TERCEIRA PARTE
Na sexta-feira à tarde, eu e Grazi já havíamos arrumado o apartamento. Lembrei-me dos tempos de solteiro, quando eu levava as namoradas para noites memoráveis, ou mesmo fins de semana inteiros. O quarto era como o de um motel de luxo, posso dizer que tive muitos bons momentos, mas que não se comparavam com a felicidade de ter uma mulher linda, inteligente, gostosa e sensual como minha esposa. Naquele momento, cheguei a ter uma ponta de arrependimento por deixar que outro homem desfrutasse dela. E pensei seriamente em cancelar o encontro, mas agora já era tarde.
Já estávamos lá, e colocamos para tocar no aparelho de som uma seleção de Blues, bem sensual. Começamos a beber uma cerveja. Minha esposa estava com um vestidinho preto curto, sem nada por baixo, e havia depilado a bucetinha e o cuzinho, além de ter feito as unhas e arrumado o cabelo no salão de beleza.
- Você está maravilhosa, querida! Dá vontade de pegar você agora mesmo!
- Eu também estou bem tarada, amor. Mas vamos aguardar o Carlão.
Chegou a hora combinada, e ele não apareceu.
- Ele não mandou uma mensagem dizendo que viria?
- Não. Achei que estava tudo certo, ele confirmou anteontem.
- E depois, não mandou mais mensagens? Ele ficava dando em cima de você o tempo todo.
- Não, até estranhei.
Olhei para ela, mas não disse nada. Eu não queria que fosse ela a ficar indo atrás dele.
- Será que eu escrevo para ele, amor?
- Você é que sabe.
- Vou esperar mais um pouco. Se ele não aparecer nem escrever nada, é sinal que não era para acontecer mesmo.
Enquanto esperávamos, continuamos a beber mais um pouco, e ela resolveu dançar, rebolando sensualmente. Eu a tomei nos meus braços, e começamos a dançar lentamente. O clima era propício, e nos beijamos. Passei a acariciar suas costas, descendo lentamente, e não resisti , acariciei suas nádegas nuas, erguendo seu vestido.
Ela já estava excitada, e foi abrindo minha camisa, passando as mãos em meu peito, enquanto me beijava. Levantei o vestido dela, e ela terminou de tirá-lo, ficando totalmente nua. Minha esposa abriu o zíper de minha calça, expondo meu membro duro, e passou a beijá-lo, lambendo as bolas, e depois chupando.
Eu tirei o resto da minha roupa, peguei-a no colo, e a levei até a cama, colocando-a na beirada, abrindo-lhe as pernas, e passei a beijar e lamber sua bucetinha depilada, lisinha. Ela gemia de tesão. Fui lambendo seu clitóris, enquanto acariciava seu corpo, apertando suas nádegas. Ela, que já estava excitada inicialmente, atingiu o orgasmo em poucos minutos, apertando minha cabeça entre suas coxas. Continuei lambendo, ela atingiu o clímax mais duas vezes. Grazi suspirava e gemia.
- Vem...Vem...ahn...
O corpo dela estremecia, e eu continuei a chupar sua bucetinha.
Nesse momento, ouvimos um ruído. Devagar, levantei a cabeça. Quando me virei, levei um susto. Carlão estava na porta do quarto, já pelado, e com a mão no seu cacete, ele estava se masturbando enquanto assistia a cena.
- Carlão! Como você entrou?
- Eu cheguei atrasado por causa do trânsito, o centro da cidade fica congestionado neste horário.
- Mas e a campainha?
- Vocês me deram a senha do porteiro eletrônico, e a porta da frente estava destrancada.
- Querida, você podia ter me dito que passou ...
- Ahn?...O que?
Ela estava torporosa pelos orgasmos, e só então percebeu o amigo pelado perto dela.
- Você podia ter me dito que havia dado a senha a ele.
- Ahn...ah... eu... ehm...achei que você tivesse lido a mensagem.
Era verdade. Depois que tudo estava combinado, não fiquei olhando o celular dela.
Então, estávamos ali. Grazi, pelada na beira da cama com as pernas abertas, logo após ter gozado, eu ajoelhado na frente dela, e o Carlão, peladão, segurando seu cacete, que era mais longo que o meu, porém mais fino.
O amigo de minha esposa se aproximou e se sentou ao lado dela.
- Bom, já que vocês começaram antes de mim, podemos ir direto ao ponto.
Grazi levantou-se devagar, e deu um beijo no rosto dele.
- Não... o combinado era comermos a pizza e tomarmos umas cervejas.
Carlão acariciou os seios dela.
- Ah, benzinho, a gente podia aproveitar agora...
- Ahn...não. Vamos até a sala, estou com fome.
Embora excitada, ela estava decidida a controlar a situação. Foi até a cozinha, ainda nua, e colocou a pizza na mesa da sala. Já havia cerveja e taças. Então, sentamo-nos nas cadeiras, pelados mesmo, ela no meio dos dois.
Começamos a comer, tomando cerveja, e ela puxou a conversa:
- Acho que não foi bem como planejamos, mas pelo menos o gelo foi quebrado.
- É, eu não esperava chegar e ver você peladinha desse jeito. Mais linda, gostosa e sensual do que eu lembrava.
Esse “do que eu lembrava” me deixou irritado e enciumado.
- Como assim? Perguntei.
Grazi respondeu:
- Nos tempos de colégio, costumávamos ir à praia em grupo, não é mesmo, Carlão?
- Uhm...ah...é isso mesmo. As meninas iam de biquini fio dental, você sabe como era nesse tempo.
- Ah, entendi.
Mas fiquei com a pulga atrás da orelha. Não me pareceu que ele tivesse se referido à praia. Será que ele já havia visto a Grazi nua antes?
Continuamos a conversar. No aparelho de som, ainda tocava um Blues.
- É o B.B. King, não é?
- Não, é o Buster Benton, “Dangerous Woman”.
Carlão retrucou:
- Perigosa, hem? Acho que você fez isso de propósito, já estar pelada quando cheguei,e prontinha para me dar o seu cuzinho.
- Calma, rapaz – falei.
- Ora, não vamos nos enganar aqui. Vocês são liberais, e a Grazi está doidinha para trepar comigo. Já me deu a senha da portaria para eu ir entrando direto. E deixou a porta destrancada de propósito.
- É verdade, querida?
- Ahn...eu achei que você tinha fechado a porta. Mas não adianta discutir por causa disso. Vamos dançar um pouco.
Grazi pegou minha mão, e me puxou para o centro da sala, dançando lentamente e me beijando. Mas fez um sinal para o Carlão se aproximar.
Ele foi por trás dela, e começou a beijar sua nuca e o pescoço.
- Ahn...que bom...
Vi que ele também apertava as nádegas de minha esposa, provavelmente esfregando seu membro entre elas.
Ela suspirava, e também apertava minha bunda. Passei a acariciar a bucetinha dela, e ficamos ali, os três, dançando, ela a gemer e suspirar, até que, com minhas carícias em seu clitóris e o cacete do Carlão no meio de suas nádegas, atingiu o clímax mais uma vez.
Devagar, fui conduzindo-a até a cama novamente, e ela se deitou, comigo na frente dela, e o Carlão atrás. Ele resmungou no ouvido de minha mulher:
- Achei que eu iria comer você e seu marido só ia olhar.
- Quem mandou chegar atrasado?
Ele continuou acariciando os seios dela, e beijando-lhe o pescoço e a nuca. Depois, desceu a mão até a bundinha dela.
- E esse cuzinho lindo?
Ela riu. Ele foi beijando as costas dela, descendo até a bundinha. Abriu as nádegas e beijou o anelzinho dela, enfiando a língua.
- Aaiii Carlão, que língua gostosa.
Ele continuou lambendo o cuzinho e mordiscando a bundinha dela. Grazi gemia...
- Ahn...aiii...continua.
Enquanto isso, eu a beijava na boca e acariciava sua bucetinha. Passei a esfregar meu membro ereto em seu clitóris.
Ela estremeceu, e gozou novamente, com um gemido forte:
- Ahnnnnn....aiiii....
Nisso, Carlão soltou esta:
- Goza, minha gostosa! Estava com saudade?
Minha esposa ainda estava tremendo, em um orgasmo prolongado. Eu não quis cortar o clima, mas agora estava claro que já havia rolado alguma coisa entre ela e esse amigo do colégio.
Carlão aproveitou, esticou o braço e pegou um preservativo que já havíamos deixado na cama, bem como um lubrificante, e foi passando no cuzinho de minha esposa. Ela gemia:
Ahn....ahn...
Ele foi encostando a cabeça do seu membro no anelzinho dela e foi introduzindo devagar.
- Ai meu cuzinho... Ai Carlão...devagar...
- Era isso que você queria, Grazi? Meu cacete dentro do seu cu? Está sentindo ele entrando?
- Ai Carlão....ai...ai...
Ele enfiou vagarosamente aquele cacete fino e comprido até o fundo, depois passou a bombar, devagar no início, depois mais rapidamente.
Ai Carlão... ahn...ai...ai...
- Está doendo, minha putinha ?
- Não, está gostoso... continua...continua...
- Você gosta de dar a bunda, não é mesmo?
- Gosto...gosto...continua...
- De quem é esse cuzinho, meu benzinho?
- Ahn...
- Diz logo, se não eu paro. De quem é esse cuzinho?
- Não para...não para...é seu, Carlão. AAAAHHHHH....
Minha esposa atingiu o clímax novamente, acho que nunca havia tido tantos orgasmos em uma sessão de sexo antes. Ela continuou me beijando, e cravou as unhas nas minhas costas, num orgasmo muito forte.
- Aaaahhhhhh!!!! Estou gozando de novo!
Carlão continuava bombando no cuzinho dela, ela endurecia o corpo e depois tremia inteira, com as unhas nas minhas costas. Tive que me controlar para não gritar de dor.
Ela estremeceu longamente, depois desfaleceu, abraçada em mim, com Carlão a segurando por trás.
Ele retirou o preservativo e se masturbou, soltando jatos de porra nas nádegas e nas costas de minha mulher.
- Que putinha gostosa você tem, amigo! Que cuzinho delicioso!
Fiquei sem ter o que dizer. Não quis criar um clima pesado naquele momento. Mas ele estava muito cheio de si, chamando-a de putinha, benzinho, fez ela dizer que o cuzinho era dele.
Ele se levantou, foi ao banheiro urinar. Enquanto isso, Grazi abriu os olhos. Perguntei:
- O que foi isso, querida? Que cara mais folgado...
- Ahnnn... como assim? Folgado de que jeito?
- Chamou você de putinha, benzinho, e você disse que seu cuzinho era dele.
- Amor...nem reparei...foi no calor do momento. Falei sem pensar, estava gozando forte.
- Diga a verdade. Você e ele já treparam antes.
Nisso, o amigo dela voltou.
- Agora quero essa bucetinha. Vem cá.
- Não, Carlão. Preciso tomar um banho, estou toda melada, você esporrou em mim.
Ele foi segurá-la, mas ela se levantou e foi ao banheiro. Ouvi o barulho do chuveiro.
Fui atrás dela, entrei junto no chuveiro. Ela estava séria, parecia nervosa.
- O que foi?
- Amor, não é o que você está pensando. Eu não trepei com ele no colégio.
- Então, o que foi?
- Depois eu conto. Agora, vou falar com ele.
Ela se enxugou, e saiu enrolada na toalha.
- Carlão, foi muito gostoso, mas agora você precisa ir.
- Péra aí, Grazi, nem começamos!
- Começamos sim. Você queria comer meu cu, e conseguiu. Agora quero ficar sozinha com meu marido.
- Puta sacanagem! Olha aqui, meu cacete ainda está duro, querendo sua buceta!
- Então vamos resolver isso.
Ela deixou cair a toalha, ficando totalmente nua, e se ajoelhou, segurando no membro dele. Começou a lamber a cabeça, fazendo movimentos circulares com a língua. Depois , lambeu as bolas dele longamente, e passou a língua por toda a extensão do cacete fino e comprido. A seguir, abocanhou-o e passou a chupá-lo, cravando as unhas nas nádegas de Carlão. Ele endureceu o corpo e ejaculou na boquinha dela, que engoliu tudo.
- Pronto, Carlão, agora você já gozou de novo.
- Mas e sua bucetinha?
- Essa eu não dou. Só para o meu marido.
- Você continua a mesma. Não mudou nada.
- Mudei sim, porque você nunca conseguiu me comer antes. Mas você sempre quis tudo, e todas, precisa aprender que não vai ter sempre tudo o que quiser.
- Entendi. É a letra dos Stones.
-“You can´t always get what you want”.
- E quando vamos continuar, gata?
- Não vamos. Foi bom, mas paramos por aqui.
- Ah, isso eu não aceito. Você deu, agora quero sempre.
- Não vai ter. E você vai ser bem discreto, não vai jamais contar para ninguém, ou eu vou contar aquele seu segredo.
- Ah, isso é jogo sujo, Grazi!
- Ainda não contei ao Heitor, mas posso contar agorinha mesmo.
- Não. Tudo bem. Só vou me vestir, e já vou indo.
Carlão se vestiu, despediu-se discretamente, e foi embora, com uma expressão estranha.
- Querida, o que aconteceu?
- Nada...eu só queria dar o cuzinho mesmo. E ele ainda ganhou uma boquete de lambuja.
- E qual era o tal segredo, que deixou ele tão assustado? E aquilo que conversamos no banheiro?
- Calma, amor. Como eu falei, não transei com o Carlão no colégio. Mas quase aconteceu.
- E como foi?
CONTINUA
