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Capítulo 7 – A descoberta de Jonathan. A verdade revelada.

Um conto erótico de Normal
Categoria: Heterossexual
Contém 2392 palavras
Data: 25/08/2026 23:42:48
Última revisão: 26/08/2026 00:20:56

Capítulo 7 – A descoberta de Jonathan. A verdade revelada.

O silêncio na casa dos Alves não era mais o preenchimento de espaços vazios; era uma barreira sólida, quase física. Jonathan estava trancado em seu quarto no andar superior, a iluminação vinda exclusivamente de três monitores dispostos em sua bancada de trabalho. A secura de Brasília continuava a castigar o Planalto Central, e o som do umidificador de ar no canto do quarto operava em um zumbido constante, uma frequência monótona que ajudava a focar sua mente analítica.

Ele não conseguia aceitar a passividade com que a separação dos pais se consolidara. Haviam se passado poucos dias desde a partida de Fred, e a rotina da casa havia se transformado em um teatro de aparências profissionais na empresa e gelo absoluto na residência. Mas Jonathan operava por lógica, não por emoção. Para ele, o cenário doméstico apresentava um erro de sistema flagrante: as coincidências cronológicas eram estatisticamente impossíveis para um evento puramente casual.

Desde a separação, Jonathan evitava nomear o que sentia.

Preferia desmontar a dor em variáveis: horários, arquivos, rotas, pacotes, lacunas. Se conseguisse provar que havia método por trás do colapso, talvez pudesse devolver alguma ordem à casa que se partira diante dele.

Jonathan passava os dias mergulhado em dúvidas que já não cabiam apenas em sua mente. A separação dos seus pais, as fotos e vídeo da traição de Beatriz, o timming do recebimento, as provas da traição de Fred que nunca foram apresentadas, e o silêncio pesado que pairava sobre tudo aquilo lhe consumiam.

Naquela noite, ele se sentou em seu quarto, cercado por monitores e códigos do seu programa de detecção de manipulação digital.

Um pensamento o dominava:

"Alguém está por trás disso. Alguém quer destruir a minha família."

Determinado, ele começou a investigar.

As fotos e o vídeo enviados para o pai eram verdadeiros.

Ele usou o programa ciente de que eram, já que a mãe reconheceu que traiu. Porém, o amor de filho e o desejo de que aquilo fosse tudo invenção fez com que ele verificasse mesmo assim.

— Quem quer que tenha enviado as fotos para o meu pai no dia seguinte sabia o minuto exato do check-out dela no hotel e o plano de voo do pouso dele — murmurou Jonathan para si mesmo, os dedos voando pelo teclado mecânico.

Ao analisar a árvore de roteamento dos pacotes, Jonathan travou o maxilar. Esperava encontrar algum rastro de IP ligado aos servidores da Alves Participações ou a um computador em nome de Renato, cuja aproximação súbita depois da crise acendera seus alertas.

Nunca foi próximo do tio, que também não fazia questão de se aproximar de ninguém, exceto de sua mãe, para quem dispensava olhares indiscretos, que eram percebidos por Jonathan.

Mas o agressor sabia se esconder. Os disparos haviam passado por VPNs, nós da rede Tor e pontos de acesso públicos fora do perímetro do Lago Sul. Nenhuma máquina legítima da empresa fora usada. O mentor do ataque operava em isolamento, apagando rastros digitais com precisão cirúrgica.

Larissa, ciente dos problemas na casa dos Alves, passava a maior parte do tempo lá, tentando consolar tanto Jhonny, como Beatriz, que estava inconsolável com o rumo de sua vida.

Enquanto o algoritmo de Jonathan tentava isolar os nós de retransmissão no Brasil, a milhares de quilômetros dali, a Força-Tarefa internacional operava em Berlim sob um estado de vigilância crítica. No escritório de fachada em Charlottenburg, o Capitão Tom Sterling revisava as matrizes de segurança na tela central.

— O terminal móvel de Beatriz Alves continua sob tráfego criptografado pesado, e a nossa quebra de código por força bruta ainda não obteve o vetor de inicialização necessário para abrir o conteúdo — pontuou Sterling, a voz linear e fria mantendo a rigidez militar.

— Sabemos apenas que ela sofreu uma exfiltração volumétrica massiva de dados digitais direcionada. Nós ainda não tivemos acesso ao conteúdo desses arquivos e estamos buscando essa informação às cegas. Fred não pode ser alertado sobre o nosso monitoramento preventivo nas comunicações da esposa; ele comprometeria a missão em campo se soubesse que agimos na retaguarda a pedido de Helena.

Alejandro Vargas aproximou-se da bancada tática, exibindo uma seriedade incomum enquanto atualizava as telas de inteligência de sinais (SIGINT).

— O problema imediato não é o conteúdo do telefone dela, Tom. É o estrago analógico que o Renato está causando na rua. Nossos relatórios HUMINT confirmam que os pedidos informais que ele espalhou pela Europa, usando contatos de mercado para cavar os itinerários e reuniões do Fred, cruzaram a linha de segurança. Ele acha que está apenas fazendo espionagem corporativa para derrubar o irmão e usar o Grupo Alves como lavanderia de ativos ilícitos. Mas essas buscas obsessivas em hotéis e companhias aéreas estão gerando ruído na rede periférica. Se os analistas da Operação Janus captarem essa movimentação e cruzarem os dados com os alvos russos que estamos monitorando, eles vão descobrir que o empresário Fred Alves é um agente infiltrado. A cobertura inteira cai por terra e a queima de arquivo da família em Brasília vira prioridade para eles.

Chicca Moretti digitou uma sequência de comandos, injetando códigos de distorção nos servidores europeus consultados.

— Estou injetando pacotes ruidosos e honey-files de camuflagem geolocalizada em todas as consultas externas que partem da América do Sul em direção aos hotéis da rota de Fred. Se Renato ou qualquer profissional contratado por ele tentar validar os check-ins do Fred na Europa, eles só vão encontrar metadados corrompidos. Isso vai nos dar tempo para que Fred conclua a extração de dados no solo francês antes que os russos fechem o cerco. Mas nós precisamos descriptografar o que a Beatriz recebeu. Aquela anomalia de dados foi o gatilho que implodiu a estabilidade da nossa principal cobertura.

No Brasil, alheia à guerra digital que se travava nas sombras de sua própria história, Beatriz cruzava o saguão do Grupo Alves.

O colar de safira dado por Fred brilhava discretamente contra seu vestido escuro. Ela se recusava a tirá-lo, um escudo silencioso contra a dor e uma âncora para uma inocência que seu marido jurava ter, mas que as imagens em sua mente desmentiam.

Ao entrar em sua sala, ela encontrou Renato analisando alguns relatórios de compliance. Ele levantou o olhar, exibindo sua habitual cortesia calculista.

— Beatriz, estive revisando os memorandos que o Fred trouxe da última viagem. Tecnicamente, os contratos estão parados por falta de alinhamento estratégico da presidência. Como Fred está... distante, eu posso assumir a interlocução com os parceiros escandinavos. Você sabe que sou o único capaz de preencher esses espaços agora.

Beatriz parou diante da mesa sem se sentar.

A firmeza de sua postura contrastava com o desgaste no olhar, e essa contradição pareceu irritar Renato mais do que qualquer resposta direta poderia irritá-lo.

— Nada muda na estrutura técnica do Grupo Alves, Renato — respondeu ela, com uma frieza cortante. — Fred continua sendo sócio e responsável pelo planejamento técnico da distribuidora por direito de herança e por competência. A minha vida pessoal não vai virar atalho para uma disputa de governança. Eu gerencio a operação legal e assino os contratos. As responsabilidades corporativas permanecem intactas.

Renato engoliu em seco, mantendo o sorriso polido enquanto guardava os documentos na pasta de couro.

— Claro, Bia — disse Renato, recolhendo devagar os documentos.

— Só quero evitar que a empresa sangre junto com vocês. Estou aqui para o que precisar.

Quando Renato deixou a sala, seus olhos brilharam com uma faísca de frustração. Ele percebeu que a destruição do casamento não fora suficiente para entregar o controle absoluto do Grupo Alves em suas mãos.

A engenharia social precisaria de uma nova injeção de dados.

Ele pegou seu telefone descartável e digitou uma mensagem curta para Gustavo, utilizando uma rede Wi-Fi pública de um shopping Center no Setor Comercial Sul:

Fase 2 travada na governança. Prepare o material complementar de Rafael. Precisamos saturar as defesas dela.

No dia seguinte, Beatriz recebeu Cláudia em casa.

As duas amigas se sentaram na sala, o ambiente acolhedor contrastando com o peso do que seria dito.

— Rafael está arrependido — confidenciou Cláudia baixinho.

— Disse que não queria ser o pivô da separação de vocês. Admitiu que a noite que passaram reacendeu sentimentos, mas não queria destruir uma família.

Cláudia, entretanto, omitiu sua participação e o encontro com Renato, a ligação para Rafael e que foi ela quem colocou os dois em contato.

— Ele me confessou que achou muito estranha a aproximação de Renato após tanto tempo e que depois que vocês se encontraram aquele dia na empresa, que Renato teria passado a incentivar que ele procurasse você mais vezes, que você estava precisando de apoio diante das constantes faltas do irmão dele.

Beatriz se surpreendeu com a informação.

— Após se dar conta que você ficou arrependida ainda no hotel e o quanto você ainda ama Fred, ele percebeu que foi usado pelas circunstâncias, não por maldade dele.

Beatriz apertou as mãos, o olhar distante.

— Eu também me arrependo... de ter traído o Fred. Sofri muito ao ver aquelas fotos e vídeos dele me traindo. Foi horrível. A falta de respostas há anos sobre as viagens, os segredos que não poderiam ser compartilhados sobre o que era feito quando estava ausente, a bebida, as palavras de conforto, uma nostalgia em uma hora equivocada causada por lembranças de um passado que é isso: passado! O homem da minha vida é o Fred, mas aqueles áudios, aqueles vídeos e fotos me fizeram perder o meu controle.

Jonathan, que estava próximo, mas sem que elas tivessem notado sua presença, ouviu cada palavra. Seu coração acelerou quando ouviu falar das provas digitais

— fotos, vídeos e áudios — que Beatriz recebera e que levaram à separação deles.

Ele não sabia da existência daquelas mensagens.

Sem conseguir se conter, entrou na sala abruptamente.

— Mãe, quem enviou essas imagens para você? — sua voz era firme, mas carregada de preocupação.

Beatriz se assustou, os olhos arregalados.

— Jhonny, eu... não sabia que você estava aí.

Jonathan olhou para Cláudia.

— Eu preciso ver essas imagens. Agora! Quero entender o que está acontecendo.

Beatriz hesitou, mas entregou o celular.

Jonathan analisou as imagens com atenção. A familiaridade com o pai e o conhecimento do seu caráter o faziam duvidar profundamente da veracidade daquilo.

— Isso não é real! — disse, olhando fixamente para a mãe.

— Você sabe que o pai jamais faria isso. Ele nunca te trairia.

Cláudia assentiu visivelmente desconfortável, o que foi percebido por Jonathan.

— A verdade é que essas imagens devem ser falsas. Eu nem precisaria rodar esses arquivos no programa para saber que são falsos. Alguém está te manipulando, como manipularam o papai ao enviar as fotos e vídeos da sua traição.

Jonathan virou-se para Beatriz.

— Por que não mostrou isso para o papai?

Beatriz não soube responder, mas se lembrou de tê-las mostrado para Renato, que entrou em sua sala logo cedo, em uma estranha coincidência, que já não parecia ser tanta coincidência assim, pensou ela.

O silêncio entre eles era carregado de perguntas que precisavam de respostas.

No quarto, Jonathan finalmente obteve o primeiro resultado de seu script forense. A tela piscou em linhas verdes, exibindo um relatório de extração de metadados Exif das fotos da traição de sua mãe no hotel.

Os olhos de Jonathan se estreitaram ao ler as especificações do arquivo raw original antes da compressão do envio.

Não havia coordenadas de GPS utilizáveis, mas a assinatura do sensor da câmera digital analógica indicava um modelo específico de lente de longo alcance, frequentemente usada por profissionais de monitoramento de campo.

— Quem tirou essa foto estava parado no prédio em frente ao hotel — sussurrou Jonathan, ampliando a matriz de pixels.

— E as fotos do meu pai na Europa... o padrão de compressão é diferente. São duas fontes distintas unificadas por uma mesma central de distribuição.

Jonathan recostou-se na cadeira, sentindo um calafrio.

Ele ainda não sabia que a mulher loira nas fotos do pai era a agente Helena Costa, e nem que a Força-Tarefa tentava protegê-los em absoluto sigilo a partir de Berlim. Mas uma certeza matemática se consolidara em sua mente.

A separação de seus pais não fora o resultado de um desgaste natural ou de deslizes mútuos e casuais.

Fora uma operação cirúrgica de demolição controlada.

E o engenheiro daquela ruína estava muito mais perto do que eles imaginavam.

Enquanto isso, Fred confidenciava a Helena tudo que acontecera.

— Eu preciso limpar meu nome — disse, a voz firme.

— Mas também preciso proteger minha família.

Helena, sempre profissional e dedicada, ofereceu ajuda.

— Vamos descobrir quem está por trás disso.

Fred procurou seus companheiros, revelando a gravidade da situação.

— É hora de contar a verdade para minha família, mesmo que isso me custe tudo.

— E se isso significar abrir mão da força-tarefa? Perguntou Vance.

Ele assentiu.

— Por eles, vale a pena.

No dia seguinte, a campainha da casa de Jonathan tocou.

Ele abriu a porta e deu de cara com Helena.

O reconhecimento da bela mulher foi instantâneo.

— Você é aquela mulher das fotos que a mamãe recebeu! O que está fazendo aqui? — perguntou, desconfiado.

Helena sorriu, sem perder a compostura.

— Olá, Jonathan! Há uma explicação, mas não posso falar aqui. Sua mãe não pode nos ver. Não agora. Não aqui.

— Então o que eu faço?

— Venha comigo. E traga seu computador com o programa que está desenvolvendo.

Jonathan franziu a testa.

— Como sabe do programa?

Ela mostrou sua carteira de agente federal.

— Estou monitorando a família Alves há algum tempo. Detectei um padrão suspeito nas atividades do seu tio Renato, principalmente no uso de inteligência artificial para manipular imagens.

Jonathan respirou fundo.

— Nunca gostei muito do meu tio. Sempre pareceu ressentido com meu pai, mas nunca imaginei que seria capaz disso.

Helena respondeu com seriedade.

— Não posso entrar em detalhes, mas preciso que me ajude a verificar essas imagens. Por enquanto, a Polícia Federal não pode analisar, já que é uma questão familiar.

No carro Jonathan abriu seu programa e começou a analisar as imagens. Minutos depois, ele olhou para Helena, o rosto sério.

— São falsas. Totalmente manipuladas. Isso desmonta toda a mentira. Eu preciso voltar e falar para a minha mãe.

Enquanto Helena aguardava do lado de fora, Jonathan contou para Beatriz o que descobriu.

O desespero tomou conta dela.

— Fui eu quem traiu... — confessou, a voz embargada — e causei o fim do meu casamento baseado numa mentira.

Ela caiu em prantos, desesperada. O peso da culpa esmagando seu coração.

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Comentários

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Vinix está bem claro no capítulo, o Jonathan escutou a conversa da mãe com a Claudia e exigiu o celular para checar as mensagens. Vai haver muitos desdobramentos nesse conto, mas a meu ver, um erro não justifica o outro, Beatriz teria várias decisões a tomar ao receber o vídeo, mas trair jamais seria uma delas, não tem desculpa de estar fragilizada, muito menos de querer dar o troco, mesmo que inconsciente, o Fred não merece isso, e não tem como aceitar essa traição, até porque a Beatriz omitiu esses vídeos pra todos, inclusive pro filho e o marido, que este último, ela como mulher que o ama, deveria ter esperado ele chegar e sentar pra conversar, definitivamente ela pecou várias vezes durante esse processo.

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Vc praticamente destruiu a Beatriz caro Normal.

Uma mulher forte ter traido o marido dessa forma tão juvenil não tem desculpas.

Eu até imaginava que Renato iria conseguir colocar as mãos em Beatriz mas não vejo possibilidade disso acontecer pois ele esta sob uma vigilancia gigantesca tanto da equipe e agora com Johnatan!

Acho que se ela não errar mais talvez ela consiga se redimir em algum momento.

Olha que doido. Me doia por ela, mas essa traição fou tão idiota que nem ligo mais!

Isso representa que vc esta fazendo um excelente trabalho querido amigo!

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Vinix, Zé Luiz e Grande Faraó, não se trata de destruir a Beatriz. Ela foi manipulada, tinhas as questões dela com as viagens do marido. Ela estava bêbada, com raiva, traumatizada, carente e apareceu o primeiro amor dela, depois dela ouvir uma música que ouvia com ele, ver a foto do cara, Fred estar mais uma vez ausente e o Rafael brotar do nada na empresa dela. Já vimos contos aqui com mulheres fortes, decididas, inteligentes, caindo por menos, não? Algumas até sendo reincidentes contumazes e o público não deixou de torcer para que elas se acertassem com os maridos. Ela errou. Sabe que errou e isso vai corroer ela para sempre. Quanto a omitir os vídeos, se ela apresentasse ao Fred ele poderia negar, mas acho que ela segurou mais para proteger a imagem dele com o filho. Isso seria perfeitamente possível, não acha? Se Fred vai perdoar ou não, o tempo dirá.

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Irmãozinho!!

Não to criticando não, pelo contrário!!

Eu disse que vc destruiu a Beatriz e destruiu mesmo, vamos ver como vc reconstrui-la!!

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Melhor capitulo até agora amigo Normal! Minha duvida sobre a equipe foi respondida.

A importancia de Johnatan agora foi esclarecida!

Excelente!!!

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Excelente!

Ficou um pouco no ar como o Jonathan conseguiu as imagens da mãe.

Se o pai fosse a fonte ia questionar o motivo e estaria muito mais embasado para sua estratégia...

Meus parabéns ao autor!

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