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O Reprodutor Público - parte 3

Um conto erótico de Rick Melo
Categoria: Heterossexual
Contém 762 palavras
Data: 25/08/2026 15:29:17

— É sério? — perguntou Diego boquiaberto ao ver a funcionária do governo se aproveitando da sessão de cópula pra siriricar.

— Fica quieto e não me atrapalha — Jane respondeu sem tirar os olhos do quarto principal.

Diego se levantou e viu sua mulher de quatro na cama enquanto César metia a rola nela. Realmente quando Sara tinha cansado o maxilar ela se posicionou e pediu pra que César tomasse cuidado pois ela estava com medo do pau enorme dele machucar sua buceta. Ele então começou a penetrar devagar, o que causou um pouco de dor pra ela, mas a excitação era tanta que ela rapidamente começou a pedir:

— Me come gostoso. Me fode, vai!! Me fode!!

Era difícil até para César ser totalmente profissional nessa hora. Ele estava diante de uma mulher bonita, gostosa, com uma buceta escorrendo tesão, e pedindo pra ser fodida desesperadamente. Ele apenas obedeceu. E a cada metida forte que ele dava na buceta dela, ela soltava um grito de tesão, que Diego não conseguia ouvir do outro lado, mas ficava nítido pela expressão do rosto dela.

Diego não se conformava:

— Sara, sua puta! Você...

— Cala a boca! — interrompeu Jane. — Você devia estar aproveitando também.

Jane então abriu mais alguns botões de sua blusa, colocou uma mão dentro do sutiã para estimular o bico do peito e a outra mão voltou para dentro da calça. Mesmo com raiva da esposa, Diego agora está ficando excitado ao ver Jane daquele jeito. Ele ficou alguns segundos hipnotizado com ela até que se voltou novamente para o quarto e agora César está sentado na cama e Sara está se posicionando para montar na rola dele. Diego assiste tudo. Sara lentamente sentando e fazendo sua buceta engolir todo aquele pau. Ela começa a rebolar e a quicar na rola enquanto César cai de boca nos seios de Sara chupando verazmente como se estivesse esfomeado.

Convencido de que não pode fazer nada sobre isso, Diego resolve não mais olhar para o quarto e volta-se novamente para Jane, para ter mais uma surpresa. Ela havia tirado o sutiã para estimular melhor os seios e havia descido a calça até os joelhos. Diego fez cara de espanto.

— O que foi? Nunca viu? Sua mulher não te mostrava os peitos dela? — perguntou Jane.

— Não, é que... eu... só não esperava ver você assim.

— Devia parar de se preocupar comigo e aproveitar também, eu já te disse.

— Não. Eu não vou mais assistir essa pouca vergonha.

— Então, que tal você fazer uma coisa útil enquanto EU assisto o César comendo sua mulher? — Jane falou isso fazendo sinal com o dedo para que Diego se aproximasse.

Ele chegou bem perto, com os olhos fitos nos seios fartos e bicudos de Jane, e ela falou:

— Se ajoelha.

— Hã?? — não era isso que Diego estava esperando.

— Se ajoelha logo! — Jane disse impaciente.

Ele obedeceu, e quando estava bem na frente dela, Jane abaixou a calcinha e puxou a cabeça de Diego fazendo ele encostar o rosto em sua buceta peluda. Ele apoiou as mãos nas coxas dela, arregalou os olhos surpreso, mas não fez nada. Jane então deu-lhe um chutinho não muito forte porém certeiro nos bagos, que o fez abrir a boca soltando um aaaahh.

— Deixa de ser frouxo e chupa logo isso. — ordenou Jane, pressionando a boca de Diego bem onde estava o seu clitóris.

Coincidentemente, enquanto Diego chupava a buceta de Jane, dentro do quarto Sara gemia loucamente de tesão enquanto César também a chupava. O reprodutor público sugava o mel da excitação que escorria do interior de Sara e ela se contorcia de prazer apertando forte o lençol. Jane observava tudo isso com um tesão absurdo, sentindo a língua de Diego massagear suavemente seu grelo. Aos poucos a funcionária do governo também começou a sentir as ondas de prazer percorrendo todo seu corpo. Quando Diego parava para respirar ela mandava que ele continuasse. Até que ela começou a gemer mais alto, o corpo trêmulo, apertando o rosto de Diego contra sua buceta e dizendo:

— Continua, continua, caralhoooo!!

Depois de gozar, Jane se jogou deitando-se no birô ofegante.

— Pra um corno mal dotado, até que você chupa muito bem.

— Você devia me respeitar! Não pode ficar falando assim com as pessoas — protestou Diego.

— Tá com raiva só porque eu te chamei de corno mal dotado? E você é o que por acaso? Tem um cara com 23cm de pica fodendo sua mulher. Se enxerga!

— Mas...

— Se ainda quer ser útil e se sentir homem aqui, sua chance sou eu. Coloca essa piroquinha pra fora e me come agora.

(continua...)

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