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O Entregador Não Bateu na Porta

Um conto erótico de Mike Jordano
Categoria: Heterossexual
Contém 934 palavras
Data: 27/08/2026 07:14:48

Depois daquela noite com o Rafael eu não conseguia parar de pensar.

Larissa dormia pelada do meu lado, a buceta ainda inchada, e eu ficava acordado revivendo o pau grosso do vizinho sumindo dentro dela enquanto ela me olhava. No dia seguinte ela acordou com tesão. Me chupou no banheiro, sentou em mim no sofá e gozou gemendo o nome dele no meu ouvido. Eu gozei dentro e fiquei com o peito apertado de um jeito bom e errado ao mesmo tempo.

Três dias se passaram. Rafael não apareceu. A gente não falou nele. Só o silêncio carregado e o jeito dela andar pela casa de calcinha fina.

Foi numa terça, quase às seis da tarde. Eu estava na sala de sunga, tentando trabalhar no notebook, quando o interfone tocou. Larissa foi atender. Voltou dois minutos depois com um sorriso que eu já conhecia.

— É o entregador do Mercado Livre. Pacote grande. Pode entrar?

Eu nem respondi. Ela já tinha aberto o portão.

Carlos entrou carregando uma caixa. Alto, quase 1,90, pele escura, braços grossos de quem carrega peso o dia inteiro. Camiseta do aplicativo apertada no peito largo, calça de moletom cinza marcada na frente. Ele olhou pra Larissa uma vez só — shortinho branco, sutiã preto, cabelo solto — e depois pra mim, educado.

— Boa tarde. Assinatura aqui, por favor.

Larissa pegou a caneta e assinou devagar, o corpo quase colado nele. O cheiro de suor masculino e perfume barato invadiu a sala. Ela ergueu o rosto e falou baixo, mas alto o bastante pra eu ouvir:

— Tá quente lá fora, né? Quer uma água?

Carlos olhou pra mim de novo. Eu assenti com a cabeça, a boca seca. Ele aceitou. Larissa foi até a cozinha. O shortinho subiu quando ela se inclinava na geladeira. Carlos ficou parado, a caixa ainda no braço, o volume da calça mais evidente.

Ela voltou com o copo e entregou. Os dedos dele roçaram os dela. Segundos demais. Depois ela se virou pra mim, os olhos brilhando daquele jeito perigoso.

— Renato. Posso te pedir uma coisa sem você surtar?

A mesma frase. O mesmo tom. Só que agora era outro homem.

— Fala.

— Quero que o Carlos fique um pouco. E quero que você fique também. Aqui. Na sala. Só isso.

Carlos engoliu em seco. O pau dele já estava semiduro, apertando o moletom. Ele não fez discurso. Só perguntou, voz grave:

— Cê tem certeza, irmão?

Eu disse que sim. A voz saiu rouca.

Larissa não perdeu tempo. Puxou a camiseta dele para cima. O peito negro, largo, suado. Ela lambeu o mamilo e desceu a mão, apertando o volume por cima da calça. Carlos soltou um gemido baixo. Eu fiquei no sofá, perna aberta, o pau latejando dentro da sunga.

Ela ajoelhou na frente dele. Puxou o moletom e a cueca juntos. O pau saltou pesado, preto, grosso, a cabeça larga já brilhando de pré-gozo. Maior que o do Rafael. Mais grosso na base. Larissa olhou pra mim antes de abrir a boca e engolir o máximo que conseguiu. Babou. Engasgou. A mão dela no saco pesado dele enquanto chupava fundo.

Carlos segurou o cabelo dela e meteu devagar na garganta. Os olhos dele não saíam de mim. Eu tirei a sunga. Meu pau bateu na barriga, duro pra caralho. Ela viu e sorriu com a boca cheia.

— Vem cá — ela falou, a voz rouca de saliva.

Eu fui. Ela me chupou enquanto Carlos metia na boca dela de novo. Um pau branco, um pau preto, a mesma língua. O barulho molhado enchia a sala. Eu sentia o gosto dela misturado com o gosto dele.

Carlos puxou ela pelo cabelo, virou de quatro no sofá e rasgou o shortinho no meio. A calcinha foi junto. A buceta dela estava encharcada, escorrendo na coxa. Ele não pediu licença. Encostou a cabeça preta e empurrou. Lento. Fundo. Larissa gritou no meu ombro quando ele enterrou até o saco. Eu senti o corpo dela tremer inteiro.

Ele metia pesado. A bunda branca batendo no quadril escuro. O barulho molhado e o gemido dela. Eu fiquei ajoelhado na frente, ela chupando meu pau no mesmo ritmo. Cada vez que Carlos enfiava fundo, ela ia mais fundo em mim. Babava. Os olhos marejados.

— Porra, que cu apertado… — Carlos falou pela primeira vez, a voz grave.

Ele tirou o pau da buceta, passou saliva e empurrou no cuzinho dela. Larissa soltou um gemido longo, quase um choro de prazer. Eu senti o pau dele passar por dentro, o volume se movendo sob a pele. Ela me olhou, a boca aberta, e falou:

— Tá vendo, amor? Tá vendo o negão me comendo o cu?

Eu gozei na hora. Porra quente escorrendo no queixo dela. Ela engoliu o que pôde e mostrou a língua suja pra Carlos. Ele meteu mais fundo no cu, segurou a cintura dela e gozou com um gemido baixo, enchendo. Eu vi o excesso escorrendo pelo pau preto quando ele saiu.

Larissa não parou. Virou, me empurrou no sofá e sentou no meu pau ainda duro, a porra do Carlos escorrendo dela e molhando meu saco. Ela rebolou até gozar de novo, apertada, gemendo no meu pescoço. Carlos ficou em pé, o pau ainda semi-duro, olhando a gente.

Quando ela desceu, ofegante, ele falou:

— O pacote era só a desculpa.

Eu olhei pra caixa que ainda estava no chão.

Estava vazia.

Larissa riu baixo, a voz rouca de tanto gemer, e passou o dedo no meu peito suado.

— Isso ainda não acabou, Renato.

Carlos já estava vestindo a calça, mas o olhar dele dizia que a porta da frente continuava aberta.

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Foto de perfil de Mike JordanoMike JordanoContos: 20Seguidores: 11Seguindo: 5Mensagem Escrevo como vivo: com intensidade. Cada cena, cada parceiro, eu me entrego como se estivesse ali. Sinto sempre a voracidade juvenil para o erotismo, descrevo sexo em todas as formas — hétero, gay, bissexual — com instinto, suspense e finais diferentes.

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