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Dei a Emilly de presente ao Nelson

Um conto erótico de Nightwolff
Categoria: Heterossexual
Contém 1940 palavras
Data: 24/08/2026 23:28:04
Assuntos: Heterossexual

Retornando depois de algum tempo off para trazer mais relatos da melhor época da minha vida!

Depois que comecei a transar com a Emilly, acabei deixando o Nelson um pouco de lado. O que no início era sexo a semana inteira com ele, passou a ser uma ou duas vezes na semana ao máximo. Com minha namorada então... uma vez no máximo.

Uma tarde estava com a Emilly e ela penetrava meu cu com o dedo enquanto lambia meu saco. Ela tinha a unha grande e a sensação era muito gostosa. Hora ele estocava o dedo e outra tirava a caia de boca no meu rabinho. Era uma delícia.

Em meio a essa deliciosa sessão de sexo, ela me perguntou se eu tinha alguém com quem transava regularmente além dela e da minha namorada. Fiquei um pouco relutante, mas disse que sim. Tinha um cara mais velho e casado que me comia sempre. Ela se empolgou e pediu que eu contasse detalhes. Falei do Nelson meio por alto. Disse que ele havia sido o primeiro homem que me comeu e que depois disso passamos a meter direto. Ela me chamou de sábado, deu um tapa no meu saco que doeu, mas ao mesmo tempo me deu um tesão desgraçado, e caiu de boca no meu pau, engolindo tudo e forçando a garganta cada vez mais. Não demorei muito e gozei gostoso. Ela pegava minha porra e esfregava na entrada do meu cu. Aquilo me deixava louco.

Estávamos nos recuperando da trepada quando ela diz que quer conhecer meu comedor. Perguntei pra que isso. E ela disse que se eu conheci seu comedor (Bruno), ela tinha direito de conhecer o meu. Justo. Disse então a ela que iria falar com o Nelson e que se tudo desse certo, iríamos a casa dele no dia seguinte.

No final daquela tarde quando fui para casa, passei no Nelson. Ele ficou feliz em me ver, pois ainda não tinha ido lá essa semana. Disse a ele que iria lá amanhã depois das 14h e que tinha uma surpresa para ele. Ficou impaciente querendo saber do que se tratava. Disse que só amanhã ele saberia. Concordou desde que eu lhe pagasse um boquete. Óbvio que sim. Entramos rapidamente na sala e já fui baixando sua calça e a cueca junto. O pau já estava tinindo. Duro feito pedra e com a cabeça babadinha, do jeito que eu gosto.

Comecei a mamar enquanto ele falava as coisas de sempre: "que boca gostosa", "eu amo essa mamada", "você é minha putinha". Não demorou muito e encheu minha boca com sua porra. Fiz questão de engolir tudo e ainda mostrar a boca vazia a ele. Disse então que voltaria no dia seguinte, no horário marcado e com sua surpresa.

Na manhã seguinte, falei com a Emilly na escola. Disse que estava tudo certo e que era para ela me encontrar na pracinha em frente a escola por volta das 13h45. Ela ficou visivelmente empolgada. Percebi até seus mamilos marcarem a camiseta do uniforme. Não precisa nem dizer que meu pau deu sinal de vida.

No horário marcado, Emilly me encontrou. Estava um tesão. Shortinho jeans curto, tomara que caia rosa e uma sandália de tiras. A elogiei e seguimos para a casa do Nelson. Chegando lá, toquei a campainha e ele atendeu. Ao abrir o portão viu Emilly que estava fora do alcance da visão de quem estava dentro da garagem. Ele se surpreendeu. Perguntou se era minha namorada. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela tomou a iniciativa e disse que era a "namorada reserva". Nelson sorriu e nos convidou para entrar.

Já na sala os apresentei e disse que já havia contado a Emilly sobre Nelson e nossas fodas. Ele voltou a sorrir e perguntou se ela estava ali pra participar. Ela disse em um tom muito safado que sim. Ele não pensou duas vezes. Praticamente pulou em cima dela baixando seu top e caindo de boca em seus lindos seios. Não me fiz de rogado e passei a chupar o outro seio. Emilly provocava gemendo de maneira manhosa. Essa menina era o cão. Nelson já tentava abrir o short dela, que facilitou seu trabalho levantando o bumbum. Num instante ela estava só de calcinha. Nelson rapidamente tirou sua calça e ofereceu o pau para ela chupar. Ela elogiou e passou a lamber da base até a cabeça, arrancando gemidos de muito prazer dele. Tirei minha roupa também e ofereci meu pau a ela, que fez que não com a cabeça. Me chamou para chupar junto com ela a rola de Nelson. E com duas bocas em seu membro ele foi a loucura. Achei que ele ia ter um treco. Em determinado momento eu chupava seu pau enquanto Emilly lambia seu saco. Foi o estopim. Ele gozou aos berros, lambuzando nossos rostos. Emilly então me deu um beijo muito tesudo. Quase nos engoliamos. Nelson ainda de pau duro passou a bater em nossos rostos com a rola. Pegou Emilly pelo braço e a colocou de quatro no sofá. Mirou em sua bocetinha e estocou de uma vez. Ela deu um gritinho e soltou um "devagar, tio". Nossa, parece que esse "tio" enlouqueceu Nelson. Ele metia como louco. Dava tapas no bumbum dela e dizia que "há muito tempo não comia uma bocetinha" e que "era o sonho dele comer uma novinha". Disse que ficava vendo as meninas da escola passar em frente a sua casa e ficava se imaginando comendo elas. Emilly disse então para que ele aproveitasse pra matar a vontade. Me posicionei a sua frente e deu meu pau para ela mamar. Chupou com vontade me fazendo quase gozar logo nas primeiras sugadas. Mas logo ela desengatou do Nelson e disse que queria ver ele me comendo. Fiquei de quatro e ele logo colocou pra dentro. Metia rápido e forte. Emilly sentou-se no sofá, abriu bem as pernas e começou a se masturbar. Que cena maravilhosa.

E para provocar ela ficava o tempo todo dizendo "come ele, tio", "come o meu namoradinho". Ouvir isso de uma menina linda, pelada e esfolando a bucetinha em uma siririca frenética é algo fora do comum. Deixa qualquer um alucinado. E com a gente não foi diferente. Nelson acelerou e anunciou uma nova gozada. Emilly pediu pra ele gozar nas minhas costas. Ele então tirou o pau do meu cozinho e esporrou gostoso nas minhas costas. Emilly se levantou e vê lamber as minhas costas. Depois de lamber toda a porra, me deu outro beijo daqueles. Estava tão alucinado que só coloquei Emilly de frango assado no sofá e meti com vontade. Tanta vontade que não demorei nada a gozar. Enchi aquela pepeca gostosa de leite. Nelson ficou espantado. Ela como boa putinha disse "não tem problema, tio. Eu tomo anticoncepcional desde novinha". Os olhos dele brilharam. Disse que também queria gozar dentro dela.

Fui até a cozinha tomar água e quando voltei para a sala, Emilly estava no colo de Nelson. Não havia reparado de imediato, mas ele agora comia o cuzinho dela. Ela subia e descia devagar, aproveitando o momento. Fui até eles e me pus a chupar a boceta dela e o saco de Nelson que mais uma vez ia ao delírio. Emilly então pediu com aquela voz irrestivel: "amor, come minha bucetinha". Não precisava pedir de novo. Nelson imediatamente questionou: "a putinha aguenta dois?". Ela com toda a pose devolveu "até mais". Nesse momento segurei suas pernas bem abertas e coloquei pra dentro numa estocada só. Ela jogou a cabeça para trás, fechou os olhos e gemeu. Nelson comentou que estava sentindo meu pau junto com o dele dentro dela. Metiamos como loucos. Eu provocava Nelson. Perguntava qual cu era o mais gostoso. Ele só respondia que os dois eram uma delícia. Dizia que agora podia morrer em paz, que tinha realizado seu maior sonho, de comer uma menina novinha. Emilly seguia provocando: "me come gostoso, tio", "ensina pro meu namorado como se come uma pepeca", "eu vou gozar com duas picas gostosas assim dentro de mim". E quem acabou não aguentando e gozou de novo foi Nelson. Seu pau foi murchando e logo saiu do cuzinho dela. Rapidamente tomei seu lugar. Dei mais umas estocadas e gozei novamente, deixando o rabinho dela inundado de porra. Ela se levantou e começou a escorrer. Que cena, meus amigos.

Ela foi até Nelson e deu um beijo bem gostoso nele. Falou que havia adorado e ia querer voltar outro dia. Ele disse que poderia voltar sempre que quisesse. Aproveitei que Emilly estava de costas e me abaixei, abri as bandas de seu bumbum e caí de boca no seu cu que transbordava. Ela se tremeu toda. Recolhi toda a porra que consegui e embalamos um beijo triplo delicioso. Um passando a porra pra boca do outro.

Emilly pediu para tomar um banho, pois tinha que ir buscar o irmão na escola. Nelson a levou até o banheiro e lhe deu uma toalha. De volta na sala, perguntei se ele havia gostado. Ele obviamente disse que foi maravilhoso. Me agradeceu com um beijo. Durante o beijo o clima foi esquentando, senti o pau dele crescer na minha coxa e não exitei em ajoelhar e mamar. Colocava o pau todo na boca e depois voltava lambendo do saco até a cabeça. Já com o pau bem babado, empurrei Nelson pro sofá e fui sentando na sua rola. Ele me abraçou e começou a beijar as minhas costas e meu pescoço. Passei a sentar com vontade, descendo até o talo e subindo quase tirando toda a rola do meu cu para depois sentar com tudo novamente. Meu pau duro balançava conforme os movimentos. Não tinha reparado que a Emilly já tinha saído do chuveiro e estava parada na porta ainda sem roupa, olhando a nossa trepada e com a mão direita mexendo em sua bocetinha.

Ela veio até nós e disse que era um pena ter que ir embora, porque se não a gente ia meter ainda mais. Voltou a me beijar e disse que eu era o homem dos sonhos dela. Gostoso e safado. Que se a gente namorasse, nossa vida ia ser de muito sexo e sacanagem.

Ela começou a se vestir e logo estava pronta para ir embora. Eu continuava com o pau do Nelson atolado no meu cu. Ela deu um beijo no Nelson e agradeceu pela experiência. Ele claro disse que queria comê-la de novo. Ela disse que voltaria. Que ia marcar comigo. Nós desejou uma boa foda e saiu.

Como ainda tínhamos pouco mais de uma hora até a mulher do Nelson chegar, fomos para a cama terminar nossa trepada. Lá, Nelson ainda me comeu de quatro e finalizou em um frango assado na beirada da cama com ele em pé metendo fundo no meu rabinho. Gozou dentro de mim e mais uma vez me agradeceu por realizar o seu sonho de comer uma ninfetinha. Falei em tom de brincadeira pra ele não se acostumar, pois eu iria ficar com ciúmes. Ele riu e disse que eu seria sempre a prioridade, mas que homem nenhum resiste a uma menina novinha e gostosa. Concordei, pois eu mesmo estava louco pela Emilly. Queria meter com ela o tempo todo.

Encerramos mais um dia de sexo já combinando a próxima vez, pois segundo Nelson, o Geraldo tinha conversado com ele e disse que estava com saudades de mim. Combinamos uma "festinha" a três para a próxima sexta-feira, afinal, eu já estava sentindo falta de ter dois homens só para mim.

Volto em breve para contar como foi a tarde de sexo com Nelson e Geraldo.

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Seus contos são muito bons. Nao demore para publicar novos.

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