Olá, meu nome é Arthur. Esse é o relato do primeiro cu que eu comi, que mencionei na história anterior, "Minha vez de foder o meu tio". Como eu havia dito, após ver meu tio sendo fodido pelo seu primo, voltei para casa e segui minha vida normal. Já me descrevi como sou hoje, mas não me descrevi como era quando os relatos aconteceram: eu era um pouco mais baixo, 1,72m, 68kg, tinha peitoral e bíceps um pouco avantajados, pois frequentava a academia, cabelos pretos, sem barba.
Logo que voltamos dos meus avós, por volta de fevereiro, teve uma assembleia de condomínio no prédio em que eu morava e havia eleição para síndico. Minha mãe se candidatou e ganhou. O síndico anterior, o Sr. Antônio, não havia se candidatado pois ia se mudar da cidade! Pois bem, no domingo de tarde pós-eleição, eu estava na academia do prédio malhando, e ele chega para fazer esteira. Ele era loiro, tinha seus 50 anos, devia ter uns 1,86m, 90kg, estava com um short de jogar bola e uma camisa branca. Ao entrar, ele passa por mim e me cumprimenta, e segue para fazer sua caminhada.
Em determinado momento, eu fui fazer um exercício que ficava atrás da esteira. Como eu já havia dito, eu nunca tive interesse por homens, porém, depois de flagrar aqueles dois, eu passei a começar a reparar em coisas em que não prestava atenção antes. Então, ao chegar atrás dele, a primeira coisa que eu fiz foi olhar para a bunda dele, que, devido ao movimento e ao suor, o short tinha ficado cavado na bunda dele, marcando ela certinha. Ele parecia estar sem cueca. Ele tinha uma bunda normal, nada muito grande, parecia não ter muitos pelos, ele não era um homem peludo. Fiquei fissurado olhando para o rabo dele, acabei ficando de pau duro.
O exercício que eu fui fazer precisava que eu ficasse deitado e, como ele tinha chegado há pouco tempo, imaginei que demoraria um tempo ali. Fiz a primeira série, descansei um pouco, ainda dei uma alisada no pau olhando para a bunda dele. Aí fui fazer a segunda série. No momento em que eu deito e levanto os pesos, ele pausa a escada, sai de cima dela e se vira, ficando de frente para mim. Não tinha como ele não ver o volume no meu short. Ainda deitado, virei os olhos na direção dele. Vi que ele olhou, encarou uns segundos, virou o rosto e então saiu da academia.
Logo que ele saiu, coloquei os pesos no chão e me sentei no banco, pensando na vergonha que eu tinha acabado de passar. E, segundos depois de sair da academia, ele retorna e vem na minha direção! Pensei: "Vai vir arrumar confusão!". Ele chega e fala:
— Você que é filho da Pâmela?
— Sou eu sim — respondo.
— Qual horário ela vai estar em casa amanhã? Preciso levar uns documentos e passar a situação do prédio para ela.
— Meus pais só chegam em casa depois das 19h, nunca chegam antes.
— Perfeito então, amanhã eu levo! — E saiu.
Não sei se estava vendo demais, mas tive a impressão de que ele ficava olhando para o meu pau. Mas, como estava sentado com os cotovelos apoiados nas pernas, não dava para ver (fiz isso achando que ele iria vir brigar comigo). Naquela noite, gozei pensando no rabo dele.
No dia seguinte, fui para o cursinho de manhã e, à tarde, passei em casa estudando. Estava estudando para conseguir passar na faculdade (hoje sou médico formado). Por volta das 18h45, a campainha toca. Atendo e lá está ele. Ele vestia uma camisa azul-marinho para fora da calça, com as marcas de amassado para baixo da cintura, indicando que ela estava por baixo da calça, esta que era da cor preta, com sapato da mesma cor.
— Oi, boa noite. É Arthur, né?
— Boa noite, isso mesmo.
— Ontem me lembrei do seu nome apenas quando cheguei em casa.
— Tudo bem, sem problemas.
— A sua mãe já chegou em casa?
— Ainda não, mas ela já está para chegar.
— Certo. Será que eu posso esperar por aqui?
— Claro, pode entrar.
Abro espaço e ele passa na minha frente, entrando no apartamento. Fecho a porta e sigo atrás dele.
— Pode sentar — falo, indicando o sofá.
— Muito obrigado.
Ele se senta. Me sento ao lado dele.
— Você cresceu bastante. Me lembro quando se mudaram para cá, você pequenininho, sempre nadando na piscina, correndo no saguão de entrada. Agora um homem formado, estudando para ir para a faculdade. Seus pais têm muito orgulho de você!
— Muito obrigado, Sr. Antônio.
— E você também, todo dedicado na musculação, indo na academia até aos domingos.
Ri sem jeito.
— Muito obrigado. Eu sempre vou aos domingos, aquela foi a primeira vez que vi você lá.
— Ah, é que eu não vou àquele horário. Sempre vou cedinho, por isso não nos esbarramos por lá antes.
— Entendi.
— E você estava bem animado ontem, né? — falou, colocando a mão na minha coxa e dando um leve aperto.
Sinto um arrepio ao sentir o toque.
— Sim — falo, rindo. — Tem que estar, né, para ter mais força — falo, sem jeito.
— Realmente, tem que ter muita força — diz, subindo um pouco sua mão em direção à virilha.
— E qual o motivo de toda aquela força de ontem? — diz, subindo um pouco mais. — Estava gostando da vista?
Eu gaguejo:
— Eu... eu só estava treinando.
— Ei, pode ficar tranquilo. Já tive sua idade, sei como são os hormônios — e subiu a mão bem próximo à virilha, com seu dedo mindinho já encostando nela. — Consegui ver pelo reflexo você se acariciando. Acredito que tenha gostado do que viu.
Nesse momento, eu me dei conta do que estava para acontecer. Já de pau duro, entrei na onda.
— E o que você achou de me ver te olhando?
— Eu achei interessante, mas pelo reflexo não deu para ver direito.
— E você quer ver melhor?
— Seria ótimo — ele já fala, pegando no meu pau por cima da bermuda.
Nesse momento, escutamos a fechadura da porta se abrindo. Eu rapidamente cubro meu colo com uma almofada e ele se afasta de mim. Minha mãe entra.
— Boa noite, Sr. Antônio.
— Boa noite, Sra. Lilian. Passei um pouco mais cedo, peço desculpas.
— Imagina. Vamos lá?
— Vamos.
E os dois seguem para o escritório. Ficam por lá por um tempo e depois saem conversando sobre o prédio, indo em direção à porta.
— Tchau, Arthur. Talvez nos entendamos mais tarde na academia — ele pisca para mim.
— Até mais, Sr. Antônio.
Eles se despedem e ele vai embora. Minha mãe volta e pergunta:
— Não sabia que vocês treinavam no mesmo horário?
— Ah, não treinamos. Estávamos falando sobre isso antes de você chegar. Ele não conseguiu ir de manhã e vai agora de tarde.
— Entendi. Vou tomar um banho então.
Ela entra no quarto. Na hora, eu me levanto e me troco. Coloco um tênis e uma roupa e desço para academia.
Chegando lá, vejo que tem mais algumas pessoas lá. E começo meu treino na expectativa. Vou fazendo e acompanhando o relógio. O tempo vai passando e ele não vem. Perto de finalizar, ele aparece e vai para a esteira, usando o mesmo short do dia anterior. Ele passa por mim e sobe o short, deixando a bunda marcadinha. Faz sua caminhada na esteira, enquanto isso eu enrolo um pouco mais nos meus exercícios.
Quando ele finaliza, me olha nos olhos e sai da academia. Sigo ele, que vai em direção às escadas. Quando passo pela porta, ele já leva sua mão na minha rola:
— Vim com o short que você gosta.
E começa a massagear meu pau, que logo fica duro. Ele se abaixa e dá uma breve mamada. Vai em direção aos degraus, abaixa o short e pude ver sua bunda, branquinha e lisinha. Ele me chama:
— Vem cá.
Quando chego perto, com as duas mãos ele abre as nádegas e diz:
— Mete, vai!
O cuzinho dele piscava querendo pica. Direcionei o pau no cuzinho, forcei e, com dificuldade, coloco a cabeça. Tudo estava acontecendo muito rápido. Eu ainda não tinha nem comido minha primeira buceta, mas estava ali com o síndico do meu prédio, casado (sua aliança brilhava no dedo), com o rabão arreganhado para mim e eu tentando colocar o pau no cuzinho dele.
Ele nota a dificuldade e diz:
— Coloca um pouco de cuspe.
Assim faço. Tiro o pouco que entrou, cuspo na mão e passo no pau. Faço o mesmo no cuzinho dele. Lembro que vi o Gean brincando com o cuzinho do meu tio, coloco a ponta do dedo no cuzinho e faço movimentos circulares, e vou enfiando ele aos poucos. O safado deu um gemido abafado:
— Ahhhhhfff...
E levou a mão para o pau para se masturbar. Logo o dedo já está todo dentro e, com mais facilidade, faço movimentos de vai e vem. Acrescento mais um dedo e repito o movimento. Ele então pede:
— Enfia esse pauzão, vai! Quero você dentro de mim.
Novamente, eu posiciono a rola na portinha do cuzinho dele e forço. Vejo que ficou mais fácil, coloco toda a cabeça e então cuspo no meu pau já com a cabeça dentro dele, e vou forçando. Mesmo estando um pouco mais fácil, ainda tenho uma certa resistência e ele também ia pedindo para ir colocando devagar, até que finalmente ele sente meu corpo encostar no dele, então pergunta:
— Entrou tudo?
— Entrou.
— Delícia, me arrebentou todo.
— Você quer que tire?
— Não, está uma delícia. Deixa só eu me acostumar um pouco com ele. O pauzão deve ser de família.
Não entendi, mas fiquei ali aguardando por uns instantes. Ele, que havia parado de bater punheta enquanto eu estava enfiando, voltou a bater e pediu:
— Vai metendo devagar agora.
Então eu começo com os movimentos de vai e vem e, conforme ele ia pedindo, eu ia aumentando a intensidade. Já estava fodendo ele num ritmo mais acelerado e, cara, que delícia! Era muito melhor que bater punheta. Sentia ele dando leves piscadas no cu enquanto batia para ele mesmo. Fiquei fodendo ele um pouco e não consigo segurar, anuncio:
— Ah, eu vou gozar!
— Isso, vai! Goza gostoso no meu rabo!
Então aumento o ritmo das estocadas e finalmente esporro no cuzinho apertadinho dele. Ele, por sua vez, aumenta a velocidade e goza também.
Tiro meu pau de dentro dele. Ele tira a cueca, se limpa, limpa a porra do chão e me diz:
— Sobe pela escada, que eu vou pelo elevador.
Começo a subir as escadas e escuto:
— Ei!
Me viro.
— Se quiser, pode comer meu cuzinho até eu me mudar. É só falar que eu te encontro nas escadas.
Vira as costas e sai, e eu subo os lances até meu apartamento. Cara, que tezão! Estava muito feliz, tinha acabado de foder o meu primeiro cuzinho. Fodi ele mais uma ou duas vezes, e então ele se mudou.