Na aula de Teatro, chegou a vez de Eric e João apresentarem suas cenas.
O professor Yuri sentou-se na primeira fila, curioso. O resto da turma estava em silêncio, especialmente Luigi, que observava com uma mistura de ciúme e ansiedade.
A cena era uma reconciliação intensa após uma briga. Eric e João interpretaram bem— diálogos carregados de emoção, olhares profundos. Quando chegou o momento do beijo, os dois se aproximaram. O beijo foi longo, realista, quase apaixonado. João segurou o rosto de Eric com firmeza, e Eric correspondeu, inclinando a cabeça. Durou bem mais tempo do que o necessário para uma cena.
Quando se separaram, a turma ficou em silêncio por dois segundos antes de explodirem aplausos.
**Prof. Yuri:** — Excelente! Vocês dois tiveram uma química absurda. O beijo foi muito convincente, cheio de tensão e desejo. Parabéns, foi uma das melhores apresentações da turma.
Eric e João agradeceram, um pouco ofegantes. João estava claramente afetado, enquanto Eric tentava manter a compostura, olhando rapidamente para Luigi.
O professor elogiou novamente os dois antes de dispensar a turma.
Após o fim da aula de Teatro, o grupo se reuniu no pátio de sempre, sentados nos bancos debaixo da árvore grande. O clima ainda estava animado por causa das apresentações.
Kessya foi a primeira a tocar no assunto, com um sorrisinho malicioso:
**Kessya:** — Gente… eu quase pedi pipoca durante a cena do Eric e do João. Sério. Achei que eles iam tirar a roupa e transar ali na frente da turma. Aquela química foi absurda!
O grupo explodiu em risadas.
**Poliana:** — Eu também! Quando eles se beijaram, eu pensei: “Meu Deus, vai rolar um pornô ao vivo agora”.
**Bento:** — Foi a cena mais quente da turma. Professor Yuri deve ter ficado sem graça.
Eric riu, um pouco envergonhado, passando o braço por cima dos ombros de Luigi.
**Eric:** — Para de exagerar, gente. Foi só atuação.
**Kessya:** — Atuação uma ova! Parecia que vocês dois tavam com tesão de verdade. Principalmente o João… nossa, ele tava devorando você.
João forçou um sorriso, claramente desconfortável. Olhou rapidamente para Poliana, que também ria, mas com um olhar um pouco mais atento.
**João:** — Foi só pra ficar bom na nota, né? O professor pediu emoção.
**Luigi:** — Vocês mandaram bem mesmo… — disse ele, apertando a mão de Eric de leve, embora sentisse uma pontada de ciúme.
**Bento:** — Bem? Eles quase foderam no palco. Se o beijo tivesse durado mais 10segundos, o Eric ia voltar com o cu arrombado pra casa.
Todos riram novamente. Eric balançou a cabeça, rindo junto, mas apertou Luigi contra si de forma protetora.
**Eric:** — Chega de zoação. Eu tenho namorado e ele é ciumento.
**Luigi:** — Eu não sou ciumento… — murmurou, vermelho.
**Kessya:** — Ciumento não, só possessivo. E olha… com razão. O João beija bem demais.
Poliana deu uma cotovelada na amiga, rindo.
**Poliana:** — Ei! Esse beijador bom é meu namorado, tá?
O grupo continuou zoando por mais alguns minutos, com piadas sobre a “química explosiva” entre Eric e João. João tentava rir junto, mas estava claramente tenso. Eric mantinha Luigi bem próximo, como se quisesse deixar claro para todo mundo onde estava seu interesse.
**Kessya:** — Não, sério! Quando o João segurou o rosto do Eric e inclinou a cabeça… eu juro que senti uma vibração diferente. Achei que ia virar cena +18 ali na frente do professor Yuri.
Eric riu, balançando a cabeça, enquanto apertava Luigi contra si.
**Eric:** — Vocês estão exagerando pra caralho. Foi só uma cena.
**Bento:** — Cena? Mano, vocês quase se comeram. Eu tava torcendo pra um dos dois agarrar a bunda do outro.
**João:** — Para de falar merda, Bento. Foi atuação.
**Bento:** — Atuação do caralho. Você tava com cara de quem queria comer o Eric ali mesmo. Confessa.
João ficou vermelho e riu, tentando disfarçar o desconforto.
**João:** — Eu tava só entrando na personagem, seu idiota.
**Luigi:** — Vocês realmente mandaram bem… — disse ele, forçando um sorriso, embora ainda sentisse uma leve pontada de ciúme.
**Kessya:** — Luigi, admite. Você ficou com ciúme quando eles se beijaram?
**Luigi:** — Um pouquinho… — confessou ele, rindo envergonhado. — Mas eu confio no meu namorado.
Eric virou o rosto e deu um beijo rápido na boca de Luigi na frente de todo mundo, como se quisesse reforçar o recado.
**Eric:** — Exatamente. Ele não precisa ter ciúme de ninguém.
**Poliana:** — Ai que fofo! Vocês dois estão me matando de diabetes.
O grupo explodiu em risadas novamente. João ria junto, mas seu sorriso não chegava aos olhos. Ele olhava de vez em quando para Eric, depois para Poliana, claramente perturbado.
**Bento:** — Falando sério agora… vocês dois fizeram uma cena muito boa. O professor Yuri ficou impressionado. Acho que vão tirar nota alta.
**João:** — Tomara. Foi difícil pra caralho fingir aquilo.
**Eric:** — Foi estranho… mas deu certo.
A conversa continuou leve, com mais zoações sobre outras apresentações da turma. Porém, o ar entre João, Eric e Luigi tinha uma tensão sutil que só quem estava muito atento conseguia perceber.
Poliana, sentada ao lado de João, segurava a mão dele… mas não parava de observar o namorado com um olhar pensativo.
Nos dias seguintes, João se esforçou ao máximo para ser um bom namorado.
Ele mandava mensagens carinhosas logo pela manhã, levava Poliana para almoçar entre as aulas, fazia massagem nos pés dela depois de um dia cansativo e evitava qualquer contato desnecessário. Parecia realmente arrependido e disposto a consertar as coisas.
Poliana percebeu o esforço. Apesar da mágoa inicial, ela foi se sentindo mais segura e valorizada. Uma noite, enquanto estavam deitados no quarto dela, Poliana passou os dedos no peito dele e murmurou:
**Poliana:** — Você tá se esforçando bastante… eu tô vendo.
**João:** — Eu quero ser o melhor pra você. Não quero te perder.
Poliana sorriu e o beijou. Depois de um tempo, ela teve uma ideia ousada.
No dia seguinte, ela conversou reservadamente com Kessya e Bento.
**Poliana:** — Eu quero dar um prêmio pro João. Ele tá se comportando muito bem esses dias… e eu sei que ele tem curiosidade. Quero fazer uma orgia dos quatro. Eu, ele, vocês dois. Topam?
Kessya abriu um sorriso grande, claramente interessada.
**Kessya:** — Eu topo. Sempre quis experimentar algo assim com vocês dois.
**Bento:** — Eu também. Se for pra te deixar feliz e dar um presente pro João…conta comigo.
Poliana combinou tudo para o sábado à noite, na casa de Kessya.
**Sábado à noite**
Quando João chegou na casa de Kessya com Poliana, ele não esperava o que encontrou.
As luzes estavam baixas, havia música ambiente e velas acesas. Kessya e Bento já estavam lá, os dois usando apenas roupões abertos.
**Poliana:** — Hoje você vai ganhar um prêmio por ter se esforçado tanto… — disse ela, beijando João e tirando a camisa dele. — Uma noite com os quatro.
João ficou surpreso, mas claramente excitado. Seus olhos brilharam quando Poliana tirou o vestido, ficando só de lingerie, e Kessya deixou o roupão cair, revelando o corpo nu.
Começou com Poliana e Kessya se beijando na frente dos meninos, enquanto João e Bento assistiam. Depois os quatro se envolveram: João fodeu Poliana enquanto ela chupava Bento, Kessya sentou no rosto de João e depois cavalgou Bento. Trocaram deposições várias vezes — João comeu Kessya enquanto Poliana sentava no pau de Bento, os casais se beijando ao mesmo tempo.
O ponto alto foi quando as meninas ficaram de quatro lado a lado. João metia em Poliana enquanto Bento metia em Kessya, trocando de parceira de tempos em tempos. Os gemidos enchiam a casa.
João gozou três vezes: primeiro na boca de Kessya, depois dentro de Poliana, e por último na barriga de Bento enquanto as meninas chupavam os dois juntos.
Depois de João foder Poliana com força e gozar dentro dela pela segunda vez, o clima mudou. Kessya, sempre a mais ousada, olhou para Bento e João com um sorrisinho malicioso.
**Kessya:** — Agora eu quero ver os meninos juntos.
Poliana, ainda ofegante e com porra escorrendo pelas coxas, concordou com um olhar excitado.
**Poliana:** — Quero ver você fodendo o Bento, João.
Bento, que estava duro novamente, olhou para João com um misto de surpresa e tesão. João hesitou por um segundo, mas o álcool e a excitação do momento falaram mais alto.
Eles posicionaram Bento de quatro no meio da cama. Kessya e Poliana se ajoelharam ao lado, uma de cada lado, beijando o pescoço e as costas dele enquanto João se posicionava atrás.
João cuspiu na mão, lubrificou o pau grosso e pressionou a cabeça contra a entrada de Bento. Empurrou devagar, mas firme, entrando centímetro por centímetro.
— Aaaahh… porra… — gemeu Bento, apertando os lençóis.
João segurou a cintura dele e começou a meter. No começo foram estocadas mais controladas, mas logo ele perdeu o ritmo e começou a foder com força, batendo fundo. O som molhado das estocadas ecoava no quarto.
**João:** — Tá gostando de levar pau, Bento? — grunhiu ele, dando um tapa forte na bunda dele.
**Bento:** — Tá… me fode… mais forte…
Poliana e Kessya assistiam excitadas. Poliana masturbava Bento enquanto João metia nele, e Kessya beijava João, enfiando a língua na boca dele.
João acelerou, metendo com estocadas brutais, segurando os quadris de Bento com força. O pau dele entrava e saía brilhando, abrindo Bento a cada investida.
**João:** — Caralho… você aperta gostoso pra porra…
Ele metia sem piedade, o suor escorrendo pelo peito. Bento gemia alto, empinando abunda para receber mais. Poliana deitou debaixo de Bento e começou a chupar o pau dele enquanto João continuava fodendo seu cu.
O prazer foi demais para Bento, que gozou primeiro, gemendo contra a boca de Kessya enquanto jorrava na boca de Poliana.
João não parou. Continuou metendo com força, cada vez mais rápido, até sentir o orgasmo chegando. Com um gemido rouco e longo, ele gozou dentro de Bento, enchendo-o com jatos grossos e quentes, ainda socando enquanto gozava.
Quando terminou, João puxou o pau para fora, vendo sua porra escorrer do cu de Bento. Ele estava ofegante, o corpo brilhando de suor.
Os quatro caíram na cama embolados, respirando pesado, corpos suados embarcados.
**Poliana:** — Isso foi… muito mais quente do que eu imaginava.
João, ainda recuperando o fôlego, olhou para o teto com um misto de satisfação e culpa.