O caminhoneiro que transformou minha namorada - 2.
Parte 2.
Eu vi mas não acreditava nos meus olhos, Gleyce simplesmente beijou aquele anão na boca! Não consegui entender. Me deu uma raiva imediata.
No começo, Gleyce deu um beijo simples, mas depois o Socadinha a pegou pelas laterais da cabeça e, segurando, começou a dar um beijão de língua, e abriu o bocão para engolir a boca da garota. Ele sugava os lábios e a língua da minha namorada, vi que a Gleyce até abriu os olhos que se arregalaram, mas ela deixava, e até começou a retribuir o beijo de língua, rodando a cabeça e provavelmente colocando sua língua na boca do safado também. Nem eu me lembrava de dar um beijo daqueles, que durou um bom tempo, até que eles se separaram, com a Gleyce limpando o rosto cheio de baba, já sem fôlego. Ela se recompôs, sob os olhares dos caminhoneiros, ainda conversaram mais um pouco com eles, riram, e depois deram um sinal de adeus, e saíram. Pareciam mesmo namorados.
Eu já estava de cara feia, fervendo de ciúme e raiva, e quando ela veio, vi os peitinhos dela de bicos salientes e já saí falando alto, e perguntei:
— Que merda foi essa, Gleyce? O que foi aquilo!
— Calma amor, deixa eu explicar. - Ela disse.
— Como, calma! Você beijou esse anão folgado e safado na boca! Na frente de todos ali. Me fez de corno para eles.
O Socadinha, irritado com meu comentário, exclamou:
— Folgado é o caralho! “Cê” é um corno mesmo! E merece levar porrada!
Ele veio para cima de mim e me deu um chute forte na canela, que me fez gritar. Eu perdi o equilíbrio, a queda me jogou de encontro ao chão. Eu caído e o Socadinha dizia:
— Seu otário, seu corno estúpido, eu dou carona, ajudo a proteger a sua namorada, e você me chama de anão folgado, seu merda?
Ele ainda me deu mais dois chutes, um nas pernas e outro de raspão na costela, eu caído no chão em posição fetal, tentando me proteger dos pontapés.
Apesar da pouca estatura, ele era rijo e chutava forte pra caramba. Eu pensei em gritar por socorro para a Gleyce, gemendo de dor, mas ela interveio logo e entrou na frente dele:
— Calma “Soca” … não faz isso! Nada de violência. Não bate nele, por favor!
Ela o abraçou para tentar acalmá-lo. E disse:
— O Maurinho não tinha a intenção de ofender! Foi uma reação sem pensar.
Gleyce ficou abraçada a ele por quase trinta segundos, até que o negão se acalmou. Para a minha sorte, aquela mulher abraçando, era irresistível. Gleyce disse:
— Não vamos fazer a nossa viagem um inferno, “Soca”. Assim, nem eu quero mais continuar. Com violência, eu desisto de prosseguir. E ficaremos por aqui mesmo.
Na mesma hora ele ficou calmo. A Gleyce, conseguiu a redenção dele com seu jeito habilidoso e inteligente. Ela me viu levantar do chão, batendo o pó da roupa, e apalpando a canela onde levei o chute, e perguntou:
— Está tudo bem amor? Ficou machucado?
— Ele quase me quebrou a perna e a costela! – Eu disse.
A Gleice veio me abraçar, e pediu:
— Maurinho, vamos parar com esses atritos, você foi indelicado ao falar, pede desculpas para ele.
Não queria acreditar no que ela pediu. Eu que fui o agredido. Mas ainda estava com medo daquele nanico forte me agredir novamente. Contra a minha vontade, eu me desculpei.
— Foi mal... Me desculpe.
O Socadinha nem respondeu, virou as costas e se afastou para os lados do caminhão.
A Gleyce explicou:
— Aqueles motoristas estavam mexendo comigo, amor, falaram ofensas, me chamaram de biscatinha gostosa, putinha de estrada, o “Soca” que me protegeu.
Me irritava ela o chamar de Soca, dava uma intimidade que me revoltava.
Ela prosseguiu:
— E ainda por cima, eles faziam chacota dele por ser anão, coitado dele, amor, ficaram provocando e dizendo que ele nunca pega mulher, e outras coisas. Foi daí que eu fingi que era a namorada, para mostrar para aqueles folgados. Era o mínimo que eu podia fazer, para ajudar quem está nos ajudando, né?
Eu ainda estava descontente:
— Mas precisava beijar na boca?
— Claro “mô”! Como eles iam acreditar? Eles dizem que são amigos dele, mas ficam de chacota o tempo todo, fazem maldade, humilham, diminuem o coitado, eu não podia deixar. Pensa viver o tempo todo sendo humilhado?
Eu fiz que sim, que entendia, sem dizer nada. Ela insistiu:
— Que ciúme besta é esse, amor? Só por causa de um beijo?
— Um beijo na boca, de íngua, demorado, como de namorados! – Reclamei.
— Se fosse no teatro ou numa novela da televisão, com um ator famoso, você não ligava! – Ela disse. E continuou:
— Que preconceito mais bobo. Já beijei um monte de namorado, e você nem existia na minha vida. Um beijo não arranca pedaço. Estou aqui inteira.
No final, ela me convenceu, e me deu um beijo. Falou:
— Um beijo nele, só para fingir ser namorada, não muda nada o que eu sinto por você, amor. Relaxa. Não vai me perder. E o “Soca” ficou feliz, pois defendi sua imagem diante dos colegas.
Quando ela se virou para entrar no caminhão, eu percebi pelo beijo que a sua boca tinha o gosto do drops Halls. Quase cuspi, sabendo que era o drops do Socadinha. Só não fiz para não a ofender.
Seguimos viajando. Socadinha teve que fazer outras entregas ainda, a viagem estava levando o dobro do tempo por conta daquelas paradas.
Em uma das paradas em que o Socadinha saiu da cabine para fazer as estregas, eu não aguentei de curiosidade e perguntei para a Gleyce:
— O que é que vocês tanto ficaram conversando de noite, no escuro?
Ela me olhou por um tempo, pensativa, e depois, em vez de responder, perguntou:
— Por que quer saber? Ouviu alguma coisa?
— Ouvi vocês cochichando. Fiquei curioso. – Respondi.
— Eu só conto se você prometer que não vai ter outro ataque de ciúme e estragar a nossa viagem de uma vez. – Gleyce falava baixo.
Naquele momento eu fiquei na dúvida se desejava ouvir mesmo o que eles falavam. Deu até um frio na barriga. Respondi:
— Estou curioso, mas se você acha que eu não vou gostar, e ficar com ciúme, talvez seja melhor eu não saber.
Ela esclareceu:
— Eu prefiro contar. Não estou fazendo nada escondido, amor, apenas tentando levar essa viagem ao nosso destino, sem mais crise.
Ela deu uma ligeira pausa:
— Não falei nada, para você não estressar. Você sabe que é delicado. Não quero ficar na estrada. Por isso, preciso que você se controle e me deixe conduzir as coisas.
— Mas vai continuar com esse chamego com ele? Dando moral o tempo todo. Eu vou ficar com ciúme! – Questionei.
Gleyce sorriu, e falou com sinceridade:
— Você está com ciúme desde o começo, amor. Não entendo isso! Adora me ver provocante, com roupas sensuais, me exibindo para outros, mas, quando aparece uma ameaça, alguém me assediando, ou que eu dou atenção, fica inseguro. Você é muito inseguro, pois o ciúme é isso, quando eu entro no jogo de provocar, você se abala. Tem medo do quê?
— É que eu gosto muito de você. – Respondi.
— Eu não vou deixar você, nem vou deixar de amar você. Por mais que eu faça algo que possa ser mais forte, como o beijo que eu dei nele. Você tem que entender isso. Fica manso, que não dá briga.
Ela deu uma pausa e vendo que eu ouvia atento, falou:
— Mas, tem coisas que sinto vontade de fazer, e não sei se você aceita, ou se entende. Você parece que não quer me deixar livre para tentar. Medo de me perder. E não perdeu ainda um sentimento de posse e exclusividade, e isso gera o ciúme. Tem que aprender a deixar as coisas fluírem. Me aceitar como eu sou.
Eu não entendia direito até onde ela queria chegar, mas naquele ponto ela estava certa. Temendo a resposta, eu perguntei:
— Mas, o que você tem vontade de fazer, que eu não aceito?
— Resolvi beijar o “Soca”, para ajudar na autoestima dele, provar para os outros que ele tem uma namorada, pois ele sofre muito com esse sentimento de inferioridade. Por isso ele é agressivo. A violência dele é a defesa de quem é sempre ofendido e diminuído. Foi ideia minha passar por namorada dele, e ele adorou essa atitude de solidariedade, mas você em vez de confiar em mim, ficou revoltado, com ciúme, e não gostou. E logo o ofendeu. Só gerou antipatia e agressão.
— Você gostaria de me ver de mãos dadas beijando uma outra moça? – Perguntei.
Ela fez que sim, antes de responder:
— Talvez eu não gostasse, depende da situação, mas eu não ia agir como você agiu. Foi muito estúpido comigo e o ofendeu à toa.
Ela me olhou firme:
— Sabe que ele tem inveja de você, é agressivo, e mais forte do que você, cheio de mágoas acumuladas, está louco para bater e se vingar em você, e tudo por um sentimento de inferioridade. E você ainda provoca. O que está nos salvando até agora, é que eu estou sendo muito solidária com ele, e dando o que ele deseja.
Fiquei calado, olhando para ela, admirado com sua capacidade de percepção e entendimento. Embora já soubesse, perguntei:
— Mas o que ele deseja que você esteja dando?
Ela sorriu:
— Deseja atenção, respeito, admiração, valorização, aceitação, reconhecimento, gratidão, solidariedade, e sentir que desperta em mim, algum desejo por ele.
— Por isso você fica toda sedutora? Até oferecida? – Perguntei.
— Estou tentando fazer isso tudo, e, ao mesmo tempo, controlar o ímpeto libidinoso dele. Você sabe... Vamos falar a verdade. Ele quer me comer, Maurinho, assim como todos os outros, inclusive você também. Estou acostumada com isso, a maioria dos homens que conheci sempre quiseram e querem me comer. Eu vou jogar com isso, mas vou tentar manter as coisas sob controle até a gente chegar ao nosso destino. Não fique apavorado. E tenha uma coisa em mente: Eu só dou quando tiver vontade e com tesão.
Fiquei calado, olhando para ela, por uns segundos. Estava assustado. Eu consegui dizer:
— Entendi. Agradeço por tudo. Mas eu sofro, pois gosto demais de você, e não sei se ele merece tudo isso que faz por ele. Nem eu estou preparado para aguentar tudo isso.
— Não é só por ele, amor. É por nós. Relaxa. Eu sei conduzir as coisas. – Ela disse:
Na hora, eu voltei à curiosidade e perguntei:
— Então, agora, pode me contar o que conversaram de noite?
Ela respondeu:
— Eu posso contar, claro, nunca pensei em esconder de você. Mas durante a viagem, tem que prometer que ficará tranquilo.
— Prometo. Me conte. – Pedi.
Ela começou a contar:
— Logo que nos deitamos e apagamos a luz da cabine, ele se encostou em meu corpo, e senti que ele estava fervendo, com aquele negócio grande, duro entre as pernas. Falávamos de massagem com os pés. Ele disse que sabia uma massagem com as mãos. Perguntou se eu queria aprender e eu disse que sim, só para ver o que ele pretendia. Começamos a conversa desse jeito.
Ela respirou e viu que eu ouvia calado. Eu já me sentia arrepiado. Prosseguiu:
— Ele começou a passar a mão sobre o meu corpo, primeiro nas costas, alisava, depois acariciava os seios, apalpou de leve, e disse baixinho que percebeu como eu fiquei excitada quando ele me enxugou. Os meus mamilos estavam endurecidos.
Ela deu uma ligeira pausa para me ver, ouvindo, e continuou:
— Eu ri, e falei que não sou de ferro e que era uma reação natural. Expliquei que o que me excitava mesmo era ver que ele e você estavam excitados de me ver quase nua.
— Você falou isso? – Exclamei.
Gleyce suspirou fundo, fez que sim, e continuou:
— Os dois tinham o pinto duro. Você sabe, vi isso acontecer várias vezes na viagem. Você se excitou muitas vezes. E você viu que ele tem um pintão que fica bem evidente!
— Verdade. O anão é um tripé. – Exclamei, dando uma risada.
— No escuro, ele continuava a me acariciar, nas costas, e esfregava o pinto duro em mim, ainda dentro da cueca. Ele disse que sou muito gostosa, não consegue controlar, e fica de pau duro só de me olhar. Eu só agradeci, fiquei de bruços e deixei que ele me acariciasse com aquela massagem safada dele, até que ele começou a passar a mão na minha bunda e acariciou por entre as coxas, tocando na minha xoxota. Eu soltei um gemido, estava me controlando, fiquei muito excitada, mas não queria ceder. Então, estiquei a mão para trás e segurei no pinto preto dele, que parecia um cassetete policial. Grosso e duro.
— Não pode ser! – Exclamei.
— Sim, eu precisava controlar o ímpeto dele. Ele ficou indócil e queria me comer ali mesmo, eu falei que não, só faria isso se sentisse vontade, e quando você deixasse, que você que é o meu namorado, e devo respeitar. Só dou se você me permitir.
Naquele ponto da narrativa dela, eu estava de pau duro, que chegava a doer, e ali sentado no banco ao lado dela, não tinha como esconder. Ela notou minha ereção. Eu questionei:
— Você disse isso? E ele? Aceitou?
Ela respondeu:
— Ele falou que você vai deixar, que se eu pedisse seria fácil, que eu sou dominante na relação, você me obedece muito, gosta muito de mim e se eu pedir, você deixa eu dar para ele, e vai aceitar ser meu corno. Foi como ele disse. Por isso ele chama você de corno.
— Que sacana do caralho! Louco para comer você. – Exclamei.
Fiquei chocado, branco da cor de um palmito, ao ouvir aquilo. Meu corpo inteiro arrepiado. O filho da puta sabia, provavelmente pela experiência mundana dele. Ele já tinha entendido, ao ver como agíamos, que eu era mesmo apaixonado e dominado pela Gleyce. E naquela situação da viagem, ela tinha o controle e eu sempre cedia.
Ela dizer que só daria para ele se eu aceitasse ser corno, mexeu muito comigo. Aquela revelação foi tão forte, que meu coração ficou acelerado. Minha respiração se alterou. A Gleyce observava. Eu não conseguia saber o que dizer, nem consegui disfarçar. A Gleyce continuou:
— Eu falei que sabia de tudo isso, pois conhecia você muito bem, mas que não ia fazer nada que você não permitisse. Você que é o meu namorado. Ele ainda não é nada além de um homem que eu simpatizei, mais pelo fato dele ser discriminado e traumatizado.
Ela deu uma pausa, esperou eu respirar, e continuou:
— Eu me sensibilizei com sua condição, fiquei solidária, e estava sendo amistosa, grata pela ajuda dele. Expliquei que eu não sentia ainda vontade dar para ele, e para sentir isso, ele teria que me despertar esse desejo. Mas eu tinha que ver desparecer qualquer violência na nossa relação. Só se fôssemos mais amigos e com mais intimidade. E agora, eu preciso saber se você está solidário comigo.
Ela parou de falar, e ficou quieta, me observando. Ouvi que ela falava em dar para ele, admitia essa hipótese e me deixava fora de controle. Meu pau dava solavancos. Insisti:
— O que mais? Vai, me conta.
— Ele concordou, e disse que ia tentar se controlar. Confessou que está alucinado de desejo por mim, que eu tenho que entender, quer muito me comer, e vai procurar me agradar. Eu falei que tinha que se controlar, não abusar, respeitar você sempre, que você não pode ser agredido ou violentado. Tudo tem que ser feito em harmonia, de comum acordo. Só assim, você concordando, eu posso aceitar.
Na hora, consegui me articular e pensar no que ela tinha dito. Questionei:
— Você está alimentando esperança nele? Tem coragem de dar para ele?
Ela respondeu com um sorriso bem dócil:
— Amor, eu preciso manter esse interesse. Alimentar a esperança dele. É nossa garantia de que eu consigo controlar seus impulsos. Esse é o meu foco.
Eu estava curioso para ver o que ele pensava.
— Mas, e ele? O que ele disse?
Ela falou:
— Ele pediu que eu ajude, falando com você, pois sem isso, se eu não pedir, você não vai aceitar ser corno. E ele acha que se eu pedir você deixa.
Naquele momento, meu corpo fervia, eu tinha calafrios, apavorado com o que ela me dizia. No fundo, eu sabia que era mesmo, tudo, exatamente como eles falavam. Respirei fundo e perguntei:
— Você acha certo isso? Você aceita isso, e acha que eu devo aceitar também? Vai me fazer de corno?
Gleyce falou:
— Não acho nada ainda, amor. Não se precipite. Tudo é novo, não sei como ele pensa e temos que ir aprendendo. Confesso que eu gostei de provocar o desejo nele e em você também, e de pegar no pinto duro dele de noite, e masturbar.
— Você masturbou o safado? – Perguntei.
— Sim, masturbei, peguei naquele pinto duro, fui masturbando lentamente, até que ele gozou na toalha de rosto dele. Foi muito excitante isso. É um pinto enorme, gostoso de segurar, fica vibrando na minha mão. Nunca segurei um pinto tão grosso e grande. Fiquei com muito tesão.
Eu ouvia aquilo, todo arrepiado:
— Você fez isso? Jura? – Exclamei.
Na hora o ciúme me incomodava como fogo. Minha namorada masturbando o cacete daquele anão preto. Não era difícil de entender que ela já estava me fazendo de corno. Ele tinha razão em me chamar assim.
Ela me olhava nos olhos, sem temer dizer a verdade:
— Sim, eu fiz. Não preciso esconder. E digo sem receio, gostei de ter feito. Foi como eu dominei o “Soca”. Isso que eu queria.
Eu fiquei meio sem saber o que dizer. Queria reclamar, mas também não queria brigar com ela. Precisava saber mais. Pedi:
— Vai, conta!
— Depois, eu adorei quando ele foi deslizando a mão na minha bunda, disse que era massagem, colocou entre as minhas pernas e me tocou na xoxota por cima do short. Me acariciou ali com os dedos, lentamente, fiquei cheia de tesão, até eu gozar.
Eu suava frio e me sentia quente, com tremores. Minha pele toda arrepiada e meu pau duro como pedra, latejando. Chegava a doer. A tensão nervosa me deixava muito excitado. Falei:
— Caralho, Gleyce! Ele fez isso? Você deixou? Gozou com a mão dele? – Falei nervoso.
Ela não negou, deu um sorriso e assumiu:
— Sim, deixei, e foi bom. Não arrancou nenhum pedaço e acalmou o danado. Adormecemos assim, logo depois. Por isso acordamos grudados. Você viu.
Eu gaguejei:
— Por isso ele me chama de corno.
Ela reagiu:
— Ah, amor, não liga para isso! Foi só para baixar o fogo dele. Ele foi tomar banho logo porque estava todo melado de gozar dentro do calção. Durante a noite, ele gozou mais duas vezes se esfregando, colado na minha bunda, igual um cachorro no cio. E eu deixei, para ver se ele sossegava. Mas também tenho que confessar, gostei de sentir esse tesão. Confesso que foi gostoso sentir isso. Não arrancou pedaço.
— Eu fico cheio de ciúme – Falei.
— E você está de pau duro. – Ela respondeu.
Naquele momento, eu tremia, excitado e nervoso, meu pau doía, e era tão intenso, que foi impossível que ela não percebesse. A sinceridade dela me espantava. Ela exclamou:
— Você também ficou com tesão de ouvir eu confessar. Gostou de ouvir tudo. Está tarado com isso, e até tremendo.
Não tinha como negar. Fiquei bem corado. A voz nem saía. Concordei com a cabeça, em silêncio, não precisava dizer mais nada.
Gleyce falou:
— Acho que ele tem razão, amor. Falou que você sente ciúme, mas sente tesão também, e com o tempo, se você não surtar, e deixar acontecer, se acostuma em ser corno, e depois, vai até gostar.
— Ele que falou isso? – Eu já estava indignado.
— Foi, ele me explicando por que você sente tesão de me ver com ele.
Tive que me explicar:
— Eu sinto tesão por você, ver você excitada. Eu não fico querendo que você faça nada com ele. Não entra nessa! Ele é que diz isso para convencer você.
A Gleyce resumiu:
— Tudo bem. Pode ser. Vamos ver. Mas por favor, eu peço, não atropele nada. Me deixe ir controlando tudo. Vou tentar manter você sempre sabendo de tudo. Eu conto.
Não deu tempo de responder a ela porque logo o Socadinha apareceu na porta, dizendo que já íamos seguir viagem. Falou:
— Os dois pombinhos estão de segredinhos com a minha namorada? – Ele deu risada.
Eu disfarcei meu estado de excitação, meu pau até babava, e a Gleyce o distraiu com umas conversas sobre a viagem.
Logo que partimos, a Gleice perguntou:
— Não tem uma musiquinha aqui, “Soca”?
Ele, todo satisfeito:
— Claro pô, coloca o que você quiser aí no som, princesa. Tem tudo, até Spotify.
Gleyce mexeu nos botões do equipamento de multimídia, até encontrar uma música que ela gostasse. Encontrou um funk pancadão, e deixou tocar.
O Socadinha se animou:
— Aí sim porra! “Cê” tem cara que sabe quicar até o chão, hehe. E sabe se sentar bonito com esse rabão. Vai, “Gle”, mostra pra mim essa bundinha linda rebolando, gata.
— O quê? Aqui? Nossa, aí todo mundo lá fora vai me ver. Os caminhoneiros todos que passarem me olhando! – Ela respondeu.
Ele insistiu:
— E daí, porra? Essa cambada de safado nunca mais vai ver você na vida. Rebola aí “pra nóis ver carai”...To louco pra ver essa raba rebolando. hehehe.
Ele, falando, deu uma ajeitada no pau sem disfarçar.
Gleyce viu e me olhou, querendo saber a minha reação.
— Acho que não é uma boa ideia, não, amor, sei lá. – Eu disse.
O Socadinha reclamou:
— Que mó estraga prazeres, esse corno! Deixa a menina se divertir, pô! Não vai ter problema, só alegria. Ter uma raba dessa, gostosa, e não rebolar no funk não tá com nada.
A Gleyce já estava interessada:
— É só uma brincadeira, amor, a gente nunca mais vai ver eles mesmo! Né?
Logo depois, quando paramos novamente em outro congestionamento, ficaram vários caminhões parados na pista, uns ao lado, e outros mais à frente. A Gleyce se ergueu, virou de costas, e se apoiando no encosto do assento, curvou o tronco empinando a bunda, com a raba virada para o para-brisas. Começou a rebolar no ritmo do Funk. Ela estava gostando de se mostrar. E rebolava bem mesmo.
Não preciso nem falar como era gostoso ver a bundona dela quicando, requebrando, as nádegas divididas no short, mostrando mais do que devia, e até modelando mais a xaninha dela. O shortinho até começou subir, revelando mais das polpinhas da bunda carnuda. O Socadinha colocava mais fogo na lenha, incentivando, aplaudindo, para ela rebolar. E falava:
— Isso, assim mesmo, bem cachorra! Gostosa demais!
Enquanto ele assistia, apalpava o pau e o saco por cima do calção, vidrado nos movimentos sensuais da raba dela. Ele, cada vez mais abusado, nem disfarçava.
Os caminhoneiros, ouvindo aquela música em volume alto, procuraram a origem, olhavam para o nosso lado, aí viram minha namorada rebolando deliciosamente dentro da cabine. Dava para todo mundo ver. Ela fazia um show.
Eu nunca tinha passado tanta vergonha na minha vida. O Socadinha ainda disse para ela que ia subir um pouco mais a camiseta dela. Gleyce continuou rebolando e sorrindo, como um sinal de que ele podia fazer. Ele colocou sua mão nas costas da Gleyce e deslizando de baixo para cima, foi levantando a camiseta até a altura dos seios, deixando visível as suas lindas costas, de pele branca e ligeiramente bronzeada. Mas ele não retirou a mão e ficou cariciando as costas dela, enquanto ela dançava, a seguir, foi descendo, até chegar no seu cóccix, onde começavam as nádegas, espremidas no short curtinho. A outra mão ele deixou sobre o volume do seu pau que ele apertava com força, excitado pela provocação gostosa da minha namorada.
Logo, pelo movimento dos peitos, a camiseta foi sendo empurrada e revelou a parte de baixo dos seios, que balançando com o rebolado dela, deixava uma visão de pura luxúria, uma atitude que eu nunca tinha visto da parte da Gleyce. Ela estava sorridente, muito contente de poder provocar. Rebolava muito sensual. Aquele, era um lado dela, exibicionista, que eu não conhecia.
Os canalhas dos caminhões ao lado, começaram a gritar palavras de incentivo, e diziam coisas obscenas para ela:
“Vai gostosa” …
“Rebola putinha” …
“Que cuzão gostoso da porra”.
“Delícia de bunda, essa safada” …
“Se eu pegar de quatro eu arrombo essa raba, cachorra gostosa!”
Gleyce parecia não se importar com nada daquilo, pelo contrário, apenas a incentivava mais, rindo, com um risinho bem sapeca, ela aumentou mais ainda o rebolado, fazendo sua bunda tremer a cada quicada.
Eu não conseguia deixar de ficar excitado. Tentava controlar, mas era impossível. Pouco depois o trânsito voltou a andar e ela teve que parar aquela dança. A Gleyce estava com o rosto rubro e a pele brilhando de suor, e ao se sentar nem abaixou a camisetinha, deixando sua barriga exposta e a parte de baixo das tetas quase toda à mostra. Seu corpo brilhava com o suor.
— Ah… Que calor que me deu! – Ela disse, sorrindo.
O Socadinha elogiou:
— Demais! Foi divertido não foi, gatinha? Gatinha não, cachorra! Você dança gostoso pra porra!
— Obrigada “Soca”. Eu gosto de dançar. Foi sim, bem divertido, nunca tinha feito nada assim antes. E tinha até plateia. Me animei demais. – Gleyce concordou.
Eu estava admirado. Como ela podia falar aquilo? Os motoristas a chamaram de puta, safada, cadela, e mesmo que ela tivesse agido como biscate, eu não entendia como ela aceitou tanta depravação de um bando de caminhoneiro safado.
A Gleyce me olhou animada, e perguntou:
— Gostou, amor? Sabia que eu danço assim?
— Não, nem sonhava. – Respondi seco. Estava irritado e cheio de ciúme.
Me lembrei de que um dia, eu a chamei de minha gostosinha, e ela reclamou comigo dizendo que era desrespeitoso. Era uma mudança enorme. Não dava mesmo para entender.
O trânsito mais livre acelerou a viagem. Já era fim de tarde, tínhamos que parar de novo, pois o Socadinha não gostava de dirigir durante a noite, por isso, já na próxima parada, já decidiu que ficaríamos ali. Era uma área de paragem ainda maior do que a anterior. Tinha posto de combustíveis também, e o restaurante e lanchonete eram até melhores.
Nem bem estacionamos e a Gleyce disse:
— Uma licencinha, meninos, que eu vou tomar meu banho. Estou toda melada.
O Socadinha abriu a porta dele para descer e falou:
— Ficou molhadinha, foi? – E riu bem malicioso.
A Gleice riu de volta, também maliciosa, enquanto saía do caminhão, rebolando aquela bunda na frente dele. Disse:
— Fiquei sim... toda melada.
Ele comentou:
— Até o corno ficou excitado, e ficou manso, vendo sua dança.
Ele deu uma outra risada bem maliciosa. E eu sem poder falar nada.
A Gleyce me deu uma olhada, sorrindo, e piscou um olho, como se me dissesse: “Fica na sua”. Para o Socadinha, ela falou:
— Não provoca o meu querido. Ele está quieto agora. E não é corno, ainda. Vamos ficar em paz.
Eu estava muito mal-humorado, desde que saímos de carona com aquele “gárgula de jardim” a Gleyce ficava cada vez mais de intimidades e cumplicidade com ele.
Pior ainda depois do que ela me contou, que ele estava louco para comer a minha namorada, e ela me obrigando a ficar calmo e passivo, para evitar rompantes de fúria daquele maluco. Aquilo me deixava muito confuso. Eu sentia que, no fundo, ela gostava da situação.
O que mais me deixava invocado, é que eu ficava excitado com as safadezas dela, e as provocações que eu via a danada fazer para cima do Socadinha. Eu deduzi que ela estava excitada com o assédio dele, e gostando muito de tudo aquilo. Sentia que ela tinha uma vontade enorme de ser safada. Eu me sentia dividido. Excitado e com ciúme.
Minutos depois, eu estava relaxando na cabine, pensando em tudo, quando escutei uns assobios do lado de fora. Fui olhar pela janela e para variar, a Gleyce já tinha plateia no seu banho, oculta pelo biombo que o Socadinha havia colocado.
No começo ela tinha ficado sem jeito, mas já estava começando a se acostumar com tanta atenção. Não tinha o que eu pudesse fazer. Comecei a arrumar minhas coisas para tomar banho também, esperando a Gleyce acabar e sair. Foi quando meu desespero só aumentou. A maluca, depois de se banhar e enxugar, tinha colocado um pijama que era revelador demais. Estava vestida com um micro shortinho de malha fina, apertadinho e curto, com apliques de renda na bainha, e um top do mesmo modelo, na cor cinza escuro. E calçou rasteirinhas bege.
Na hora eu não consegui me segurar, e briguei com ela de novo:
— Amor, onde pensa que você está? Eu disse. — Ainda vamos comer na lanchonete, e você vestida assim?
Ela fez cara feia, e reclamou:
— Você é muito conservador e ciumento. Estou vestida como costumo me vestir, quando tomo banho para dormir.
Mas, para não discutirmos, aceitou pelo menos colocar uma camiseta por cima, deixando aparecer apenas as bordas rendadas do shortinho e a base da bunda. E de sandalinhas bege rasteirinhas, caminhando com aqueles pezinhos lindos. Ficava tentadora.
Chegamos na lanchonete da conveniência que também tinha um restaurante anexo, e pedimos alguns salgados e suco de laranja.
Olhando em volta, vi que os mesmos caminhoneiros que fizeram o coro de provocações no engarrafamento, estavam ali também.
Eu imaginava que não ia mais vê-los, mas verifiquei que eles faziam as mesmas paradas, e estavam habituados a se encontrar.
Passei com a Gleyce ao lado deles e notei que já a comiam com o pensamento, olhando para sua bundinha que ficava de fora quando a camiseta subia um pouco. Pior que, para minha agonia, quando ela se debruçava para ver alguma coisa no balcão da lanchonete, deixava sua bunda toda fora da camiseta, só com o shortinho do baby-doll.
Pegamos nossas bandejas com o lanche e procuramos um lugar para nos sentarmos, mas tivemos que passar pelo grupo de caminhoneiros de novo, eu rezando para não falarem nada. Mas, para meu espanto, não é que a cachorra da Gleyce cumprimentou a eles, sorrindo toda simpática?
— Boa noite meninos.
Eles até foram educados e deram boa noite, só que logo iam virando as cabeças para tentar olhar a bundinha por baixo da sua camiseta quando ela passou. O pior é que faziam aquilo na minha frente. Eram abusados, por estarem em grupo. Eu não sabia como eles me viam ou me interpretavam. Pelo menos, não disseram nada.
Comemos o nosso jantar daquela noite quente, e ao sair da lanchonete, indo para o caminhão, encontramos o Socadinha só de calção, na sua cadeira de armar, fumando o seu cigarrinho. Paramos ali e começamos a conversar. O Socadinha disse:
— Mas você não podia estar mais gostosa, “Gle”, que roupinha mais linda.
— Gostou “Soca”? – Ela perguntou, sorrindo. Deu até uma viradinha para ele ver.
Ele ofereceu o cigarrinho para a Gleyce, que aceitou, e deu “uns pegas” junto com ele. Claro que não demorou muito e ela já estava rindo fácil e achando graça das besteiras que ele falava. Eu pedi para a Gleyce ir com calma naquele fuminho. O Socadinha reclamou:
— Mas esse corno chato, não tem jeito, está sempre cortando o seu barato, né “Gle”?
Ele mesmo riu do que disse, e ela também. Ela falou:
— Ele não é corno e nem chato, “Soca”. É o meu namoradinho, ele é todo certinho, bonzinho, e tem ciúme da namorada.
O Socadinha falou:
— Acho que nem falta é nada para esse namoradinho chato ser corno. Falta só você querer.
Ele deu outra risada debochada, e a Gleyce também riu, achando graça daquilo. Fiquei invocado por ela rir. Ela estava tentando agradar o safado. Depois ela falou:
— Para, “Soca”, você também fica provocando o Maurinho!
Aquilo me deu um certo alívio. Mas eu não estava relaxado com as conversinhas do Socadinha, comentando de forma maliciosa, de como a Gleyce ficou provocante rebolando naquela tarde. Ele falou:
— Carai, “Gle”, sua raba quicando lá na cabine foi demais! Me deixou arretado!
Ela riu achando divertido o que ele dizia.
— Que novidade... Você vive tarado, “Soca”. – Falou.
Eu me esforçando para não reclamar. Mas ela seguiu aceitando as brincadeiras safadas do anão abusado.
— Também, com uma gostosa como você do meu lado! Não tem como! Suas coxas, seus peitinhos, tudo lindo. Só o seu corno que fica cortando o lance. – Ele respondeu.
Eu fui ficando meio invocado. A Gleyce falou:
— O Maurinho só vai ser corno quando ele decidir. Ainda não é.
O jeito dela falar era provocador. O Filho da puta do anão sorriu, e disse:
— Na hora que você decidir, aí ele decide. É tu que manda, princesa.
— Nada disso, é ele que vai decidir. – Ela devolveu.
O cigarrinho passava de um para o outro e eles ficavam mais bolados. Aquilo os soltava mais ainda. O Socadinha ficou mais ousado e apertando o cacete por cima do calção, disse baixinho, mas eu ouvi:
— Mas você já está meladinha de vontade, né, delícia? Quer provar a coisa preta! Pode falar. Estou só esperando a hora.
A Gleice era esperta:
— Ter vontade não significa que eu vou fazer. Vai esperando... - Ela falou.
Daquele jeito, ela nem negou que tinha vontade. Naquele ponto, eu acabei brigando com Gleyce de novo, por ciúmes e com raiva, falando que ela também dava corda só para me provocar. Ela reagiu, disse que eu não sabia levar nada na esportiva, e meu ciúme era absurdo. Pura insegurança. E perguntou:
— O que é que tem ele chamar você de corno? Se você se incomoda é porque isso mexe com você. Relaxa, e deixa rolar...
— Mas não sou corno! – Falei firme.
Ela riu, e murmurou:
— Então, não esquenta. Deixa para quando você for.
Fiquei invocado com aquilo. Resolvi sair e falei:
— Olha, para mim já deu. Vou sair e dar uma volta. Esfriar a cabeça.
O Socadinha disse:
— Aê, é bom mesmo dar um tempo nessa sua patrulha ciumenta permanente. Sufoca a “Gle”! Mas, cuidado, atenção, se liga, não saia do cercado de tela, não é que eu me importe contigo, mas a “Gle” vai ficar muito chateada se o corno do namoradinho dela se perder.
Nem dei bola. Saí, de cara amarrada. Fui andando no pátio de estacionamento já bem escuro, e passando próximo de outros caminhões estacionados, quando vi, perto de um deles, um grupinho daqueles caminhoneiros da lanchonete, conversando.
Estava bem escuro onde eu andava por trás da fila de caminhões estacionados lado a lado, e eles não me viram. Me aproximei da traseira de um dos caminhões e fiquei escutando a conversa, quando ouvi as palavras “Putinha gostosinha de pijaminha”.
Um disse:
— Caracas mermão, o Socadinha tá viajando com aquela gostosinha, porra, o meu pau ficou duro só dela passar rebolando aquela bunda do meu lado, mano. Tá ligado?
Outro falou:
— O anão é foda, truta, tem mina que acha ele fofo, engraçado, é muito experiente em safadeza, e o caralho a quatro. E a mina acaba dando mole para ele. Já vi isso acontecer. E ele soca mesmo. Socadinha mete a rola geral.
Um terceiro comentou:
— Na outra paragem, um brother me falou no rádio, que o safado dormiu junto com a gostosa na boleia. Ele viu ela se lavando de manhã. Deve ter metido muito gostoso naquela putinha, enquanto o irmão dela dormia.
Um outro perguntou:
— E o rapaz bonitinho que estava junto? Será que é irmão, ou namorado corno? Deixando a mina dormir com o anão comedor! É foda!
Outro contestou:
— Não pode ser namorado, deve ser só irmão dela. Se fosse namorado, não ia deixar nunca que a sua mina agisse igual piranha, rebolando daquele jeito para a galera ver. Hahahaha.
Eles riam e comentavam como a Gleyce era gostosa. Outros diziam como gostariam de estar no lugar do Socadinha, e poder comer a safada na boleia do caminhão.
Eu fiquei confuso mais uma vez, fervendo de raiva de ter que passar por aquilo, e com tesão também, ao ouvir o que diziam e me lembrar de tudo. Mas, percebi que eles não pareciam desrespeitosos com o Socadinha, na verdade, até admiravam como ele se deu bem.
Quando alguns deles começaram a se dispersar para dormir, eu me afastei pelo escuro do terreno, e fui me sentar em um banco de madeira, que havia na varanda da conveniência. O ambiente da lanchonete já estava todo vazio, e as luzes apagadas. Havia apenas uma ou outra luz de uns postes distantes perto da cerca de tela, e era a única claridade que havia.
Fiquei ali no escuro, pensando em tudo, e percebendo que estava numa situação complicada, em que não podia fazer muita coisa. A Gleyce tinha exigido que eu a deixasse conduzir as coisas com o Socadinha, e era fato que ela exercia um poder sedutor sobre ele. Mas era uma faca de dois gumes.
A sorte nossa era que ninguém sabia quem éramos, e nada do que acontecia ali, seria do conhecimento das pessoas das nossas relações. Isso me deixava mais tranquilo. Eu também pensava na excitação que eu senti quando soube do que a Gleyce havia feito de noite, com o anão sacana, masturbando o safado e deixando que ele se esfregasse em sua bunda, até gozar. Ela mesma me contando que ficou com tesão. Me excitava muito, ao descobrir aquele lado mais safado e extrovertido dela. Minha namorada era arrojada.
Admirei a coragem de agir como fez. Ela se revelava mesmo uma garota muito safadinha, e isso me deixava mais excitado. Eu ansiava ficar com ela sozinho, em Porto Seguro, e finalmente desfrutar de muita intimidade. Queria perder minha virgindade com ela. Só de pensar que o Socadinha tinha feito a minha namorada gozar passando os dedos sobre a bocetinha dela, e que ele gozou com ela pegando no cacetão preto dele, meu pau ficou muito duro. Aquela excitação também me fazia ficar confuso.
Eu imaginava como a Gleyce devia ter ficado cheia de tesão ao fazer aquilo. Era confuso, sentir ciúme, um pouco de raiva, e muito tesão misturados. Fiquei ali, uns minutos, refletindo tudo aquilo. Até que, de repente, meu celular tocou, era a Gleyce:
— Oi amor, tá tudo bem?
— Está sim, querida. Tudo bem, só estou dando uma volta. – Na hora, me deu vontade e eu falei:
— Esfriando a cabeça. Meus chifres já estão fervendo!
Ela riu, e depois disse:
— Tá bom “mor”, esfria sim, não liga para os chifres, hehehe, se você não ligar, não dói nem incomoda. Só não vai muito longe, tá bom? Eu amo você.
— Eu também amo você, sua sem-vergonha. – Respondi.
Achei muito legal dela se importar comigo, mesmo depois da nossa discussão. Ela de fato gostava de mim, e me provocava, já sabendo que aquilo mexia comigo.
Achei que ela havia desligado a ligação pois a minha tela se apagou. Eu continuei ali, pensativo, mais uns segundos, quase meio minuto, até que eu escutei a Gleyce falando novamente. Mas já não falava comigo. Descobri que ela não tinha desligado a chamada.
— Obrigadinha “Soca”, esse fuminho é da hora! Sim, está tudo bem.
A voz do Socadinha soava bem próximo dela:
— O corninho está mansinho? Assumiu que foi refrescar o chifre, né?
Ela respondeu:
— O corninho está esfriando a cabeça. Você ouviu, disse que o chifre está queimando. Hehehe.
Ele deu uma boa risada. E falou:
— Aproveita, minha delícia. Essa é a hora. Eu sei que você quer. Vamos...
Gleyce concordou:
— Sim. Acho que ele assumiu. Eu já tinha falado com ele antes, para ficar de boa. Ele vai aceitando tudo, mas aos poucos. Foi só dar uma volta. E eu fico mais tranquila.
Pensei na hora: Será que ela deixou o telefone ligado de propósito?
O Socadinha disse:
— Então, é isso, ele não disse, mas o corninho está mesmo aceitando. Resolveu liberar a namorada. Ele saiu exatamente para deixar a gente à vontade.
Ela contestou:
— Não fala assim, “Soca”. Ele é bonzinho, está apenas com ciúme, mas isso passa.
O Socadinha continuou:
— O corno ainda não aceitou completamente, mas está gostando de ver você bem safadinha. Ele não assume ser corno, mas no fundo, quer isso, deixa você agir como deseja e vai gostar de ser seu corno. Já disse isso. Fica cheio de tesão quando você fica safada. Deu para notar.
Me arrepiei todo ouvindo o abusado falar aquilo para a minha namorada. Parecia que leu meus pensamentos de há pouco. Vi que ele era experiente e entendia o que se passava. A Gleyce falou:
— É, eu percebi… Ele é virgem ainda, e fica excitado mesmo. Tem fantasias, imagina as safadezas acontecendo, e tem tesão.
Ela deu uma pausa, talvez para dar uma tragada no cigarrinho. Depois falou:
— Sabe, eu contei para ele hoje, que você gozou na minha mão, de noite, e ele ficou muito excitado, chegava a tremer do meu lado. Pensei que ele ia gozar.
— Nossa, agora sim! Bem que eu sabia! Você falou com ele, isso ajudou… – Disse o Socadinha.
Ela prosseguiu:
— Nem cheguei a dizer a ele que você chupou meus peitos e me apertou a xoxota até eu gozar. Na hora ele tremia, e eu pensei até que ele ia gozar no calção só me ouvindo. Bem que você disse que ele tem tesão de saber o que nós fazemos.
— É o que eu disse. – Emendou o Socadinha. — Percebi que ele é muito submisso a você, adora você, e ficou com tesão também quando viu você olhando meu pau duro, na viagem, e depois, você me provocando. Conheço um corno de longe. Experimentei provocar, só para ver como ele ia reagir. Meti a mão nas suas coxas na viagem e ele ficou fingindo que não viu, mas sentiu tesão de ver você deixar.
— Verdade. - A Gleyce concordou. A seguir, falou:
— Eu não sabia nada disso, mas você bem me avisou. Ele sente tesão, e sente ciúme também, mas ao mesmo tempo, tem medo de estragar nossa viagem. Eu falei com ele para relaxar, me deixar agir, eu me entender com você, e ele se segurar.
— Isso, fez direitinho. – Falou o Socadinha.
Ela continuou:
— Ele sentiu muito tesão ao saber que gozei com você mexendo na minha bocetinha. – Ela contou e riu. Ele também riu, e comentou:
— Você estava meladinha nessa sua bocetinha. Quase meti a rola nela.
— Não, “Soca”, tem que esperar o meu corninho liberar. - Ela respondeu.
Ela já me chamava de corninho, sem se preocupar, mas, pelo menos impôs uma condição. Meu pau estava latejando de tesão de ouvir os dois. Eu não entendia direito aquela minha reação, mas, fiquei pensando no que o Socadinha falou. Ele era mais velho e mais experiente. Devia saber mais coisas que eu desconhecia. Eu estava descobrindo que as atitudes mais safadas e devassas da Gleyce me deixavam com muito tesão. Não entendia ainda que aquilo era tesão de corno. E não entendia o motivo de ficar excitado.
O safado continuou:
— Tive muita vontade de comer você ali na boleia, ao lado dele, de noite. Mas você não quis dar. Respeitei sua decisão.
Ela falou:
— Eu tive vontade também, “Soca”, estava cheia de tesão, queria dar, mas sem o meu namorado deixar, não quero. Vou dar só quando ele deixar.
O Socadinha emendou:
— Mesmo assim, ele já é seu corno, gatinha. Pois está cúmplice do que você fizer comigo. Ele ainda fica inseguro mas vai deixar. Pode acreditar.
— Me preocupo muito com ele. – Ela falou.
— Não se preocupe, relaxa, eu não vou permitir acontecer nada com ele, aqui pode parecer fim de mundo, mas é um lugar de boa. Muitos caminhoneiros trazem esposas com eles, às vezes. Ele está seguro neste ambiente fechado.
Ele deu uma pausa, talvez puxando uma fumacinha. Depois falou:
— Eu sei que vai chegar a hora dele aceitar e você vai dar para mim.
Fiquei tenso e meu coração batia acelerado. Estava tendo confirmações de muitas das minhas suposições, que ele já estava conchavando desde o começo. Porém, o que mais me deixava intrigado, é que fiquei de pau duro ouvindo aquilo. Não entendia o que estava acontecendo. Tudo era novidade. Uma parte de mim queria interferir e acabar com aquilo, mas, a outra parte, me impelia a deixar acontecer. Pensei até em avisar que estava ouvindo os dois, para interromper. Naquele momento, eu entendi que deixando ligado, eu podia escutar tudo o que acontecia lá.
Me levantei e fui caminhando pelo lado escuro, voltando, até chegar atrás do caminhão que estava mais próximo do caminhão do Socadinha. Conectei o fone de ouvido para o som do meu telefone não ser ouvido, deixei meu microfone desligado, e coloquei o telefone no bolso do calção. Eu observei que minha vista se adaptava à pouca luminosidade que vinha de um poste de luz, e com isso, pude ver, e ouvir pelo telefone o que faziam.
Os dois estavam sentados na mesma cadeira, ela no colo dele. O Socadinha havia acendido outro cigarrinho dos finos, enquanto mostrava para a Gleyce, umas fotos do seu celular. Ele acariciava a bunda e os peitos dela suavemente.
— Nossa, já viajou tudo isso, “Soca”? Eu queria muito conhecer esses lugares…
— Já fui em tudo que é canto, e entrei em tudo que é buraco. Hehehe. Só falta conhecer o seu buraquinho meladinho, princesa.
— Ai… “Soca”, aperta devagar, o meu peitinho ficou dolorido de você chupar tanto ontem de noite. – Gemeu a Gleyce.
Me arrepiei inteiro ouvindo e vendo aquilo. O safado estava de novo bolinando a minha namorada. E ela deixando.
Ele sorriu:
— Desculpa, minha safadinha. Me deixou com muito tesão rebolando essa bunda no mau pau ontem. Gozei demais. Mas você gostou.
Ela riu, manhosa:
— É gostoso sentir seu tesão, e o pau duro pressionando minha bundinha. Fico muito excitada. Igual fiquei agora. Sinto o seu pau duro pressionando minha bunda.
O Socadinha não tinha mais limite:
— Tá louca para dar essa bocetinha, não está, safadinha? Quer levar minha rola nessa bocetinha, não quer?
Vi que ele passou a mão na boceta dela.
— Aiii, que isso, seu safado! Fiquei toda arrepiada agora, e me sentindo ferver por dentro só de você falar. Sim, estou louca. Sinto muito tesão. Não sou de ferro né? Mas quero esperar o meu namorado deixar. Quando ele aceitar ser corninho, eu dou. – Ela disse.
Minha namorada, bolada com o cigarro, falava sem nenhuma censura. E eu jamais esperei aquilo dela.
O Socadinha falou:
— Corninho ele já é... Você sabe. Tudo que já fizemos, e ele também sabe. Se você pedir, ele deixa.
Eu tremia de tarado ouvindo aquilo. Minha namorada louca de vontade de dar.
Gleyce explicou:
— Ainda tenho medo dele ficar triste, “Soca”, ele é virgem, e não tem experiência... Não entende nada sobre tudo isso... Ainda precisa aprender comigo.
O safado falou:
— Mais uma razão para você fazer tudo comigo, antes. Vai aprender também. Depois, vira uma putinha bem experiente. Só depois, faz com ele, e ensina.
Eu estava admirado com aquela conversa. Nunca poderia imaginar que falassem tais coisas, tão abertamente. Mas aquilo me mantinha muito excitado, vendo que a Gleyce era mesmo muito safadinha. Não era somente o efeito do fuminho, ela era mesmo daquele jeito e eu que não conhecia direito.
O Socadinha perguntou:
— Aê, o fuminho já bateu aí? Deu tesão, né? Vamos curtir um pouco, tá cedo ainda.
— Nossa, “Soca, como que dá tesão esse fuminho! Fico com a minha pepeka toda molhadinha e latejando, põe a mão aqui.
Ele passou a mão novamente na boceta dela.
— É vontade de levar madeirada, minha gostosa! Tá molhadinha, pedindo rola. – Ele respondeu.
— Verdade.... Nossa, “Soca”, que vontade louca! Eu to querendo dar. Acho que fiquei no cio. – Ela disse, rindo maliciosa.
Socadinha colocou um funk para tocar no seu telefone, e ficou dividindo o cigarrinho com a minha namorada, que com a prática, já sugava a fumacinha de boa. Ela falou:
— Nossa, “Soca”, estou ficando muito boladinha mesmo.
Ele disse em voz baixa:
— Hoje você está bem putinha. Com esse pijaminha tesudo. Né, minha gostosa?
Ela rebolou no colo dele, e falou com voz sensual:
— Eu já tô bem safadinha, “Soca”, esse pau grande me cutucando a bunda, me deixa mais quente. Hehe... Nossa, que calor sinto no meu corpo! Vontade de fazer um monte de coisa gostosa… Hehehe.
Mesmo ainda enciumado, havia entendido que a Gleyce estava se segurando, para manter a promessa que fez, e meu tesão só aumentava assistindo e ouvindo aquela safadeza deles. Entendi perfeitamente que ela deixou o telefone ligado para eu acompanhar o que eles falavam.
Gleyce, sentindo calor, retirou a camiseta, ficando só de pijaminha. Os peitos dela, soltos na malha macia da blusinha balançavam sensualmente. O Socadinha olhava com gula aquele corpinho de novinha, com a pele perfeita e branquinha, no auge da sua sexualidade. Ele acariciou um dos seios dela e falou:
— Pô, gatinha, que peitinho lindo, dança mais um pouco pra “nóis”, a noite é uma criança… hehehe.
— Gostou né… hehehe, seu tarado. Tá bom, rapidinho tá, só umas reboladinhas pra passar a sua vontade. Logo o meu corninho volta e não vai gostar de me ver rebolando para você.
Minha namoradinha já me tratava como corninho. Eu deveria ficar puto de raiva, mas sentia tanto tesão de ver como ela estava excitada, e solta, que não me incomodou.
Eu entendi que ela já sabia que eu tinha tesão em tudo que ela fazia, e era mesmo submisso a ela. Gleice era muito esperta, e vivida, eu que não sabia de nada.
A Gleyce se levantou do colo dele, ficou de bunda para ele, com as mãos nos joelhos, na mesma posição que fez no caminhão. Só que dessa vez, com seu pijama delicado, ela estava muito mais deliciosa, sua bunda ficou bem desenhada sob o tecido de seda coladinho, que entrou na sua raba. Ela começou a quicar sua bundinha no ritmo do pancadão, para cima e para baixo ao som da música.
Socadinha na mesma hora colocou a mão no pau e ficou se estimulando ao ver a minha namorada dançando tão gostoso.
Dava para ver que a sua piroca formou uma barraca enorme no short. Provavelmente ele não usava cueca. Imaginei a Gleyce sentindo aquilo sob sua bundinha. Entendi o tesão dela, pois devia ter ficado muito tarada.
Eu assistia escondido atrás de um caminhão, que distava uns dez metros de onde eles estavam. E ouvia com o telefone no meu fone de ouvido. Procurei onde estava o telefone da Gleyce e depois de uns segundos localizei. Ela havia deixado sobre a outra cadeira ao lado. E o Socadinha continuava acariciando o volume da rola. Era até meio obsceno ver seu pauzão esticando o short de tecido fino, revelando o tamanho daquela coisa.
Enquanto a Gleyce quicava sua bunda deliciosamente, dançando como se fizesse uma simulação de sexo, onde ela só mexia a bunda pra cima e pra baixo sensualmente, o Socadinha já tinha sua mão esfregando toda a extensão da rola, mesmo sobre o short, e apertava a cabeça da pica. Ambos, loucos de tesão. A cena era tão erótica que eu não conseguia evitar meu pau duro, e o tesão que me incendiava. A Gleyce estava rebolando gostoso e olhou de lado para ele. Viu o tamanho daquele volume sob o short, e ele acariciando. Na hora, ela se assustou e parou de dançar, virando-se para ele. Exclamou:
— Nossa, “Soca”! O que é isso? Está enorme…
O Socadinha não parou de apertar o pau e falou:
— Me desculpe gatinha, mas,.... poxa, eu não tenho mulher faz um tempo, e provavelmente nunca vou ver uma tão gostosa como você. Eu tô muito excitado, “Glê”, não tô me aguentando aqui, há meses na estrada, sem dar uma foda bem dada! É foda, gata.
Gleyce ouvia, parada, diante dele, mas não tirava os olhos da piroca dura, que mesmo por dentro do short, era grande e certamente deveria ser assustador para ela, que só deveria ter visto pintos de tamanho “normais”. Achei que ela não tinha visto a rola ao vivo.
Ela parecia tentar resistir mas a piroca do Socadinha roubava sua atenção. Gleyce de repente tomou uma decisão:
— Olha… Tá bom, calma “Soca”, não fica assim, eu entendo, é que… nossa, eu me assustei com esse negócio enorme. Você pode ser pequeno, mas o…. mas, esse aí…, você sabe… – Ela riu com vergonha de falar.
O Socadinha respondeu:
— Eu sei que sou um anão, por isso nenhuma mulher quer ficar comigo. Mas, meu pau é de um homem de tamanho normal. Parece até maior por eu ser anão.
— É grande mesmo, “Soca”. Já vi outros grandes. O seu é enorme. - Ela disse.
Ele falou:
— Eu sempre fico tarado assim quando vejo uma gata que me excita. Você é tão linda “Gle” e eu sei que sou um canalha por pedir isso… Poxa, princesa, deixa eu bater uma aqui olhando para você.
Gleyce havia chegado mais perto dele. Olhava a mão dele acariciando a rola sob o tecido. Falou:
— Não, Soca, você não é canalha, não fica triste assim. É que…Eu não sei… Aqui… Meu namorado pode chegar…
O Socadinha interrompeu:
— Não tem ninguém por perto… Me deixa bater uma... A gente não precisa nem se tocar nem nada gatinha, se você não quiser. Olha só como eu tô…
Ele abaixou o Short e liberou aquela pica preta enorme. O mastro estava empinado. Era mesmo assustador quando duro.
— Nossa, meu deus… Que coisa grande… - Gleyce balbuciou.
Notei que ela estava vidrada na piroca do Socadinha. Gleyce olhando para ele e depois para a rola dura, mordia os lábios pensativa. Eu via que ela estava louca de vontade.
Era muito excitante para mim ver minha namorada com tesão naquele pau. Isso que me intrigava. Eu devia estar completamente revoltado dela fazer aquilo, mas eu entendia que era natural ela ter tesão. Já tinha entendido como começou, e o estágio em que se encontravam. Depois, ela olhou em volta e viu que não tinha ninguém por perto. Finalmente, falou:
— Tá bom, pode fazer, meu amor, acho até que eu sou responsável por isso né, não devia me exibir tanto para alguém que ficou na estrada por muito tempo sem mulher. Como você quer fazer?
O Socadinha se animou:
— Caralho! Agora sim… Fica assim mesmo gatinha, rebola, tá uma delícia assim.
Socadinha abanou a pirocona. Era um pau comprido demais para um homem daquela estatura. Não era grossona, mas com certeza era mais grossa do que muitas rolas por aí. Porém, era o comprimento dela que assustava, uns 22 cm no mínimo, a cabeça vermelha escura, quase roxa, como uma ameixa, se projetava na frente. Parecia uma escultura.
A Gleyce, assim que viu a rola gigante, empinada, arregalou os olhos, surpresa, ficou rubra de emoção e por mais que tenha ficado deslumbrada com a visão daquela rola, até tentou virar o rosto para não olhar, já que a sua educação a fazia sentir vergonha no primeiro momento.
O Socadinha falou:
— Ah, não faz isso, gatinha, olha, pode olhar, para você ver. Senão, não tem graça.
— Estou tentando não olhar. Para não me tentar. Você não precisa que eu olhe, né? – Ela questionou.
— Precisa sim, meu tesão, o excitante é ver você olhando, ficando com vontade de pegar e de lamber… dá só uma olhadinha… Sei que está com desejo.
Ouvir aquilo me deixava em uma situação lastimável, pois ao mesmo tempo em que ficava puto com aquele safado, provocando a minha namorada, me dava um tremendo tesão de perceber que a Gleyce, estava meio “não querendo”, mas querendo aceitar.
A Gleyce foi se virando novamente e descobriu seu rosto. O Socadinha já batia uma bronha de leve, com aquele pau enorme empinado, olhando para ela. Reparei que aos poucos, quando mais ela olhava, mais ela perdia a vergonha, e foi se aproximando. Começou a olhar com mais atenção a rola enorme daquele anão, que mexia na piroca dura e levemente envergada. Eu podia ver também.
Era uma piroca preta, com algumas veias roxas subindo pela extensão do pau, e tinha o saco, duas bolas cheias e sem um fio de pentelho, depilado, pareciam dois limões maduros, que reluziam.
A Gleyce exclamou:
— Nossa! É bem diferente daquelas piroquinhas branquinhas dos meus namoradinhos. Agora, todas parecem pequenas perto desse seu pintão.
O Socadinha se masturbava feliz, e perguntou:
— E a do seu corninho? Como é?
Ela sorriu pelo jeito dele falar, e respondeu:
— A dele é bem maiorzinha, eu gosto do tamanho da pica do meu corninho, mas perto dessa, fica até pequena.
— E você gosta de ver piroca grande? – Ele perguntou.
— Ah, assim como a sua, é muito bonita. Eu senti como era grossa e dura, de noite, no escuro, e estava curiosa de ver assim no claro. É bem grande. Muito bonita. – Ela confessou.
Ele, satisfeito, passou a bater punheta mais rápido, ficou um tempo naquilo, depois parou e fazia devagar, balançando um pouco a piroca para ela ver. Ele sussurrava:
— Olha como está dura de tesão, princesa! Vem, olha aqui… Ela quer você, minha delícia.
A Gleyce olhava admirada, voltou a rebolar lentamente, com a música tocando, e colocou a mão sobre um dos seios. Estava muito excitada e dava um sorrisinho safado para ele. Nisso, ela viu como a cabeça da pica estava ficando úmida e escorria um meladinho da ponta.
Acho que ela nunca tinha visto de perto, algo tão provocante e obsceno ao mesmo tempo. Muito menos eu. Ela ficou olhando hipnotizada, com sua boquinha meio aberta, a linguinha com a ponta para fora, a sua mão agarrou o seu seio e a outra colocou na sua coxa, perto da virilha. Percebi que ela estava louca para se tocar. Minha namorada cheia de tesão na pica do Socadinha. Aquilo me entesava ainda mais.
O Socadinha reparou nos mamilos dela esticando o fino tecido do top do baby-doll, já ficando bem visíveis. Ela continuou olhando o Socadinha se masturbando com seu pau de jumento. Ele disse:
— Pode bater uma siririca também, princesa, sei que também quer.
Ela respondeu ofegante:
— Não… tá bem… assim… Tenho medo…
O Socadinha falava com voz baixa e sussurrada, de provocação:
— Você é uma cavala novinha, safada, gostosa demais, tem peitinho gostoso, de biquinho duro. Está toda arrepiada. Pode se tocar na xota “Gle”, não vou atacar. Aproveite o tesão...
Gleyce, ofegante, não resistiu mais, colocou sua mãozinha por dentro do shortinho e exclamou:
— Meu deus, o que eu tô fazendo… me tocando… aqui ao ar livre. Sou uma safada mesmo… Ahhh... “Soca”, estou meladinha…
— Isso, princesa! Se solta! Aproveita esse tesão gostoso que o fuminho acendeu. – Disse o Socadinha.
Ela ficou mexendo a mão com timidez sobre a bocetinha, suavemente, suas bochechas nas faces pareciam muito vermelhas, não sei dizer se era de tesão ou de vergonha. Gleyce rebolava com o Funk. Era uma cena louca e muito erótica. Meu coração batia forte e eu sentia a garganta apertada de emoção.
Eles ficaram assim um tempo, ambos se masturbando, e a respiração da Gleyce começava a falhar e ficar entrecortada. Ela soltava pequenos gemidos… tal como ouvi na noite anterior.
Eu estava tão tarado quanto os dois. Evitava até encostar no meu pau. Senti ondas de calor e calafrio me percorrendo o corpo. Na minha cabeça ouvia a voz imaginária dela que dizia: “Você está sendo um corno perfeito, tarado de ver a sua namorada com tesão no pau do outro.”
Naquele momento, o meu ciúme havia desaparecido, e eu estava encantado de ver a Gleyce se entregar ao desejo.
Ouvi o Socadinha pedir:
— Tira o top, gata. Nossa, que gostoso que está isso... puta que pariu…
A Gleyce ainda resistia:
— Ah não, aqui fora… “Soca”, aí já é abuso demais…
— Vai gata, tira. Não tem ninguém… Estamos isolados aqui. Eu vou acabar mais rápido se você fizer isso pô, você é muito gostosa garota, e está ficando muito safadinha. Aposto que quer mostrar seus peitos. Que tesão da porra, eu vou acabar rápido, só de olhar essas suas tetinhas bicudas. – Ele insistiu.
Gleyce talvez fosse meio ingênua, ou distraída, e não percebeu que às vezes ele parava de mexer a mão no pau, com isso prolongando a chegada do seu orgasmo.
Gleyce, querendo ajudar a acelerar, finalmente cedeu:
— Tá bom, mas, sem você me tocar, tá?
Gleyce retirou seu top pela cabeça. Era tão sensual ver o gesto dela se despir quanto ver as próprias tetas dela expostas.
— Aí, assim mesmo, caralho, agora sim porra! – Ele exclamou.
Assim que ela retirou o top, as mamas balançaram um pouco ao ficarem livres, os mamilos estavam tão durinhos e salientes que eu não duvido que tenham chegado a um centímetro de tamanho.
O Socadinha gemeu:
— Nossa senhora, que peitinho gostoso. “Mó” tesão!
Nisso sua entonação mudou, e falou firme com voz mais forte:
— Vai, gostosa safada, sua putinha, quero chupar gostoso essas tetas hoje, vadiazinha do caralho…
A Gleyce até se assustou:
Nossa, “Soca”! Calma… Que baixaria.
Ele voltou ao tom mais amigável:
— Me desculpe gata, é só fantasia, para poder ir mais rápido…
A Gleyce achou graça:
— Safado! Tudo bem, só me assustei um pouco... Então, continua vai, goza para eu ver. Quero ver você gozar. Goza para sua putinha. Só não pode me tocar, tá bom?
O Socadinha, já suspirando forte, disse:
— Beleza, minha putinha, mas deixa essa vergonha e tira esse shortinho do pijama também. Vai, fica sem nada, quero ver você peladinha. Vai, assim fica gostoso demais…
Eu não acreditava ao ver que a Gleyce sorria, excitadíssima, e falou:.
— Mas, você hein? Que safado! Quer me ver peladinha? Já me viu tomando banho, não viu?
— Vi pelo espelho, de longe. – Ele respondeu.
— Tá bom, para você gozar, comais tesão, eu tiro. – Ela concordou.
Ela ia abaixar o shortinho e o Socadinha cortou:
— Hei, não, assim não, pô! Tire com a bunda virada para cá…
A Gleyce se virou e ficou de bunda para ele. Empinou o rabo, e perguntou:
— Assim?
Ela empinou aquela raba linda, começou a retirar abaixando o short do baby-doll bem devagar, rebolando, e o que o Socadinha viu, eu também vi. Quase tive um ataque do coração.
Conforme o short do pijaminha ia descendo pelas coxas, vi pelo reflexo da luz, um fio de baba, que ligava a bocetinha dela com o shortinho. Depois, com a caída da peça para as pernas, o fio de baba se partiu. Eu senti meu coração bater na garganta. O que ela fazia me excitava demais, se exibindo, adorando provocar, mesmo sendo para ele. Entendi que era verdade o que ela disse, que eu adorava ver a minha namorada se exibindo e provocando outro.
O Socadinha não conseguiu se conter.
— Pera aí, deixa eu ajudar.
Ele se curvou para frente, pegou o shortinho antes dele cair no chão e esperou que ela erguesse uma perna, e depois a outra, sem parar de rebolar, para liberar o short, ajudando para que a minha namorada se livrasse da roupa. Ela estava sem a calcinha, a menos de meio metro dele. Ficou completamente nua e continuava dançando e balançando a bunda.
A Gleyce ficou rebolando com a bundona empinada, completamente nua e com isso, ele viu de perto por trás, aquela xoxota deliciosa, perfeita, saliente e rosinha, sem um fio de cabelo e totalmente úmida.
O Socadinha pegou o shortinho do pijama dela, cheirou e usou para se masturbar, melando com o seu pré-gozo. A Gleyce, excitada como estava, nem se importou com nada daquilo e deixou que ele usasse o shortinho do seu pijama para se masturbar.
Ali, os dois estavam nus, se estimulando, um provocando o outro. E eu quase gozando na minha bermuda. O Socadinha viu a xoxota dela brilhando de umidade, escorrendo um pouco pela coxa, até. A Gleyce reparou que ele acelerava a punheta.
— Está gostoso, bebê? Sentiu tesão de me ver nua?
— Não sabe como está gostoso! Estou tarado. Puta que pariu, gata!
— Eu também estou quase gozando, seu safado. – Ela falou.
— “Cê” é muito gostosa, minha putinha linda, nunca vi ninguém tão linda, deliciosa e safadinha como você. Ainda quero comer essa bocetinha. Goza também para o seu negão! Vai…
A Gleyce gemia ofegante:
— Ái, “Soca”, obrigada, você que é muito safado e me deixou assim, sabia? É você que me faz fazer essas safadezas. Me deixa muito tarada. Me provoca, fico me sentindo uma putinha…
O Socadinha já estava batendo a punheta bem acelerada:
— E você agora, sabe, aprendeu rápido, já é muito puta, sabia? Hehehe. Olha essa cara de vadiazinha que você tem, rebolando pelada para me deixar tarado. Pode falar putaria que eu gosto.
A Gleyce rebolando, ofegante, acariciava a boceta, e rindo:
— Eu não! Hehe... Nem sei dizer essas coisas, “Soca”, hehehe, então me ajuda, me ensina falar sacanagem?
— Claro, porra, tenta aí, putinha. – Ele disse.
A Gleyce, rindo, exclamou:
— Ah, que vergonha! Mas me dá muito tesão. Só de pensar..
— Vai, putinha, vergonha nada, você quer, e você gosta!
Ela começou:
— Socadinha, seu pirocudo gostoso. Negão safado, da rola grande, quer me comer né? Eu vou dar... só meu corninho deixar. A sua piroca é grande e muito gostosa, seu anão de rola gigante!
O negão castigava com mais força, a piroca na punheta:
— Nossa, que delícia, isso mesmo, vai, continua, minha putinha! Seu corno que precisa ver como você ficou safada!
Gleyce se masturbava completamente entregue e sem vergonha, sua mão ia cada vez mais rápido em movimentos circulares. Ela gemeu excitadíssima:
— Ele já sabe, o meu corninho sabe que eu sou safada! E sabe que eu quero dar para você. Ele sente tesão com isso. Seu negão do pau gostoso. Estou louca para dar minha bocetinha. Quero muito sentir essa pica na minha xoxota.
Eu quase tive um infarto quando ouvi aquilo. Ela continuou:
— Meu corno gosta! Eu me visto bem putinha e ele adora me exibir bem gostosa. Ele vê os outros me desejando e fica tarado. Ele me ama por isso! Uhmmm, estou quase gozando, Socadinha! Ahhh, estou me sentindo muito putinha, falando putaria, imagina… ahn… pensa você me comendo! Eu dando gostoso para você, como sua putinha…
O negão estava alucinado:
— Vou foder você, putinha! Vou meter e socar minha rola nessa sua bocetinha!
A Gleyce chegou bem pertinho dele para aumentar o efeito do tesão:
— Agora,... isso, vem, goza, “Soca” … eu sou sim, uma putinha…. Ahnn… nossa, aí “Soca”…goza, safado, que tesão gostoso! Também vou gozar…
Gleyce sisiricava mais rápido, parecia sentir algo vindo de dentro dela, naturalmente, com uma intensidade enorme que nunca viveu antes.
Eu pensei que eu fosse desmaiar, de tão emocionado, e cheio de tesão.
O Socadinha também transtornado de tesão, até suspirava:
— Continua… sua puta, eu vou botar você pra chupar meu pau, sua cachorra, olha o tamanho da pica que vai entrar na sua boca! Imagina meu pau atolando na sua buceta rosinha, sua cadelinha!
Eu vi a minha namorada estremecer inteira:
—Ahn…ahn, ai “Soca” … Ahnnn … aahnnnn... Aaah… nossa… ainnnsh….
Socadinha viu a bucetinha dela expelindo um pequeno jato, foi uma cuspida só, rápida, mas foi a coisa mais gostosa que eu e ele já vimos. A Gleyce tinha gozado e expelido algo melado num único jato.
Ela ficou de pernas bambas, tremendo inteira, e se apoiou nele, por fim, zonza de tudo, acabou se sentando no colo do Socadinha.
— Nossa…Que coisa! Quase caí… Gozei muito… O que foi isso, Soca?
Eu também, assistindo a cena, quase gozei na hora, e cheguei a ficar bem zonzo. Me agarrei na traseira do caminhão.
O negão falou:
— Nunca teve um orgasmo desses, gata?
A Gleyce, sentada no colo do negão, com a pica encostada nela, negou com a cabeça. Falou:
— Não… Foi muito gostoso… adorei… e você bebê, gozou?
— To quase, mas meu pau ta doendo de tão duro. Me dá uma ajudinha, delícia. Para eu poder acabar mais rápido.
A Gleyce nem discutiu, saiu do colo dele, colocou a blusinha do baby-doll no chão e se ajoelhou diante dele.
— O que eu faço?
— Bate uma para mim, com essa sua mão safada e meladinha, por favor.
A Gleyce tentou recusar:
— Ah, não, “Soca”. Isso não… Fico com medo de perder o juízo.
— Então pelo menos me dá um beijo, como você me beijou àquela hora na frente da lanchonete. Qual o problema de a gente se beijar agora? Nunca senti uma boca tão gostosa como a sua, por favor, gatinha.
A Gleyce estava apenas dificultando, acho que temia ceder e se sentar na pica do negão. Mas deu uma risadinha sapeca, e aceitou:
— Tá bom. Beijar é gostoso…
O Socadinha, se levantou com a rola balançando, dura e molhada, ficando em pé diante da cadeira. A Gleyce suspirou quando viu de perto aquela piroca na frente do seu rosto, balançando.
O Socadinha foi se ajeitando perto dela, a colocou de pé diante dele, ela se curvou um pouco e começou a beijar. Era na boca, no começo era pouco mais do que um selinho demorado, mas a Gleyce estava sedenta, e logo não resistiu. Deixou a boquinha frouxa, abrindo abertura para língua dele, e daí para um beijo de língua bem molhado foi um pulo.
A Gleyce retribuía com gosto, cada beijo, deixando inclusive o safado pegar no seu rosto com as duas mãos.
Os dois estavam nus. Com a aproximação dele sobre ela, seu pau começou a encostar na perna da minha namorada, melando toda a coxa dela e até em volta do umbigo. Aquele pauzão pulsando molhava a pele dela com o pré gozo que saía farto. A Gleyce não reclamava, beijava e deixava que ele esfregasse a pica nela. Então ele foi avançando com mais confiança, beijando e lambendo a orelha dela.
Enquanto isso, ela ainda dedilhava a xoxotinha, sem parar de beijar a boca do anão. Eu assistia tudo aquilo completamente hipnotizado. Era como se eu estivesse assistindo um filme pornô, mas, ao vivo. E era mais excitante por ser com a minha namorada.
Pegando mais intimidade, o Socadinha foi se colocando mais encaixado nela, sem parar de beijar, e ficou colado de frente para ela. Ele a conduziu para que se sentasse na cadeira e se sentou de frente no colo dela. Estava praticamente abraçado, e sua rola dura ficou colada na barriga da minha namorada. Gleyce gemia extremamente excitada, arfando e beijando o Socadinha, cada vez com mais volúpia. Eles chupavam a língua do outro, invadiam a boca, e babavam, às vezes, chupando as bochechas, e voltando pra boca. Eu ouvia os gemidos e suspiros deles realçados pelos fones de ouvido.
Gleyce não se importava mais com nada, colocou as mãos nas costas dele, acariciando aquele corpo musculoso e preto. Ele fazia a piroca pressionar o abdômen dela, e parecia querer que a pica fosse mais pra baixo, procurando a bocetinha, mas ela o segurava pelas ancas e puxou contra ela, ficando encostados.
Não deixou que ele descesse a rola. Ela sabia o que ele queria, meter na xoxota. Ela parecia inocente, mas não era boba, então o Socadinha foi subindo com a rola, e a cabeça da pica começou a encostar no meio dos seios. O Socadinha ficou doido de tesão com a gostosa da Gleyce, branquinha e parecendo inocente, foi dando metidas para esfregar seu pinto nela, parecia um cão tentando foder a dona, e com a rola em riste ele alcançou seus peitos durinhos como duas mangas maduras.
Ele tentou fazer uma espanhola na minha princesa. Eu delirei ao ver aquilo. Como os peitos eram durinhos, espremiam o pau dele direitinho. Gleyce, com a mão ainda entre as coxas, siriricava muito mais depois disso, e sua xoxota estava fazendo barulho de melada. Ela soltou um gemido forte:
— Aaaahhhnn…- Gleyce não se conteve e deixou seu gozo explodir novamente, gemendo sem parar de beijar o Socadinha. Ela exclamou:
— Uhmm gostoso. Muito gostoso...uhmmm aahhhhmmm, estou gozandooooo.
Ele intensificou as metidas, querendo esporrar nos peitos da minha namorada. A Gleyce depois de gozar, abraçou o Socadinha prensando os corpos, e deixou ele meter aquele pau grande no meio dos seios, fodendo os peitos dela sem deixar de beijar a boca um do outro. Aquelas tetas certamente eram a coisa mais deliciosa que ele já tinha sentido. Ele soltou um gemido intenso quando começou a gozar e esporrar.
Uma quantidade enorme de sêmen jorrou, ele se afastou um pouco e pude ver o seu pau que se contraia e seu saco pulsava enquanto expulsava a porra acumulada que saía em abundância, porra grossa e farta, branca como creme, melecando a Gleyce todinha nos seus peitos e no seu queixo. Era tanta que o excesso começou a escorrer pelo abdômen e pela barriga dela, até descer e chegar nas coxas e principalmente escorrer em cima da vagina, que deve ter ficado todinha empapada. E por incrível que possa parecer, o pau de negão continuou pulsando e expelindo seu orgasmo que parecia não acabar mais, por quase um minuto.
Socadinha ficou exausto, quase caiu quando tentou se levantar, se sentou na beirada da cadeira que estava do lado, quase derrubando o celular da Gleyce, respirando muito forte, e sorridente, cheio de satisfação. Ele exclamou:
— Que delícia, minha putinha. Agora sim, posso chamar você de minha putinha.
Gleyce suspirou fundo, e deu uma risadinha:
— Se me chamar assim na frente do Maurinho, ele pode não gostar. Meu corninho ainda tem ciúme, mesmo sentindo tesão de me ver putinha. Por favor, poupa ele disso.
— O seu corninho vai ficar tarado quando você contar o que fez. Tenho quase certeza. Você vai contar para ele, como fez hoje?
— Vou sim, mas tem que ser com jeitinho. Não quero que ele fique magoado ou se sinta diminuído. Eu amo o meu corninho, “Soca”. Ele é a minha paixão.
Foi muito bom, depois de tudo que eu tinha visto e ouvido, escutar a minha namorada falar aquilo. Era uma prova real de que me amava mesmo. Aquilo me gratificou. Tentei me convencer que ela tinha apenas tesão com ele.
A Gleyce olhou para baixo e viu a quantidade de sêmen que saiu do saco dele, muito esperma que cobriu todo seu busto com uma película branca e melequenta, como se fosse creme de leite ralo. Ela exclamou:
— Nossa, negão… Olha só... me deu um banho de porra!
— Gostou, minha putinha! A próxima vai ser dentro dessa sua bocetinha melada e tesuda. Vou encher você de porra. – Ele disse com a certeza de quem ia comer a minha namorada. E o pior que eu ali, tarado com tudo aquilo, não duvidava, e achava que ia mesmo acontecer. A Gleyce estava louca para dar. Isso que me deixava insano.
Continua na parte 3.
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