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Capítulo 24: As Lágrimas da Pôia

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 1435 palavras
Data: 27/08/2026 00:52:10

Aviso: Este é o vigésimo quarto capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 23: A Armadura Fodedora!

O Sol do meio-dia batia forte no gramado da fazenda, mas o ar ainda carregava o cheiro residual de vômito e diarreia da manhã caótica.

Pôia continuava soluçando baixinho, com o rosto enterrado no peito de Püia, que a abraçava com força, balançando-a devagar como se fosse uma criança. Mary e Joan estavam ajoelhadas ao lado delas, Joan passando a mão nas costas da empregadinha, Mary murmurando palavras doces enquanto limpava as lágrimas com o polegar.

Margot andava em círculos a poucos metros, com os braços cruzados, impaciente e nervosa.

— O que pode acontecer de pior? Ela ser capturada? Transformarem ela em uma escrava superpoderosa e dominarem o mundo todo usando o cu dela como arma de destruição em massa?

Pôia ouviu e o choro explodiu mais alto, com soluços profundos e infantis que fizeram o corpo dela tremer inteiro. Püia, Mary e Joan viraram o rosto para Margot ao mesmo tempo, os olhares furiosos como facas.

Margot parou e ergueu as mãos:

— Que foi? Eu disse algo que não devia?

Antes que o esporro coletivo pudesse começar, um som familiar cortou o ar: o ronco gutural e molhado de um jato de diarreia propelindo alguém pelo céu. Putty desceu com o cu ainda expelindo pasta marrom pelo gramado, e pousou com leveza a poucos metros delas.

Pôia soltou um gritinho e correu, jogando-se nos braços da alienígena, soluçando descontrolada.

— Você voltou... eu tava... eu... ela falou... você podia... eu... eu...

Putty envolveu-a com os braços fortes, apertando-a contra os seios grandes e quentes, sentindo as lágrimas molharem sua pele.

— Calma, calma... já passou... eu voltei, tá tudo bem... pode se acalmar, minha fofinha...

Margot se aproximou:

— E como foi? Resolveu? Acabou com aquela careca de uma vez por todas?

Putty, ainda abraçando Pôia, que se agarrava como um coala, deu um suspiro cansado.

— Não acabei com ela, eu prometi pra essa fofinha aqui que ia me controlar... mas acho que aquela careca idiota e a robozinha dela vão pensar mil vezes antes de mexer com a gente de novo.

Mary arregalou os olhos azuis:

— Aquela assistente dela era um robô??? Nossa! Bem que eu suspeitei que ela parecia meio esquisita... tipo, sem alma mesmo!

Putty abriu a boca para explicar, mas fechou de novo, balançando a cabeça. Melhor deixar pra lá.

Pôia, com o rosto ainda enfiado entre os peitos de Putty, murmurou sem se afastar, com a voz embargada:

— Então... agora você vai... ficar quietinha aqui com a gente?

Putty afastou delicadamente o rosto dela, olhando nos olhos azuis cheios d’água.

— Me desculpe, mas eu acho melhor me mudar para outro lugar... Eu estou atraindo muitos perigos pra vocês. E eu não quero que se machuquem por minha causa.

As cinco arregalaram os olhos. Pôia agarrou Putty com força redobrada, chorando descontrolada.

— NÃO!!! Não quero isso! Quero todo mundo... vivendo feliz aqui... todo mundo junto! Você me ensinou várias coisas... não quero que vá embora!

Putty segurou o rosto dela com as duas mãos, limpando as lágrimas com os polegares.

— Eu não vou embora, só vou me mudar... Ainda vamos nos ver... Não é como se eu tivesse sendo exilada pra outro planeta.

Ela passou o dedo no rosto de Pôia, secando uma lágrima grossa que escorria. Pôia, sem hesitar, abocanhou o dedo inteiro, sugando a própria lágrima salgada com um gemidinho baixinho. Ela olhou para Putty com olhos de cachorrinho carente, ainda chupando o dedo, e murmurou:

— Ainda tem lágrimas no meu rosto... limpa com a sua língua?

Putty piscou, surpresa. As outras também. A tímida Pôia, que mal falava alto, agora tomava iniciativa assim? Püia se aproximou por trás, abraçando a irmã pela cintura, e olhou para Putty com um sorrisinho.

— Você vai se negar a atender o pedido da minha irmãzinha?

Putty não resistiu. Inclinou-se e começou a lamber delicadamente o rosto de Pôia, traçando caminhos quentes pelas bochechas molhadas, coletando cada lágrima com a língua. Pôia gemia baixinho, com os olhos semicerrados de prazer.

De repente, segurou o rosto de Putty com as mãozinhas delicadas e puxou-a para um beijo profundo, suas línguas se encontrando em um redemoinho molhado e salgado.

Püia, ainda atrás, ajoelhou-se devagar, baixando a saia com babadinhos e a calcinha branquinha de Pôia até os tornozelos. Beijou as nádegas macias da irmã, dando lambidas lentas e carinhosas nas curvas, depois no buraquinho do cu que piscava de excitação.

Ao lado, Mary, Joan e Margot já estavam se entregando. Mary puxava o vestido curto azul para cima, Joan arrancava a própria blusa, Margot enfiava a mão entre as pernas das duas. Elas se beijavam com fome, as línguas brigando, mãos apertando tetas e bundas, gemidos altos enchendo o ar.

Putty ajudou Pôia a tirar o resto do uniforme de empregada. A fofinha, agora nua, abocanhou um dos seios grandes de Putty, mamando com avidez como se fosse sua filha faminta. O mamilo inchou na boca dela e o leite quente começou a vazar, escorrendo pelos cantos dos lábios rosados, pingando no seu próprio corpo.

Püia alternava entre chupar o cu piscante e a bucetinha melada da irmã, enfiando a língua fundo, sugando o gozo doce que escorria. Pôia gemia alto contra o seio de Putty, tremendo inteira.

De repente, Pôia sentou no gramado, tirou o sapatinho preto e a meia, oferecendo o pezinho delicado e branquinho para Putty.

— Putty... chupa meus dedinhos?

Putty sentiu os olhos marejarem de emoção — uma mistura de fofura, inocência e tesão puro. Püia nunca tinha visto a irmã assim e também não resistiu, despindo o outro pé de Pôia.

— Também posso, maninha?

Pôia sorriu tímida, mas feliz:

— Claro que sim!

Putty e Püia colocaram os pezinhos de Pôia em suas bocas, lambendo as solinhas macias e cheirosas, chupando cada dedinho delicado com devoção. As línguas dançavam entre os dedos, sugando o suor leve e natural, gemendo baixinho.

Putty pensou, quase chorando de emoção:

— Se o Paraíso existe, ele é assim.

Enquanto as três se entregavam à podolatria carinhosa, Mary, Joan e Margot já estavam em uma foda mais selvagem. Punhos entravam fundo nas bucetas e cus, braços inteiros desapareciam até o cotovelo. O vômito jorrava em cascatas ácidas, mijo dourado esguichava pro alto, e muita diarreia pastosa escorria pelas coxas. Gemidos altos e molhados misturavam-se ao som de carne batendo e fluidos espirrando.

Putty e Püia já tinham os pezinhos de Pôia enfiados até a metade em suas bocas, as línguas dançando para fora, se esfregando pelas solinhas enrugadinhas, os dedinhos fofos mexendo nas gargantas, provocando engasgos de prazer.

Pôia, meio envergonhada, mas excitada, perguntou baixinho:

— Putty... você deixa... eu beber seu suco marrom uma última vez? É tão... gostoso... por favor...

Putty nem respondeu. Virou de quatro sem tirar o pezinho da boca, posicionando a bunda perfeita bem no rosto da Pôia. Ela segurou as nádegas firmes com as mãozinhas delicadas e colou o rosto no meio do cu quente e aberto da alienígena.

Putty liberou então a diarreia quentinha direto na boca aberta de Pôia, controlando o fluxo para ser gentil, despejando golfadas grossas que enchiam a boca da empregadinha. Pôia bebia e engolia com ruídos altos e satisfeitos, saboreando cada gota, gemendo de prazer enquanto o líquido marrom-claro escorria pelos cantos da boca e pingava nos seios pequenos.

Püia sentia os dedinhos da irmã se esticando dentro da sua boca, arreganhando de prazer enquanto ela bebia. Uma poça de gozo, mijo e diarreia começou a vazar entre as pernas delicadas de Pôia, escorrendo pelas coxas branquinhas.

Era tentador demais. Püia tirou o pezinho da boca, enterrou o rosto entre as pernas da irmã e sugou todos os líquidos obscenos que saíam dela. A gêmea tremia em orgasmos múltiplos, convulsionando, um pé ainda sendo chupado por Putty, a irmã se deliciando entre suas pernas, e ela mesma se afogando na merda quente que vazava sem parar do cu alienígena.

Pôia finalmente caiu estirada no gramado, sem forças, ofegante, seu corpo brilhando de fluidos. Putty e Püia lambiam cada gota nojenta que encontravam, limpando-a com gula, beijando cada centímetro sujo.

Então as lágrimas voltaram aos olhos de Pôia. Ela lembrou que Putty ia se mudar e soluçou de tristeza, o peito subindo e descendo rápido.

Putty juntou o rosto ao dela, lambendo o catarro grosso que escorria do nariz da empregadinha, limpando-o com a língua devagar.

— Fica tranquila, Pôia... Eu não gosto de fazer faxina, então você vai precisar me visitar toda semana.

Pôia sorriu feliz no chão, ainda ofegante:

— Posso levar minha irmã pra ajudar?

Continua...

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