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Minha Esposa e o Amigo Dela - 3

Categoria: Grupal
Contém 2038 palavras
Data: 26/08/2026 16:02:17

TERCEIRA PARTE

Na sexta-feira à tarde, eu e Grazi já havíamos arrumado o apartamento. Lembrei-me dos tempos de solteiro, quando eu levava as namoradas para noites memoráveis, ou mesmo fins de semana inteiros. O quarto era como o de um motel de luxo, posso dizer que tive muitos bons momentos, mas que não se comparavam com a felicidade de ter uma mulher linda, inteligente, gostosa e sensual como minha esposa. Naquele momento, cheguei a ter uma ponta de arrependimento por deixar que outro homem desfrutasse dela. E pensei seriamente em cancelar o encontro, mas agora já era tarde.

Já estávamos lá, e colocamos para tocar no aparelho de som uma seleção de Blues, bem sensual. Começamos a beber uma cerveja. Minha esposa estava com um vestidinho preto curto, sem nada por baixo, e havia depilado a bucetinha e o cuzinho, além de ter feito as unhas e arrumado o cabelo no salão de beleza.

- Você está maravilhosa, querida! Dá vontade de pegar você agora mesmo!

- Eu também estou bem tarada, amor. Mas vamos aguardar o Carlão.

Chegou a hora combinada, e ele não apareceu.

- Ele não mandou uma mensagem dizendo que viria?

- Não. Achei que estava tudo certo, ele confirmou anteontem.

- E depois, não mandou mais mensagens? Ele ficava dando em cima de você o tempo todo.

- Não, até estranhei.

Olhei para ela, mas não disse nada. Eu não queria que fosse ela a ficar indo atrás dele.

- Será que eu escrevo para ele, amor?

- Você é que sabe.

- Vou esperar mais um pouco. Se ele não aparecer nem escrever nada, é sinal que não era para acontecer mesmo.

Enquanto esperávamos, continuamos a beber mais um pouco, e ela resolveu dançar, rebolando sensualmente. Eu a tomei nos meus braços, e começamos a dançar lentamente. O clima era propício, e nos beijamos. Passei a acariciar suas costas, descendo lentamente, e não resisti , acariciei suas nádegas nuas, erguendo seu vestido.

Ela já estava excitada, e foi abrindo minha camisa, passando as mãos em meu peito, enquanto me beijava. Levantei o vestido dela, e ela terminou de tirá-lo, ficando totalmente nua. Minha esposa abriu o zíper de minha calça, expondo meu membro duro, e passou a beijá-lo, lambendo as bolas, e depois chupando.

Eu tirei o resto da minha roupa, peguei-a no colo, e a levei até a cama, colocando-a na beirada, abrindo-lhe as pernas, e passei a beijar e lamber sua bucetinha depilada, lisinha. Ela gemia de tesão. Fui lambendo seu clitóris, enquanto acariciava seu corpo, apertando suas nádegas. Ela, que já estava excitada inicialmente, atingiu o orgasmo em poucos minutos, apertando minha cabeça entre suas coxas. Continuei lambendo, ela atingiu o clímax mais duas vezes. Grazi suspirava e gemia.

- Vem...Vem...ahn...

O corpo dela estremecia, e eu continuei a chupar sua bucetinha.

Nesse momento, ouvimos um ruído. Devagar, levantei a cabeça. Quando me virei, levei um susto. Carlão estava na porta do quarto, já pelado, e com a mão no seu cacete, ele estava se masturbando enquanto assistia a cena.

- Carlão! Como você entrou?

- Eu cheguei atrasado por causa do trânsito, o centro da cidade fica congestionado neste horário.

- Mas e a campainha?

- Vocês me deram a senha do porteiro eletrônico, e a porta da frente estava destrancada.

- Querida, você podia ter me dito que passou ...

- Ahn?...O que?

Ela estava torporosa pelos orgasmos, e só então percebeu o amigo pelado perto dela.

- Você podia ter me dito que havia dado a senha a ele.

- Ahn...ah... eu... ehm...achei que você tivesse lido a mensagem.

Era verdade. Depois que tudo estava combinado, não fiquei olhando o celular dela.

Então, estávamos ali. Grazi, pelada na beira da cama com as pernas abertas, logo após ter gozado, eu ajoelhado na frente dela, e o Carlão, peladão, segurando seu cacete, que era mais longo que o meu, porém mais fino.

O amigo de minha esposa se aproximou e se sentou ao lado dela.

- Bom, já que vocês começaram antes de mim, podemos ir direto ao ponto.

Grazi levantou-se devagar, e deu um beijo no rosto dele.

- Não... o combinado era comermos a pizza e tomarmos umas cervejas.

Carlão acariciou os seios dela.

- Ah, benzinho, a gente podia aproveitar agora...

- Ahn...não. Vamos até a sala, estou com fome.

Embora excitada, ela estava decidida a controlar a situação. Foi até a cozinha, ainda nua, e colocou a pizza na mesa da sala. Já havia cerveja e taças. Então, sentamo-nos nas cadeiras, pelados mesmo, ela no meio dos dois.

Começamos a comer, tomando cerveja, e ela puxou a conversa:

- Acho que não foi bem como planejamos, mas pelo menos o gelo foi quebrado.

- É, eu não esperava chegar e ver você peladinha desse jeito. Mais linda, gostosa e sensual do que eu lembrava.

Esse “do que eu lembrava” me deixou irritado e enciumado.

- Como assim? Perguntei.

Grazi respondeu:

- Nos tempos de colégio, costumávamos ir à praia em grupo, não é mesmo, Carlão?

- Uhm...ah...é isso mesmo. As meninas iam de biquini fio dental, você sabe como era nesse tempo.

- Ah, entendi.

Mas fiquei com a pulga atrás da orelha. Não me pareceu que ele tivesse se referido à praia. Será que ele já havia visto a Grazi nua antes?

Continuamos a conversar. No aparelho de som, ainda tocava um Blues.

- É o B.B. King, não é?

- Não, é o Buster Benton, “Dangerous Woman”.

Carlão retrucou:

- Perigosa, hem? Acho que você fez isso de propósito, já estar pelada quando cheguei,e prontinha para me dar o seu cuzinho.

- Calma, rapaz – falei.

- Ora, não vamos nos enganar aqui. Vocês são liberais, e a Grazi está doidinha para trepar comigo. Já me deu a senha da portaria para eu ir entrando direto. E deixou a porta destrancada de propósito.

- É verdade, querida?

- Ahn...eu achei que você tinha fechado a porta. Mas não adianta discutir por causa disso. Vamos dançar um pouco.

Grazi pegou minha mão, e me puxou para o centro da sala, dançando lentamente e me beijando. Mas fez um sinal para o Carlão se aproximar.

Ele foi por trás dela, e começou a beijar sua nuca e o pescoço.

- Ahn...que bom...

Vi que ele também apertava as nádegas de minha esposa, provavelmente esfregando seu membro entre elas.

Ela suspirava, e também apertava minha bunda. Passei a acariciar a bucetinha dela, e ficamos ali, os três, dançando, ela a gemer e suspirar, até que, com minhas carícias em seu clitóris e o cacete do Carlão no meio de suas nádegas, atingiu o clímax mais uma vez.

Devagar, fui conduzindo-a até a cama novamente, e ela se deitou, comigo na frente dela, e o Carlão atrás. Ele resmungou no ouvido de minha mulher:

- Achei que eu iria comer você e seu marido só ia olhar.

- Quem mandou chegar atrasado?

Ele continuou acariciando os seios dela, e beijando-lhe o pescoço e a nuca. Depois, desceu a mão até a bundinha dela.

- E esse cuzinho lindo?

Ela riu. Ele foi beijando as costas dela, descendo até a bundinha. Abriu as nádegas e beijou o anelzinho dela, enfiando a língua.

- Aaiii Carlão, que língua gostosa.

Ele continuou lambendo o cuzinho e mordiscando a bundinha dela. Grazi gemia...

- Ahn...aiii...continua.

Enquanto isso, eu a beijava na boca e acariciava sua bucetinha. Passei a esfregar meu membro ereto em seu clitóris.

Ela estremeceu, e gozou novamente, com um gemido forte:

- Ahnnnnn....aiiii....

Nisso, Carlão soltou esta:

- Goza, minha gostosa! Estava com saudade?

Minha esposa ainda estava tremendo, em um orgasmo prolongado. Eu não quis cortar o clima, mas agora estava claro que já havia rolado alguma coisa entre ela e esse amigo do colégio.

Carlão aproveitou, esticou o braço e pegou um preservativo que já havíamos deixado na cama, bem como um lubrificante, e foi passando no cuzinho de minha esposa. Ela gemia:

Ahn....ahn...

Ele foi encostando a cabeça do seu membro no anelzinho dela e foi introduzindo devagar.

- Ai meu cuzinho... Ai Carlão...devagar...

- Era isso que você queria, Grazi? Meu cacete dentro do seu cu? Está sentindo ele entrando?

- Ai Carlão....ai...ai...

Ele enfiou vagarosamente aquele cacete fino e comprido até o fundo, depois passou a bombar, devagar no início, depois mais rapidamente.

Ai Carlão... ahn...ai...ai...

- Está doendo, minha putinha ?

- Não, está gostoso... continua...continua...

- Você gosta de dar a bunda, não é mesmo?

- Gosto...gosto...continua...

- De quem é esse cuzinho, meu benzinho?

- Ahn...

- Diz logo, se não eu paro. De quem é esse cuzinho?

- Não para...não para...é seu, Carlão. AAAAHHHHH....

Minha esposa atingiu o clímax novamente, acho que nunca havia tido tantos orgasmos em uma sessão de sexo antes. Ela continuou me beijando, e cravou as unhas nas minhas costas, num orgasmo muito forte.

- Aaaahhhhhh!!!! Estou gozando de novo!

Carlão continuava bombando no cuzinho dela, ela endurecia o corpo e depois tremia inteira, com as unhas nas minhas costas. Tive que me controlar para não gritar de dor.

Ela estremeceu longamente, depois desfaleceu, abraçada em mim, com Carlão a segurando por trás.

Ele retirou o preservativo e se masturbou, soltando jatos de porra nas nádegas e nas costas de minha mulher.

- Que putinha gostosa você tem, amigo! Que cuzinho delicioso!

Fiquei sem ter o que dizer. Não quis criar um clima pesado naquele momento. Mas ele estava muito cheio de si, chamando-a de putinha, benzinho, fez ela dizer que o cuzinho era dele.

Ele se levantou, foi ao banheiro urinar. Enquanto isso, Grazi abriu os olhos. Perguntei:

- O que foi isso, querida? Que cara mais folgado...

- Ahnnn... como assim? Folgado de que jeito?

- Chamou você de putinha, benzinho, e você disse que seu cuzinho era dele.

- Amor...nem reparei...foi no calor do momento. Falei sem pensar, estava gozando forte.

- Diga a verdade. Você e ele já treparam antes.

Nisso, o amigo dela voltou.

- Agora quero essa bucetinha. Vem cá.

- Não, Carlão. Preciso tomar um banho, estou toda melada, você esporrou em mim.

Ele foi segurá-la, mas ela se levantou e foi ao banheiro. Ouvi o barulho do chuveiro.

Fui atrás dela, entrei junto no chuveiro. Ela estava séria, parecia nervosa.

- O que foi?

- Amor, não é o que você está pensando. Eu não trepei com ele no colégio.

- Então, o que foi?

- Depois eu conto. Agora, vou falar com ele.

Ela se enxugou, e saiu enrolada na toalha.

- Carlão, foi muito gostoso, mas agora você precisa ir.

- Péra aí, Grazi, nem começamos!

- Começamos sim. Você queria comer meu cu, e conseguiu. Agora quero ficar sozinha com meu marido.

- Puta sacanagem! Olha aqui, meu cacete ainda está duro, querendo sua buceta!

- Então vamos resolver isso.

Ela deixou cair a toalha, ficando totalmente nua, e se ajoelhou, segurando no membro dele. Começou a lamber a cabeça, fazendo movimentos circulares com a língua. Depois , lambeu as bolas dele longamente, e passou a língua por toda a extensão do cacete fino e comprido. A seguir, abocanhou-o e passou a chupá-lo, cravando as unhas nas nádegas de Carlão. Ele endureceu o corpo e ejaculou na boquinha dela, que engoliu tudo.

- Pronto, Carlão, agora você já gozou de novo.

- Mas e sua bucetinha?

- Essa eu não dou. Só para o meu marido.

- Você continua a mesma. Não mudou nada.

- Mudei sim, porque você nunca conseguiu me comer antes. Mas você sempre quis tudo, e todas, precisa aprender que não vai ter sempre tudo o que quiser.

- Entendi. É a letra dos Stones.

-“You can´t always get what you want”.

- E quando vamos continuar, gata?

- Não vamos. Foi bom, mas paramos por aqui.

- Ah, isso eu não aceito. Você deu, agora quero sempre.

- Não vai ter. E você vai ser bem discreto, não vai jamais contar para ninguém, ou eu vou contar aquele seu segredo.

- Ah, isso é jogo sujo, Grazi!

- Ainda não contei ao Heitor, mas posso contar agorinha mesmo.

- Não. Tudo bem. Só vou me vestir, e já vou indo.

Carlão se vestiu, despediu-se discretamente, e foi embora, com uma expressão estranha.

- Querida, o que aconteceu?

- Nada...eu só queria dar o cuzinho mesmo. E ele ainda ganhou uma boquete de lambuja.

- E qual era o tal segredo, que deixou ele tão assustado? E aquilo que conversamos no banheiro?

- Calma, amor. Como eu falei, não transei com o Carlão no colégio. Mas quase aconteceu.

- E como foi?

CONTINUA

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Foto de perfil de P.G.WolffP.G.WolffContos: 236Seguidores: 276Seguindo: 7Mensagem Escritor e ilustrador erótico, com mais de duzentos contos publicados neste site. Livros publicados "A Irmandade Secreta do Sexo" e "Regina e a Irmandade Secreta".

Comentários

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O conto é legal e diferente.

Mas achei esse capitulo muito acelerado, Carlao conseguiu o mais dificil de forma muito rápida. Poderia ter ido com mais calma, mais sensualidade, troca de olhares, beijos, pegada e etc.

Agora esse capitulo me fez desconfiar da esposa, ou ela é parceira, sincera e esta junto ou uma hora a coisa vai azedar entre os dois.

Sinceridade entre o casal é tudo

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Osorio, cada pessoa age de forma diferente. Talvez o atraso do Carlão tenha mudado os planos da Grazi, ou talvez ela tenha planejado exatamente daquele jeito, para evitar demoras, já que ela estava excitada e queria trepar.

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Entendo...

Mas mesmo assim, ela liberou o precioso muito fácil.

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Estou com pena do marido... e o cara estava achando que a mulher era sincera...

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Eu não estou com pena. Afinal, foi ele que começou, ao revelar seu fetiche de vê-la com outro. Ela só aproveitou.

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Conto muito bem escrito e diferente de todos os outros que já li parabéns ao autor agora ansiosa pra saber até aonde o esposo vai embarcar na da esposa e mais quantas coisas ela escondia dele

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Aí entra uma questão interessante: no conto, o Heitor disse que costumava fazer surubas naquele mesmo apartamento, quando era solteiro. Em minha opinião, ela tinha exatamente o mesmo direito que ele. Se ela fez ou não, só acompanhando os contos.

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A Grazi é mesmo algo muito the flash... Mulher "ligeira" demais. Pobre do Heitor, só fica sabendo dos B.O. quando já estão dando baixa na mesa do delegado. Mas a história, além de ser maravilhosamente escrita, é completamente diferente de tudo que eu já li, e isso tem um valor incrível. Adorei. Quero mais. Afinal, temos que saber mais um segredo dessa mulher cheia das artimanhas. Heitor casou com uma e está descobrindo outra. Me lembrei de um ditado machista da minha juventude: "Banheiro de Rodoviária, Cozinha de Restaurante e Passado de Mulher, é melhor nunca conhecer."

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Parabéns Leon vc pegou um conto onde o marido era corno e conseguiu tornar ele mais corno ainda vc e essa sua mania de sempre diminuir os maridos

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R@faela, eu não tenho mania. Eu aprendi, ao longo da vida, que a grande maioria dos homens, é sempre dominado, influenciado, e comandado pela mulher. São poucos os que fogem disso. As mulheres, na sua grande maioria, são mais inteligentes, mais competentes, mais rápidas, mais espertas, mais hábeis, mais muita coisa, do que a maioria dos homens, e quando a gente aprende isso, fruto da longa vivência, e aprendizado na real, e não na ficção, sabemos exatamente onde fica o final ou o começo do arco-íris. Eu não diminuo marido nenhum. Se você retirar esse seu óculos preconceituoso e machista pelo qual vê a sociedade, verá que eu apenas disse que a Grazi é muito esperta, e que o marido anda alguns degraus atrás dela descobrindo o caminho depois que ela já passou. Mas, você, sempre terá uma "pinimba" comigo, justamente porque eu toco no ponto exato onde lhe incomoda. Pronto, falei.

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R@faela, você, tendo como nome de mulher no perfil, deveria valorizar mais as esposas do que os maridos. Mas seu jeito de escrever me leva a suspeitar que você seja um marido revoltado com os contos onde a mulher se sobressai.

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Obrigado pelo comentário, Leon. O Heitor também tinha o seu passado, por que ela não poderia ter? Embora tenha casado virgem da perereca, nada impede que ela e outros tenham aproveitado as "outras partes", hehe.

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