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Madrasta, Enteada e o Amante

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 2305 palavras
Data: 27/08/2026 00:57:07

Leonardo só voltaria na segunda-feira. A informação chegara por mensagem curta no final da manhã. Andressa leu, apagou e olhou para Lara, que tomava café na cozinha usando apenas a camisa social branca do pai.

— Ele só volta segunda.

Lara pousou a xícara. O olhar dela já mudara.

— Então liga pro Marcelo.

Andressa não hesitou. A mensagem foi enviada às onze da manhã. A resposta veio em menos de dois minutos: “Que horas?”

— Nove — respondeu ela.

O dia inteiro as duas se prepararam em silêncio. Andressa escolheu o vestido preto de seda curto, sem nada por baixo. Lara ficou com a mesma camisa branca, abotoada só até a metade dos seios, e uma calcinha de renda preta que mal cobria. Às oito e meia a mesa de centro já estava pronta: a garrafa de Blanton’s aberta, três copos baixos, um prato de porcelana branca e o cartão de crédito de Andressa.

Marcelo chegou pontualmente. Camisa social escura, mangas dobradas, o mesmo olhar que Andressa conhecia de outras noites. Ele beijou a boca dela primeiro, profundo, a mão apertando a nuca, depois olhou para Lara e sorriu de lado.

— A enteada também vai ficar?

— A enteada fica — respondeu Andressa, a voz já mais baixa. — E participa. Hoje ela não só assiste.

Lara não desviou o olhar. Marcelo passou por ela, a mão roçando de leve a cintura fina da jovem, os dedos apertando de propósito, e foi até a mesa. Cortou quatro linhas longas e finas. O som do cartão contra a porcelana encheu a sala.

— Primeiro o pó — disse ele, olhando para as duas. — Quero vocês bem ligadas.

Andressa se curvou primeiro. Puxou a linha inteira. O amargo desceu, o mundo afiou, o sangue latejou nos mamilos. Marcelo fez a segunda, limpou o nariz e olhou para Lara.

— Sua vez, princesa.

Lara hesitou só um segundo antes de se curvar e puxar a terceira. O gosto queimou. A quarta ficou para depois.

O uísque circulou. Andressa bebeu direto do copo, o líquido queimando a garganta já sensibilizada pelo pó.

— Quente pra caralho — murmurou ela.

Marcelo puxou-a pela cintura e a beijou outra vez, a mão subindo sob o vestido e encontrando a xota nua e já úmida. Dois dedos entraram sem aviso, curvando-se dentro dela. Andressa gemeu dentro da boca dele.

— Já tá pronta — murmurou Marcelo contra os lábios dela. — Encharcada. Sua enteada te deixa assim?

— Sempre estou quando você vem — respondeu Andressa, ofegante. — E ela também.

Lara observava de perto, o copo na mão, as pupilas dilatadas. Andressa estendeu a mão livre e puxou a enteada pela camisa.

— Vem cá. Agora.

O beijo entre madrasta e enteada foi imediatamente profundo, línguas se enrolando com fome. Marcelo tirou os dedos de dentro de Andressa e os levou à boca de Lara.

— Chupa — ordenou.

A jovem chupou sem hesitar, os olhos fixos nele, a língua limpando os dedos molhados. Marcelo soltou um som baixo na garganta.

— Que boca gostosa. Tira a camisa.

Lara obedeceu. A camisa caiu. Os seios jovens ficaram expostos, os mamilos escuros e duros. Marcelo se abaixou e chupou um deles com força, os dentes raspando de leve.

— Porra… — gemeu Lara, a cabeça tombando para trás. — Assim…

Andressa aproveitou para abrir a calça de Marcelo e libertar o pau já duro, grosso, as veias saltadas. Ajoelhou-se e engoliu até a base de uma vez, a garganta se abrindo.

— Isso, putinha — rosnou Marcelo, a mão no cabelo dela. — Engole tudo.

O gemido dele foi rouco. Lara se ajoelhou ao lado da madrasta. Andressa tirou o pau da boca, a saliva escorrendo pelo queixo, e o ofereceu para a enteada.

— Agora você. Mostra pra ele como você chupa.

Lara engoliu o que conseguiu, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. As duas alternavam, uma chupando fundo enquanto a outra lambia as bolas e a base, as línguas se tocando de propósito.

— Olha só isso — murmurou Marcelo, segurando o cabelo das duas. — Madrasta e enteada dividindo meu pau. Vocês duas são umas putas perfeitas.

Andressa se levantou, virou de costas para ele e se curvou sobre o sofá, as pernas abertas, a bunda empinada.

— Me fode. Agora.

Marcelo posicionou a cabeça do pau na entrada e enterrou de uma estocada só. O impacto arrancou um grito dela.

— Caralho… inteiro…

Ele começou a foder com força, as mãos na cintura fina, o barulho molhado enchendo a sala. Cada estocada fazia os seios de Andressa balançarem.

— Isso… arromba essa buceta — gemia ela. — Mais forte, Marcelo…

Lara se sentou no sofá na frente de Andressa, abriu as pernas e puxou a cabeça da madrasta para entre elas.

— Chupa minha xota enquanto ele te fode — pediu, a voz já alterada. — Quero sentir sua língua.

Andressa obedeceu. A língua passou pela fenda de Lara, encontrou o clitóris e chupou com pressão enquanto Marcelo a arrombava por trás. Cada estocada empurrava o rosto dela contra a buceta da enteada. Lara gemia, as mãos no cabelo de Andressa, os quadris se movendo contra a boca.

— Mais… assim… chupa forte — ordenava Lara. — Usa os dedos também.

Andressa enfiou dois dedos dentro da enteada enquanto chupava. Marcelo acelerou, os tapas secos nas nádegas de Andressa ecoando.

— Sua madrasta chupa tão bem quanto fode, né? — provocou ele. — Olha a cara dela engolindo sua boceta.

Marcelo tirou o pau de repente, puxou Andressa pelo cabelo e a fez ajoelhar de novo. Empurrou o membro molhado e brilhante na boca dela.

— Limpa. Chupa tudo que saiu da sua xota.

Andressa chupou fundo, os olhos marejados, gemendo em volta do pau. Depois ele se virou para Lara.

— Deita. Quero te foder agora.

Lara deitou no sofá, as pernas abertas sem pudor. Marcelo abriu ainda mais e penetrou devagar no começo, sentindo a entrada quente e apertada, depois com força. A jovem gritou, as unhas cravadas no couro.

— Porra… que pau grosso… — ofegava Lara. — Me fode…

Andressa se ajoelhou ao lado e chupou o clitóris da enteada enquanto o pau de Marcelo entrava e saía. O ângulo era perfeito. A língua dela encontrava o ponto onde os corpos se juntavam.

— Isso… chupa ela enquanto eu arrombo — rosnou Marcelo. — Quero sentir ela gozar no meu pau.

Lara gozou rápido, o corpo se contraindo com força, o líquido escorrendo ao redor do pau. O grito dela foi alto, sem freio.

— Não para — pediu Andressa, a voz rouca, o rosto ainda entre as pernas da enteada. — Fode ela até eu mandar parar. Quero ver minha enteada sendo usada.

Marcelo obedeceu. As estocadas ficaram mais pesadas, mais profundas. Andressa subiu no sofá, ajoelhou-se sobre o rosto de Lara e se sentou.

— Chupa a xota da sua madrasta — ordenou. — Agora.

A enteada começou a chupar imediatamente, a língua entrando, o nariz pressionado contra o clitóris. Marcelo continuava fodendo Lara por baixo. O som era obsceno: pele batendo, gemidos abafados, saliva escorrendo.

— Que delícia… — gemia Andressa, rebolando no rosto da jovem. — Sua língua tá perfeita… mais fundo…

Andressa gozou sentada no rosto da enteada, o corpo tremendo, um jato quente molhando a boca e o queixo de Lara. O grito dela saiu alto.

— Engole… isso… tudo…

Marcelo tirou o pau, puxou Andressa para baixo e a fez chupar o membro sujo do gozo da jovem.

— Limpa o pau que acabou de gozar dentro da sua enteada.

Andressa chupou com fome. Depois ele voltou a foder Andressa, desta vez de frente, as pernas dela no ar, enquanto Lara se recuperava ofegante, o rosto ainda brilhando.

— Olha pra ela — mandou Marcelo, fodendo Andressa com força. — Olha a cara da sua enteada te vendo ser arrombada.

— Eu tô olhando — gemia Andressa. — E ela gosta… não gosta, Lara?

— Gosto — respondeu a jovem, a voz rouca, a mão já entre as próprias pernas de novo. — Gosto pra caralho de ver você sendo fodida.

Mais uísque. Mais duas linhas. O pó queimou o nariz de Andressa pela segunda vez. O corpo inteiro ficou hipersensível. Marcelo a virou de quatro no tapete e a penetrou fundo outra vez.

— Me fala o que você é — exigiu ele, as estocadas brutais.

— Sua puta… a puta da minha enteada… — gemia Andressa. — Arromba…

Lara se deitou na frente, a boca aberta, e Andressa chupou a buceta da enteada enquanto era penetrada. Marcelo acelerou, os tapas nas nádegas ecoando pela sala vazia.

— Vai gozar — avisou ele, a respiração irregular.

— Na boca das duas — respondeu Andressa imediatamente. — Quero o leite nas nossas línguas.

Ele tirou o pau. As duas se ajoelharam lado a lado, bocas abertas, línguas para fora, os rostos próximos. Marcelo se masturbou rápido e descarregou. O primeiro jato caiu na língua de Andressa. O segundo na de Lara. Os seguintes se espalharam pelos lábios, queixos e seios das duas.

— Abre mais… isso… — rosnou ele.

Elas se beijaram sujas, passando a porra de uma boca para a outra, engolindo juntas, as línguas se enrolando no meio do leite quente.

— Que gosto gostoso — murmurou Lara contra a boca da madrasta.

— Engole tudo — respondeu Andressa. — Não desperdiça.

Marcelo ainda não tinha amolecido de verdade. O pó e o uísque mantinham tudo aceso. Em poucos minutos ele estava duro outra vez. Andressa o empurrou para o sofá, montou de costas e desceu até o fundo, gemendo alto quando sentiu cada centímetro.

— Assim… cheio… — ofegava ela.

Lara se ajoelhou na frente e chupou as bolas e a base do pau enquanto a madrasta cavalgava. O ritmo era brutal. Andressa rebolava com força, os seios balançando, a boca aberta.

— Mais… isso… arromba essa puta… me usa…

Marcelo segurou a cintura dela e começou a empurrar para cima, encontrando o movimento.

— Sua buceta tá engolindo tudo… apertada pra caralho…

Lara subiu, beijou a madrasta com fome e desceu a mão para esfregar o clitóris dela com rapidez.

— Goza pra mim — sussurrou Lara no ouvido dela. — Quero sentir você gozar no pau dele.

Andressa gozou de novo, o corpo se fechando em volta do pau, o grito alto e sem controle. Marcelo a segrou no lugar e continuou fodendo através do orgasmo, prolongando cada espasmo.

— Isso… escorre tudo… — murmurou ele.

Depois foi a vez de Lara montar. Andressa ficou de joelhos atrás, abrindo as nádegas da enteada com as duas mãos e chupando o ponto onde o pau entrava, a língua pressionando o clitóris ao mesmo tempo.

— Que visão deliciosa — gemia Andressa entre uma lambida e outra. — Meu pau preferido abrindo minha enteada…

Marcelo fodia Lara com estocadas longas e profundas. A jovem gemia sem parar, as mãos nos ombros dele.

— Mais fundo… porra… me enche…

— Fala pra sua madrasta o que você sente — ordenou Marcelo.

— Sinto o pau dele me abrindo… quente… grosso… — conseguiu Lara. — E a língua dela no meu clitóris… eu vou gozar de novo…

Mais uma linha. A terceira para Andressa, a segunda para Lara, a terceira para Marcelo. O mundo ficou ainda mais nítido e sujo. Eles se moveram para o chão. Andressa de quatro, Marcelo a penetrando com força, Lara deitada na frente com as pernas bem abertas para a madrasta chupar.

— Chupa essa xota enquanto eu te fodo — mandava Marcelo. — Quero ouvir o barulho da sua boca.

Depois inverteram. Marcelo deitado, Lara sentada no pau dele de frente, rebolando pesado, Andressa sentada no rosto dele, a xota pressionada contra a boca.

— Chupa sua puta — ordenava Andressa, rebolando. — Usa essa língua.

Os gemidos se sobrepunham. O cheiro de sexo, uísque e suor impregnava a sala. As pele batiam. As bocas se encontravam entre uma estocada e outra.

Marcelo gozou pela segunda vez dentro de Lara, o corpo tensionado, um gemido grave saindo do peito. Quando ela levantou, o leite escorreu pela coxa. Andressa se jogou entre as pernas da enteada imediatamente e chupou tudo, limpando, engolindo, a língua entrando para buscar mais, enquanto Lara tremia em outro orgasmo, as mãos no cabelo da madrasta.

— Isso… chupa o leite dele dentro de mim… — gemia Lara. — Não para…

Marcelo assistia, ainda ofegante, o pau semi-duro brilhando de saliva e gozo.

— Vocês duas são insaciáveis — murmurou ele, a voz rouca.

A madrugada avançou. Mais uísque. Mais uma linha cada um. Os corpos não paravam. Andressa foi fodida de novo, de lado, uma perna erguida, enquanto chupava Lara com voracidade. Lara foi fodida de frente, as pernas nos ombros de Marcelo, enquanto Andressa beijava a boca dela e apertava os seios jovens com força.

— Me beija enquanto ele te fode — pedia Andressa. — Quero sentir seus gemidos na minha boca.

Os orgasmos se sucederam até os três estarem exaustos, suados, a pele marcada de dedos e tapas, a respiração ainda irregular.

Quando finalmente pararam, o céu lá fora já clareava. Marcelo estava deitado no tapete, um braço sobre os olhos. Lara respirava pesado com a cabeça no colo de Andressa. A madrasta passava os dedos pelo cabelo úmido da enteada, a outra mão ainda distraída entre as próprias pernas, sentindo o latejar residual.

— Segunda ele volta — murmurou Lara, a voz rouca.

Andressa olhou para o corpo de Marcelo e depois para a jovem, os dedos ainda fazendo círculos lentos no próprio clitóris.

— Então a gente aproveita o domingo inteiro também. Quero você de novo. E ele de novo. E mais pó.

Lara sorriu contra a pele da madrasta, ainda com o gosto de todos na boca.

— Eu também quero.

Marcelo tirou o braço dos olhos e as olhou, o sorriso cansado e satisfeito.

— Eu posso voltar amanhã de tarde. E trago mais.

Andressa não respondeu com palavras. Apenas abriu as pernas um pouco mais e puxou a mão de Lara para baixo, colocando os dedos da enteada sobre o clitóris ainda sensível.

— Mexe — sussurrou. — Devagar. Quero gozar mais uma vez antes do sol subir de vez.

Lara obedeceu, os dedos hábeis esfregando em círculos. Marcelo se virou de lado para assistir, a mão já voltando para o próprio pau. O sol começava a entrar pelas frestas das cortinas. A casa continuava só deles. E o uísque ainda não tinha acabado.

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