Juras de amor! A grande depressão.
Parte 3
Caro Leitor! Logo após nossa chegada da loja, minha mãe saiu do carro e somente com sua voz com tom mais sério, me encarou e disse.
-Pegue as coisas do porta-malas e deixe na cozinha!
Encarei e disse ok!
A casa estava um silêncio quando levei os primeiros pacotes, Viviane do cômodo da sala me encarou nos olhos, com medo e receio...
Minha mãe mau deve a ter cumprimentado!
Passei direto para a cozinha e fui deixando as coisas, logo ouvi o chuveiro do quarto de mãe ligado e voltei ao carro para pegar o restante das coisas...
Viviane me encara com receio e me chama com o dedo indicador, eu digo depois a gente conversa e sigo para a garagem.
Pego as coisas e ela continua me encarando.
Afim de terminar logo essa tarefa, dou o total foco esquecendo do pedido de Viviane.
Volto novamente para organizar o carro e higieniza.
Quando saio da garagem, vou ao sentido do quintal, vou procurar uma toalha recém lavada para me banhar. Fazia bastante calor e o clima estava seco.
Quando volto ao meu quarto, vejo minha mãe destacando as sacolas em silêncio. Procurando organizar na mesa para o preparo.
Vou no meu quarto atrás de roupas limpas e banhar e me deparo com Viviane, me encarando e me perguntando o que eu falei para minha mãe.
Olhei nos olhos de Viviane e disse que era coisas de mãe e filho.
Eu a respondi e ela não gostou, disse que ela não me criou pra ser desse jeito.
Logo menti legal para Viviane ficar confortável e dar bobeira.
Estava jogando alto, apesar que minha mãe não merece passar por isso.
Acabei que tomei atitudes mau pensadas, me arrependi naquele mesmo momento em ter levado ao coração da minha mãe, tamanho desconforto.
Viviane sai do quarto e eu vou tomar meu banho!
Durante meu banho, percebo o clima que deixei dentro de casa...
Não sabia como contornar, então decidir deixar tudo de lado e conversar com minha mãe novamente. Mas como?
Viviane sempre conosco em casa, minha irmãs sao grudentas comigo!
Quando o assunto é privacidade, não sabemos o que é isso.
De todas as maneiras, a mesma estratégia será usada para contornar essa situação intensa e complicada.
Expus os dois traíras em casa e o clima ficou ruim! A culpa é minha e de todos os envolvidos. Procurei por óbvio ir na loja novamente em outra oportunidade, feriado regional.
O clima em casa ainda se manteve crítico. Qualquer respirada fora de orden, era motivo para "atenção dobrada". Por minha mãe.
Os dias foi passando nesse clima. Minha mãe até começou evitar Viviane.
E Viviane passou a me procurar mais para conversar.
Ficou me dando conselhos de que a devo tratar minha mãe com mais respeito e coisas do tipo.
Eu sabia que ela sabia que era mentira essa inverdade.
Foi batata, mas ela começou a reparar que era com ela esse clima estranho.
Já que eu puxava assunto com minha mãe e ela me tratava com o mesmo carinho de sempre.
Ela temendo pelo seu emprego e por pegar fama de traidora. Começou a se afastar do meu pai, quando ele chegava de suas viagens. Viviane nao dava mais bola. Minha mãe até foi se animando com essa situação!
Decidir não me envolver e deixar morrer o assunto.
Viviane começou a me perguntar sobre a conversa que tive com ela. Ela não queria deixar o assunto morrer, então, tive a certeza de que ela ja sabia que eu tinha contado o envolvimento dos dois.
Viviane não tem um estudo, mas é boa de pescar as coisas no ar.
Reparei quando ela começou a me medir em várias perguntas difíceis que acabava me enrolando ao respondê-la.
Avançando no tempo. ( nada de interessante ocorreu no tempo pulado),
Por um longo tempo de desconfiança dentro de casa, minha mãe começou a superar e interagir sem receios com Viviane.
Mas logo a pandemia se intensificou, Todos isolados dentro de casa. Um inferno total...
Viviane sem ter muito o que fazer em casa, foi para a casa do seus pais fora da cidade. Cuidar deles e organizar o que precisava por lá...
Meu pai ficou em casa todo santo dia, um suborno para ele sair. Eu até queria oferecer.
Minha mãe se afastou de maneira elegante do meu pai! Recusava todas suas investidas.
Quando meu pai colocava o headset no ouvido para jogar, e eu estava na cozinha. Mamãe me confidenciou que toda vez que olhava meu pai. Sentia vontade de chorar!
-Me acha bonita, meu filho? Mamãe é bonita? Mamãe é gostosa?
Ficava me perguntando todo dia a mesma coisa. Pegava com vontade uma banda da sua bunda grande e me falava.
-É gostoso esse bundão?
Eu só concordava, sem jeito de falar. Porque realmente era uma pergunta por sua baixa autoestima.
Mamãe é linda, mas do jeito que me fazia suas perguntas, parecia querer desmoronar.
Eu sempre fui respeitoso a todo limite com ela. Nunca nem toquei em seu corpo. Os abraços era de difícil penumbra, mamãe tinha seu carinho comigo, mas, bem afastado.
Somos mais amigos do que mãe e filho.
Com essa amizade que tínhamos, começamos a nos aproximar. Nos isolavamos do resto da família e começamos a conversar mais. Falar mau dos outros e até ajudar em suas entregas eu acompanhava.
Fiquei sem meu romance casual com minha ex ficante. Logo meu lado predador queria tomar posse do meu comportamento.
Por frações de segundos, ao me posicionar na lateral da minha mãe. Dentro da garagem, nos preparando para iniciar mais uma entrega.
Minha mão direita repousou sobre sua cintura fica e fui deslizando minha mão para a bunda.
Mamãe levanta seu rosto em direção aos meus olhos. Sorri e diz...
-Não provoca a mamãe! Isso não pode.
Sorriu de volta e beijo seu rosto!
E digo a ela. - Eu te amo, amor da minha vida!
Ela sorri e diz que me ama muito também.
Quando mamãe se aproxima para colocar seu rosto em meu ombro. Minhas mãos vai novamente em sua bunda.
Pego, aperto e puxo em minha direção.
Única reação da minha mãe, foi dizer.
-Uii , calma menino.
Meus olhos ficam acima do seu rosto e a beijo sua testa.
Por frações de segundos, mamãe brinca e diz.
Vamos logo fazer essas entregas. Antes que fique tarde!
Continua...