✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

O caminhoneiro que transformou minha namorada - 4.

Um conto erótico de Maurinho (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 2814 palavras
Data: 27/08/2026 00:29:02
Última revisão: 27/08/2026 00:41:56

Parte 4.

Depois daquele gozo intenso, eu fiquei mais ofegante do que eles, respirando com dificuldade. O êxtase havia sido muito profundo, talvez, decorrência do longo tempo em que fiquei excitado. Meu saco doía e as bolas estavam sensíveis, por tanto tempo tarado.

Olhei para a Gleyce e para o Socadinha, ainda sem forças para nada. Fiquei admirado porque eles estavam sorridentes, ainda abraçados, na mesma posição, ela com as pernas para cima, me observando. A Gleyce me perguntou:

— Resolveu assistir, amor? Assumiu o tesão de me ver dando para o “Soca”?

Eu olhei para ela, tentando articular as ideias. Tentei explicar:

— Quando saí daqui, estava cego de ciúme, e não pensava direito. Depois, entendi que pela segunda vez eu me afastava, deixando espaço para vocês agirem livres. Era isso que os dois queriam. E vocês aproveitaram. Mas, eu não sabia se era isso que eu queria, ao sair, estava cheio de ciúme e... com raiva... Na verdade, eu não queria dar espaço...

A Gleyce me cortou:

— Você ficou com ciúme do “Soca” porque sentiu que eu estava com tesão nele, e gostando de despertar o desejo nele. Sabia que eu queria dar para ele. Isso você já sabia. Avisei que se saísse, ia acontecer. Deixei meu celular ligado para você ouvir e saber. Mas, ao mesmo tempo, eu também estava despertando o seu tesão, amor. O seu tesão de ser corno. Sei que você estava muito excitado com meu desejo. - Disse ela.

— Eu não preciso do Socadinha para nada, para despertar meu tesão. – Respondi, ainda um pouco invocado.

O Socadinha cortou:

— O pior corno é aquele que tenta negar seu tesão. Deixa disso, corno! Assume que fica mais fácil. Você ficou tarado o tempo todo ao me ver provocando a “Gle”, gostou de ver que ela também estava tesuda, louca para dar, e ao ver a foda, gozou sem controle.

A Gleyce falou:

— Seu tesão de corno falou mais alto, amor. Pode assumir.

O Socadinha saiu do meio das coxas dela. Ela se levantou de onde estava e veio para perto do banco, me puxou pela nuca e me deu um beijo na boca.

Eu amo você, meu corninho. Mas você ainda é muito sem experiência, não sabe direito como precisa fazer para me deixar tarada e me fazer gozar como ele fez.

Ela estava cheirando sexo pelo corpo todo, e sua boca também, cheirava pica. Aquele cheiro provocava uma reação estranha, ao mesmo tempo em que me dava vontade de evitar, me aguçava a libido. Era o cheiro do sexo. Mas eu ainda estava muito tenso e meio travado diante do Socadinha. Eu disse:

— Você está toda cheirando sexo.

— Você não gosta desse cheiro? – Ela questionou.

Eu me sentia excitado com aquele cheiro, porém, somente de saber que era cheiro do sexo dela com o do Socadinha, eu ficava tentando rejeitar. Busquei dar uma justificada:

— Eu ainda não aceitei muito bem esse seu envolvimento com o Socadinha. Por isso, rejeito um pouco tudo que me lembra essa situação.

— Deixa de ser bobo, amor. Você fica inseguro à toa. O “Soca” é um homem experiente, safado, que sabe fazer uma garota morrer de tesão. E eu sei que você ficou tarado de me ouvir, estava louco para que eu desse para ele, e depois, adorou me ver dando para ele. Tanto é, que gozou de novo.

Ela esperou que eu prestasse atenção e continuou:

— Você sabe que eu gosto de você, é meu namorado porque eu quero, e é o corno que eu amo. Eu já sabia que você sendo virgem, inexperiente, ainda vai demorar para saber as coisas que o “Soca” já sabe. Eu já tenho mais experiência, já sabia de muita safadeza quando você me conheceu. Você viu, ele me comendo, me fazendo gozar muito. Vai demorar para você aprender a fazer igual, por isso, eu acabei tendo vontade de aproveitar nessa viagem. Mas, só fiz porque sei que embora você relute a admitir, no fundo, gosta de tudo, e vai adorar ser corninho.

— Como você sabe? – Questionei.

— O “Soca” entendeu isso muito rápido. Ele me alertou disso na primeira noite, me cochichou no ouvido, falando que você ficou excitado quando meu viu olhado para o pau dele duro sob a bermuda. E eu percebi que ele tinha razão. E eu também acabei tendo a certeza de que você, no fundo, se perder o medo, vai gostar muito de aprender mais com o “Soca”.

— Mas, eu não consigo deixar de ficar com ciúme. – Eu falei.

Nessa hora, o Socadinha interferiu:

— Se você parar para pensar que está cedendo a sua namorada para um anão, e me ver como um homem normal, entenderá que o que faz você ficar revoltado, é porque eu sou anão, e preto, e isso, é sinal de que ainda tem preconceito contra mim. Deve se sentir mal sabendo que um anão preto deixou a Gleyce cheia de tesão, e fode a sua namorada melhor do que você.

Eu olhei admirado para ele, sem saber como responder. Ele continuou:

— Como pode, um homem que nem tem tamanho de homem, uma pessoa “defeituosa” como eu, ser mais macho e mais fodedor do que você? E ainda pegar a sua mina, e saber que ela quis dar para mim? Isso que deixa você puto.

Fiquei calado, olhando admirado. Foi uma enquadrada brutal, como uma bofetada. Nunca pensei que ele fosse capaz de um discurso daqueles. Ele continuou:

— Você deve reconsiderar. Se você entender que tamanho não é documento, vai perceber que em vez de ficar revoltado, precisa agradecer por eu ter feito tudo isso por vocês. Acho que eu ajudei muito. Em muitos aspectos. Mas, eu reconheço, vocês também me ajudaram. Graças a vocês, estou me sentindo muito mais valoroso do que antes. Minha autoestima cresceu.

Na hora que ele falou, eu tomei uma pancada de realidade, era a primeira vez que ele falava de forma calma, sem ofender, e sem me ameaçar. E com uma fala muito articulada, com palavras certas. E revelava uma verdade que eu tinha que admitir. Minha revolta era mesmo, fruto do preconceito. Fiquei calado, pensando naquilo. Senti até um pouco de pena da condição dele pela primeira vez. Minha raiva se transformou em vergonha. Eu disse:

— Você tem um discurso muito inteligente, nem parece o Socadinha que começou a viagem.

— Eu leio muito, estudei. Minha fala tem o costume de falar com os caminhoneiros da estrada. Mas eu não sou ignorante. Por ter sido rejeitado eu ficava em casa lendo, e praticando exercícios, queria crescer e impressionar. – Ele confessou.

A Gleyce, que era muito inteligente, percebeu que ele tinha tocado no ponto exato. Ela entrou na conversa:

— E você, “Soca”, é uma pessoa traumatizada pela discriminação, e pelo preconceito da sociedade. Fica se sentindo inferior, e isso que fez você ser agressivo, intempestivo, e violento. É revolta contra o preconceito de todos. Mas, no fundo é uma pessoa boa, um homem muito competente, e muito bom de sexo. Soube me seduzir, provocou meu desejo, teve paciência, e soube despertar o meu tesão.

Ela deu um afago no rosto dele e continuou:

— Eu tenho que confessar que nunca fiz sexo tão gostoso, antes. No começo eu estava somente brincando de provocar, mas acabei envolvida pelo seu desejo, e cheia de tesão. Desde ontem eu queria dar para você. Estava muito tarada, e só não dei para não trair o que eu tinha prometido ao meu namorado. Posso garantir que você é um macho com M maiúsculo, com um pau delicioso e maiúsculo também. O que prova que é um homem como outro qualquer, mas de valor incrível. Mesmo na dificuldade, você não perdeu o seu lado decente.

Ela se virou, pegou na mão dele e o puxou para perto, dando um beijo em sua boca.

— Você beija e chupa que é uma delícia. Quero que o meu corninho aprenda o máximo que puder com você.

O Socadinha não perdeu tempo:

— Então, vamos combinar que até que a viagem chegue ao final, você é a minha namoradinha, bem putinha, e ele é o corninho que vai aprender com a gente. Vai usar o boné vermelho do touro, até o final da viagem. Para assumir que é o corninho.

Senti meu coração se apertar. A Gleice concordou, e deu um beijo nele. Disse:

— Tá combinado. Sou a sua putinha. Vamos brincar assim, é excitante. Você concorda corninho?

Eu estava vendido pela vontade da Gleice. Fiz que sim, sem conseguir falar. Ainda me sentia meio travado. Tinha vergonha.

Entretanto, após aquela conversa, eu me sentia totalmente diferente, compreendia que eles tinham razão, e que era uma viagem que marcaria e mudaria para sempre as nossas vidas, a vida dos três.

O Socadinha me deu um paninho umedecido o para limpar o banco que eu havia melecado de porra.

Depois, a Gleyce também se limpou da gosma de porra que escorria de sua bocetinha.

Logo, eles se acomodaram para dormir, juntinhos, e a Gleyce me chamou:

— Vem se deitar com a gente, amor. Agora você já é um corninho assumido. A gente se espreme aqui e você dorme coladinho.

O Socadinha não se opôs. Pulei o encosto do assento dianteiro e passei para a parte traseira, onde havia a cama. Para três ficava mesmo meio apertado, mas a Gleyce ficou de conchinha com o Socadinha, e eu me deitei encostadinho nela. Gleyce me acariciava e eu adorei aquelas carícias, os três sem roupa nenhuma, deitados lado a lado.

Aos poucos, a Gleyce me puxou para um beijo, e depois me deu o peitinho para que eu beijasse e chupasse o mamilo.

Eu nunca tinha tido aquele nível de intimidade com ela, e voltei a ficar muito tarado. O corpo inteiro dela cheirava sexo e aquele cheiro me inebriava. O tesão que me invadiu o corpo era alucinante. A Gleyce percebeu como eu estava alucinado e foi me guiando para que eu beijasse seu pescoço, seus seios, sua barriga, o ventre, e finalmente, segurando meus cabelos, me levou para colocar o nariz bem colado na sua bocetinha. Senti aquele cheio ainda mais forte de gozo, de porra e de boceta, odores misturados. Ela disse:

— Me lambe e me chupa aqui, corninho.

Eu hesitei um pouco, sabendo que ela havia dado para o Socadinha. Eu disse:

— Você está toda gozada.

Ela sorriu e respondeu:

— E daí? Vem... qual o problema? Chupa a bocetinha melada da sua namorada que acabou de gozar na pica do “Soca”. Pensa no tesão que é isso...

Nunca poderia imaginar que ela fosse tão safada. Ela estava também muito tarada e aquilo me contagiou. Falei:

— Nunca pensei que você fosse tão safada e experiente.

Ela disse em tom de confissão:

— Eu comecei muito cedo, com um tio, irmão da minha mãe, que passou um tempo na nossa casa, quando se separou da esposa. Ele era muito safado, me levava para uma casa de praia, onde só iam os amigos dele e suas garotas. Depois eu vou contar essa história.

Enquanto isso, o Socadinha assistia aquilo ali ao lado, atrás dela, já de pau duro. Ela ergueu uma das pernas, e me puxou pelo cabelo, me colocou de boca na bocetinha.

— Vai, corninho, me lambe e me chupa! Você viu como o “Soca” fez.

Eu lambi a xoxota da Gleyce e ela gemeu exclamando:

— Isso! Meu amor. Estou gostando de ver como está ficando mais tarado. Vai aprender muito. Eu quero dar a minha bocetinha de novo para o “Soca”, enquanto você chupa meu grelinho.

Quando ouvi aquilo, eu senti uma sensação de arrepio em toda minha coluna vertebral. Meu corpo se estremeceu. A coisa estava complicada.

Ao mesmo tempo em que me excitava, me deixava muito tenso, com receio de fazer algo que me colocasse em uma posição negativa, ou que me diminuísse sexualmente. Principalmente, diante do Socadinha. Ela insistiu:

— Vem, amor, somos cúmplices agora. Não temos mais segredos.

Socadinha se virou, encaixado por trás dela, e se encoxou na bunda, com o pau duro entre as nádegas da Gleyce, começou a esfregar a rola sobre a xoxota. Eu me afastei um pouco e fiquei de pertinho observando. Não consigo até hoje descrever em palavras, a excitação que experimentei ao ver aquela situação, o pau grande e preto, com a cabeça roxa, se esfregando sobre a xoxota molhada. A Gleyce tarada e louca de tesão, gemeu e exclamou:

— Que gostoso, “Soca’, seu pau duro me deixa louca.

Ela me pediu:

— Coloca o pau dele para dentro, amor.

Demorei para reagir. Ela insistiu:

— Pega e me ajuda, corninho, enfia a rola dele na minha bocetinha.

Eu peguei na pica dura e grossa e embiquei para a rachinha. O pau foi entrando. A Gleyce pediu:

— Mete logo, fode a sua putinha.

Vi quando o anão firmou o cacete e foi mergulhando a pica espremida dentro da bocetinha. Era incrível como a Gleyce suportava a penetração daquela rola grossa. Ela agasalhava a piroca apertada, mas com prazer. Conforme ele enfiava, ela ofegava. E eu tinha um grande arrepio de tesão. Quando o pau se enterrou todo, o Socadinha começou a fazer um vai e vem suave, e a Gleyce, suspirando pediu:

— Vem amor, agora, me chupa! Lambe meu grelinho. Sente como estou tarada, e me ajuda a gozar na pica do Socadinha.

Naquele ponto, eu estava dividido. Ainda tinha o preconceito da minha formação machista, me dizendo que aquilo não era para ser feito por um macho. Chupar a boceta da sua namorada com outro metendo nela. Parecia ser algo proibido. Só que o tesão em que eu me encontrava, e a situação, somente nós ali naquele fim de mundo, me encorajou.

Eu me deitei ao contrário, como se fizesse um 69 e comecei a lamber o grelinho da Gleyce. O gosto de boceta, de pica, e de porra se misturavam. Ela gemeu gostoso, com uma das pernas erguidas, e aquilo me animou mais. O Saco liso de bolas grandes do Socadinha estava encostado na minha testa, e o pau entrava e recuava na bocetinha. Fiquei lambendo o grelinho e a Gleyce cada vez mais ofegante exclamava:

— Isso, meu corninho! Chupa meu grelinho. Me fode, “Soca”, mostra pro meu corninho a sua rola me fodendo, para ele ver, mete com tudo que eu vou gozar de novo.

Eu fiquei tarado. No tesão em que ela se encontrava, Gleyce pegou no meu pinto duro, e puxou para que pudesse abocanhar. Na hora em que ela colocou meu pau em sua boca quente, eu quase gozei. Nunca tinha recebido um boquete na minha vida, e justamente, fazia num 69. Passei a sugar o grelinho como se chupasse uma frutinha, o Socadinha metia a rola, e eu passando a língua e ouvindo a minha namorada exclamar:

— Ahhh, isso, corninho, que delícia! Soca forte “Soca”, mete na boceta da sua putinha! Eu vou gozar de novo.

Eu não aguentava mais e quando percebi que o Socadinha metia forte, urrando, indicando que estava gozando, e a Gleyce entrou também em orgasmo, me chupando o pau com uma tara tão grande que eu também acabei gozando, e jorrando porra em sua boca. Gozar na boca da Gleyce foi maravilhoso. Da bocetinha dela, também saía porra, e líquidos seminais que invadiram a minha boca. Perdi completamente o juízo, e deixei que aquilo fosse espalhado e continuei lambendo. Estava completamente tarado e sem controle.

Foi uma situação alucinante mesmo, eu jamais tinha vivido uma coisa daquelas, e me sentia profundamente encantado com a experiência. Era virgem ainda, e já havia participado de um ménage com a minha namorada. Minha respiração estava ofegante e fiquei por algum tempo deitado, apenas respirando. A Gleice me puxou e me fez virar para a frente dela. Me beijou com muita vontade, com a boca toda melecada da minha porra, e falou:

— Obrigada, amor. Foi maravilhoso. Você vai ser um puto muito do safado. E vai aprender muito.

O Socadinha, também ofegante, comentou:

— Viu, corno, como eu tinha razão? Não foi muito melhor e mais simples, sem sofrimento, você liberar e participar?

Eu não respondi, continuei ofegante, beijando a minha namorada. Depois de alguns beijos, ela se virou para o Socadinha e o beijou também:

— Obrigada “Soca”, você foi maravilhoso. Bem que no primeiro dia, de noite, você me masturbando, falou no meu ouvido que o meu namorado tinha tudo para ser corninho e cúmplice. Você tinha razão, me encorajou a provocar tudo isso, e nos ajudou muito.

Pronto, agora eu sabia onde tinha começado a história. Ficamos em silêncio só ouvindo a música, até que o Socadinha desligou o som, e disse:

— Vamos dormir que amanhã, temos que prosseguir.

Eu fiquei abraçado pela Gleice por trás, e ela abraçada pelo Socadinha, os três de conchinha, e assim, adormecemos. Eu estava esgotado.

Continua na parte 5.

Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

A CÓPIA E A REPRODUÇÃO DESTE CONTO EM OUTROS SITES OU BLOGS ESTÁ PROIBIDA. É EXCLUSIVIDADE DO SITE CASA DOS CONTOS ERÓTICOS.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 50 estrelas.
Incentive Leon-Medrado a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 456Seguidores: 1034Seguindo: 228Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II. Atingi a marca de 1.000 seguidores e tenho muito que agradecer.

Comentários

Foto de perfil genérica

Caros,

Gleice não demonstra o mínimo tesão pelo Maurinho…Nem um boquete…Desde o início ela ficou vidrada no rolão do anão.

Acredito q Maurinho fica no caminho e ela segue dando pro anão na boleia do caminhão…

O anão experiente, vai fazer ela passar na mão da turma dele..e ela como uma boa putona, vai adorar.

Excelente adaptação do Leon, a Gleice ficou muito mais erótica.

1 0
Foto de perfil de Leon-Medrado

Vai ler a parte 5 e depois você decide. Por hora é só o que posso dizer. Obrigado por ler e comentar.

0 0
Foto de perfil genérica

Minha ex esposa várias vezes me colocou para chupar a buceta dela gozada, tinha vezes que ela chegada depois da foda baixa a calcinha e já se via a porra grudada, tinha um dos amantes dela que gozava muito e a porra era grossa, as vezes que chupei ela depois que ela gozava a porra grudada, parecia que tava estava tomando leite condensado

1 0
Foto de perfil de Leon-Medrado

Quem passa por uma situação dessa, está preparado parra quase tudo na vida. Obrigado por ler e comentar.

0 0
Foto de perfil genérica

Muito doida essa relação..

Gleice dava p o tio. Agora dá para o anão pintudo e o namorado participa, mas n toca nela.

Da para acreditar q essa vagaba vai querer alguma coisa depois com o Maurinho?

No meu entendimento a moça dispensa o pseudo namorado e segue na boleia do caminhão do anão.. Até enjoar e pegar outro com o pinto maior e melhor…

1 0
Foto de perfil de Leon-Medrado

Ela quis namorar o Maurinho, sabendo que ele era virgem. Não acho que ela deixe de gostar dele. Está apenas aproveitando a viagem e ensinando um pouco de safadeza para o rapaz. Ela não é mulher de se deixar dominar. No fundo, está usando o caminhoneiro, e treinando o seu namorado, para ser cúmplice de sua safadeza.

0 0
Foto de perfil de P.G.Wolff

Mais uma continuação que só aumenta a carga erótica da série. Agora, com o ménage (algo que eu curto, particularmente). A viagem está alucinante para os três. Parabéns.

1 0
Foto de perfil de Leon-Medrado

Essa Gleyce é uma personagem que merece muito mais histórias. Adorei essa garota.

0 0
Foto de perfil genérica

Boa tarde, Medrado.

Tudo bem amigo ? Faz muito tempo que não faço leitura de nenhum conto aqui, então vim pedir para vc reecrever uma história que foi feita por outro autor, mas que ao longo do tempo ele se perdeu e começou colocar muitos outros personagens.

Gosto muito da sua escrita, você consegue fazer um conto ficar sexual sem ficar cheio de rodeios e ao mesmo tempo, consegue ser um conto com outros pontos além do sexo.

O conto que estou me referindo é do Minha esposa gostosa e nosso condominio, o conto começa com uma aposta, isso aconteceu ainda em 2025, já estamos no fim de 2026 e o autor só vem enchendo linguiça, colocando outros persagens, fazendo novas histórias e perdendo totalmente o foco original.

Fica claro pra mim que o autor escreve bem, mas não quer parar de escreve esse conto, por isso estou pedindo para vc fazer uma nova versão, tb com uns 80 contos sobre o casal e sobre alguns dos amigos. Vou listar o que eu acho interessante no conto, que vc poderia adaptar, segue minha lista:

1. Casal principal gostar de se exibir, e em algum momento lá mais ou menos após um ano de conto ela ser tocada por alguém.

2. Casal de amigos que são liberais, não vou lembrar o nome deles.

3. Antonio e Vinicius, o primeiro é médico e trabalha com ela, seu pai viu ela transanndo, o segundo é o colaborador dele e viu ela nua, isso poderia ser mantido mas com algo mais picante.

4. O vilão da parada, mas aqui eu mudaria o cara, e faria dele um anti herói.

Espero resposta.

Abraços

0 1
Foto de perfil de Leon-Medrado

Tarado por conto, eu fico agradecido com os elogios. Quanto à sugestão, peço, se não for difícil, que me passe o link, por e-mail e não neste comentário de conto. De qualquer modo eu vou copiar o seu comentário, e salvar, mas depois de um tempo, devo eliminar daqui, pois aqui é para comentar sobre o conto publicado. Só para não misturar as coisas, pois assim, poderei perguntar mais detalhes e aspectos trocando ideia com você. Pode ser? Agradeço. Abraço.

1 0

Listas em que este conto está presente