Este é a lembrança de uma noite incrível que aconteceu ontemEscuto,
Vejo,
E Sinto
minha amada gozar
pela segunda vez
no pau do meu amigo.
Escuto a voz dela se deliciando mais uma vez.
- Ai caralho, tô gozando de novo. Pqp que delícia - ela fala, arfando, de olhos fechados, boca semi-aberta ainda, segue gemendo baixinho um som - hmmmm - quase inaudível e contínuo, um choro de prazer ecoando pelo seu corpo.
Vejo, nos espasmos dos seus músculos, toda sua carne, se contraindo de tesão. Tenho certeza que as carnes gostosas da xota dela estão se contraindo também, apertando o pauzão gostoso do nosso amigo.
E Sinto, depois de ele gozar uma vez e continuar metendo nela, deixei de ser mansinho vouyer e invadi o espaço sexual deles. Estou com minha mão canhota sentindo a deliciosa conexão deles entre meus dedos, enquando me toco com a destra. Sinto os lábios da deliciosa xota que eu amo, da minha amada, abertos pelo pauzão grosso dele que eu também estou sentindo, duro feito rocha. E ele, melhor que eu, sente a xota dela pulsando e mordendo o pau dele. Sensação deliciosa que eu sinto tantas vezes, e agora sinto por fora, pelos meus dedos, na emenda molhada da xota aberta dela e a base do pau dele, nós 3 conectados.
Ela, gozando, respira fundo, de olhos fechados, voando por mais um orgasmo. Segue assim por longos segundos, e não sai após 2 orgasmos intensos. Segue preenchida. E quer mais.
Ela volta a se movimentar, nosso amigo segue dentro dela, sem tirar muito do fundinho dela, sorri para mim e volta a socar o pau dele.
- Caralho corninho, nossa gostosa goza gostoso demais - ele desabafa sem parar de ir pra frente e pra trás. Devagar. Se deliciando em sentir a mucosa aveludada dela massageando seu pau nu.
Vejo que dessa vez ele fala de olhos fechados, enquanto continua comendo ela de 4. Ela, também de olhos fechados. Eu, de olhos bem abertos, acompanhando e assistindo com meu olhos, ouvidos e dedos o prazer que eu sinto tantas vezes só eu e ela, e agora como espectador. Do filme mais gostoso que eu gosto de assistir, mais uma vez.
Eles deliram. Comem sem pressa, firme e forte, tal as melhores refeições, dos melhores restaurantes, devem ser degustadas. Ela come o pau dele com gosto, inteiro. E provoca ele:
- Tô sentindo a cabeça do seu pau indo bem fundinho, no meu útero.
- Também tô sentindo o fundinho da sua xota, sente um pouco mais.
E enterra fundo nela. Ele força de leve, sem britadeira, só preenche inteiro e pulsa, enquanto ela solta um 'arh' de tanto prazer.
- Tá gostoso o pau dele, amor? - pergunto, enquanto sinto o saco dele apertar meus dedos, e o pau dele afundar inteiro dentro da minha amada.
- Tá perfeito - ela diz. Frase pequena, suficiente para descrever o encaixe no pauzão dele, perfeitamente grosso e grande, preenchendo 100% a xota dela, distendendo um pouco mais o fundinho do canal dela. Ele se gaba para mim:
- Pqp amigo, gostoso demais comer a sua mulher - fala depois de pulsar mais uma vez dentro dela, e volta a amassar ela.
- Isso, me fode gostoso vai - ela diz.
- Fodo, minha putinha. Posso te chamar de putinha?
- Pode, me chama de putinha.
- Que delícia, putinha do corninho - ele olha pra mim sorrindo, e continua provocando ela - Posso fuder a putinha do corninho?
- Pode fuder a putinha do corninho. E sou sua putinha também.
- Tô sentindo pela sua xota que você é minha putinha mesmo. Tá ouvindo, corninho? Ela é minha putinha também.
- É claro que ele tá ouvindo, ele adora - ela provoca, sorrindo pra mim.
- Se apoia nele, minha gostosa, pra ele ouvir um pouco mais.
Vejo ela se aproximar, engatinhando pela cama pra bem perto de mim, e me beija a boca. Ele se diverte:
- Isso, fica bem perto do ouvido dele, pra ele te ouvir gemendo cheia de tesão enquanto tô macetando o pau em você.
Ela sorri em silêncio, esperando bem pertinho do meu ouvido, de frente pra mim. E ele entra nela. mais uma vez. Devagar, entra com facilidade; mas a grossura do pau dele impossibilita que ele entre sem que escape um gemido de luxúria dela. Mas o vai e vem não dura muito, pois ela interrompe, falando:
- Vou fazer melhor - ela se anima, depois de ter uma ideia.
Pela primeira vez, ela decide fazer um dos prazeres mais gostosos que experimentamos a 3. E que se depender de mim, quero sentir sempre.
Ela foi mais para frente, desengatando e fazendo com que o pauzão dele saísse, pulando alto ao escapar da xota dela. Pensei que ela ia mandar eu chupar ele, como já fez algumas vezes, mas ela não queria interromper a fodeção que ela estava desfrutando e acabou sendo ainda melhor.
- Pega o pau dele, amor, e coloca de volta.
por baixo dela, alcanço o pau dele, duríssimo e enxarcado, e coloco na portinha da xota dela. Olho para ele, que sorri do meu serviço e devagar, começa a adentrar sem pudor. Sinto em minhas mãos ele entrando inteiro. É longo, dá tamanho suficiente pra sentir minha cornisse percorrendo minha mão por toda a textura do pau dele e se embrenhando no interior dela. Ouço ela soltando um 'arh', quase por dentro dos meus ouvidos.
Ela repete o jogo. Ela me provoca e me dá uma ordem:
- Ai foi tão gostoso com você segurando, amor. Tira ele e sente ele entrar mais uma vez.
Eu enfio a mão entre eles, e ele sai. Seguro até o cogumelo viçoso da cabeça escapar pelas minhas mãos. Ele volta, e como bom corninho manso, eu pego e miro pra ele. Sem pressa, longo, centímetro a centrímetro, ele enfia profundo e penetrante. Eu tateando cada centímetro entrando. Até o fim.
Ela sorri satisfeita e vai tirando mais uma vez, empurrando ele, devagar também. E eu com a mão envolta no pau dele. Pau fora. Pronto para entrar de novo. Ele, um belo de fdp e safado, aguarda ela me provocar para entrar de novo. Cada vez que ela faz isso, ela se diverte, para o nosso prazer:
- Vai, mira mais uma vez corno.
Dessa vez ela fala mais ríspida, impaciente e com mais tesão.
Miro, e ele entra, escapa mais um 'aarhhh' nos meus ouvidos enquanto ele chega no fundo dela mais uma vez. Eu tô adorando, e os gemidos dela mostra que ela também.
Ela tira mais uma vez, eu já aponto pra ela, e ela me fala enquanto sinto o pau do meu amigo na minha mão:
- Tá sentindo como é grande, amor? - nem dá tempo de eu responder. Ele entra e mais uma vez ela:
- Aaarhhh.
E segue nesta tortura repetidamente.
- Tá entrando inteiro até o fundo, você tá sentindo? Sente só.
- uuuuuhhh que delíciaaa.
E é grande mesmo.
- Sente amor como é grosso e está me arregaçando inteira.
Tenho tempo para sentir a grossura do pau dele. Grosso demais.
- aaaiiii caralhooooo.
E eu adoro um pau grossão. Com ele dentro dela, aliso entre eles, e sinto a xota da minha amada arregaçada pela grossura dele. Me dá uma vontade. Eles sentem eu alisando eles e esperam um pouco. Então, do fundo dela, tirou tudo mais uma vez. Ela provoca:
- O pau do Luan me fode gostoso né, amor? (nome fictício)
- Aaaarhh isso Luan me fode gostoso. (nome fictício)
Escuto ele dar um risinho, tirando mais uma vez e se divertindo nesse jogo.
- Você é muito corno né? Vai meu corninho.
- Aaarhh que pau gostoso meu deus.
Sinto ele pulsar o pau dele dentro dela. Ele sai mais uma vez e ela agora gemendo até na saída.
Miro.
- (silêncio dela) - (e eu corninho sigo segurando o pau dele que segue duríssimo pronto para entrar de novo. Cada segundo que passa, vou sentindo meus chifres crescendo). Ela segue em silêncio, de 4, empinada, e ele impaciente pergunta:
- Não vai falar nada pro corno não?
- Não, agora é você me macetar gostoso.
E ela vai pra trás, plugando mais uma vez. Entra fácil, a xota dela já no formato do pau do meu amigo. Que estrago delicioso. Ele segue macetando cadenciado, ritmado, depois de ele já ter comido ela de frente, de frango assado, de pernas bem abertas, de 4, e agora puxando ela do apoio de 4 e a abraçando, quase que sentados, ajoelhados, ele por trás dela e inclinados pra frente. Sem parar de socar o pau nela, minha namorada segue delirando de prazer. A sensação que eu mais gosto de assistir - seja comigo enquanto como ela; ou com nossos amigos e amigas; ou com nossa namorada (sim, temos uma namorada e ela está sendo maravilhosa).
Então, ela interrompe o movimento dele. E começa ela a fazer o vai e vem. Forte. Nessa posição, conheço bem, ela inicia a tortura, seja de quem for. Ela começa a mastigar com a xota dela o pau da sua vítima. Indo para frente e para trás enquanto sua presa tenta sobreviver à deliciosa e apertada carne dela. Ela massageia a carne dele, enquanto ele após um silêncio de desespero, fraqueja:
- pqp não vou aguentar.
Ninguém aguenta. Eu não aguento. Nenhum dos homens gostosos com seus paus deliciosos aguentam. Mas dessa vez, nosso amigo, prevenido com uma azul, por causa da última vez que gozou rápido, está aguentando. Para o desespero - ou prazer - da minha amazona cavalgadora, que diz incrédula:
- Caralho, tá excitante demais, não acredito que vou perder pra você.
E pela primeira vez, ela está 'perdendo'. Para aumentar seu desafio,
[continua... rs ela "ainda" só gozou 2 vezes - se comentarem, vou saber que vale escrever a continuação]