Eu dirigia o Corolla com calma pela rua ainda vazia da manhã. Ao meu lado, Pamela estava linda de um jeito simples e provocante ao mesmo tempo. A calça jeans justa marcava o quadril e o bumbum a cada pequeno movimento, a blusa de seda sem sutiã deixava os seios pesados balançarem levemente sob o tecido fino, e por cima ela usava um suéter aberto por causa do frescor da manhã. O cabelo loiro solto caía pelas costas, os olhos verdes ainda meio sonolentos. No colo, a pasta com as aulas de matemática já organizadas.
Paramos na rua onde ela pegaria a fantasia. Uma mulher lhe entregou um pacote discreto. Pamela agradeceu e voltamos para o carro. Seguimos até a escola.
A chegada foi tranquila. Do lado de fora, os alunos ainda não estavam fantasiados. Teriam dois horários de aula normais e só no período anterior ao intervalo se trocariam para as fantasias. Entramos. A escola estava mais arrumada que o normal: algumas faixas, enfeites improvisados e o pátio já preparado para a festa.
O sinal das sete horas tocou. Segui para a quadra. No caminho vi Kelly e Melissa se separando. Kelly seguiu por outro corredor. Melissa veio direto para a quadra e, sem dizer nada, se sentou ao meu lado.
Passei os primeiros minutos da aula orientando os alunos no basquete: posicionamento, passes e arremessos básicos. Depois deixei o jogo rolar por conta própria e fui me sentar na arquibancada. Melissa se aproximou logo em seguida.
— Professor, posso ficar aqui? O terceiro ano está fazendo prova de recuperação e eu fui uma das poucas que não ficou de recuperação.
— Claro, Melissa. Fica o tempo que quiser.
A aula seguiu. Os dois ficamos conversando na arquibancada enquanto o jogo acontecia lá embaixo. Falamos sobre a escola, sobre como as notas do terceiro ano estavam baixas, sobre a pressão das recuperações e o quanto ela se cobrava para manter as médias altas. Melissa falava baixo, educada, os olhos claros brilhando a cada vez que eu prestava atenção nela. Estava linda: cabelo loiro semi-preso, uniforme impecável que mesmo assim não escondia o corpo de cavalinha, a pele clara, o jeito contido. Em determinado momento ela tocou meu braço com as unhas de gel, um contato leve e demorado. Meu pau endureceu na hora.
Quando o sinal tocou e a turma se dispersou, Melissa se aproximou mais.
— Você vai ficar na quadra sozinho, Renato?
— Não. Tenho horário livre agora.
Ela não saiu. Ficou me ajudando a recolher bolas e cones. De repente me pegou pelo braço, o rosto sério.
— Professor… eu tenho que te contar uma coisa.
Antes que eu perguntasse o que era, ela se inclinou e me beijou. A boca macia, o beijo hesitante e ao mesmo tempo determinado. Empurre-a na direção do banheiro da quadra, entrei com ela e fechei a porta. Os beijos se intensificaram ali dentro, mãos explorando, respiração ofegante. Ela sussurrou contra minha boca:
— Eu sou religiosa… e virgem, professor…
Beijei o pescoço dela, sentindo o arrepio. Melissa então se ajoelhou na minha frente e abriu minha calça.
Melissa olhou para cima, ainda ajoelhada, e falou baixo, a voz rouca de tesão:
— Vou te dar uma chupada, gato…
Os dois já estávamos ofegantes. Ela puxou meu pau para fora da calça — duro, latejando — e passou a língua devagar pela glande, lambendo o pré-gozo que já escorria. Depois abriu a boca e engoliu a cabeça, chupando com pressão, a língua girando em volta. Desceu mais, molhando o pau inteiro de saliva, subindo e descendo com ritmo cada vez mais rápido. A mão direita masturbava a base enquanto a boca trabalhava a cabeça e o tronco. Olhava para mim de vez em quando, os olhos claros marejados, a boca esticada em volta do meu pau.
Comecei a gemer baixo, a mão no cabelo loiro dela, guiando o movimento sem forçar. Melissa chupava com vontade, fazendo barulho molhado, saliva escorrendo pelo queixo e caindo no chão do banheiro. Acelerou, engolindo quase até o fundo, engasgando de leve e continuando mesmo assim. A sensação era quente, apertada, molhada demais.
Não aguentei muito tempo. Senti os ovos retesarem.
— Vou gozar…
Ela não tirou a boca. Continuou chupando fundo quando eu gozei. O pau latejou forte, despejando tudo na garganta dela. Melissa engoliu o que pôde, um pouco de porra escorrendo pelo canto da boca. Ficou ajoelhada mais alguns segundos, limpando os lábios com o dedo e chupando o resto.
Depois se levantou rápido, se ajeitou e saiu do banheiro quase correndo, o rosto ainda vermelho.
Fiquei ali sem fôlego, o pau ainda semi-duro, o coração batendo forte. Me arrumei o mais rápido que consegui e saí.
Thiago estava encostado na parede do lado de fora, sorrindo de orelha a orelha.
— Comeu ela, cara?
Ele não esperou resposta. Só deu de ombros e saiu andando, ainda sorrindo.
A terceira aula já estava para começar, mas ninguém parecia se importar. Eu atravessava o pátio ainda com o pau semi-duro por causa do boquete que Melissa tinha acabado de me dar no banheiro da quadra. O cheiro dela ainda estava na minha mente.
O ambiente da escola tinha mudado completamente. O pátio estava tomado por alunos se trocando, rindo alto, ajustando fantasias improvisadas. Tinha confete no chão, faixas coloridas penduradas de qualquer jeito, caixas de som tocando funk baixo e o cheiro de cerveja e maconha já pairando no ar quente da manhã. Alguns professores tentavam manter a ordem, mas era inútil. O Carnaval da escola tinha começado mais cedo.
Foi então que vi Kelly. Estava fantasiada de enfermeira de um jeito extremamente safado: vestido branco curtíssimo que mal cobria o bumbum, decote profundo mostrando quase todo o peito, meia-arrastão preta até a coxa, um estetoscópio falso no pescoço e o cabelo solto. O piercing do umbigo brilhava e as tatuagens apareciam. Ela me viu e sorriu daquele jeito provocante de sempre.
Arthur estava sem camisa, o corpo atlético e forte à mostra, short leve e chinelo. Segurava uma lata de cerveja numa mão e um baseado na outra, fumando sem nenhum pudor. Thiago ao lado dele, também sem camisa, short curto, segurando a cintura de Melissa.
Melissa estava de cropped curto e short jeans bem justo, o corpo de cavalinha em evidência, a barriga de fora, o cabelo loiro solto. Quando me avistou, deu um sorriso discreto, quase tímido, mas os olhos claros brilharam por um segundo.
Os quatro estavam no meio do pátio ajudando (ou fingindo ajudar) os outros alunos a terminarem de arrumar as mesas e o espaço da festa. Mas eu quase não prestava atenção neles.
Minha cabeça só pensava numa coisa: qual seria a fantasia de Pamela. Eu ainda não a tinha visto. E a ansiedade misturada com ciúme e tesão me deixava inquieto enquanto caminhava pelo pátio lotado.
Depois que todo mundo terminou de se arrumar e ajudou a colocar as últimas mesas e caixas de som no lugar, o Carnaval da escola finalmente começou de verdade.
O volume do som subiu de uma vez. O pátio virou uma bagunça gostosa: funk alto ecoando nas paredes descascadas, alunos gritando, se empurrando, se agarrando sem nenhum pudor. Meninas rebolando de shortinho e cropped, se exibindo, alguns casais já se beijando no meio da multidão, cheiro de cerveja, suor e maconha misturado no ar quente. Professores e funcionários que no começo tentavam manter a postura logo entraram no clima, rindo e balançando o corpo.
Um funk pesado começou a tocar. Kelly apareceu bem perto de mim e começou a rebolar na minha frente, o vestido de enfermeira subindo a cada movimento, o bumbum desenhando círculos lentos e provocantes. Ela olhava para trás de vez em quando, sorrindo, como se dançasse só para mim.
Foi então que Pamela apareceu.
Ela vinha atravessando o pátio vestida de mulher-gato de um jeito extremamente gostoso e explícito: um body preto justo que colava no corpo inteiro, o tecido fino marcando os seios grandes e o bumbum redondo, o decote profundo quase mostrando os mamilos, a parte de baixo entrando entre as nádegas, orelhinhas pretas na cabeça, uma cola fina presa na cintura e salto alto. O cabelo loiro solto caía pelas costas, a maquiagem marcava os olhos verdes. O corpo de cavala dela parecia ainda mais pesado e sensual naquela roupa.
Todos olharam. Cabeças viraram. Comentários baixos explodiram ao redor. Pamela passou no meio da multidão como se não notasse (ou notasse demais) o efeito que causava. Veio direto até mim, passou os braços no meu pescoço e me beijou fundo, a língua quente, o corpo colado. Senti o pau endurecer na hora só de sentir o tecido fino do body contra mim e o cheiro dela.
Do outro lado do pátio, Arthur e Thiago não tiravam os olhos dela. Arthur especialmente, o olhar fixo, quase faminto, a lata de cerveja esquecida na mão.
A festa continuava em volta. Kelly puxou Pamela para dançar e começou a ensinar ela a rebolar no ritmo do funk. Pamela tentava, um pouco desajeitada no começo, rindo, o body marcando cada tentativa. Melissa estava perto, também tentando acompanhar, mais contida, o short jeans curto e o cropped deixando o corpo à mostra, o rosto levemente corado. Thiago ficava atrás de Melissa, as mãos na cintura dela, enquanto Arthur observava tudo de perto, especialmente Pamela, sorrindo daquele jeito perigoso.
A música seguia alta. O pátio fervia. E eu continuava ali, no meio daquilo tudo, com o pau duro e a cabeça dividida entre o tesão e o aperto no peito.
A festa seguia alta e bagunçada. Pamela voltou e se sentou no meu colo, o body de mulher-gato colado no corpo. Meu pau já estava duro por baixo dela. Beijei sua boca com vontade. Ela se afastou só o suficiente para sussurrar no meu ouvido:
— Amor… gostou do jeito da Melissa?
Fiquei parado por um segundo.
— Oi? Como assim?
— Eu sei do boquete — ela disse, a voz baixa e quase divertida. — Ela acabou me contando. Adorei, amor.
— Me desculpa…
— Calma, meu bem. Tudo certo.
Pamela se levantou, passou a mão no meu rosto e foi pegar refrigerante. Fiquei olhando ela se afastar no meio da multidão.
Foi então que ouvi um barulho de discussão mais adiante. Dois alunos começavam a se empurrar porque um tinha olhado demais para a namorada do outro. Fui até lá, separei os dois com voz firme e mandei cada um para um lado. Quando voltei para o lugar onde estava, Pamela já não estava mais.
Em vez dela, Kelly estava me esperando. O vestido de enfermeira curtíssimo, o sorriso safado. Sem nenhum professor ou funcionário por perto, ela veio até mim e começou a rebolar bem na minha frente, o bumbum quase roçando. Depois se virou e sentou no meu colo de propósito, rebolando devagar, sentindo o volume duro por baixo dela.
— Gosta do meu jeito de dançar, profe?
Não respondi. O pau latejava, os 16 centímetros completamente duros e apertados dentro da calça. Kelly sentiu. Sorriu, me pegou pela mão e puxou. Eu estava arrepiado, excitado demais, o coração batendo forte. Ela me levou por um corredor mais vazio, abriu a porta de uma sala e me empurrou para dentro.
Lá dentro, vi algo inimaginável.
Meu coração acelerava tanto que parecia querer sair pela boca.
No meio da sala, Pamela estava completamente nua, de quatro no chão. O corpo de cavala suado e entregue: seios grandes balançando para baixo, a cintura fina, o bumbum enorme e redondo erguido. Arthur estava ajoelhado atrás dela, o pau monstruoso de 22 centímetros duros, grosso, veias saltadas, entrando e saindo com força da buceta dela. Cada estocada fazia a carne tremer. Ele segurava a cintura dela com as duas mãos e metia fundo, o barulho molhado ecoando. Na frente, Thiago estava de joelhos, o pau de 18 centímetros grosso e latejante sumindo na boca de Pamela. Ela engolia o máximo que conseguia, saliva escorrendo pelo queixo, gemendo abafado enquanto era fodida dos dois lados.
Kelly me empurrou numa cadeira velha e ajoelhou na minha frente. Puxou minha calça e a cueca para baixo de uma vez. Meu pau, os 16 centímetros, já estava quase duro; na boca quente e molhada dela endureceu completamente em segundos. Ela chupava com vontade, a cabeça subindo e descendo, a língua girando na glande, olhando para mim com aqueles olhos safados. Depois se levantou e tirou a fantasia de enfermeira. Ficou nua: pele cor de mel, seios firmes com mamilos escuros, o piercing no umbigo brilhando, a buceta raspada, o corpo de dançarina de funk inteiro à mostra. As tatuagens no braço e na perna saltavam sob a luz fraca da sala.
Arthur e Thiago trocaram de lugar sem parar. Agora Thiago metia na buceta de Pamela enquanto Arthur enfia o pau grosso de 22 cm na boca dela. Os dois se olharam e sorriram, como se estivessem no controle de tudo. Pamela, a boca ocupada, ainda conseguiu virar o rosto o suficiente e falar, a voz rouca e quebrada de prazer:
— Come a Kelly, amor…
Kelly se virou de costas para mim, ainda nua, e começou a rebolar bem na minha frente, o bumbum redondo e macio quase roçando no meu pau duro e latejante. Ela olhou por cima do ombro, o sorriso safado, e abriu as pernas um pouco, se oferecendo.
Não me aguentei. Segurei a cintura de Kelly com força, virei-a de quatro no chão e enfiei meu pau de uma vez até o fundo. Ela soltou um gemido alto e rouco na hora. Comecei a meter forte, sem delicadeza, as mãos agarrando aquele bumbum redondo e macio, abrindo as nádegas enquanto ela rebolava para trás encontrando cada estocada. Kelly quicava com vontade, o piercing do umbigo balançando, a buceta apertada e encharcada engolindo meus 16 centímetros. Empurrei-a contra a parede, prensei o corpo dela ali e continuei fodendo em pé, uma mão no cabelo preto, a outra batendo na bunda. Ela gemia sem parar, a voz suja e alta:
— Mais forte, profe… me fode mais… assim, porra… não para…
Do outro lado da sala, Pamela era comida de todos os jeitos. Arthur a tinha de quatro, o pau monstruoso de 22 centímetros sumindo inteiro dentro dela a cada estocada profunda, as veias saltadas, a glande larga esticando a buceta. Thiago estava na frente, o pau de 18 centímetros grosso enfiado na boca dela, segurando o cabelo loiro e metendo na garganta. Depois trocavam: Thiago a fodia por trás enquanto Arthur a fazia engolir o pau enorme. Pamela gemia abafado, saliva escorrendo, o corpo de cavala inteiro entregue, seios balançando, bumbum tremendo. Arthur falava baixo, comandando:
— Que gostosa do caralho… olha como essa buceta engole… rebola mais, porra…
Thiago ria e completava:
— Isso, profe… ela ama pau grosso… olha o jeito que ela geme…
Pamela gozou primeiro, o corpo inteiro estremecendo, a buceta apertando em espasmos fortes enquanto ainda era fodida. O gemido saiu longo, quebrado, quase um grito. Logo depois Kelly gozou no meu pau, as pernas tremendo, a buceta contraíndo com força, gemendo meu nome e pedindo para não parar. Os orgasmos delas foram longos e molhados, o chão da sala já manchado.
Ainda ofegantes, as duas se colocaram de quatro lado a lado, as bundas erguidas, se oferecendo. Eu, Arthur e Thiago nos revezamos no sexo anal. Enfiei primeiro no cu apertado de Kelly, devagar no começo, sentindo ela se abrir, depois metendo fundo enquanto ela gemia alto e sujo. Arthur enfiou o pau de 22 cm no cu de Pamela, esticando-a, metendo com força, dando tapas na bunda enorme. Thiago esperava a vez, masturbando o pau grosso. Depois trocamos: eu no cu de Pamela, quente e apertado, Arthur no de Kelly, Thiago voltando para a boca de uma delas. O sexo anal durou longo, intenso, os gemidos das duas misturados, os corpos suados, o barulho de pele batendo em pele, saliva e lubrificação natural. Pamela pedia mais fundo, Kelly rebolava pedindo mais forte. Os três fodiamos os cus delas sem pressa, revezando, enchendo, puxando o cabelo, batendo na bunda, até as duas gozarem de novo em orgasmos longos e tremidos, o corpo inteiro entregue, enquanto a festa lá fora continuava alta e distante.
Todos nós nos ajeitamos em silêncio, o cheiro de sexo ainda pesado na sala. Pamela veio até mim, ainda ofegante, o corpo suado, e me abraçou com força. Encostou a boca no meu ouvido e falou baixo:
— Amor… isso aqui é o que a gente precisava. A gente merecia.
Eu ainda tentava recuperar o fôlego. Respondi, a voz rouca:
— Sim… foi incrível.
Kelly, já se vestindo de novo com a fantasia de enfermeira amassada, sorriu de canto e soltou:
— Hoje à noite tem mais. Vamos nos encontrar na minha casa.
Pamela nem hesitou.
— Sim, gata. Vamos sim.
Saímos da sala um atrás do outro. A festa lá fora continuava alta: funk batendo forte, alunos rebolando, gritando, se agarrando, o pátio ainda cheio de confete, cheiro de cerveja e suor. Ninguém parecia ter notado nossa ausência. O Carnaval da escola seguia como se nada tivesse acontecido.
Mas dentro de mim a cabeça não parava. O que tinha acabado de rolar selou de vez o desejo que vinha girando na minha mente há dias. Kelly era uma gostosa de verdade — o corpo, o jeito, a safadeza sem freio. Por outro lado, agora eu teria que lidar com a imagem de Pamela sendo comida por Arthur e Thiago. Com Thiago eu me preocupava menos. Com Arthur… era diferente. Ele não era um cara confiável. Aquele sorriso, a forma como ele olhava para minha esposa, o acordo que eu mesmo tinha aceitado… tudo isso ainda me deixava inquieto.
A festa foi se esvaziando aos poucos. Quando o som finalmente baixou e os últimos alunos foram embora, eu e Pamela pegamos nossas coisas e fomos para o carro. Seguimos em silêncio para nossa casa.
A tarde em casa foi bastante monótona. Eu e Pamela ficamos cada um no seu canto, quase sem conversar. Os flashes daquela sala não saíam da minha cabeça: Pamela de quatro sendo comida por Arthur e Thiago, o pau grosso deles sumindo dentro dela, os gemidos altos. Ao mesmo tempo, o sexo com Kelly e o boquete de Melissa vinham misturados. Era angustiante ver minha esposa sendo fodida daquele jeito… e excitante ao mesmo tempo. Essa confusão me consumia. E por cima de tudo ainda tinha o desejo pelas duas: Kelly safada e direta, Melissa tímida e proibida.
A noite chegou. Nos arrumamos em silêncio. Eu coloquei uma blusa simples e um short. Pamela vestiu um cropped curto que deixava a barriga de fora e marcava os seios grandes sem sutiã, e um short jeans bem justo que entrava no meio do bumbum e exibia as coxas grossas. O cabelo loiro solto, o corpo de cavala ainda mais evidente naquela roupa. Ficou gostosa de um jeito perigoso.
Saímos de carro e seguimos para a casa de Kelly. Era numa comunidade perto da escola, um daqueles aglomerados de casas simples, ruas estreitas e tortas, postes com fios emaranhados, muros baixos e muita gente na calçada mesmo à noite. O som de funk vazava de algumas janelas. Entramos devagar pela ruela principal, desviando de buracos e de crianças brincando. Perguntamos a um morador e ele apontou o caminho.
A casa de Kelly era pequena, de um andar só, paredes de reboco sem pintura, portão de grade enferrujada e uma laje incompleta em cima. A luz amarela da lâmpada da frente iluminava a fachada simples. Tinha uma cadeira de plástico na calçada e o som abafado de música vindo de dentro.
Paramos em frente. O portão estava entreaberto.
Entramos. A casa era simples: sala pequena, sofá velho, TV ligada num volume baixo, cheiro de cigarro e de comida caseira. Kelly, Arthur e Thiago já estavam lá. Nos receberam com sorrisos e logo nos deram cerveja gelada. Alguém aumentou o som e um funk pesado preencheu o cômodo.
Pamela e Kelly começaram a rebolar no meio da sala, o corpo colado no ritmo da música. O cropped de Pamela subia, o short jeans entrava ainda mais no bumbum. Kelly dançava mais solta, o shortinho quase desaparecendo. Eu, Arthur e Thiago ficamos encostados, só olhando. Os dois elogiavam alto:
— Porra, que delícia…
— Olha o jeito que essa loira rebola…
Respondi só:
— Elas são uma delícia mesmo.
Foi então que Melissa apareceu da cozinha. Veio quieta, mas entrou no clima. Ficou ao lado das duas e também começou a rebolar, mais contida no começo, depois soltando o corpo. O short jeans curto e o cropped marcavam o corpo de cavalinha dela. Melissa não bebia, mas o resto de nós continuamos tomando cerveja sem pressa.
A temperatura foi subindo. Em determinado momento Pamela parou, olhou para os três homens e falou clara:
— Arthur comigo… Kelly com o Renato… Melissa com o Thiago.
Kelly riu e completou na hora:
— Eu e o Thiago, a Mel e o profe.
Antes que qualquer um respondesse, as três se ajoelharam. Cada uma na frente do seu par.
As três se ajoelharam e começaram a chupar. O som do funk alto misturava com o barulho molhado das bocas. Pamela engolia o pau grosso de 22 cm de Arthur com dificuldade, saliva escorrendo, a cabeça subindo e descendo enquanto ele segurava o cabelo loiro. Kelly chupava o meu com vontade, a língua girando na glande, olhando para cima, os 16 centímetros sumindo e aparecendo entre os lábios. Melissa, mais hesitante no começo, chupava o pau de 18 cm de Thiago com dedicação, a boca apertada, os olhos claros marejados. O desejo, o álcool e o cheiro de sexo no ar quente da casinha se misturavam. Os boquetes duraram longos minutos: salivas, gemidos abafados, mãos nos cabelos, paus latejando.
Depois as três ficaram nuas. Pamela veio até mim primeiro, sentou no meu colo de frente e rebolou sentindo o pau duro, os seios balançando na minha cara. Depois foi para o colo de Thiago e fez o mesmo. Por fim sentou em Arthur. Ele acendeu um baseado, tragar e passou. Todos tragamos menos Melissa. A brisa da maconha subiu leve na cabeça.
Pamela não esperou. Guiou o pau enorme de Arthur até a buceta e desceu devagar, engolindo os 22 centímetros até o fundo. Começou a quicar com força, gemendo alto, o bumbum batendo nas coxas dele. Do lado, Kelly empurrou Thiago no sofá, montou e enfiou o pau de 18 cm dentro dela, rebolando safada, gemendo e pedindo mais.
Kelly olhou para mim, ainda quicando, e falou:
— Tira a virgindade dela, profe…
Me aproximei de Melissa. Ela estava parada, nua, o corpo de cavalinha tremendo levemente.
— Tem certeza que você quer isso?
— Sim — respondeu, a voz baixa mas firme.
Ela me puxou para trás de uma cortina que separava um cantinho da sala. Do outro lado os gemidos de Pamela e Kelly subiam altos, misturados com o som de pele batendo em pele. Melissa me fez sentar e montou no meu colo. Segurei a cintura dela.
— Vou te tratar como uma princesa…
Posicionei o pau na entrada virgem. Empurrei devagar. A cabeça abriu os lábios apertados. Melissa prendeu a respiração, as unhas cravadas nos meus ombros. Continuei entrando centímetro por centímetro, sentindo a buceta virgem se esticar e apertar quente ao redor do meu pau. Quando estive inteiro dentro, ela soltou um gemido longo e trêmulo.
Comecei a meter bem devagar, quase sem sair. Melissa gemia baixinho no começo:
— Ahh… ahh… isso… sempre quis assim…
Fui aumentando o ritmo aos poucos. Ela rebolava, pedindo mais. A voz mudou:
— Me fode como se fosse uma puta, Renato…
Segurei a bunda dela com força e meti mais fundo, mais rápido. A buceta apertada engolia meu pau, o barulho molhado crescendo. Melissa gemia alto agora, o corpo tremendo, os seios balançando na minha cara. Continuei fodendo com intensidade crescente, suado, ouvindo os gemidos dela misturados com os de Pamela e Kelly do outro lado da cortina. Senti ela gozar primeiro: a buceta se contraindo em espasmos fortes, o gemido quebrado e longo. Segurei mais um pouco e gozei dentro dela, o pau latejando, enchendo a buceta virgem enquanto ela ainda tremia no meu colo.
Ficamos ofegantes, colados. Melissa me olhou, os olhos claros cheios de algo que eu não soube ler, e falou baixo:
— O que eu fiz… você não merece nada disso, Renato…
Se levantou, se vestiu rápido e saiu sem olhar para trás. Fiquei ali sentado, sem entender nada, o pau ainda semi-duro, o tesão não passando.
A cortina se abriu. Kelly apareceu completamente nua, o corpo suado, o sorriso safado.
— Vem… tem duas gostosas te esperando, profe.