Essa história é a continuação do meu último conto. Não deixem de conferir!
E conheçam mais sobre o meu trabalho em linktr.ee/eduardo.e.rebeca
Algumas semanas depois de termos nos encontrado ‘por coincidência’, Andressa, minha amiga lésbica que estava doida para pegar minha esposa, resolveu agir novamente. Numa quarta à noite, eu e Rebeca estávamos em casa, jantando, quando o telefone dela tocou. Era Andressa. Não consegui ouvir o que a amiga dizia, então acompanhei as falas de minha esposa, tentando entender o que se passava.
“Uhum… Gosto sim, gosto bastante na verdade… nossa, quero! Open bar? Confirmado!”
Quando Rebeca encerrou a ligação, perguntei, curioso:
O que a Dê queria, gata?
Ela me chamou pra ir num festival de rock com ela, amor. Está com duas entradas vip, com direito a open bar.
Porra, aí sim! Mas assim, do nada?
Ela tinha comprado para ir com uma amiga, mas a tal amiga deu pra trás. Aí ela lembrou que eu gostava de rock, daquele dia que conversamos no bar dos vinhos.
Ah, sim! Então foi sobre isso que conversaram enquanto eu estava no banheiro!
Sim, sobre isso. - respondeu de forma esquiva, enquanto suas bochechas coravam.
Fingi não perceber o rubor em seu rosto e continuei a conversa.
Sorte a sua. Aproveitem!
Não quer ir também? A gente compra uma pulseira pra você.
Ah, sei lá, vou pensar.
Acabamos trocando o assunto, mas eu já imaginava as segundas intenções de Andressa com aquele convite, então enrolei Rebeca e uns dias depois, acabei dizendo que não iria com elas ao festival pois tinha combinado de sair com alguns amigos.
O tal evento seria na cidade de São Paulo. Por conta do horário, não seria muito viável ir de trem, então elas combinaram de ir com o carro de Andressa. Com a desculpa de aproveitar o open bar, nossa amiga fez uma reserva em um motel que ficava na rua do festival, assim as duas poderiam dormir e voltar para a nossa cidade sãs e salvas apenas no dia seguinte. Rebeca ingenuamente aceitou a desculpa, mas eu já sabia como aquilo iria terminar.
Passados alguns dias, chegou enfim a data. Logo cedo, saí de casa e fui para um churrasco na casa de um amigo, mas minha grande expectativa era saber o que iria acontecer com minha esposa naquela noite. Passei o dia todo olhando o celular, na esperança de receber alguma notícia de Rebeca, mas para a minha infelicidade, não chegou nenhuma. Só tive notícia das duas no dia seguinte, quando entraram pela porta de casa.
Como não estive presente, os fatos a seguir serão narrados, tal qual Rebeca me contou.
“No meio da tarde comecei a me arrumar. Fiz uma maquiagem leve, escolhi um look apropriado: camiseta de caveira e um shortinho preto, bem curto. Preparei também uma mochila, com uma troca de roupa para voltar no dia seguinte.”
“Perto das seis da tarde, fui até o portão esperar pela Dê. Ela chegou no horário combinado e assim que parou o carro ao meu lado, abaixou o vidro e me secou de cima a baixo. Disse que eu estava sexy e deu uma piscadinha. Entrei no banco do passageiro, agradeci e retribui o elogio.”
“Dentro do carro, pude sentir o cheiro do seu perfume. Perfume masculino, do jeitinho que eu gosto. Aquilo já mexeu comigo, mas até então, não vi malícia alguma. A ida pra sampa foi bem agradável, fomos como rádio no volume máximo, rindo e cantando, feito duas loucas.”
“Depois de quase duas horas de viagem, chegamos ao local do evento. Era uma casa de espetáculos que fica dentro de um grande shopping de São Paulo. Estacionamos no próprio shopping, mas antes de irmos até o local dos shows, passamos no banheiro para retocar a maquiagem. Ali eu já deveria ter desconfiado, pois ela não parava de me devorar com os olhos. Enfim seguimos para a área do festival.”
“O lugar era imenso e já estava cheio de gente. No palco, a primeira banda já se apresentava. Tão logo entramos, Andressa já providenciou dois copos de chope. Brindamos e tomamos ao som de Raimundos. Pulamos, dançamos e cantamos muito ao ritmo das músicas animadas e ao final do primeiro show, já tínhamos batido a marca de três chopes cada.”
“Depois de um breve intervalo, os Paralamas subiram ao palco. E a temperatura também subiu. Notei que Andressa não perdia oportunidades de encostar em mim e aos poucos, os toques que pareciam casuais passaram a se assemelhar mais com carícias.”
“Já alterada, por conta do excesso de cerveja, fui cada vez mais permitindo e aproveitando as passadas de mão da Andressa pelo meu corpo, às vezes até provocando. Quando percebia que ela estava atrás de mim, fazia questão de roçar minha bunda em suas pernas e, algumas vezes, me abanei com minha camiseta, deixando à mostra meu sutiã.”
“Para o meu espanto, em uma das músicas mais românticas, ela me envolveu por trás, colocando as mãos nos bolsos do meu shorts e ficamos ali, agarradinhas. Congelei. Ficamos assim por um tempo, no qual não ousei me mexer. Quando enfim tomei uma atitude, girei no lugar, no intuito de me desvencilhar do abraço de Andressa com a desculpa de buscar mais um chope, mas o efeito foi contrário.”
“Assim que me virei, ela segurou a minha bunda com firmeza e me fisgou em um beijo de língua. Um beijo rápido e intenso.”
“Meu coração acelerou. Devo ter corado, pois senti o calor no meu rosto. Por impulso, empurrei Andressa para longe e corri em direção ao banheiro, completamente tímida. Entrei em uma das divisórias e me tranquei. A adrenalina do momento era tanta que cheguei a ficar ofegante. Levei alguns minutos para me recompor, só então resolvi voltar para a pista de dança.”
“Antes de voltar, me sentei para fazer xixi, afinal de contas, todo aquele chope precisava sair. Quando abaixei a calcinha, percebi o quanto estava excitada.”
“Depois de me aliviar, dei descarga e abri a porta. Para meu espanto, dei de cara com Andressa. Ela tentou falar algo, que nunca saberei exatamente o que era, pois dessa vez o meu impulso foi me jogar em seus braços. Avancei em direção a sua boca e nos engatamos em um delicioso beijo. Dessa vez, com mais calma, pude sentir o metal do piercing em sua língua, que proporcionava excitantes sensações durante o beijo. As mãos dela percorriam meu corpo de forma sensual e quando menos percebi, Andressa havia me conduzido para dentro de uma das divisórias do banheiro, fechando a porta atrás dela.”
“Continuamos com os beijos e as carícias, enquanto pouco a pouco Andressa ia me despindo. Primeiro ela abriu meu botão e abaixou meu shorts, depois, se pôs de joelhos, puxou minha calcinha de lado e começou a lamber a minha buceta. Eu segurava sua cabeça com minhas mãos e aproveitava o delicioso sexo oral. Novamente, o toque de seu piercing me causava arrepios. Aquilo estava tão bom que comecei a gemer. Andressa, atenta aos sinais, abaixou minha calcinha até o meio das coxas e se levantou. Disse para eu me virar de costas para ela e enquanto isso, procurava algo em sua bolsa.”
“Me virei, como ela pediu, mas fiquei espiando por cima do ombro, cheia de expectativas. Ela retirou da pequena bolsa um vibrador bullet. Com uma das mãos, segurou minha cabeça de lado, deixando meu pescoço livre para receber um chupão, e com a outra, levou o brinquedo até meu clitóris, iniciando uma masturbação apaixonada, me levando a um orgasmo intenso e prolongado.”
“Quase caí de joelhos. Andressa me amparou. Com a ajuda dela, me vesti novamente, demos outro beijo de língua e voltamos para a pista. Antes de retomar nossos lugares em frente ao palco, passamos pelo bar para pegar mais dois copos de chope.”
“O sexo oral me deixou tão extasiada que mal me lembro dos detalhes do show da Pitty, o último da noite. Tudo que me recordo é que, durante todo o espetáculo, eu e Andressa nos acariciamos e nos beijamos incontáveis vezes. Assim que o show acabou, confesso que tudo que eu queria era ir para a cama com ela. Eu estava encharcada de tesão. Corremos para o carro e de lá, para o motel.”
“Assim que Andressa estacionou na vaga da nossa suíte, voltamos a nos beijar. Eu sentia minha buceta pulsar e queria tirar a roupa alí mesmo, mas ela me conteve e disse para eu subir na frente, pois ela iria pegar as mochilas no porta-malas. Subi apressadamente as escadas, tirei toda a minha roupa e me deitei na cama, nua e de pernas abertas, toda entregue, à espera da nossa amiga.”
“Ela não demorou a chegar. Me direcionou um olhar de puro tesão quando me viu deitada à sua espera e, sem demora, se ajoelhou e caiu de boca em minha buceta. Andressa se deliciava no meio das minhas pernas, mas não se demorou muito. Logo interrompeu o oral para se pôr de pé. Permaneci deitada. Nosso olhar estava fixo nos olhos uma da outra.”
“Sensualmente, ela retirou a sua blusinha, revelando um delicioso par de seios, ornamentado com piercings nos mamilos. Na sequência, abaixou a calça jeans e o fio dental, ficando completamente nua. A visão do seu corpo nu me excitou ainda mais, as tatuagens marcavam em suas curvas uma beleza exótica, inebriante.”
“Eu esperava que ela viesse para cima de mim, mas ao contrário disso, ela se virou de costas e caminhou em direção à sua mochila. Aproveitei para me deliciar com a visão de sua bunda e inconscientemente, levei uma das mãos até minha buceta e comecei a me tocar lentamente.”
“Enquanto me masturbava, observei Andressa vestir uma cinta preta de couro, com encaixe para um pênis de borracha. Quando ela se virou, já estava pronta. O acessório a deixava ainda mais sexy, com um ar de mulher dominadora. Abri mais as minhas pernas e com os dedos separei os lábios da minha buceta, como num convite para que ela avançasse. E ela avançou. Num piscar de olhos, Andressa já estava em cima de mim, com seu caralho encostado na entrada da minha buceta. Ela me beijava, lambia, mordia e chupava. Eu, por outro lado, gemia e gritava de tesão.”
“Com firmes movimentos de quadril, ela me fodia com maestria, muito melhor do que muitos homens já haviam feito. Totalmente entregue, eu pedia mais e mais, implorava para ser penetrada. Em um dado momento, ela me colocou de quatro e começou a meter por trás. Ela mandava eu empinar minha bunda e socava forte, enquanto dava fortes tapas nas minhas nádegas.”
“Senti sua mão segurar meu cabelo em um rabo de cavalo improvisado e com um puxão forte, ela me possuiu por completo. Depois de uma sequência de vigorosas estocadas, Andressa se dobrou para frente, posicionando as unhas na base de meu pescoço deslizando e arranhando as minhas costas, até chegar em minha bunda. Aquilo me arrepiou toda e soltei um intenso gemido.”
“Com um forte tapa em uma das minhas nádegas, ela ordenou que eu me virasse e voltou a se posicionar em cima de mim. Retomou a foda em um ritmo constante, deixando seu peso cair sobre meu corpo, fazendo nossos mamilos roçarem uns nos outros e intensificando o atrito do meu clitóris no seu pinto de borracha. Revirei os olhos de tanto tesão e atingimos o ápice juntas, finalizando o sexo com um envolvente beijo ardente. Exausta, adormeci.”
“Quando abri os olhos, a luz do sol já invadia o quarto pelas frestas da persiana. Sentia um toque suave percorrer meu abdome. Eram as unhas de Andressa, que me acariciavam gentilmente, dançando em minha barriga, lentamente se dirigindo à região do prazer. Virei o olhar em direção à minha amante, que jazia completamente nua ao meu lado, observando minhas curvas com volúpia e sussurrando safadezas em meus ouvidos.”
“Fechei os olhos novamente e me deixei levar pelo toque suave das mãos de Andressa, que encontraram seu propósito quando a ponta de seus dedos chegaram ao meu clitóris. Com uma precisão que homem algum jamais conseguiria demonstrar, ela me fez gozar calmamente, prolongando a sensação de êxtase por longos segundos, até que meu corpo relaxasse por inteiro.”
“Totalmente realizada, foi minha vez de retribuir a gentileza à Andressa. Virei, me colocando de joelhos ao seu lado. Com uma das mãos segurei meus cabelos para o lado e me abaixei em direção ao seu rosto, dando um delicioso beijo de bom dia em sua boca. Passei uma das pernas por cima dela e iniciei um movimento de descida pelo seu corpo, beijando cada centímetro. Arranquei suspiros de Andressa quando minha boca encontrou os piercings em seus mamilos. Eu os lambia e mordiscava, incitada pelos gemidos abafados que aquela mulher me oferecia.”
“Segui o caminho até o meio de suas pernas, então a chupei com vontade. Podia sentir as mãos de Andressa acariciando meus cabelos e pressionando meu rosto em direção à sua buceta. Intercalando os movimentos da língua com uma sucção acentuada, senti os espasmos de seu corpo se intensificarem, transformando-se em vibrações que culminaram em um delicioso clímax. Andressa enrijeceu a musculatura das pernas e arqueou as costas, soltando um enérgico grito de prazer.”
CONTINUA...
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