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Capítulo 11: Domingo na Casa de Praia 3

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Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Grupal
Contém 4197 palavras
Data: 03/08/2026 14:19:16
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

A tarde tinha sido intensa demais. Depois de tudo que aconteceu na piscina, o grupo decidiu pedir pizzas para o jantar. Carlo e eu nos oferecemos para ir buscar. Saímos de noite com o meu carro, as luzes da estrada iluminando o caminho enquanto o vento entrava pelas janelas abertas. O silêncio inicial durou pouco. Logo começamos a conversar sobre tudo que tinha rolado naquele domingo.

— Cara, eu não fazia ideia que você estava comendo a Giovana — disse Carlo, direto como sempre, com um tom de surpresa genuína. — Quando vi vocês dois… fiquei chocado no começo.

Eu suspirei, mantendo os olhos na estrada. Ainda me sentia um pouco estranho falando sobre isso em voz alta.

— Eu também me sinto estranho às vezes. É minha filha, Carlo. Mas… aconteceu. Peguei a Aline e a Giovana transando juntas um dia. Depois uma coisa levou à outra. Eu tirei a virgindade dela. Foi intenso pra caralho.

Carlo ficou em silêncio por um segundo, depois sorriu.

— Fico feliz por você, mano. Sério. Se todo mundo está curtindo e ninguém está sendo forçado, que mal tem? A vida é curta.

Ele então abriu o jogo sobre a própria família. Contou que tinha flagrado Cecília gozando junto com a Bruna um tempo atrás, mas não teve coragem de participar na hora. Disse que ficou com muito tesão, mas segurou. Hoje, finalmente ter comido o cu da própria filha tinha sido uma das coisas mais excitantes da vida dele.

Chegamos à pizzaria, pedimos quatro pizzas grandes de sabores variados — calabresa, marguerita, frango com catupiry e portuguesa — e pegamos também alguns refrigerantes gelados. Enquanto esperávamos, continuamos a conversa no carro, agora estacionado.

No caminho de volta, eu não resisti e perguntei sobre algo que tinha me chamado atenção:

— E aquela parte em que a Bruna enfiou os dedos no seu cu enquanto você gozava… como foi isso?

Carlo riu, sem vergonha.

— A Bruna adora esse tipo de coisa. Ela gosta de me dominar um pouco. Eu comecei a gostar também. Ser fodido por ela com os dedos me dá um prazer diferente.

Eu fiquei curioso.

— E você já foi penetrado por um pau de verdade?

Carlo balançou a cabeça.

— Não. Só dedos e uma tentativa com o consolo dela. Não deu muito certo, doeu um pouco e paramos. Ainda tenho curiosidade, mas não sei se toparia.

O resto do caminho foi mais leve, falando sobre como o dia tinha sido louco e sobre como as mulheres da família estavam cada vez mais safadas. Quando chegamos de volta à casa de praia, as pizzas ainda quentes enchiam o carro de um cheiro delicioso. Quando saímos de casa, todas nos esperavam com fome — e com aquele brilho nos olhos de quem sabia que a noite ainda podia render mais.

Carlo e eu chegamos de volta à casa com as pizzas quentes e os refrigerantes gelados. Entramos na sala e a encontramos estranhamente vazia. Chamamos alto pelas mulheres e pelas filhas:

— Ei! Chegamos com as pizzas!

De longe, veio um “Vamos já!” feminino, mas não conseguimos identificar quem tinha respondido. Demos de ombros, colocamos as caixas de pizza em cima da mesa de jantar da sala e guardamos os refrigerantes na geladeira. Depois nos sentamos no sofá grande, abrimos duas latas de cerveja gelada e começamos a beber enquanto esperávamos. Conversamos mais um pouco sobre o dia, rindo das loucuras que haviam acontecido.

Um tempo depois, ouvimos passos. As quatro apareceram juntas, cada uma segurando a mão de outra. Aline, Bruna, Giovana e Cecília estavam lindas, vestindo lingeries sensuais — pretas e brancas, rendadas, transparentes em alguns pontos. Os corpos delas ficavam ainda mais provocantes com as peças. Carlo e eu ficamos embasbacados, as latas de cerveja paradas no ar. Elas sorriram ao ver nossa reação.

Aline foi a primeira a falar, com um tom leve e divertido:

— Estamos com muita fome!

Fomos todos para a mesa da sala de jantar. Abrimos as caixas de pizza e o cheiro delicioso encheu o ambiente. Carlo e eu nos recompusemos, pegamos os refrigerantes e servimos todas. Todo mundo começou a comer e conversar como de costume — sobre a praia, a faculdade, piadas do dia. Era surreal ver a naturalidade com que estávamos ali depois de tudo.

Quase no final das pizzas, ainda sentados à mesa, Giovana e Cecília agiram com total naturalidade. Elas abriram as nossas bermudas sem cerimônia e começaram a bater punheta para nós dois. Cada uma com seu pai, as mãos macias subiam e desciam pelos nossos paus já meio duros, sem esconder o que faziam. Carlo e eu nos entreolhamos, surpresos, mas ninguém parou de comer ou de conversar. As meninas riam e continuavam a papo normalmente, como se fosse a coisa mais comum do mundo.

Carlo e eu já estávamos no limite, gemendo baixo enquanto as mãos das nossas filhas trabalhavam com ritmo nos nossos paus. Giovana, com bom humor, olhou para Aline e chamou:

— Vem cá, Aline. Ajuda aqui pra não fazer bagunça na mesa.

Cecília fez o mesmo com a mãe:

— Vem, mãe. Chupa ele pra mim.

Aline e Bruna se aproximaram rindo, se ajoelharam e tomaram os paus nas mãos. Elas chuparam com vontade, as bocas quentes e habilidosas nos levando ao orgasmo rapidamente. Carlo e eu gozamos quase ao mesmo tempo, gemendo baixo para não fazer muito barulho. As duas engoliram tudo, sem deixar cair uma gota de porra. Depois tomaram um gole de refrigerante como se nada tivesse acontecido e voltaram para seus lugares com sorrisos inocentes.

As filhas, ainda sentadas ao nosso lado, disseram quase juntas:

— Fica só de cueca, pai. Vai ser melhor.

Elas tiraram nossas bermudas e camisas com naturalidade, guardaram as roupas e colocaram nossos paus ainda semi-duros para dentro das cuecas. Todos terminamos de comer as pizzas restantes como se fosse um jantar comum de família. A conversa fluía leve — sobre a praia, a faculdade, planos para o próximo fim de semana.

Aline foi a primeira a se levantar. Foi até a cozinha e pegou algumas bebidas que tínhamos colocado para gelar mais cedo. Bruna pegou os copos e arrumou tudo na mesa de centro à frente dos sofás. Todos nos levantamos e fomos nos sentar nos sofás grandes da sala. A conversa continuou normalmente, como se nada de extraordinário tivesse acontecido — como se nossas filhas não tivessem acabado de punhetar os pais até gozarem nas bocas da namorada e da esposa.

Carlo e eu estávamos novamente excitados, os paus marcando nas cuecas enquanto olhávamos para os corpos lindos das quatro mulheres, cobertos apenas por lingeries sensuais. Aline e Bruna perceberam nossos olhares e trocaram um sorriso cúmplice. Aline foi a primeira a falar, com a voz leve e provocante:

— É um pecado deixar paus tão bonitos e duros sem uso, não acham?

O clima na sala mudou novamente, cheio de promessas. Aline e Bruna trocaram um olhar cúmplice e Aline falou com a voz sensual:

— Vocês já provaram hoje as bucetas das cunhadas… agora vão provar nossos cus.

Aline se virou de costas para Carlo, rebolando e esfregando a bunda macia no pau dele por cima da cueca. Bruna fez o mesmo comigo: sentou no meu colo, tirou meu pau da cueca com habilidade e começou a esfregar a buceta molhada contra ele, ainda sem tirar a lingerie. A sensação do tecido rendado contra a pele era enlouquecedora. Cecília e Giovana se levantaram, foram até o quarto e voltaram carregando uma sacola grande de um sex shop próximo. Colocaram a sacola ao lado do sofá e sentaram novamente, observando tudo com os olhos brilhando.

As duas primas colocaram as mãos dentro da calcinha uma da outra e começaram a se tocar, gemendo baixinho enquanto assistiam Aline e Bruna. O sofá era grande o suficiente para todos. Aline e Bruna nos fizeram deitar completamente nus. Elas afastaram as calcinhas para o lado com os dedos e, com movimentos lentos e deliciosos, sentaram com o cu no nosso pau. Aline desceu no pau de Carlo, gemendo gostoso, enquanto Bruna sentou no meu, o cuzinho apertado engolindo meu pau centímetro por centímetro.

As duas ficaram lindas de lingerie, subindo e descendo com ritmo, as bundas empinadas rebolando de forma hipnótica. Eu segurava a cintura de Bruna, sentindo o calor apertado do cu dela. Carlo fazia o mesmo com Aline, os gemidos das duas enchendo a sala. Cecília e Giovana continuavam masturbando uma à outra, os olhinhos fixos na cena, gemendo junto.

O prazer era lento e profundo. As mulheres cavalgavam com maestria, hora devagar, hora mais rápido, as lingeries pretas e brancas contrastando com a pele. Era impossível não gemer junto com elas. O dia na praia tinha se transformado em uma noite inesquecível.

As cunhadas subiam e desciam em nossos paus com mais velocidade, as bundas batendo ritmadamente contra nossas coxas. Elas passavam as mãos pelos nossos corpos, apertando peitos, barriga e coxas. Aline colocou a mão dentro da própria calcinha e começou a esfregar o clitóris enquanto cavalgava o cu no pau de Carlo, gemendo alto e sem vergonha. Eu, por minha vez, deslizei a mão pelo corpo de Bruna e acariciei seu clitóris por cima da calcinha, sentindo-a tremer. O prazer foi crescendo rápido para todos nós.

Chegamos ao orgasmo bem próximos. Eu gozei primeiro, enchendo o cu apertado de Bruna com porra quente, gemendo rouco. Carlo gozou logo depois dentro de Aline, segurando firme a cintura dela. As duas mulheres gemeram alto, os corpos convulsionando de prazer. Um pouco depois, Cecília e Giovana gozaram se esfregando uma à outra no sofá, os gemidinhos delas enchendo a sala.

Com todos felizes e satisfeitos, rimos bastante do absurdo gostoso da situação. Giovana e Cecília se aproximaram de nós, se ajoelharam e chuparam os nossos paus com carinho, limpando qualquer resto de porra que ainda saísse do pau dos pais delas. Depois elas vestiram nossas cuecas novamente com cuidado, como se fosse a coisa mais normal do mundo. As quatro mulheres — Aline, Bruna, Giovana e Cecília — se levantaram rindo e foram para o quarto, dizendo:

— Voltamos logo!

Eu e Carlo nos olhamos e caímos na gargalhada.

— Cara, como somos sortudos… — comentei, ainda rindo.

Conversamos mais um pouco e as quatro voltaram depois de um tempo. Pareciam ter ido ao banheiro e se limpado bem, os corpos com cheiro de sabonete e perfume. Trouxeram um baralho e mais uma garrafa de bebida. Bruna, com um sorriso safado, falou:

— Vamos jogar alguns jogos para acalmar um pouco.

Apesar das palavras, o olhar dela era de pura excitação. Rimos bastante e nos organizamos em um círculo ao redor da mesa de centro da sala — alguns sentados no sofá, outros no chão, todos ainda parcialmente vestidos e com o clima carregado de tesão.

*Início da narração por Aline*

Enquanto os homens esperavam na sala, eu e Bruna fomos para o banheiro do quarto. Entramos juntas no chuveiro para limpar o resto de porra que tinha ficado dentro dos nossos cus. A água quente escorria pelos nossos corpos enquanto nos lavávamos com cuidado, rindo baixinho do que tínhamos feito. Bruna me beijou de leve e disse que estava adorando o clima do dia. Depois do banho, nos secamos e vestimos as lingeries novamente. Cecília e Giovana, a pedido de Bruna, tinham separado um baralho e uma garrafa de bebida.

Quando saímos do banheiro, Cecília perguntou curiosa para a mãe:

— Mãe, pra que esses itens?

Bruna sorriu de forma misteriosa e respondeu:

— Hoje todos estamos satisfazendo algumas fantasias… agora vai ser a minha vez de realizar uma bem especial.

Todas nos olhamos curiosas, mas Bruna não deu mais detalhes. Ela apenas completou:

— O baralho é para jogar strip poker.

Eu e Bruna colocamos as lingeries novamente e todas as quatro vestimos meias 7/8 para ficar ainda mais sensual. Descemos para a sala e reencontramos Carlo e Guilherme, que ficaram boquiabertos ao nos ver. Formamos um círculo ao redor da mesa de centro — alguns no sofá, outros no chão — prontos para começar o jogo.

A regra era simples: quem perdesse a rodada tinha que tirar uma peça de roupa. Se a pessoa já estivesse sem roupa, pagaria uma prenda que o grupo escolhesse. Carlo e Guilherme protestaram um pouco, dizendo que só tinham uma peça (a cueca), mas Bruna os convenceu com um sorriso safado:

— Vai ser gostoso… prometo.

Enquanto isso, Cecília e Giovana esfregavam os paus deles por cima das cuecas, rindo e deixando os dois já bem excitados novamente.

Bruna era realmente habilidosa com o baralho e fez a distribuição das cartas com um sorriso misterioso. Nas primeiras três rodadas, eu, Cecília e Giovana perdemos as meias, ficando com as pernas lisas e à mostra. Na quarta rodada, Carlo perdeu e, com um riso nervoso, tirou a cueca, ficando completamente nu. Com mais algumas rodadas, Cecília, Bruna e Giovana ficaram apenas de calcinha, os seios maravilhosos de fora, empinados e lindos. Eu ainda mantinha o sutiã, mas sentia os olhares dos homens queimando em mim.

Nas próximas três rodadas a sorte mudou. Guilherme ficou pelado, Cecília também perdeu a última peça e eu perdi o sutiã, ficando com os seios à mostra. Carlo estava bastante focado, jogando sério para não precisar pagar nenhuma prenda. O pau dele e o de Guilherme estavam visivelmente grandes e pesados com a visão dos peitos de todas nós, mas ainda não completamente duros — o que tornava a cena ainda mais provocante.

Guilherme perdeu novamente e o grupo decidiu a prenda com animação. Bruna falou, com um brilho safado nos olhos:

— Você vai ter que beijar a Cecília de língua por cinco minutos sem ficar de pau completamente duro. E ela não pode tocar no seu pau.

Cecília encostou os seios perfeitos e firmes no peito do tio, segurou o rosto dele e o beijou com paixão. A língua dela entrou na boca de Guilherme, dançando de forma lenta e molhada. Ele tentava se controlar, mas era visível o esforço. Antes de quatro minutos, o pau dele já estava completamente duro, latejando contra a coxa de Cecília.

O grupo explodiu em risadas e aplausos. Bruna, com um tom divertido, disse:

— Bom… agora o Guilherme vai ter que pagar uma punição extra. Vamos pensar em algo bem interessante…

O clima na sala ficou ainda mais quente enquanto discutíamos qual seria a próxima prenda.

O grupo decidiu, entre risadas, que Guilherme teria que subir no primeiro andar e bater punheta de frente para a porta de vidro da varanda até gozar. O risco de alguém da rua conseguir ver aumentava a emoção. Todos subimos juntos com ele, formando quase uma torcida. Guilherme, ainda envergonhado mas excitado, começou a se masturbar olhando para a varanda. Nós incentivávamos baixinho, rindo e aplaudindo cada vez que ele acelerava. Ele gozou com um gemido rouco, jatos fortes acertando o vidro. Cecília se animou, ajoelhou para limpar o vidro com a língua e chupou o pau do tio, sugando o restante de porra, com um sorriso safado.

Muito animados, descemos todos de volta para a sala. Guilherme brincava, dizendo que eles iriam pagar caro pela prenda. Voltamos a jogar e agora Guilherme estava tão focado quanto Carlo. Nas rodadas seguintes, Bruna, Giovana e eu ficamos completamente nuas. A partir daí, quem perdesse pagaria uma prenda escolhida pelo grupo.

Giovana foi a próxima a perder. O grupo, animado, decidiu usar os brinquedos que elas tinham trazido do sex shop. Giovana deveria colocar um vibrador na buceta, ligar na velocidade média e jogar a próxima rodada assim. Todos rimos várias vezes vendo Giovana tentar se concentrar, mordendo o lábio e segurando os gemidos enquanto o aparelho trabalhava dentro dela. Ela não conseguia se concentrar direito e acabou perdendo mais uma vez.

Eu sabia que Giovana tinha um crush leve em Thiago, um menino que morava na rua dela em Goiânia. Como prenda, o grupo decidiu que ela teria que fazer uma chamada de vídeo sem se vestir e convencê-lo a mostrar o pau e bater punheta. Carlo espelhou a tela do celular de Giovana na TV da sala para todos conseguirmos ver. Giovana ficou envergonhada no começo, protestando, mas acabou aceitando.

Ela ligou para Thiago já com os peitos enquadrados no vídeo. Com a voz manhosa e sedutora, começou a conversar com ele, elogiando e provocando até o menino ficar claramente excitado. Thiago acabou baixando a calça, mostrou o pau duro e começou a bater punheta na frente da câmera, gemendo o nome dela. Giovana sorria, incentivando, e ele gozou bem rápido, espirrando na própria mão.

O grupo inteiro explodiu em risadas e aplausos quando a chamada terminou. O clima na sala estava cada vez mais quente e divertido.

*Início da narração por Giovana*

Eu fiquei com muita vergonha depois da chamada de vídeo com Thiago. Meu rosto estava quente e eu não parava de pensar em como seria quando voltasse para casa e o encontrasse na rua. Aline percebeu e, com um sorriso malicioso, disse:

— Relaxa, Gi. Você pode convidá-lo para assistir um filme em casa e continuar a conversa… mas dessa vez presencial.

Todos caíram na gargalhada com a sugestão. O clima ficou leve de novo e voltamos a jogar. Foi a vez de Bruna perder. A prenda foi cruel e deliciosa: ela tinha que chupar a buceta de Cecília até a filha gozar. Bruna se ajoelhou na frente da filha, abriu as pernas dela e começou a lamber com vontade. Aline resolveu entrar na brincadeira, ficou atrás de Bruna e enfiou um consolo pequeno na buceta dela, fodendo devagar enquanto Bruna chupava a filha.

Cecília e Bruna gozaram quase juntas, gemendo alto e ficando bem moles depois do orgasmo. Guilherme e Carlo aproveitaram o momento da prenda para trazer bebidas geladas para todos. O jogo recomeçou com todos mais relaxados. Logo depois, Carlo perdeu. Bruna falou rapidamente, com um brilho nos olhos:

— Eu quero escolher a prenda do meu marido… mas não vai ser agora. Vai ser depois.

Todos ficaram curiosos. Eu desconfiei que era a fantasia especial que Bruna tinha comentado no quarto mais cedo. O jogo continuou e dessa vez foi Cecília quem perdeu. A prenda foi pesada: ela deveria ficar em pé me beijando por cinco minutos enquanto Aline chupava a buceta dela e Bruna chupava o cu. Cecília não poderia gemer durante o tempo todo. Carlo pegou o celular para cronometrar.

Cecília encostou o corpo no meu e me beijou com paixão. Aline se ajoelhou na frente e começou a chupar o clitóris dela com firmeza, enquanto Bruna enfiava a língua no cuzinho da filha. Eu apertava os seios grandes e macios de Cecília, sentindo ela tremer contra mim. Em menos de três minutos ela já estava gemendo loucamente contra minha boca, incapaz de se controlar. Carlo e Guilherme batiam punheta assistindo a cena, e estava tão gostoso que acabou passando bem mais do que os cinco minutos.

Depois de Cecília ter gozado loucamente, o grupo decidiu que ela merecia um desafio extra. Bruna mandou a filha segurar os paus duros do tio Carlo e do meu pai ao mesmo tempo. Cecília obedeceu, ajoelhando e segurando um pau em cada mão. Bruna tirou uma foto apenas das mãos dela e dos dois paus, destacando bem a pulseira de amizade que Cecília ganhou no final do ensino médio — todas as amigas próximas do grupo tinham uma igual. Bruna enviou a foto no grupo das amigas de Cecília com a legenda inocente: “Vi a pulseira no meu braço e lembrei de vocês”.

Carlo espelhou a tela do celular de Cecília na TV da sala para todos acompanharmos as respostas. Algumas amigas responderam com emojis animados e mensagens felizes. Outras, porém, entraram na brincadeira: uma mandou uma foto sensual cobrindo os seios com o braço, mostrando a pulseira. Outra enviou uma foto batendo siririca, com a pulseira bem visível no pulso. O grupo inteiro riu e comentou o quão safadas as amigas de Cecília eram.

O jogo reiniciou e, dessa vez, o meu pai perdeu. Bruna foi rápida:

— Eu e a Aline vamos decidir a prenda dele.

As duas saíram da sala e ficaram um tempo conversando baixo do lado de fora. Enquanto isso, eu e Cecília nos aproximamos do meu pai e do meu tio. Eu comecei a chupar o pau do tio Carlo com vontade, e Cecília fez o mesmo com o meu pai. Nossas bocas trabalhavam devagar e molhado, saboreando os paus duros enquanto esperávamos a prenda ser decidida.

Quando Aline e Bruna voltaram, traziam um sorriso malicioso no rosto. Elas não revelaram imediatamente o que tinham planejado, mas o olhar delas prometia algo intenso. O clima na sala estava elétrico, cheio de expectativa.

Todos estavam ansiosos para descobrir qual seria a próxima loucura.

Aline e Bruna começaram a alisar os corpos de Cecília e Giovana de forma sensual, passando as mãos pelos seios, cintura e coxas delas enquanto olhavam para nós. Aline perguntou com a voz baixa e provocante:

— Vocês gostam de assistir isso, não gostam?

Tio Carlo e meu pai responderam quase ao mesmo tempo, com a voz rouca:

— Sim… gostamos.

Bruna continuou acariciando a filha e falou com um tom calmo e convincente:

— Vocês homens sabem que suas mulheres gostam de prazer e nem por isso nos consideram lésbicas, né?

Eles concordaram, ainda hipnotizados pela cena. Bruna finalizou a fala lambendo os seios de Aline de forma lenta e provocante, depois olhou para os dois:

— Então a prenda de vocês é masturbar o pau um do outro até gozar.

*NOTA: Na parte final desse conto existe uma parte em que ocorre uma punheta bissexual masculina. Se você não gosta desse tipo de conteúdo, Pode ler apenas até aqui e pular o restante do capítulo.*

*Início da narração por Guilherme*

Carlo e eu ficamos em choque com o pedido. Relutamos bastante, tentando argumentar que aquilo era demais, que não era a mesma coisa. Mas Bruna já tinha se decidido e não cedeu. Depois de alguns minutos de protestos, acabamos concordando, envergonhados mas excitados.

Carlo e eu nos aproximamos mais no sofá, ficando quase colados. Cada um segurou o pau do outro com um pouco de receio no começo. Começamos a masturbar devagar, sentindo o pau alheio pulsar na mão. Aline e Bruna incentivavam com sorrisos e palavras safadas, enquanto nossas filhas assistiam animadas.

O clima na sala estava completamente carregado. Era estranho, proibido e, de alguma forma, incrivelmente excitante.

Carlo e eu já batíamos punheta com um ritmo mais firme, as mãos subindo e descendo nos paus um do outro. O desconforto inicial tinha dado lugar a uma excitação estranha e intensa. Aline retirou a mesa de centro da sala com ajuda de Bruna, abrindo espaço no chão. Cecília e Giovana se deitaram ali, cada uma em frente ao próprio pai, abrindo as pernas e começando a se masturbar devagar, os dedos circulando os clitóris inchados enquanto nos olhavam.

Bruna e Aline se posicionaram atrás de nós, nos abraçando por trás. Senti os seios macios de Aline pressionando minhas costas enquanto ela alisava meu peito e barriga com as mãos quentes. Do lado, Bruna fazia o mesmo com Carlo, beijando e chupando o pescoço dele. As sensações vinham de todos os lados — a mão do meu irmão no meu pau, as mãos de Aline me acariciando, e a visão das nossas filhas se tocando no chão.

Carlo e eu gemíamos mais alto, o ritmo das punhetas ficando mais urgente. Aline chupava minha orelha e sussurrava palavras safadas, enquanto Bruna fazia o mesmo com Carlo. O prazer era avassalador. Cecília e Giovana também gemiam, os dedos movendo-se mais rápido enquanto nos observavam.

Eu sentia o pau do Carlo pulsar na minha mão e o meu pulsar na dele. O ambiente estava carregado, quente, proibido. As mulheres incentivavam com gemidos e carinhos, tornando impossível resistir.

O clímax se aproximava rápido para todos nós. Era uma loucura completa, mas naquele momento parecia impossivelmente certo.

Aline pediu com a voz firme e sensual que parássemos de punhetar um ao outro. Carlo e eu soltamos, largamos os paus respirando pesado. Ela olhou para as meninas e instruiu:

— Giovana, Cecília… chupem os paus deles. Babando bastante.

As duas se aproximaram imediatamente. Giovana tomou meu pau na boca, chupando com vontade e deixando bastante saliva escorrer. Cecília fez o mesmo com Carlo. O som molhado das bocas delas era enlouquecedor. Bruna beijou Carlo com paixão, enfiando a língua fundo na boca dele e sussurrando:

— Estou muito molhada de ter visto você punhetando outro homem…

Depois de um tempo, Aline instruiu as meninas novamente:

— Agora só com a cabeça dos paus na boca. Não desçam mais.

Giovana e Cecília obedeceram, mantendo apenas as glandes inchadas dentro da boca, lambendo e sugando a ponta enquanto babavam bastante. Aline então olhou para nós:

— Agora vocês dois voltem a masturbar um ao outro.

Carlo e eu seguramos nossos paus e começamos a bater punheta novamente, gemendo alto com a sensação da boca das nossas filhas na cabeça sensível. O prazer era intenso demais. Não demorou muito para gozarmos — primeiro eu, enchendo a boca de Giovana com porra quente, depois Carlo gozando na boca de Cecília. As duas engoliram tudo, olhando para nós com olhos safados.

Foi delicioso ser punhetado e punhetar meu próprio irmão… mas eu tinha a forte impressão de que Bruna ainda desejava muito mais.

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Comentários

Foto de perfil de Carolleitora

Que delicia de conto. Tomara que eles tenham a primeira experiencia gay. E que o pai da giovana coma o irmao de 4. Isso me excita demais.

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