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Sem Regras, Só Desejo

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1693 palavras
Data: 26/08/2026 12:52:54

O apartamento no último andar era silencioso, iluminado só por abajures baixos e o reflexo dourado da cidade através das janelas amplas. Na sala ampla, dois casais se olhavam pela primeira vez com a certeza pesada de que a noite não terminaria cedo nem limpa.

Rafa e Leo formavam o casal gay. Rafa, trinta e um anos, corpo definido e suado, peito largo, pau grosso, longo, veias saltadas que já latejavam sob a calça, a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Leo, mais novo, vinte e sete, magro, pele clara e quente, bunda firme e arredondada, um olhar que não escondia fome pura. Eles se tocavam o tempo todo: mãos pesadas nas coxas, dedos escorregando pela virilha, beijos lentos e profundos que já deixavam a boca úmida e inchada.

Do outro lado, Marina e Sofia formavam o casal de lésbicas. Marina, trinta anos, seios pesados e macios que balançavam a cada movimento, cintura marcada, buceta sempre pronta, lábios inchados e brilhantes de tesão. Sofia, vinte e oito, mais alta, seios firmes, coxas fortes e uma língua que sabia exatamente onde pressionar e quanto apertar. Elas se beijavam sem pressa, mãos explorando por baixo das blusas, gemidos baixos e molhados escapando entre os lábios.

Foi Rafa quem quebrou o silêncio, a voz rouca e carregada:

— A gente combinou que hoje não tem regra. Só desejo. Só porra. Vocês estão prontas pra serem usadas e usarem a gente?

Marina sorriu, já tirando a blusa devagar e deixando os seios pesados livres, os mamilos duros e escuros.

— Mais do que prontas. Quero ver vocês dois se comendo enquanto a gente se toca. Quero ver esse pau grosso sumindo no cu do Leo. Depois a gente troca. Quero sentir ele dentro de mim também.

Sofia puxou Marina pelo cabelo com força e a beijou fundo, língua entrando até a garganta, enquanto as mãos desciam e abriam as pernas da namorada, os dedos já encontrando a buceta encharcada. O cheiro forte de tesão — buceta molhada, pré-gozo e suor — já preenchia o ar.

Rafa e Leo não esperaram mais um segundo. Rafa empurrou Leo de joelhos no chão frio, abriu o zíper com pressa e enfiou o pau grosso direto na boca dele até a garganta. Leo engoliu fundo, salivando sem parar, olhos marejados, gemendo ao redor do pau enquanto Rafa segurava a cabeça dele com as duas mãos e metia com força, as bolas batendo no queixo.

— Isso, porra… engole tudo. Abre essa garganta. Mostra pra elas como você mama esse pau até engasgar.

Leo engasgou, lágrimas escorrendo, mas empurrou a cabeça para frente, engolindo até não sobrar nada. Marina e Sofia se ajoelharam perto, se beijando e se tocando enquanto assistiam. Sofia enfiou dois dedos grossos na buceta molhada de Marina e a fodeu devagar, o polegar esfregando o clitóris inchado e latejante em círculos firmes. Marina gemia alto, a voz já quebrada e suja:

— Olha o pau dele sumindo na garganta do Leo… caralho, que delícia. Chupa mais fundo, Leo. Engasga nele. Quero ver saliva escorrendo.

Leo obedeceu, engolindo até as bolas, saliva grossa escorrendo pelo queixo e pingando no peito. Rafa puxou o pau para fora devagar, um fio grosso e brilhante de saliva e pré-gozo conectando a cabeça vermelha à língua de Leo, e o virou de quatro no sofá largo. Cuspiu direto no cu apertado e rosado dele, espalhou com o polegar e penetrou de uma vez, até o fundo, as bolas batendo na bunda firme. Leo gritou de prazer puro, a voz rouca e alta:

— Fode meu cu… mais forte… me arrebenta esse cu, Rafa. Me usa até eu não conseguir fechar.

Enquanto Rafa metia com força constante, o pau grosso esticando o anel apertado de Leo, Marina se posicionou na frente dele e sentou a buceta molhada e quente direto na boca. Leo chupou com voracidade animal, língua entrando fundo, chupando os lábios inchados, enquanto Sofia se ajoelhou atrás de Marina e enterrou a língua no cu dela, chupando, lambendo, abrindo o anel com a ponta da língua.

— Isso… chupa minha buceta enquanto ele te fode o cu… porra, Leo, mete a língua mais fundo. Quero gozar na sua cara — gemeu Marina, rebolando pesado no rosto dele, os seios balançando.

Sofia levantou o rosto, a boca brilhante de saliva e de Marina, e olhou para Rafa com os olhos escuros de fome.

— Quero sentir esse pau grosso também. Depois que você gozar no cu dele, me fode. Me arrebenta. Quero sentir ele latejando dentro da minha buceta.

Rafa sorriu, metendo mais fundo em Leo, a voz rouca e baixa:

— Você vai sentir. Os quatro buracos vão ser usados hoje. Nenhum vai ficar vazio.

Eles trocaram de posição sem pressa, corpos suados se encaixando. Sofia deitou de costas no tapete grosso, pernas abertas até o limite. Marina se ajoelhou entre elas e chupou a buceta de Sofia com fome, língua larga passando devagar pelo clitóris inchado, dois dedos entrando fundo e curvando. Leo se posicionou atrás de Marina e penetrou a buceta dela de uma vez, até as bolas, enquanto Rafa se ajoelhava na frente de Sofia e enfiava o pau grosso na boca dela até a garganta.

Sofia engolia o pau de Rafa com gosto, gemendo ao redor dele, saliva escorrendo, enquanto Marina a chupava com voracidade. Leo metia em Marina com força, a mão puxando o cabelo dela para trás, a voz suja:

— Sua buceta é tão apertada… porra, escorre toda no meu pau. Aperta. Goza nele.

Marina gemia contra a buceta de Sofia, a voz abafada e molhada:

— Mais fundo… me fode enquanto eu chupo ela… quero gozar com o pau latejando dentro… me enche.

Rafa tirou o pau da boca de Sofia, um fio de saliva conectando, e se posicionou entre as pernas dela. Penetrou a buceta molhada e quente num único empurrão profundo, estocando forte e fundo enquanto Marina subia no rosto de Sofia e sentava a buceta nela com peso. Sofia chupava Marina com voracidade, língua entrando fundo, chupando o clitóris, enquanto Rafa a fodia sem piedade, as bolas batendo.

— Isso… mete nesse cu também — pediu Sofia, a voz abafada pela buceta de Marina, o corpo já tremendo. — Quero os dois. Quero sentir os dois paus.

Leo se afastou de Marina, se posicionou atrás de Rafa e penetrou o cu dele com força enquanto Rafa continuava metendo em Sofia. Os quatro corpos se moviam juntos em sincronia suja: Rafa fodendo a buceta de Sofia, Leo fodendo o cu de Rafa, Marina sentada no rosto de Sofia, todos gemendo alto, o cheiro de sexo, suor e porra misturados no ar quente.

— Caralho… seu cu apertando meu pau enquanto você fode ela… porra, Rafa, aperta mais — gemeu Leo, metendo fundo, as mãos segurando a cintura de Rafa.

Marina desceu do rosto de Sofia, se virou e beijou Rafa profundamente, compartilhando o gosto de Sofia, línguas se enrolando, enquanto Sofia gemia alto e rouco:

— Me enche… goza dentro… quero sentir escorrendo pela bunda. Me marca.

Eles trocaram mais uma vez, corpos quentes e grudados. Marina de quatro no tapete, Sofia deitada sob ela, as duas se chupando em 69 voraz — línguas entrando fundo, chupando clitóris, dedos abrindo cus. Rafa penetrou o cu de Marina de uma vez, esticando o anel até o limite, enquanto Leo entrava na buceta de Sofia ao mesmo tempo, os dois paus grossos entrando e saindo em ritmo brutal. As mulheres se chupavam com fome, gemendo uma na buceta da outra, saliva e fluidos escorrendo.

— Fodem a gente… usem esses buracos… me arrebentem — gemia Marina entre lambidas sujas, a voz quebrada. — Quero sentir vocês dois gozando. Quero a porra escorrendo.

O ritmo ficou ainda mais bruto. Sons molhados e altos de pele batendo em pele, gemidos roucos, o bater constante de bolas. Sofia gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo violentamente, fluidos quentes escorrendo pelo pau de Leo e pingando no tapete. Marina veio logo depois, contraindo o cu com força ao redor do pau de Rafa, gritando contra a buceta de Sofia. Leo gozou dentro de Sofia em jatos densos e quentes, enchendo-a até transbordar. Rafa tirou o pau do cu de Marina no último segundo e gozou em jatos grossos e longos sobre as costas, a bunda e o cu aberto dela, marcando a pele morena de branco. Leo se abaixou imediatamente e lambeu a porra de Rafa com a língua larga, misturando com a de Sofia, e depois beijou Marina fundo, passando o gosto sujo e salgado de um para o outro enquanto ela gemia dentro do beijo.

Eles ainda não tinham terminado. No chão quente, os quatro se tocaram de novo sem pressa: bocas engolindo paus ainda semi-duros, línguas lambendo bucetas inchadas e cus latejantes, dedos entrando fundo, beijos sujos e profundos cheios de porra e saliva. Rafa meteu em Leo mais uma vez, devagar e fundo, enquanto Sofia chupava as bolas pesadas dele e Marina sentava no rosto de Leo, se esfregando até gozar de novo, a voz rouca e alta:

— Mais… não para… me usa até eu não aguentar mais. Chupa essa buceta. Me faz gozar de novo.

Quando finalmente pararam, os corpos estavam cobertos de suor, saliva e gozo, a pele marcada de chupões e tapas. Rafa beijou Leo com lentidão suja, depois beijou Marina e Sofia, compartilhando o gosto de todos. Leo fez o mesmo, a língua ainda explorando. As quatro mãos ainda tocavam, provocavam, abrindo coxas e apertando bundas, prometendo que a noite ainda tinha horas pela frente.

Sofia, a voz rouca, saciada e já faminta de novo, olhou para os três e sorriu com os lábios inchados:

— Amanhã a gente repete. Só que eu quero ver Rafa e Leo se comendo devagar enquanto eu e Marina sentamos nos rostos de vocês o tempo todo. Quero gozar na boca de vocês até não aguentar mais.

Rafa puxou ela para um beijo sujo e profundo, a voz carregada de promessa:

— Combinado. E dessa vez a gente não para até todo mundo gozar pelo menos três vezes. Os quatro buracos. Todas as bocas. Tudo.

O apartamento continuou silencioso por fora. Por dentro, os quatro corpos ainda se moviam devagar, dedos entrando, línguas lambendo, o labirinto de desejo apenas começando.

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