Eu não sabia quem eu era mais, se menino ou menina, tentava viver um gênero neutro, cabelos um pouco grandes, roupas largas, era bem isolado de amizades só 2 primas e um menino eram meus amigos, minha mãe dizia que era coisa de adolescente meu comportamento, meu irmão mais velho me olhava bem desconfiado, eu vivia no meu mundinho particular alternativo, meu pai em são Paulo, não sabia o que fazer da vida, se avançar e assumir que era gay e trans ou ficar como estava onde todo dia era um susto uma coisa pra esconder, meu quarto já tinha muitas coisas de menina, eu deixava trancado lavava minhas roupas íntimas e secava dentro do quarto, amava me trancar e me produzir, a maquiagem as roupas minhas calcinhas e sutiã, meus brincos eu me sentia linda e agora com meus seios apontando e crescendo me achava gata, tinha medo de meu irmão invadir meu quarto e descobrir tudo, mas ao mesmo tempo seria um alívio deixar de esconder aquele segredo que era um peso, sempre sonhava vestido de menina e as pessoas zoando e rindo da minha cara como se eu fosse uma aberração, seria melhor dizer pra minha mãe que eu era ela, que me sentia bem em ser uma garota e era aquilo que queria, ela ia aceitar pois era compreensiva, mas meus irmãos e pai? E meus avós, e a vizinhança!? Me travava, queria mas não tinha coragem de enfrentar a todos, por isso me isolava e ficava namorando virtualmente na internet, tinha tido meus casos mas o sério foi com Luiz, ele me acediava sempre que vinha a cidade,
Tinha um vizinho na rua dos fundos era mecânico, ele era grande 1,80 de altura, másculo bem sarado, ele sempre me tratava bem, sorria com malícia mas pensava que era algo normal nem imaginava outra coisa, eu era bem afeminado tinha um rosto lisinho e meus cabelos castanhos claros, grandes quase no ombro, tinha uma raba bonita pra um menino, e meus seios já grandinhos, tomava as pílulas de hormônios diariamente, as vezes usava sutiã quando tava frio a blusa escondia, calcinha sempre, as vezes coloca brincos feminino o cabelo escondia, e uma maquiagem leve, eu me sentia muito bem assim, as vezes entreva pela porta dos fundos e passava em frente a oficina mecânica, e nesse dia toda produzida porém bem discreta ali estava Beto sorrindo pra mim, fiquei nervoso pois estava com uma camisa justa e meus seios com sutiã bem pontudos e a blusa por cima,
- olá belezinha tudo bem?
Ele falou me encarando, eu fiquei um pouco nervoso mas respondi com um oli,
- pera aí um pouco, vamos conversar,
Digo que outra hora estava com pressa, ele pega minha mão e me alisa olhando em meus olhos e diz que sou bonito, eu puxo minha mão ele sorri tava de brincos e meus seios será que ele percebeu alguma coisa? Corro pra casa, uns dias depois vou de novo pela rua de trás, é uma rua com poucas casas , ele sorri novamente e diz que quer conversar comigo, para um pouco e ele diz que eu não saio da cabeça dele, que está apaixonado, eu sou a coisa mais linda que já viu, eu dou uma risadinha e digo que ele tá zoando de mim, que não tenho tempo pra isso, ele pega minha mão,
- por favor me dá uma chance vamos nos conhecer melhor,
Ele era lindo um cara bem masculino, bem feito de corpo, um sorriso bem aberto, que transpira confiança, eu abaixo um pouco a guarda ele me pega e me beija na boca que boca gostosa a dele, aquela língua entrando na minha boca aqueles braços fortes me segurando me apertando, passando a mão na minha bunda, eu senti seu membro na minha barriga eu delirei e me entreguei sem resistência, até que ele passou as mãos nos meus seios ele se admirou do volume grande onde encheu a mão, ele sorriu eu me assustei e corri pra casa, depois nos conversamos.
Fiquei pensando naquilo o dia todo, coloquei mais maquiagem e sutiã, um shortinho mais apertado, brincos, e peguei um cd porno do quarto de meu irmão, eu me imaginava no lugar daquelas mulheres dando o cu gostoso, vi meu irmão chegando em casa, corro pra guardar o CD dele no mesmo lugar mas não dá tempo deixo em cima da cama dele e volto pra meu quarto, saio do meu quarto pra ir no banheiro ele diz que vagabundagem é essa? Mostrando o cd na mão dele, que da próxima vez que mexer nas coisas dele ele vai arrombar meu quarto e mexer nas minhas, -seu fresco, não respondo nada mas fico chateado pela minha burrice, as lágrimas caíram de raiva de mim mesmo, entro no quarto e me visto de mulher, vontade de gritar pra todo mundo que sou uma mulher, coloco uma capa de chuva e vou pra o portão dos fundos, já é noite, a oficina está entre aberta, chego perto ele sorri ao me ver e me pega novamente quando abre minha capa de chuva vê que estou produzida de mulher, ele fecha o portão da oficina e me beija como um louco, sobe minha blusa e mama meus peitos nos ali na oficina cai as ferramentas no chão mas nem eu nem ele liga queremos aquilo e agora, ele tira a camisa e faz eu pegar seu penis enorme eu respiro fundo e me agacho, beijo aquele pau lindo duro, chupo como uma vadia tentando colocar o máximo possível na minha boca, mas entra só um pouco mais que a cabeça, chupo uns 5 minutos ele geme de prazer, ele me puxa me beija na boca de faltar o fôlego me vira sobe minha saia baixa minha calcinha e coste no meu anus, depois sinto aquela cabeça quente fervendo indo de encontro meu cu, só ali já me tremo toda, ele cospe novo e aos poucos me penetra, dói um pouco quando a cabeça entra depois empurra e puxa, empurra e puxa e cada estocada ela entra mais até que meteu tudo, aí foi quando apaguei da realidade e viajei no prazer, ele socava tudo num vai e vem gostoso, fiquei assustada com a facilidade que aquele big penis entranva dentro de mim, que gulosa sou kkk, eu ali em pé segurando na mesa ele por trás segurando minha cintura me comendo gostoso, ele metia eu empurrava minha bunda pra entrar todinha, a sensação de está toda preenchida era muito boa, fechava os olhos e mordia meus lábios, era como está gozando sem parar, não pensava, só queria ser a fêmea dele, a putinha que ia satisfazer aquele garanhão roludo, me sentia num filme adulto sendo fodida, respirava fundo, aí que delícia, aí que delícia, gemia gostoso, ele suava me fodia sem parar, estavamos engatados, - gosta de da o cu? Hem gosta? Ele perguntou, -sim, gosto. Ele sorriu, eu virava os olhos de prazer, queria ficar ali sendo fodida horas, com Beto meu macho, meu homem que me fazia de mulher, eu de vez em quando eu olhava pra trás e ele se acabando se esforçando me fudendo ele quando via eu olhando sorria com aquele sorriso lindo eu sorria também, estávamos ali engatados como um cachorro e uma cadela, até que ele gozou dentro de mim, ele não tirou me abraçou bem forte por trás ali em pé, beijando meu pescoço, eu tremia de prazer, gozei também, eu empurrava a bunda contra ele, e ele empurrava seu penis mas pra dentro de mim, até que começou a socar forte de novo, ela tava dura de novo, me comia com vontade, abaixei na mesa de novo e ele em pé me fodia com força, o barulho do chep chep, na minha bunda, me cu todo dilatado recebia seu membro todo dentro de mim, aqueles 28 cm me fodia toda eu delirava de prazer, até que ele gozou de novo. Escutei uma voz de mulher chamar por ele, era a namorada dele, ele fingiu que não tava, ficamos uns 3 minutos ainda engatados, ela foi embora, ele voltou a socar, mas rápido eu mordia os lábios pra não gritar e não fazer barulho pois ela podia está ali ainda, ele metia com força, sentia ele todo dentro de mim, até que deu uma bem forte e parou, despejou mais porra dentro de mim, deu umas três aí ele desengatou, caiu um monte de porra no chão do meu cu, ele me beijou de novo eu me vestir e corri pra casa, tinha esquecido a capa mas ninguém me viu, fui pra meu quarto me masturbar pensando naquela foda de louco, adormeci, tava cheia de esperma dele, toda melada de porra, no cu e na boca, mas não quis lavar pra dormir sentindo o gosto dele em mim.
