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Meu PADRASTO fode meu CU e ainda TRAZ AMIGOS para isso. e registra tudo.

Categoria: Gay
Contém 1135 palavras
Data: 27/08/2026 05:55:41

Márcio

Ninguém em casa desconfia.

A namorada menos ainda.

Os amigos da faculdade acham que eu sou o cara quieto, o que sempre tem uma mina, o que nunca olha demais pra outro homem. O padrasto é o único que sabe o quanto essa mentira é grande — porque foi ele que me abriu. Clica em meu nome, para ver onde coloco meus viddeos e fottos.

O vídeo que vocês viram é dele. Pau grosso, veia saltada, lambuzado, enterrando até o fim enquanto eu mordo o lençol de flor. Cama de casal da casa. Porta trancada. A mãe no trabalho. A namorada me mandando áudio perguntando se eu já almocei. Eu com o cu cheio do pau do marido dela, gemendo no travesseiro.

— Abre esse cu, porra — ele fala, a mão na minha nuca. — Para de fingir que dói.

Dói. Dói e eu empurro pra trás mesmo assim. O pau dele é grosso demais pra entrar de uma vez. Ele cospe, enfia dois dedos, abre, encaixa a cabeça e empurra. Eu peido no pau sem querer. O ar sai quente, o cu aperta, ele ri e mete mais fundo.

— Isso. Peida. Esse cu fala.

Ele mete sem dó. A cada estocada o colchão bate na parede. Eu gozo sem ninguém tocar no meu pau, só com o volume rasgando. Ele não para. Continua até gozar dentro, fundo, quente, enchendo. Quando tira, escorre. Ele junta com o dedo e mete de novo, usando a própria porra de lubrificante.

— Amanhã eu trago os amigos — ele fala, ainda em cima de mim. — Você vai dar pra três.

Eu só respiro. A namorada manda outro áudio. Eu respondo “to ocupado, amor” com a voz rouca e o cu pulsátil.

O professor da faculdade começou depois da prova. Sala vazia, projetor ainda ligado, cheiro de quadro. Ele trancou a porta, me virou contra a mesa e puxou a calça. Não perguntou se eu queria. Eu já tinha dado o sinal semanas antes, ficando depois da aula, pedindo “revisão”.

— Calado — ele mandou.

Enfiou sem capricho. Pau menor que o do padrasto, mas seco, urgente. Eu segurei a beirada da mesa e deixei. Ele gozou dentro em poucos minutos, puxou a calça, abriu a porta e falou “até a próxima aula” como se eu tivesse tirado dúvida de cálculo. Eu saí mancando. A namorada me buscou na porta da faculdade. Beijei a boca dela com o gosto do professor ainda na cabeça.

A amiga da namorada chama Lari. O namorado dela, Diego. Os dois vêm em casa, bebem, riem, a minha namorada no sofá. Eu chamei Diego no corredor.

— Tu topa uma parada doida?

Ele topou. Lari topou também, rindo, achando que era brincadeira até me ver de quatro na cama de hóspedes. Diego meteu no meu cu primeiro. Lari olhou, passou a mão na própria buceta e falou “que nojo gostoso”. Depois eu virei e comi ela enquanto Diego continuava me comendo por trás. Tranzinho. A namorada estava no quarto do lado, no celular, sem ideia de que o amigo dela estava arrombando o namorado e que o namorado estava gozando dentro da amiga.

Diego gozou no meu cu. Eu gozei na buceta da Lari. Ela beijou minha boca e falou:

— Sua namorada nunca pode saber.

Eu sei.

O entregador de água tem vinte e poucos, camisa da empresa, galão no ombro. Eu abri a porta de bermuda. Deixei ele entrar na cozinha. Quando ele abaixou o galão, eu encostei, peguei a mão dele e coloquei na minha bunda.

— Pode.

Ele ficou branco. Depois duro. Eu virei de frente pra pia, desci a bermuda e abri. Ele meteu em pé, com medo do som, a mão na minha boca. A cada estocada o galão tremia. Eu peidei no pau dele. Ele gemeu alto demais. Gozei na porta do armário. Ele gozou dentro e saiu quase correndo, ajustando a camisa. Semana seguinte ele voltou com dois galões e a mesma cara.

O encanador veio por causa do chuveiro pingando. Homem de uns quarenta, casado, aliança. Entrou no banheiro, testou o registro. Eu fechei a porta, liguei a água quente e desci a toalha.

— O cano não é o problema — eu falei.

Ele me empurrou contra o box. Me comeu em pé, água batendo nas costas, o pau escorregando de sabão e cuspe. Meu cu abriu fácil depois do padrasto. Ele meteu até o saco bater. Gozei com a testa no azulejo. Ele gozou dentro e ficou parado, respirando, a aliança brilhando na minha cintura.

— Isso não aconteceu — ele falou.

— Aconteceu. E o chuveiro continua pingando.

O padrasto cumpriu a promessa. Sábado à tarde, mãe na casa da tia, namorada no shopping com as amigas. Ele chegou com dois amigos. Homens do trabalho, barriga, cheiro de cerveja, pau já duro na calça. Me botou de quatro na mesma cama do vídeo.

— Essa bunda é de vocês hoje.

O primeiro meteu. Grosso, não tanto quanto o padrasto, mas fundo. O segundo enfiou na minha boca. O padrasto ficou olhando, se tocando, depois ajoelhou do lado e enfiou o dedo junto com o pau do amigo. Eu gemia, baba escorrendo, o cu esticando.

— DP — ele mandou.

O amigo deitou. Eu sentei no pau dele. O padrasto encaixou o pau dele no mesmo buraco, empurrando devagar, abrindo além do que eu achava que dava. A dor veio redonda. Eu gritei no travesseiro. Os dois meteram no mesmo ritmo. O terceiro enfiou na boca. Três. Cu arrombado por dois, garganta ocupada pelo terceiro.

Eu peidei nos dois paus. Eles riram e meteram mais forte. O amigo de baixo gozou primeiro, quente, me enchendo. O padrasto continuou, usando a porra do outro. Gozei sem mão, o pau batendo no colchão, o corpo inteiro tremendo. O da boca gozou na minha língua. O padrasto gozou por último, fundo, segurando meu cabelo, falando no meu ouvido:

— Olha o que você é. Namorado de moça direita. Filho da minha mulher. E o cu cheio de porra de três.

Eles tiraram. Eu fiquei deitado, o cu aberto, escorrendo, o lençol manchado. O padrasto filmou o close. Mandou pra mim depois, a mesma cama, o mesmo ângulo do vídeo que começa tudo.

A namorada chegou de noite. Beijou minha boca. Perguntou se eu tinha descansado. Eu disse que sim. Tomei banho. O cu ainda ardia. No jantar o padrasto passou o prato e, por baixo da mesa, apertou minha coxa.

Ninguém desconfia.

A família não desconfia.

Os amigos não desconfiam.

Ela não desconfia.

E eu continuo sentando.

No quarto. Na sala da faculdade. Na cozinha. No box. Na cama de flor, com o pau grosso do padrasto me abrindo enquanto o celular da namorada acende na mesa de cabeceira.

Quem quiser o resto dos vídeos já sabe.

Eu gravo. Ele grava.

E a casa inteira segue fingindo que eu sou só o namorado quieto.

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