Opa, tudo bem leitores e leitoras desse magnífico site? Chegando aqui para contar a vocês uma experiência cuckold que vivi, presenciei e me deliciei com minha jovem namorada Luanna. Uma rápida apresentação a quem não nos conhece: me chamo Julio Cesar, quarentão de quase 50, namorado da Lua, 26 anos, com quem vivo praticamente vida de casado. Encontrei na mesma mulher uma amiga, confidente, meu símbolo sexual (os mais novos provavelmente nunca ouviram essa expressão, bem anos 80). Foi com ela que descobri um tesão que em todos esses anos de vida, e todas minhas experiências em relacionamentos, nunca tinha sentido antes: ser corno, ver a mulher que amo sendo desejada, tendo seu belo corpo desfrutado por outros homens... Jovens, mais coroas como eu, amigos, desconhecidos, até mesmo da família dela...
Era feriado, e decidimos passar uns dias no interior, na casa de meus familiares. Casa da minha tia Martinha, irmã de meu pai. Tia Martinha e tio Pedro tem apenas um filho, meu primo que é pipa voada (outra expressão antiga) e acabaram criando o filho dele, meu primo de segundo grau, o Jonas. Jonas tem 29 anos, conheço desde que nasceu, um moleque gente boa demais, pegador, bonitão. Tem um comércio na cidade, já comeu meio mundo daquela cidade interiorana. Jeitão descolado, as meninas ficam caidinhas por ele. Chegamos de manhã cedinho na fazenda dos meus tios, uma propriedade enorme, com a casa principal que tem 4 quartos (o dos meus tios, o do Jonas e dois de hóspedes), sala de jantar, sala de estar, varandão, lavanderia, galinheiro, alguns gados, e ainda tem uma casa na fazenda onde moram dois irmãos gêmeos que são responsáveis por cuidar dos animais e afazeres da propriedade. Hugo e Hélio eram adolescentes quando os pais, que faziam a mesma função que eles fazem hoje, faleceram em um triste acidente. Sem família por perto, meus tios adotaram os dois. Eles trabalham lá, mas posso dizer que foram adotados tamanho é o carinho e zelo que meus tios têm por eles, além de serem grandes amigos do Jonas, já que tem a mesma faixa de idade (ambos tem 28 anos). Bem, voltando a nossa chegada: fomos recepcionados por meus tios com um grande banquete, típico de fazenda: leite diretamente da vaca, queijo da fazenda, pão caseiro, bolo, enfim, um amor maternal, seio da família, coisas que a gente não consegue nem explicar de tão gostoso que é. Jonas ainda estava dormindo, meus tios nos levaram até o quarto onde ficaríamos. Tomamos um banho, ajeitamos nossas roupas no guarda roupa e fomos desfrutar daquele banquete delicioso. Minha tia animada dizendo que íamos amar o final de semana, e que os "meninos" (Hugo e Hélio) iam sair com a gente pra nos mostrar a propriedade. Falou que tinha lago pra pescar, cavalos pra andar, animais pra alimentar. Falando tudo com aquele brilho nos olhos, assim como meu tio, que se referia a mim e à Luanna como "filho" e "filha". Terminado o delicioso café da manhã, chegaram os "meninos" Hugo e Hélio. Minha tia apresentou eles à minha namorada Luanna, eu já os conhecia. Eu observando cada movimento, cada forma de olhar, cada gesto e aparentemente, os irmãos foram apenas solícitos e educados com a Lua, nada demais em um primeiro momento. Eles começaram a falar sobre a fazenda, os lugares que conheceríamos no dia, e o quanto eles estavam disponíveis. Enquanto conversávamos ali, meus tios, Luanna e os irmãos, chegou o Jonas, meu primo. Cumprimentei-o com um abraço apertado e apresentei a Lua a ele. Normal, ele a abraçou forte, lhe deu boas vindas à casa, enfim, aquele clima amistoso e de sorrisos, típico de recepções em famílias do interior, e a minha não era diferente. Enquanto eles seguiam conversando na sala, peguei minha xícara e fui pra frente da casa. Acendi um cigarro, agora já um pouco longe deles e fiquei olhando para os cavalos pastando do outro lado, afastado. Foi quando Luanna chegou por trás de mim e falou:
_ nossa amor, que lindos! Será que são dóceis para montar?
Antes que eu falasse algo, Hélio a respondeu:
_ São mangalargas marchadores, uma das raças mais dóceis, moça. Se quiser posso te ajudar a montar.
Lua com um ar inocente como de uma menininha, falou na hora:
_ ah, quero sim!!
Disse isso, "batendo palminha". Bem, combinados então, fomos em direção aos cavalos. Luanna, eu, os irmãos Hugo e Hélio e meu primo Jonas. Assim que chegamos perto, Luanna já foi acariciar o cavalo e Hélio já se prontificou a bota-la em cima. Um pouco mais afastados, Hugo, eu e Jonas observávamos a cena e conversávamos. Foi quando reparei que Hélio se aproveitava da situação para passar a mão na bunda da Lua. Não era impressão minha, ele estava realmente se aproveitando dela, e os rapazes, olhavam pra mim para ver se eu teria alguma reação. Luanna, inocente, não reparava. E eu apenas observava. Não impedi, não achei necessário, porém sabia que isso daria a impressão aos demais que Luanna estava "liberada". Após esse episódio do cavalo, andando pela propriedade, descíamos um pequeno monte para acessarmos o lago. Era inevitável descer com cuidado para não escorregar e parar só lá embaixo. Aí foi a vez do Hugo "ajudar" minha namorada. A segurando pela cintura, com a mão escapando "sem querer" e pegando na bunda dela, e ela mais uma vez agindo como se fosse apenas um ato de gentileza... Até que Jonas me chamou de canto para me alertar:
_ olha, primo... Os caras são gente boa demais, demais mesmo. Mas toma cuidado. Eles são mulherengos e pelo que tô vendo, estão como abutres rondando a sua namorada
_ tudo bem, primo. Eu percebi um pouco isso também, mas não vou arrumar confusão e criar um clima ruim por causa disso, entende?
_ bem primo, vc é quem sabe...
Assim rolou o clima. Luanna com uma blusa de botões, amarradinha, usando sutiã branco, da mesma cor da blusa, calça jeans e botas, como se já fosse dali, da fazenda. Com o decote chamando atenção daqueles rapazes e confesso que até meu primo, por mais que tentasse disfarçar, também soltava umas olhadas para os seios da minha namorada e para a bunda dela, que mesmo de calça, chamava atenção pelo rabão grande que ela tem...
A tarde acabando, fomos pra casa grande, para jantarmos com meus tios. Minha tia perguntou como foi o dia, animada para saber o que achamos, principalmente a Luanna que ia lá pela primeira vez. Enquanto estávamos ali, na sala de jantar, naquele clima familiar, à meia luz, jantando, chegaram à casa os dois irmãos, Hugo e Hélio. Foram nos chamar para uma rodada de jogos de cartas e bebida lá na casa deles, que parecia mais um confortável chalé ali em meio ao enorme terreno da fazenda. Eu não respondi, mas Luanna logo veio com um "vamos, amor?"
Olhei pro Jonas, que já se saiu dizendo que estava cansado demais e precisava acordar cedo para resolver algumas coisas no Centro, no dia seguinte. Diante da animação da minha namorada, não vi problema em confirmar presença. Meu tio ainda "alertou":
_ cuidado com esses meninos, viu? Eles às vezes roubam
E caíram todos na risada. E eu só pensei: desde que não roubem minha namorada, né? Kkkkk enfim, seguimos jantando e após acabarmos, Jonas foi pro quarto dele, e meus tios também se recolheram. Não era muito tarde, para os nossos padrões de vida, mas a noite estava fechada, escuridão total, e luz apenas na casa grande dos meus tios e na casa dos irmãos, bem ao longe. Minha namorada e eu fomos seguindo, e no meio do caminho ela demonstrou medo, em meio a risadas nervosas. Foi quando Hugo rapidamente ofereceu seu braço pra ela segurar, enquanto passávamos por aquele trecho escuro, em meio à noite cerrada... Seu irmão Hélio ficou me olhando, certamente para ver se haveria alguma reação e novamente não vendo nada demais, deixei seguir... Chegando lá, nos acomodamos na sala. Era uma mesa baixa no meio e cadeiras de madeira de lei, antigas, ao redor. Uma construção bem antiga, porém bonita e aconchegante. Nos acomodamos ali, eles nos serviram algumas bebidas quentes... Luanna e eu estamos acostumados a beber cerveja nos rolês que fazemos, mas ali, é quase unânime entre mulheres e homens bebidas de alto teor alcoólico. Sentamos de forma que eu e Luanna ficamos frente a frente, assim como os irmãos. Ou seja: do lado direito, Luanna tinha Hugo, e do esquerdo, o Hélio. Começamos as rodadas do jogo e quem perdia, era obrigado a dar uma talagada caprichada naquela bebida forte. E ficou pior quando foi proposto um rabo de galo. Eu e Luanna não queríamos porém fomos desafiados e acabamos aceitando. Os caras perdiam e bebiam também. E eu, e Luanna... Até que em determinado momento comecei a sentir a cabeça pesar demais... Olhei pra Lua pra ver se ela estava bem ou como eu, e ela estava com aquele sorriso fácil, porém arrastado, movimentos mais lentos... Foi quando falei com ela que iria me deitar um pouco porque não estava bem. Lembro dela levantando e rapidamente se aproximando de mim, dizendo que iria deitar também. Foi quando Hélio a segurou pela cintura e falou:
_ não, não, não! Você perdeu a rodada e tem que dar mais um gole
_ mas eu não aguento mais Hélio...
_ nada disso, trato é trato.
Hélio forçou ela a beber mais um gole e vi que pelo rostinho dela ela estava totalmente zonza. Quando fui tentar tirar ela dali, Hugo me puxou e me conduziu até o quarto, dizendo:
_ ei, ei... Deita um pouco, amigão. A bebida pegou você
_ mas a Lua...
_ shhh... Relaxa, a gente cuida dela.
_ cuida como assim?
_ cuida, amigo. Descansa um pouco, ela vai ficar bem
Isso ele falou já me jogando na cama no quarto. Tentei levantar e meu corpo não obedeceu. Minha cabeça pesou, parecia que um ímã me puxava e simplesmente apaguei. Não sei por quanto tempo, mas eu literalmente fui "desligado" e fiquei naquela cama, sem minha namorada. Quando acordei, ainda muito sonolento, fui andando até a porta do quarto, e aos poucos ouvindo sons ainda não identificáveis... Foi quando, mesmo em meio à escuridão do quarto e minha sonolência extrema, ouvi gemidos abafados e vozes que falavam muito, muito baixo... Fui me aproximando da porta e a pouca luz no ambiente facilitou que minha visão ficasse apurada. Foi então que percebi claramente a Luanna de quatro, com os joelhos no chão de madeira da sala... Sua calça estava jogada ao lado do sofá, ela estava totalmente nua da cintura para baixo... Atrás dela, Hugo metia seu pênis nela... Ritmado, forte porém cuidadoso para que não emitisse som alto, porém inevitavelmente eu ouvia o som da bucetinha carnudinha de minha amada recebendo aquela pica grossa e apontando pra cima, tamanho era o tesão com o qual aquele homem a dominava... Segurava sua cintura e enfiava na mesma velocidade com a qual tirava... O motivo dos gemidos abafados era a rola do Hélio em sua boca... Sentado confortavelmente na poltrona do sofá, ele segurava a cabeça da Lua, e movimentava seu quadril para cima, como se fudesse sua buceta, invadindo a boca e alcançando a garganta da minha amada, que pelo movimento do irmão dele, Hugo, que empurrava com força, era lançada ainda mais na direção daquele membro duro e rígido...
Ouvi um breve sussurro:
_ mais devagar, assim ele vai acordar! - disse Hélio, pra completar: - já tô quase gozando...
Hugo:
_ meu leite vai nos peitos dela. Né delícia?
Luanna com a pica latejando na boquinha, só conseguia emitir o som "uhuum..."
De repente, Hélio segurou mais forte, aumentou movimento e soltou um urro, enquanto a minha pobre namorada se esforçava para conter a porra em sua boca, mas acabara deixando escapar leite do macho pelos cantinhos... Hugo não se aguentou também vendo a cena:
_ puta que pariiiiiu, vou go... Gozaaaar...
E pegou forte nela por trás, trazendo-a pra si e jorrando leite na buceta mesmo, sem dó... Foi tanta porra que quando ele tirou a pica de dentro dela, derramou no chão, aquelas poças de esperma... Os dois irmãos olharam pra porta do quarto e me escondi rápido para que não me vissem...
(CONTINUA)
Privacy da minha amada namorada e futura esposa:
https://privacy.com.br/@LuannaMell
Para quem quiser conhecer melhor ela, conhecer bem a fundo, e até mesmo conversar com ela no chat 🔥
