✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Meu primo comeu minha mulher parte 4

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3487 palavras
Data: 27/08/2026 02:29:52

Passaram uns dias depois daquele papo na cama. A Mirela ficou com aquela ideia na cabeça, e eu também. Toda noite, quando a gente deitava, ela mexia no celular, dava umas risadinhas baixas, olhava de canto e não falava nada. Até que numa quinta-feira, depois do almoço, ela chegou na sala com os olhos brilhando e se sentou no meu colo de frente, as pernas abertas em cima das minhas coxas. Ela encostou a testa na minha, a respiração quente.

— Achei um cara — ela falou, com a voz baixa e cheia de malícia. — Um amigo de uma amiga. Meio mais velho, quarenta e poucos, moreno, grande. Trabalha com caminhão, tem uma mão enorme, grossa. Ele topou na hora que viu minhas fotos.

Meu pau endureceu debaixo dela em um segundo. Ela sentiu, porque deu um sorriso safado e rebolou de leve em cima do meu colo, esfregando a buceta na minha calça.

— Como é que vocês se falaram? — perguntei, a voz já falhando.

— Pelo WhatsApp. Mandei umas fotos minhas de calcinha vermelha, bem cavada, e uma deitada de bruços mostrando a bunda. Ele ficou louco, disse que queria me comer. Aí perguntei se ele tinha problema com marido assistindo. Ele disse que nunca fez isso, mas que a ideia deixava ele mais duro ainda. — Ela mordeu o lábio. — Sábado ele vem, depois do jantar. E você vai ficar na poltrona, de pau duro, olhando. Sem mexer. Só olhando. Até eu mandar.

Sábado chegou e eu passei o dia tremendo. A ansiedade era tanta que eu nem consegui comer direito. Fiquei andando pela casa, suando, o pau dando choque toda vez que pensava no que ia acontecer. A Mirela ficou o dia inteiro se arrumando. Tomou um banho demorado com a porta aberta, passou creme no corpo todo com calma, esfregando cada centímetro de pele. Quando saiu do banheiro, tava só de toalha e veio até mim na sala, abriu a toalha e ficou pelada na minha frente.

— Olha bem — ela falou. — Essa buceta, esse cu, essa bunda. Tudo isso vai ser comida por um estranho hoje. E você vai ver cada segundo.

Ela se vestiu devagar. Colocou uma saia preta, daquelas bem curtas, justa, que mal cobria a bunda. A blusa era de renda preta, transparente, mostrando os bicos dos peitos durinhos por baixo. Ela não colocou calcinha. Veio até mim, abriu a perna e mostrou a buceta peladinha, os lábios rosinhas e o clitóris já meio inchado de tesão.

— É assim que ele vai me ver — disse, com a voz grossa. — E você vai ficar olhando, de pau na mão, sem gozar antes da hora. Combinado?

— Combinado — respondi, com a boca seca.

Deu umas nove da noite, a campainha tocou e meu coração quase saiu pela boca. Fui abrir. O Júlio era grande mesmo. Deve ter uns 1,85, ombro largo, pele morena, barba fechada por fazer, cabelo preto com uns fios grisalhos. Os braços eram grossos, cheios de veia, e as mãos — puta merda, as mãos dele eram enormes, dedos compridos, cheios de calo. Usava uma camisa xadrez meio aberta no peito, onde dava pra ver uns pelos escuros, e uma calça jeans apertada que marcava bem o volume da entreperna. Me olhou sério, com um sorriso de canto, e estendeu a mão.

— Você é o Carlos? Sou o Júlio.

Apertei a mão dele e senti a força. Entrou e olhou a sala com calma. Aí a Mirela apareceu na porta do corredor, a luz do quarto atrás dela iluminando a silhueta. O Júlio virou e parou no lugar. A boca dele abriu um pouco, os olhos desceram da cara dela até a saia preta, pararam na beirada onde a renda da blusa mostrava os peitos. Ele soltou um assobio baixo.

— Caralho, Mirela. Você é mais gostosa do que nas fotos. Muito mais.

Ela veio andando devagar, o quadril balançando, passou a mão no peito dele, deslizou os dedos pelos pelos escuros que apareciam na abertura da camisa.

— Que bom que veio, Júlio. Tava com vontade de sentir um homem de verdade.

Ele riu, pegou a mão dela e levou até a própria calça, onde o pau já tava duro marcando o jeans. Ela apertou, sentiu o volume, e mordeu o lábio.

— Vamos pro quarto? — ela falou, sem tirar a mão de lá.

Ele olhou pra mim, como quem confirmava. Eu só acenei, a garganta seca. Fui andando atrás dos dois, vendo a mão do Júlio segurar a nuca da Mirela enquanto ela o guiava. Entramos no quarto e eu me sentei na poltrona do canto, a mesma de sempre. Minhas mãos suavam. O Júlio olhou pra mim, balançou a cabeça e sorriu.

— Você vai ficar aí sentado, quieto, vendo eu comer sua mulher? — ele perguntou, com uma ponta de deboche.

— Vou — respondi, a voz saindo seca.

Ele deu um riso grosso. Virou pra Mirela, que já tava encostada na parede perto da cama, uma perna ligeiramente dobrada, a saia subindo um pouco. O Júlio chegou perto, colocou as duas mãos na cintura dela, apertou com força, e a puxou contra o corpo dele. O beijo que veio foi bruto, molhado, aberto. A boca dele engoliu a boca dela, a língua entrou fundo, e ele apertou a bunda dela com as duas mãos, amassando a carne que nem massa, os dedos afundando na pele branca. Ela gemeu dentro do beijo, os braços enrolados no pescoço dele.

Ele desceu a mão, pegou a barra da saia preta e puxou até a cintura. Quando viu que não tinha calcinha, deu uma risada safada.

— Olha só, Mirela. Você já veio pelada. Já tava pronta pro meu pau, né?

— Tava — ela respondeu, a voz tremendo. — Tava desde que te vi na porta.

Ele ajoelhou na frente dela com um movimento bruto, as mãos subindo pelas coxas grossas, abrindo as pernas dela com força. Ela apoiou as costas na parede, uma mão no cabelo dele. O Júlio enfiou a cara no meio das pernas dela sem cerimônia, a língua grossa passando de uma vez por toda a buceta, lambendo de baixo pra cima. A Mirela arqueou as costas na hora, bateu a nuca na parede e soltou um gemido alto, daqueles que eu nunca ouvi sair dela.

— Aí, caralho... lambe essa buceta, Júlio... chupa gostoso... — ela pedia, a voz já chorosa.

Dava pra ouvir o som molhado da língua dele entrando e saindo dela, o barulho de alguém lambendo com fome. Ele chupava o grelo dela com vontade, os lábios sugando forte, e a mão enorme dele subiu e apertou um peito dela por cima da blusa de renda, puxando o bico com os dedos. Ela rebolava contra a cara dele, os dedos cravados no cabelo preto, puxando ele pra perto.

— Isso, isso... mais fundo, mete a língua dentro... — ela gemia, a boca aberta, os olhos fechados.

O Júlio levantou depois de uns minutos, com a barba toda molhada e brilhando, o queixo lambuzado de buceta. Ele limpou a boca com as costas da mão, olhou pra Mirela com uma cara de puro tesão, e tirou a camisa xadrez de uma vez. O peito dele era largo, peludo, com uma cicatriz na costela e músculos marcados pelo trabalho pesado. A Mirela passou a mão nos pelos, deslizou os dedos pela pele suada, e desceu até o cinto.

Ela abriu a calça jeans dele, puxou o zíper devagar, e o pau do Júlio pulou pra fora quando ele baixou a cueca. Era grande pra caralho — mais grosso que o do Gui, mais comprido, uma cabeça roxa e brilhante de tão dura, a veia grossa pulsando na lateral. A Mirela olhou e abriu a boca sem precisar falar nada. Ela se ajoelhou na frente dele, pegou o pau com as duas mãos, sentiu o peso, passou os polegares na cabeça, e lambeu devagar, a língua fazendo círculos molhados.

O Júlio jogou a cabeça pra trás e soltou um "puta merda" baixo. Ela não perdeu tempo: abriu a boca e enfiou o pau dele inteiro, até a garganta, os lábios encostando nos pelos da base. Ela engoliu fundo, os olhos marejados, o rosto colado na virilha dele, e começou a mexer a cabeça pra cima e pra baixo, fazendo um barulho molhado de garganta sendo fodida. O Júlio segurou o cabelo ruivo dela com as duas mãos e começou a empurrar a boca dela no pau, metendo na garganta dela com força, as bolas dele batendo no queixo dela.

— Isso, Mirela... engole esse pau todo... mostra pro teu marido como você chupa um macho de verdade — ele falou, a voz rouca.

Eu tava na poltrona, o pau duro na mão, o líquido pré-gozando escorrendo pela cabeça. Batia uma devagar, porque a Mirela tinha dito pra não gozar antes. Mas meu corpo tremia inteiro. Ver ela de joelhos, os olhos chorando, a boca cheia de pau, o pescoço inchando a cada estocada, era a coisa mais safada que eu já vi.

Ele tirou o pau da boca dela com um estalo molhado e puxou ela pelos braços.

— Levanta. Vai pra cama, de bruços. Quero ver essa bunda.

A Mirela se jogou de bruços na cama, a saia preta ainda enrolada na cintura, a bunda empinada pra cima, a buceta vermelha e escorrendo, os lábios abertos de tesão. O Júlio se ajoelhou atrás dela, segurou o pau grosso com a mão, e esfregou a cabeça na buceta dela, passando devagar do grelo até a entrada, molhando o pau todo no líquido quente.

— Olha aqui, Carlos — ele falou, virando a cara pra mim, a mão ainda segurando o pau na entrada dela. — Olha bem. Vou enterrar esse pau na sua mulher. Vai ser devagar, pra ela sentir cada centímetro. E você vai ver a cara dela quando eu encostar no fundo.

Ele entrou. Devagar, bem devagar, a cabeça grossa abrindo os lábios da buceta da Mirela, entrando milímetro por milímetro. Ela soltou um gemido comprido, trêmulo, enterrou a cara no travesseiro e apertou o lençol com as duas mãos. O Júlio foi entrando, o pau sumindo na buceta dela, até que a base encostou. Ele parou, sentiu ela toda se contraindo, e deu um tapa na bunda dela, forte, que estalou no quarto.

— Caralho, Mirela. Que buceta apertada. Apertada e molhada. Seu marido não te come direito, né?

— Não... — ela gemeu, a voz abafada. — Você come melhor... muito melhor...

Ele começou a meter. Forte, rápido, o quadril batendo no dela com um barulho molhado que ecoava. A bunda da Mirela balançava a cada estocada, a pele branca tremendo com o impacto. A mão do Júlio segurou a nuca dela, empurrando a cara dela contra o colchão, e a outra mão apertou a bunda, abriu a carne, os dedos quase entrando no cu dela.

— Olha, Carlos — ele dizia, ofegante, sem parar de meter. — Olha como ela fica molhada. Olha como essa buceta aperta meu pau. Ela nunca foi sua, cara. Ela é de quem sabe meter.

A Mirela tava perdida. Ela gemia alto, sem vergonha, a voz saindo solta e suja:

— Isso, Júlio... mete fundo... me come gostoso... soca essa buceta... me faz de puta...

As pernas dela tremiam. Ele puxou ela pelos quadris e virou ela de costas de uma vez, sem tirar o pau de dentro. Agora ela tava de frente pra mim, os olhos verdes vidrados em mim, a boca aberta, os peitos balançando pra cima e pra baixo com as estocadas. Ele segurou as pernas dela e colocou elas por cima dos ombros dele, abrindo a buceta toda, dando pra ver o pau entrando e saindo, os lábios vermelhos e inchados.

— Olha, Mirela — ele falou, apontando com a cabeça pra mim. — Olha o teu marido. Olha ele batendo uma pra mim te comendo. Você gosta de ver ele assim?

— Gosto! — ela gritou, os olhos marejados. — Adoro ver ele olhando!

— Então fala pra ele. Fala que você é minha puta agora.

— Eu sou sua puta, Júlio! Sou sua puta, seu puteiro, sua cadela! Me come, me fode, me arromba!

Ele acelerou. As estocadas ficaram mais secas, mais fundas, o som do corpo batendo no dela enchendo o quarto. A cama rangia, a cabeceira batia na parede, o suor escorria do peito peludo dele no corpo suado dela. Ele inclinou e mordeu o bico do peito da Mirela, puxou com os dentes, enquanto a mão dele desceu e esfregou o grelo dela com força.

— Vou gozar — ele falou, a voz rouca. — Vou gozar dentro dessa buceta, na frente do teu marido.

— Goza, Júlio! Goza dentro! Enche essa buceta de porra! — ela gritou, o corpo todo tremendo.

Ele deu umas últimas estocadas, mais fortes, mais brutas, e travou. Enfiou o pau até o fundo, as bolas apertando contra ela, e gozou com um gemido rouco que parecia vir da alma. O corpo dele se contraiu inteiro, os dedos cravados na coxa dela, e eu vi o pau pulsando dentro dela, vi a buceta da Mirela apertando ele, o gozo quente escorrendo pela beirada enquanto ele ainda tava dentro. A Mirela gozou junto, arqueou as costas, soltou um grito abafado e tremeu inteira, os olhos virando pra cima.

O Júlio ficou em cima dela por um tempão, ofegando, o pau ainda duro dentro. Depois se levantou, o pau saindo com um barulho molhado, e eu vi o gozo branco escorrendo da buceta da minha mulher, descendo pela bunda e manchando o lençol. Ele foi no banheiro, pegou uma toalha, limpou o pau e começou a se vestir devagar, sem pressa.

A Mirela ficou deitada, as pernas abertas, a buceta exposta e vazando porra. Ela olhou pra mim e sorriu, um sorriso sujo, cansado. Esticou o dedo e fez um sinal pra eu chegar perto.

— Vem, Carlos. Vem ver de perto.

Fui até a cama, o pau duro na mão. Ela pegou minha mão e levou até a buceta, onde o gozo do Júlio ainda escorria.

— Passa o dedo — ela pediu. — Sente como ficou molhada.

Passei o dedo na buceta aberta, senti o líquido quente e grosso, o cheiro forte de sexo subindo. Ela levou meu dedo molhado até a boca e chupou, lambendo o gozo do Júlio.

— Tá vendo como é bom, seu corno? — ela sussurrou. — Você ama isso.

O Júlio terminou de se vestir, passou a mão no cabelo e veio perto da cama. Se inclinou e deu um beijo demorado na boca da Mirela, com gosto, a língua entrando devagar.

— Foi bom, Mirela. Vou lembrar dessa buceta por um bom tempo. Se quiser de novo, é só chamar.

Ela assentiu, sem força pra falar. Ele passou por mim na porta, me deu um tapa no ombro e saiu com aquele sorriso de canto.

Fiquei ali, olhando a cena: minha mulher na cama, gozada, suada, com a buceta vermelha e aberta, a porra do caminhoneiro escorrendo pela coxa. Tirei a roupa na hora, deitei do lado dela e puxei ela pra perto. Ela abriu a perna e me puxou por cima.

— Agora é sua vez, corno — ela falou, a voz mole. — Me come enquanto ainda tô quente.

Entrei nela sem esforço, a buceta toda molhada e quentinha, o gozo do Júlio ainda lá dentro. Comecei a meter e ela gemeu baixo, os braços em volta do meu pescoço.

— Viu como é gostoso ver sua mulher sendo comida por macho de verdade? — ela sussurrou no meu ouvido. — Viu como você fica duro?

— Vi — respondi, a voz saindo trêmula. — E quero mais. Muito mais.

Ela deu um sorriso safado e apertou a buceta no meu pau.

— Relaxa, corno. Isso é só o começo. Vamos achar mais machos. Vamos encher essa buceta de porra de estranho. E você vai olhar, batendo uma, babando, gozando feito um corninho.

Gozei dentro dela na hora, fundo, sentindo o gozo do Júlio se misturar com o meu, enquanto a Mirela ria baixo e passava a mão no meu cabelo. E eu sabia que aquela noite tinha aberto uma porta que não ia fechar nunca mais.

A gente ficou deitado na cama, os dois suados, a respiração ainda pesada. A Mirela tava de bruços, a bunda empinada, o gozo do Júlio e o meu escorrendo pela coxa dela, molhando o lençol. Ela ficou quieta por um tempo, com os olhos fechados, a mão passeando devagar pelo meu peito. Eu achava que ela ia dormir. Mas aí ela virou a cabeça, me olhou com aqueles olhos verdes brilhando no escuro, e soltou:

— Amor...

A voz dela tava baixa, macia, mas com um tom que eu já conhecia. O tom de quem tava tramando alguma coisa.

— Fala, Mirela.

Ela se virou de lado, apoiou a cabeça na mão, e o peito dela ficou à mostra, os bicos ainda duros. Ela passou o dedo no meu lábio, devagar, e falou de novo:

— Amor... quem vai tirar a virgindade do meu cuzinho?

O ar sumiu do meu peito na hora. Fiquei paralisado, olhando pra ela, o coração acelerando. Meu pau, que tinha acabado de gozar, deu um pulo e já começou a endurecer de novo.

— O que você tá falando, Mirela? — perguntei, a voz saindo rouca. — Você nunca deixou nem eu encostar lá.

Ela deu uma risadinha baixa, safada, e passou a mão por cima do meu pau, apertando de leve.

— Eu sei, amor. Mas eu tô mudando. Você tá vendo. Depois que a gente começou essa putaria, eu me sinto mais solta, mais corajosa. Quero experimentar tudo. E eu quero que seja outro cara. Não você.

Engoli em seco. O quarto parecia mais quente. Ela continuou, com a voz baixinha, quase sussurrando, enquanto o dedo dela segurava meu pau.

— Imagina, Carlos. Um macho grande, de pau grosso, me botando de quatro. Passando a mão na minha bunda, abrindo, cuspindo no meu cuzinho, esfregando a cabeça do pau... e entrando devagar. Eu gritando, chorando, gozando. E você ali, de pau duro, olhando tudo.

Minha mão tremeu quando eu segurei a cintura dela.

— Você tá falando sério?

— Tô falando sério, meu corninho. Quero sentir um pau arrombando meu cuzinho. Quero ver você babando enquanto outro macho me fode por trás, e o gozo escorrer pelo meu rabo.

Ela se ajeitou na cama, sentou em cima de mim, e o corpo quente dela já tava molhado de novo, esfregando a buceta no meu pau. Ela segurou meu rosto com as duas mãos, me olhou fundo.

— Você quer ver isso, Carlos? Quer ver outro cara comendo meu cuzinho?

— Quero — a resposta saiu antes de eu pensar. — Quero muito.

Ela sorriu, um sorriso sujo, molhado. Desceu e mordeu meu lábio de leve.

— Então a gente vai achar um cara. Não pode ser o Júlio — ele é grande demais pro meu cuzinho, ia rasgar. Tem que ser um médio, grosso, mas não tão enorme. E você vai escolher comigo. Vamos procurar.

Ela começou a mexer o quadril em cima de mim, esfregando a buceta molhada no meu pau, sentando devagar, sem deixar entrar.

— Vamos achar um moreno, de barba, mão grande. Que saiba fazer devagar no começo, mas que depois meta com força. Ele vai me deitar de bruços, vai passar a língua no meu cuzinho primeiro, molhar bem. Depois o dedo, um, dois, abrindo devagar. Eu vou gemer, vou tremer, vou chorar de tesão. E você vai estar ali, na poltrona, com o pau na mão, gozando antes de mim.

Eu já tava quase gozando de novo. Ela sentou, meteu meu pau dentro dela e começou a cavalgar devagar, os olhos verdes pregados nos meus.

— E depois que ele gozar no meu cu, amor... eu vou querer que você me coma também. Com o meu cuzinho todo aberto, cheio de porra, você vai meter o seu pau entrando no meu cuzinho. Vai sentir o cu da sua mulher todo molhado e arrombado, e vai gozar dentro de mim de novo.

Ela apertou a buceta no meu pau, forte, e começou a cavalgar mais rápido.

— goza em mim, meu corninho. Goza pensando no meu cu sendo arrombado por outro macho.

Foi o que eu fiz. Gozei dentro dela com um gemido rouco, o corpo tremendo, enquanto ela ria baixo e mordia o próprio lábio.

— Isso, amor. Agora descansa. Que amanhã a gente começa a procurar o cara.

Depois do sexo, deitei na cama ofegante, o coração ainda acelerado, a cabeça fervendo. Fiquei olhando pro teto, a imagem do cuzinho da Mirela sendo aberto por um estranho se repetindo na minha mente. Ela tava do meu lado, de bruços, a bunda empinada, e eu não conseguia desviar o olhar. Era uma bunda redonda, branca, lisinha. No meio dela, aquele buraquinho rosinha, apertado, que nunca tinha sido tocado por ninguém. Nem por mim, que dividia a cama com ela há anos. Sempre que eu tentava chegar perto, ela fechava as pernas e dizia que não era lugar. Agora ela queria que outro cara arrombasse seu cuzinho.

Passei a noite acordado, pensando em cada detalhe. Como ia ser. A cara dela. Os gemidos. O sangue se ela chorasse de dor. O medo e o tesão misturados.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 45 estrelas.
Incentive Casal hot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 98Seguidores: 242Seguindo: 38Mensagem Sigam para nós chegamos a 300 seguidores

Comentários

Foto de perfil genérica

Que Ruiva puta e gostosa eu tô adorando ler seus contos gostaria de saber mas de você gostosa

0 1
Foto de perfil de Casal hot

Que bom meu amigo comedor de casada do brasil

1 1
Foto de perfil genérica

Sim gostosa Gostaria de ser amigo no Facebook gata

0 0
Foto de perfil genérica

A ruivinha vai ficando cada vez mais puta, muito bom.

Esse corno dela tá fazendo o certo, se não consegue satisfazer tem que deixar ela pra quem resolve de verdade.

0 1
Foto de perfil genérica

E ele não caiu de boca? Eu limpo minha esposa toda vez que volta leitada. Aliás, no meu caso, gozar na boca dela, comer cuzinho, e atualmente, até gozar dentro dela (eu estou proibido) só os machos dela. Comer até posso (umas 2x por ano) mas gozar... só na punhetinha, e ainda ouvindo ela narrar quanto os comedores são melhores que eu. É por isso que amo de paixão esta mulher!

0 1

Listas em que este conto está presente