Eu estava deitado de costas na cama, pau duro latejando contra a barriga, quando ouvi a fechadura girar.
Não era minha esposa. Ela já estava em cima de mim, se esfregando devagar, a buceta quente e molhada deslizando no meu pau sem deixar entrar. A gente tinha combinado de “só brincar” naquela noite. Nada de terceira pessoa. Só eu e ela, como sempre.
Só que a porta abriu.
O Rafael entrou como se a casa fosse dele. Camisa aberta, bermuda baixa demais, o volume do pau marcado sem vergonha. Ele fechou a porta com o pé e ficou olhando. Minha esposa não se assustou. Só sorriu de lado, a mesma boca que cinco minutos antes chupava meu pau com barulho de saliva.
— Ele sabe — ela sussurrou no meu ouvido, a voz baixa e suja. — Eu chamei.
Meu coração bateu tão forte que doeu. O desejo que eu só masturbava sozinho no banheiro de madrugada estava ali, de pé, olhando para a gente. Rafael tirou a camisa. O peito largo, o caminho de pelos descendo até a cueca. Ele puxou a bermuda e o pau caiu pesado, já semi-duro, grosso, a cabeça avermelhada.
Minha esposa desceu de cima de mim e ficou de quatro entre as minhas pernas. Sem pedir licença, engoliu meu pau até o fundo enquanto Rafael se aproximava por trás dela. Eu vi as mãos grandes dele segurando a bunda dela, abrindo. Vi o polegar dele esfregar o cu apertado dela, já molhado de vontade. Ela gemeu com a boca cheia do meu pau quando ele enfiou dois dedos de uma vez.
— Porra… — eu soltei, a voz rouca.
Rafael não pediu permissão. Encostou a cabeça do pau na entrada dela e a empurrou. Lento. Fundo. Eu senti o corpo dela tremer inteiro enquanto o pau dele sumia dentro da buceta que eu conhecia de cor. Ela chupava mais forte, babando, os olhos marejados de tesão. Cada vez que ele metia, ela ia mais fundo no meu pau, quase engasgando.
O quarto cheirava a sexo. Suor, saliva, o perfume barato dela misturado com o cheiro de pau de outro homem. Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca dela no mesmo ritmo que o Rafael fodia a buceta. Molhada. Barulhenta. Ela gozou primeiro, o corpo inteiro contraído, o cu apertando os dedos dele que ainda estavam lá.
Quando ela se afastou ofegante, Rafael puxou o pau para fora. Estava brilhando de porra. Ele olhou pra mim e falou só uma coisa:
— Sua vez de escolher.
Eu não pensei. Virei ela de quatro de novo, enfiei de uma vez e comecei a meter fundo enquanto ele ajoelhava na frente dela. Ela engoliu o pau dele inteiro, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo. Eu metia e olhava. O pau grosso sumindo e aparecendo na boca dela. O barulho úmido. O gemido dela abafado. Eu senti o cu dela contra a minha barriga, quente, pedindo.
Rafael tirou o pau da boca dela, deu a volta e se posicionou atrás de mim. Eu senti o peito largo colado nas minhas costas e a cabeça do pau dele esfregando meu cu. Não era combinado. Nunca tinha falado nisso. Mas o desejo que eu só tinha fodido na cabeça materializou de um jeito que eu não esperava.
Ele cuspiu na mão, passou no meu cu e empurrou aquela coisa. Devagar. Eu gemia alto quando a cabeça entrou. Minha esposa olhou para trás, os olhos brilhando, e riu baixinho.
— Isso… deixa ele te foder enquanto você me fode.
Rafael enterrou até o fundo. Eu senti o pau grosso pulsando dentro de mim enquanto eu metia na minha esposa. Os três no mesmo ritmo. O barulho da pele batendo. O cheiro. O suor escorrendo pelas costas. Eu gozei primeiro, fundo nela, gemendo com o pau dele ainda metendo no meu cu. Ela gozou em seguida, apertando. Rafael gozou por último, quente, pulsando dentro de mim, enchendo.
A gente caiu na cama em silêncio, ofegantes, corpos grudados. Eu ainda sentia a porra dele escorrendo pelo meu cu quando minha esposa beijou minha boca e sussurrou:
— Isso foi só o aquecimento.
Eu olhei para o Rafael. Ele já estava duro de novo.
E a porta do quarto… continuava destrancada.
