemos rir dele!!!

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Nos contos do Mark, em geral, não existe vilões ou mocinhos, é todo mundo vilão e todo mundo mocinho hahaha Porém nesse em especifico CLARAMENTE todos os problemas derivam do comportamento/indecisão/questão particulares da Kelly.

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A situação dela é complicada. Até o "termino" com o Chuck, eu acreditei mas depois desse episódio... Ela já cortou a cabeça da galinha e o corpo do Jerry só tá correndo até cair

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Que situação.

Nessa novela dantesca tudo pode acontecer, até um aborto espontâneo, isso seria a melhor coisa que pode acontecer nesse caso.

Ficaria zero a zero e tudo continuaria como se nada pudesse ter acontecido, né.

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Eu sinceramente acho que as coisas vão ficar feias demais.

Kelly realmente não consegue se decidir. Tem medo de perder Jerry e sua vida de agora, mas não consegue se desprender de Chuck e pior, sem querer alimenta em Chuck mais esperanças.

Jerry me parece que já esta bem definido. Se o filho for dele ele tenta catar os cacos quebrados. Tenta...mas sem garantias de conseguir.

E Chuck pode sim ficar totalmente fora de si e da realidade. Ele em poucas horas foi de um extremo ao outro em uma velocidade de trem bala.

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Normal, ram... O cara indo embora, um descontrolado maluco vai bater na porta dele, diz que ele vai ser pai... O cara com tudo encaixotado pra sumir. Estranho seria se a postura tivesse sido outra

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O nó esta apertando mas no pescoço de quem??

Pelo jeito vai ser um enforcamento coletivo. Tomara que Dr. Destino cuide bem da Katie.

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Já enforcou, filho... Nosso amigo Jerry já tá no vinagre

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Começo a pensar que será a Kelly a maior perdedora.

Quem tudo quer nada tem.

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Ou...realmente o destino de Kelly era o Chuck desde o inicio.

E Jerry só passou pela sua vida por esse curto espaço de tempo.

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