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Sem ser forçado! Parte Final

Um conto erótico de 50tão Completo
Categoria: Homossexual
Contém 1349 palavras
Data: 27/08/2026 00:04:45

Seguindo para a última parte deste conto e desta aventura: Sem ser forçado!

Eu me levantei do chão ainda todo dolorido, meu cuzinho literalmente piscava e contraia como se fosse um coração pulsante. Minhas pernas estavam mais doloridas que em dia de treino na academia, e as costas reclamavam por todo desgaste que tive ao cavalgar aquele macho. Quando fiquei em pé fui ao banheiro me lavar, o banho foi diferente pois até ali eu ainda estava com os cheiros dele em mim, e a água ao chegar ao meu rabo fazia a função de acido! Ou seja, me queimava e fazia arder. Terminei o banho, me enxuguei e me vesti, aí fui ver o que ele estava fazendo. Ao chegar na cozinha ele estava preparando o jantar e me recebeu com um sorriso, veio ate perto de mim e me abraçou já colando sua mão em minha bunda. Aquilo foi inusitado pois me senti uma mulherzinha...kkk. Ele me beijou e disse: Você é um tesão, fazia tempo que eu não gozava assim. Eu ri sem graça pois não sabia o que dizer. Ele continuou a saga de cozinhar e ajeitar a mesa para servir, pôs três pratos e me avisou. Após o jantar o Ygor vai te querer e precisamos que ele durma para podermos “namorar” mais. Ao ouvir namorar eu gelei pois para mim aquilo era SEXO, e ele estava dizendo outra coisa.

Me concentrei e disse: como assim o Ygor vai me querer? O que quer que eu faça? E ele disse: seja carinhoso com ele, pois anda muito agressivo e acredito que sejam os hormônios, ele precisa “por pra fora” entende? E riu... Eu fiquei estático pensando até onde aquilo iria.

Então ele me pediu para cuidar da panela de arroz pois iria buscar o Ygor na APAE. Me beijou apertou minha bunda e saiu sorrindo. Eu me concentrei no jantar e quando vi eles já estavam entrando em casa. O Ygor ao me ver primeiro me olhou sério e logo depois abriu aquele sorriso alegre e típico de portadores de Down, e veio me abraçar, um abraço apertado com excesso de força mas muito bom. Eu tentei me soltar mas ele me apertava mais. Passado esse susto inicial e pegou pela mão e me levou para a mesa. Fomos servidos comemos, conversamos e rimos bastante. Aí o pai disse que iria tirar a mesa e lavar a louça e que nós poderíamos ir brincar. O Ygor pulou ao ouvir isso e me fez levantar já indo a minha frente e me puxando pela mão em direção a seu quarto. Eu já imaginei o que me esperava. Ele fechou a porta e já arrancou a camiseta e desceu a bermuda junto com a cueca ficando pelado em minha frente, tudo muito rápido. Eu o abracei e mostrei que ele podia ficar calmo, comecei a acariciar seu cabelo, nuca, ombro e ele entendeu o que eu estava fazendo, senti sua respiração se acalmando. Continuei a sessão de carinhos naquele corpo, ele foi cedendo e se deitou na cama enquanto eu já chegava com minhas mãos a sua região abaixo do umbigo. Comecei a punhetá-lo, acariciar as bolas e mexer em seu cuzinho. Então fui mais próximo apenas respirando e fazendo seu pau sentir meu hálito quente. Eu via sua pele arrepiar. O pau estava como uma rocha duro brilhante e literalmente babando de tesão. Eu fui e lambi a baba salgada, aproveitei e suguei aquela cabeçorra toda, e fui me posicionando para um melhor boquete. Ele delirava, falava palavras desconexas e me acariciava os cabelos. Senti que estava quase gozando e acelerei a chupada. Mas aí tudo mudou. Ele se levantou e me puxou em um abraço forte e foi se posicionando em minhas costas. Puxou minha bermuda para baixo com força e expos minha bunda. Eu pedi para ele parar pois não queria aquilo, eu estava arrombado pelas fodas com o pai durante a tarde. Mas o Ygor estava decidido a me comer e subiu em mim me fazendo abrir as pernas. Posicionou seu pau em meu rego e forçava a entrar. Por estar babado ele desviava e não entrava... lógico que eu também estava de mexendo para não entrar. Ai eu disse deixa eu te chupar, quero seu leite. Ele nem ouviu e me deu um murro com muita força nas costas, neste momento eu quase perdi o ar e isso deve ter feito eu relaxar o anel que foi invadido por aquela TORA inteira. Eu agarrei e mordi o travesseiro e ele urrou em meu ouvido. Pronto ele estava me comendo, meu rabo todo arregaçado inchado e dolorido aguentando aquele monstro lá dentro. Minha sorte foi tê-lo chupado e o deixado em “ponto de bala” pois ai o gozo veio sem demora... Eu não sei o que acontece pois leio que não conseguimos sentir quando o pau goza dentro do nosso cu, mas com o Ygor acredito que pela quantidade acumulada, ou pela espessura daquela porra, foi como se ele tivesse mijado em mim. Uma quantidade incrível. Um calor absurdo, e ao desencaixar senti um rio de lava quente escorrendo pelo rombo deixado em meu cuzinho. Ele virou para o lado da parede, se encolheu na posição fetal pos o dedão em sua boca e em pouco tempo estava dormindo. Eu me levantei, a porra ainda escorria por minhas coxas, eu o cobri apaguei as luzes e sai do quarto ajeitando minhas roupas.

O pai estava no sofá, pelado e me aguardando, eu fui até ele e me deitei em seu colo pois estava com o rabo em chamas e todo dolorido. Ao me deitar vi que seu pau já dava sinais de vida pulsando e crescendo. Estava muito perto de minha boca e o safado foi se ajeitando até deixar aquilo em direção a minha boca. Ele também me acariciava o bico do meu peito como se fosse um biquinho do seio de uma menina... aquilo era gostoso. Então eu o abocanhei e fiz algo que mudou um pouco a nossa história. Comecei a chupar, lamber e mexer em seu pau e bolas, e fui com um dedo até seu cuzinho, logo depois usei dois e iniciei uma ordenha naquele pau seguida de um belo fio terra com dois dedos enfiados em seu cuzinho. O homem estava transtornado, gemia e se mexia muito, Eu o fiz ficar de quatro e posicionei meu pau no seu cuzinho... fui a seu ouvido e disse: PEDE! E le só gemia e disse: vai... põe tudo...Mete. Aí eu o penetrei com força e intensidade. Aquele cuzinho quente abraçava meu pau... Quando pus tudo comecei o vai e vem... ele gemia mordia a mão e sua respiração acelerou... Meti fundo até eu gozar. Como estava a quase uma semana sem esporrar o gozo foi farto.

Nos beijamos, acariciamos e nos tivemos do jeito em que queríamos, tudo com muito carinho e tesão. Quando eu olhei seu rosto de frente vi que haviam lágrimas em seus olhos. Imaginei que de dor, mas não o questionei. Continuamos o namoro, como ele dizia, e ficamos ali no sofá agarrados. Ele tomou iniciativa e me chamou para um banho. Fomos e cada um ensaboou o outro, brincamos, nos beijamos e nos secamos. Fomos para cama e eu disse a ele que iria embora pois saindo dali naquele momento (21:30h) eu chegaria em minha casa antes da meia noite. Ele não questionou e nem reclamou, mas vi em seus olhos que queria que eu ficasse. Mas realmente eu estava estourado, meu cu estava inchado e sangrando, minha boca estava ate amortecida e a ATM já doendo.

Juntei tudo o beijei colando meu corpo ao dele, fui a seu ouvido e o agradeci, pois tinha sido tudo PERFEITO. Ele me pediu quando eu voltaria eu não respondi apenas o beijei e fui para o carro.

Isso tudo aconteceu em maio de 2024 e de lá pra cá não nos falamos e nem nos vimos mais. Porem tudo o que vivemos naquela tarde e noite ainda continua forte dentro de mim.

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Comentários

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Poxa, que pena, com uma foda tão gostosa vomo essa eu jamais ficaria 2 anos sem procura-lo

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