✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Fui passar as férias na chácara da minha vó e acabei dando o cuzinho

Um conto erótico de Danie Furacão
Categoria: Gay
Contém 2989 palavras
Data: 25/08/2026 11:14:22
Assuntos: Anal, Gay, mato, Oral, primos, Teen

Minha relação com Franklin era boa, me sentia protegida ao lado dele, as piadinhas passaram a ser menos frequente por parte de alguns meninos por medo do Frankstein me defender, em troca da sua proteção e em nome da nossa relação eu chupava seu pau e dava meu cuzinho quase todos os dias nos meses seguintes a nossa primeira vez

Os roubos de calcinha da minha madrinha era arriscada mas valia a pena, me sentia mais menina e confiante que era cada vez mais das gostosas da sala de aula

E fiquei ainda mais convencida quando entrei para natação, sentia minhas coxas ficarem torneadas, minha barriguinha secar

Porém essa minha nova fase tinha um preço, o ciúmes de Frankstein e a relação acabou de fato quando no início do ano seguinte fui passar as férias na chácara da minha avó, já fazia um tempo que não passava férias com ela devido umas questões com o complicado do meu pai

Do mesma maneira que minha confiança aumentou com meu corpo a ousadia de roubar calcinhas acompanhou da mesma forma, pulava o muro da vizinha para roubar suas lingeries mais bonitas e ousadas que as da minha madrinha

Os modelos de algodão começaram a ser trocadas por renda e os modelos tanguinhas trocadas por fio dental, eu tinha quase uma gaveta escondida só para guardar minhas peças furtadas

E para minha viagem peguei umas três calcinhas de renda bem pequenas para usar só não sabia como e nem o momento por medo de minha vó me pegar assim

No dia que cheguei meu primo Anthony já estava lá a pelo menos uns dois dias, éramos da mesma idade com a diferença de meses sendo eu mais velho

Com minha chegada o ciúmes dele ficou evidente por perder a atenção, já que ele estava acostumado com uma convivência bem maior com nossa vó, mas minha chegada mudou tudo isso e apesar de uma mulher criada em uma geração muito mais preconceituosa e rígida com a sexualidade, vovó logo percebeu que eu não era um garoto como os outros

A chácara era bem grande, com curral e laguinho de pesca onde tinha algumas lembranças bem na infância de pescar com meu vô antes de falecer e ter a confusão entre meu pai e minha vó

Para ajudar ela a cuidar da chácara tinha um senhor caseiro bem prestativo, sua esposa uma senhorinha muito simpática e um rapaz que deveria ser uns três ou quatro anos mais velho que eu e meu primo que achava ele o máximo por subir em árvores, pescar e até caçar e na minha visão ele era só um escoteiro sem uniforme

Nos dois primeiros dias eu fiquei muito colada a minha vó, ajudando nas coisas de casa como uma boa netinha, assistíamos tv até tarde da noite e quando ía deitar meu primo já estava dormindo pois sempre acordava cedo para se aventurar com Joca o filho do caseiro

No terceiro dia depois de ajudar minha vó nas coisas de casa decidi que iria tomar sol para voltar para natação bronzeadinha, esperava meu primo e o filho dos caseiros não estivessem pelo laguinho que por sinal estava bem abandonado e provavelmente nem peixe deveria ter mais

Coloquei uma calcinha um shorts e uma camisetinha regata, bronzeador que havia pego da minha madrinha sem ela saber, uma toalha para colocar no chão e me deitar para fazer marquinha e fui para o lago

No início fiquei de shorts observando o movimento enquanto ouvia um roquezinho no meu walkman, ensaiei algumas vezes tirar o shorts e ficar só de calcinha mas o medo de ser flagrada era grande

Depois de horas sem perceber nenhuma movimentação tomei coragem desliguei minha música e fiquei sem meu shorts, porém não deve ter passado nem cinco minutos assim e ouvi o barulho de mato sendo pisado

Me enrolei rapidamente na toalha deitada mesmo, torcendo para que não tivessem visto e que na melhor das hipóteses se tivesse que fosse minha vó a ver

Para meu azar quem chegou foi Anthony e o filho do caseiro, eles chegaram e perguntaram o que eu estava fazendo, respondi que estava tomando sol, meu primo começou a jogar pedras no laguinho tentando fazer elas deslizarem enquanto Joca tentava puxar assunto comigo

Nada indicava que eles tenham visto, mas eu suava de nervoso só de pensar que poderiam ter visto e o olhar malicioso de Joca me deixava ainda mais tenso enquanto só torcia para eles irem embora logo para me desenrolar da toalha e vestir meu shorts

Com a atenção que Joca me dava Anthony ficou com ciúmes e falou que era melhor nós dois voltar para casa e tomar o café da tarde com a vovó

De tanto ele perturbar levantei e saí enrolada de toalha mesmo parecendo um vestido tomara que caia o que chamou ainda mais a atenção do filho do caseiro que nos acompanhava continuando a falar sem parar, a combinação garoto mais velho, olhar malicioso, corpo forte e irritação do meu primo me fez despertar o interesse que até então não tinha tido pelo filho de pele mulata do caseiro

Joca se despediu e me chamou para ir se aventurar com eles no dia seguinte, entrei correndo sem responder e fui direto para o banheiro para tomar banho e trocar de roupa e para minha surpresa assim que desci minha toalha meu pauzinho estava duro e eu nem havia notado

No banho me masturbei pensando em Joca e a vontade que fiquei de uma safadeza com um garoto novo, inquieto meu primo Anthony lutou com o sono esperando eu ir para o quarto cedo também mas sua luta foi em vão, novamente quando fui deitar ele já dormia

No dia seguinte com muito esforço e para desgosto do meu primo acordei cedo para ir com ele e Joca fazer as aventurazinhas deles de escoteiro

Como uma boa menina demorei para me arrumar, coloquei calcinha, tirei calcinha, coloquei cueca e decidi que era melhor ir sem nada, uma camiseta e uma calça que era apertada e deixava meu bumbum bem evidente

Nessa época oscilava muito entre mostrar meu verdadeiro lado ou manter a postura que a sociedade esperava de um menino, porém o ambiente proporcionado pela minha avó me deixava a vontade para ser quem eu queria ser

E assim que passei pela porta da sala para varanda e vi Joca já esperando eu e meu primo, não disfarcei nem um pouco o quanto era afeminado

Entramos por caminhos no meio do mato procurando largatos e tatu, meu primo tentava mostrar o quanto era destemido enquanto eu ao lado de Joca mostrava o quanto poderia ser frágil

Joca sempre me olhando maliciosamente tocou em meu bumbum, a primeira vez não esbocei reação pois não sabia se havia sido intencional ou não, caminhamos mais um pouco e novamente sua mão tocou meu bumbum e dessa vez olhei para ele, mas ainda sem demonstração de nada, já que havia sido toques rápidos

A terceira vez foi mais demorada e gerou minha primeira reação, olhei para ele com um pequeno sorriso e disse "Para seu doido"

Joca retribuiu o sorriso e continuamos a caminhar, quando paramos para espreitar o que poderia ser a toca de algum bicho e novamente sua mão veio ao encontro do meu bumbum com sorrisos sem vergonha de ambas as partes, falei baixinho enquanto levava minha mão ao seu pau "Para doido, olha meu primo aí"

"Ele não vai ligar" Disse Joca

"Safado" Sussurrei baixinho

Saímos de onde estávamos e caminhamos mais para frente sempre com Joca a passar a mão em mim e eu a retribuir apertando seu pau duro, enquanto meu primo fingia não perceber

Chegava a hora do almoço e eu só pensava em uma forma de ficar com Joca sozinha, mas com meu primo em cima seria difícil, depois do almoço fiz como no dia anterior, coloquei minha calcinha e fui até o laguinho me bronzear e dessa vez sem medo, após estender minha toalha no chão, colocar meus fones de ouvidos, abaixei meu shorts, ajeitei a calcinha e me deitei com o bumbum para cima

Dessa vez não vi o tempo passar, distraída ouvindo minhas músicas não percebi a chegada de Joca "Fiu, Fiu" fez ele ao chegar bem próximo a mim

Apesar do nervosismo, fingi naturalidade e sorri falando "Que susto seu doido"

"Por que você fica me chamando de doido?" Perguntou Joca

"Por que você é um doido" Respondi ele

"Eu não sou doido, doido é você que tá de calcinha aí" Disse ele me deixando sem graça

Me encolhi e como na tarde passada me enrolei na toalha, perguntei sobre meu primo e porque não estavam juntos, Joca respondeu que ele estava jogando futebol com os meninos da vila que tinha nos arredores da chácara e em seguida mudou de assunto tentando ganhar pontos comigo falando

"Mas você fica bem de calcinha, parece até uma menina" Disse Joca

Joca sem querer acertou no meu ponto fraco, dei um sorriso demonstrando que ele estava no caminho certo e o safado ousou um pouco mais, deu uma apertado no pau na minha frente, me enchendo a boca de água

Apertando seu pau Joca continuava a me elogiar e me encher de perguntas, eu também fui curiosa e um pouco mentirosa

Minha curiosidade era em saber se ele já tinha provocado Anthony da mesma forma que estava me provocando

"Provocando é?" Perguntou Joca antes de falar que meu primo era feio e não era gostosa como eu

A minha mentira foi inventar um namorado e tentar me fazer de difícil

A mentira eu consegui manter, mas a pose de difícil não durou muito, olhando aquele pau duro na minha frente não resisti, estiquei meu braço até sua rola dura e comecei a acariciar

"Você é safadinho né?" Disse Joca

"Sou não" Respondi ele, tentando me fazer de difícil novamente, mas a essa altura já era tarde demais

"O pau do seu namorado é grande assim?" Perguntou Joca com tom irónico

"É sim!" Respondi ele sem ter certeza se minha mentira estava sendo convincente

E se falando talvez não tivesse convencendo muito, minhas ações convenciam menos, ainda deitada enrolada na toalha tirei seu pau para fora e quando saltou aquela piroca imensa eu fiquei sem palavras e a minha única reação foi ajoelhar e beijar aquela cabeça roxa

Diferente de Frankstein que sempre forçava minha cabeça para engolir mais, Joca deixou eu me deliciar com sua pica, me fazendo babar ela toda

Estava me lambuzando só esperando a hora de sentir sua porra invadir minha boca, quando ouvimos uma movimentação no mato, larguei rapidamente o pau de Joca e quando olhei para o lado vi meu primo se aproximar

Não demonstrei nervosismo, puxei minha toalha que caía e esperei Anthony falar alguma coisa, mas para minha surpresa ele parecia mais interessado em saber porque Joca não continuou a jogar futebol

Joca disse que estava com a perna machucada por isso não quis jogar futebol, desinibida brinquei

"Ainda bem que você tem três pernas, né!" Falei apontando para o volume enorme em sua bermuda

Anthony também olhou e começou a reclamar comigo, porque eu estava ali novamente e umas outras coisas sem sentido e uns princípios de ataque insinuando que eu era viadinho e por isso não jogava futebol

Desinibida e sem vergonha, ajeitei a toalha deixando aparecer um pouco da calcinha antes de falar que voltaria para casa da minha vó, com a promessa que no outro dia provaria que sabia jogar futebol

A noite Anthony brigou novamente com o sono para tentar me pegar acordada no quarto e dessa vez ele conseguiu vencer e depois de enrolar um pouco sem perguntas diretas, foi direto ao ponto e perguntou o que fazia com Joca no laguinho

Me sentindo segura em me assumir, disse que Joca estava me cantando, Anthony não acreditou e eu continuei a insistir na história e a provocar ele dizendo que ele estava com ciúmes por que iria perder o macho dele, meu primo ficou bravo e quis iniciar uma briga

Ignorei ele e fui dormir disposta a tirar ele ainda mais do sério no dia seguinte e depois das coisas habituais que fazia sempre decidi ir jogar futebol com Anthony, Joca e os meninos do vilarejo

Na hora de dividir os times Anthony quis jogar contra mim e achou que Joca iria jogar no mesmo time que ele, mas o filho do caseiro preferiu estar no mesmo lado que eu

Isso era só o início da confusão, em times opostos Anthony tentava de qualquer jeito me superar, mas sua qualidade era inferior a minha, não que fosse bom, mas o nível de todos ali era abaixo do que me acostumei a jogar

Sobrava esforço físico na falta de qualidade, como não escondi meu jeito afeminado fui alvo das disputas mais duras, a meu favor tinha a velocidade e a habilidade, logo eu e Joca formamos uma excelente dupla de ataque

Quando fazíamos gol comemorávamos dando tapinha um na bunda do outro em meio ao jogo lembrei das coisas que aprontava e fui ao ouvido de Joca e disse

"Se ganharmos o jogo eu dou meu cu para você"

Joca apenas sorriu e continuamos a jogar e sua vontade de ganhar pareceu aumentar muito, ao fim do jogo saímos em direção a chácara

Anthony foi direto para o banho enquanto fiquei conversando com Joca que curioso queria saber se era verdade o que tinha prometido a ele e eu não estava para brincadeira, só precisava de um lugar seguro

Joca disse que no final do terreno da chácara tinha um lugar que daria para fazer e fomos para lá

Por vezes perguntei se ninguém poderia aparecer ali e Joca garantiu que não, chegamos ao local que tinha uma velha rede amarrada a duas árvores, as mãos do filho do caseiro foram diretos ao meu bumbum e a minha para seu pau

Joca desceu meu shorts e a cueca junto se abaixou e deu um beijinho no meu cu, fui às nuvens com a sensação, procurei um lugar para me apoiar para ser fodida por ele na posição que estava mais acostumada a fazer, mas fui surpreendida novamente com o beijo em minha barriga suada

"Você tem um corpo de menina" Falou Joca deixando me mais excitada ainda

"Me come meu moreno" Falei afinando o máximo da voz

Joca sentou se e me puxou com força para o colo dele, eu nunca tinha feito assim antes, sempre dava em pé ou de quatro

Segurei o pau grande e grosso dele e como se fosse minha primeira vez foi entrando apertado, mas diferente de quando perdi meu cabacinho o prazer estava acima da dor

A cada centímetro que meu cu engolia, mais gemia e o prazer era algo que nunca tinha sentido, contei os trinta segundos e passou sem que Joca demonstrasse nenhuma vontade de gozar, quarenta e cinco segundos depois e nada, passou o um minuto e vinte recorde de Frankstein e parei de contar, porque foi justamente nesse momento que meu coração disparou

A mão que segurava minha cintura desceu até minha virilha, não só o coração disparou mas meu pauzinho também despertou, meu tesão foi ao extremo senti aquela vontade de cagar, mas não podia pedir para parar

Quicava e gemia com uma vontade imensa de fazer Joca tocar em meu pauzinho ou eu mesmo me tocar mas o medo dele não gostar e estragar aquela foda gostosa era maior, mas o que não me dava medo era ser flagrado

Joca continuava a passar a mão em minha virilha e começava respirar ofegante, dando o sinal que gozaria meu cuzinho todo, empinei meu bumbum quando sua respiração ficou igual de um animal e senti sua porra entrar toda no meu cu

Assim que ele gozou levantei do seu colo, e o gozo com coco escorreu, me deixando vermelha de vergonha, Joca riu e limpou o pau na rede, eu continuei sem graça e ele me puxou para perto da rede e limpou meu cuzinho também

"Sua bunda é muito bonita, comer você de quatro deve ser muito bom" Falou ele

Sorri ainda um pouco constrangida e disse a ele "Seu pau é maior que do meu namorado"

"Quem sabe da próxima vez não fazemos assim" Continuei a falar enquanto pegava em seu pau meia bomba mas que endureceu na hora

"Por que não agora?" Respondeu Joca empurrando levemente minhas costas para frente

"Outra vez?" Falei sem acreditar já me posicionando

Eu nunca tinha feito duas vezes seguidas e não fazia a mínima ideia de como seria a sensação, se na primeira entrou centímetro por centímetro devagar, dessa vez entrou tudo de uma vez só me fazendo gritar

Joca socava meu cu gozado e cagado sem nojo, eu misturava gritinhos de dor com gemidos de prazer, não pensei no tempo que iria durar, não me preocupei se alguém iria chegar, só pedia para ele socar mais

Era a primeira vez que pedia isso durante o sexo, Joca obedecia, socava forte apertava minha bunda era minha satisfação perceber que estava sendo uma femeazinha para aquele macho que gozou mais uma vez no meu cu

Me levantei com as pernas tremulas, os joelhos sujos e cu mais sujo ainda, Joca novamente limpou o pau na rede, peguei meu shorts e vesti antes que ele pudesse me limpar novamente

Antes de sairmos dali ele se aproximou de mim, meu coração disparou ainda mais pois a impressão que tive é que ele me beijaria, mas foi só a impressão mesmo pois ele apenas falou perto ao meu ouvido

"Você deveria ter nascido menina" Falou enquanto apertava meu bumbum

Voltamos em direção a casa de minha vó e antes dele seguir caminho para a casa dele, disse "Amanhã quero você de novo"

"Assim você vai ficar apaixonado por mim" Respondi a ele mesmo que no fundo a verdade seria o contrário

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 21 estrelas.
Incentive Danie Furacão a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Que delícia lendo este conto no banquinho em frente a minha casa né a calçada. Dez nota dez

1 0