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Vida Amorosa 4 - Espanhola - Part 5

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 2352 palavras
Data: 24/08/2026 17:54:44

No domingo não resisti e mandei mensagem pra Pamela, a gente conversou e ela me convidou para ir na sua casa.

Pra Pamela nunca média esforço, fui com muita pressa e ficamos conversando ao lado da piscina quando tocou a campainha, e para minha surpresa era o cabeludo, pensa num cara cheio de pêlos e cabelos, mais o cara tinha um corpo parrudo, parecia que seus músculos era de ferros, só de comprimentar já se percebia.

O clima era bem hostil, e Pamela colocou seus dois pretendentes um de frente com o outro, eu sentia uma repulsa por ele, (como ele poderia deixar Pamela excitada) eu pensei. O cara parecia um gorila de tantos pelos que saia pelo pescoço.

Como o assunto foi 0 a 100 tão rápido ficamos nos observando, um julgando o outro sem dizer nada, até que ele perguntou.

“Iae oque você faz da vida?”

“Eu sou padeiro e você?”

“Eu trabalho como marceneiro, na empresa de móveis planejados do meu tio.”

Quando eu o vi, imaginei mesmo que devia ter um serviço braçal, sem pegar muito sol.

“Quanto é rosca lá na padaria?” Ele falou rindo, senti a malícia de longe.

“Essa foi boa, e quando é alisar madeira.”

Ele riu forçado “se também tá esperto.”

Nisso Pamela está observando tudo bebendo.

“Agora é sério, você faz pizza também?”

“Eu sei fazer mas no meu serviço não vendemos.”

“Pode crê, pizza feita em casa é outro nível.”

“Sim.”

“É igual os catupiry, nunca é verdadeiro, é sabor catupiry, se compra pensando que é uma coisa mas é outra coisa.”

“É… uma alternativa barata, muitos são feitos em casa, porque catupiry é muito caro.”

“Isso é um roubo.”

Fiquei em silêncio sem ir a fundo no assunto.

“Na Itália é pizza e na Espanha?”

“Não sei.”

“É espanhola.” Falou ele rindo.

Eu achei meio machista, ele só queria chamar a atenção com piadas meio idiota. Eu fui dar uma de inteligente.

“Isso é mais pra filme porno, porque na vida real deve ser bem ruim, a mulher vai sentir tesão como?”

Ele riu de mim.

“A verdade dói, poucos homens tem pau pra fazer a espanhola.”

Pamela deu uma risadinha.

“Ta mais um uma punheta mal feita.” Eu falei bravo.

“Pamela esse é seu amigo trans que você tinha comentado.”

Pamela riu e eu fiquei totalmente irritado com o comentário dele.

“Não, esse é homem, assim eu espero, a Luiza que é trans é super gata inclusive.”

“Humm.” Ele respondeu rindo.

Eu já estava pra sair do controle.

“Bom, acho que eu já vou indo.” Ele falou.

“Você mal chegou.” falou Pamela.

“Meu santo não bateu com o dele.” Ele falou na cara dura, sem filtro, minha vontade era esmurrar ele, mas mesmo assim o cara tinha personalidade.

Ele saiu e Pamela o acompanhou e quando voltou se sentou me olhando esperando uma resposta.

“Esse cara é um idiota machista de merda… é desse tipo de homem que voce gosta?”

“Meu Deus se tá com chita hoje, ficou todo emburrado por causa dele.”

“A tua sorte é que ele não entrou na piscina, porque iria entupir todos os encanamentos com aqueles tantos de pelos.”

Ela riu “Cala boca.”

“É sério deve soltar mais pelo Husky Siberiano.”

“Para com isso.”

“Você vai abraçar ele sem camisa e os pelos das costas vão dar nó no seu braço.”

Ela não aguentou e começou a rir de gargalhar, foi que me deixou um pouco mais calmo.

“É sério, não sabia que ele era o seu tipo.”

“Foi um encontro pelo Tinder.”

“Ah é… ele sabe até onde você mora.”

“Ele me trouxe em casa.”

“Rumm.”

“Tá com um ciúmes agora.”

“Não, não tô com ciúmes.”

Ela riu e me abraçou.

“Tá com ciúmes por causa da história da espanhola.”

“Tamanho de pau faz diferença?” eu perguntei.

Ela riu.

“É tudo igual.” eu reforcei.

“Não tem nada de igual, o pau grande faz diferença sim.”

“É?”

“É… o seu é pequenininho.” falou meio que brincando.

“A é mesmo.”

Ela falou baixinho “Você sabe que é.”

Ela estava falando a verdade, essas comparações parecia um inferno na minha vida.

“Isso afeta a gente?”

“A gente?... Como assim a gente?”

“Você sabe do que eu estou falando.”

“Não afeta, mas eu não quero namorar agora.”

“Ah então prefere ficar saindo às cegas com cara do Tinder que tem mais pelos que o urso do polo norte.”

Ela riu “ah velho, hoje se tá impossível.”

Eu realmente estava incontrolável, depois de um tempo em silêncio.

“Vamos nadar?”

“Ah não tô podendo, tô menstruando.”

“Putz que merda.”

“Ah.. lembrei fica se achando, mas a Luiza estava rindo de você.”

“Rindo de mim? Porque?

“Ontem ela sabia que eu iria sair e ficou me zuando que finalmente eu iria transar com um homem.”

Eu fiquei puto. “A Luiza acha que eu não sou homem?”

“Não é isso.”

“Então de qual forma ela estava me zuando?”

“Quando menstruo o absorvente interno não dá, ah não ser quando for nos últimos dias, e ontem era o começo então eu usei o normal e mandei uma foto pra ela usando o absorvente com calcinha e ficou um pacote grande… ela mandou risada e falou “maior que o pacote do João.”

E Pâmela começou a rir da minha cara.

“Para essas humilhações eu sirvo para o entretenimento de vocês.”

Foi nessa frase que ela riu com vontade.

“Aí João, só você mesmo.”

“Eu nada.”

Ficamos em silêncio, até que Pamela pega na minha mão.

“Vem vamos assistir um filme.”

Uma demora para escolher um filme, coloquei velozes e furiosos 4. Eu tenho que elogiar é o começo e o final do filme é maravilhoso. Não posso falar muito do meio porque eu fiquei esse tempo fora. Eu fiquei encantado com o começo do filme e Pamela não estava nem aí.

Pamela foi pro quarto dela e eu fui atrás e me joguei em cima da cama dela e sem falar nada eu fui pra beijar sua boca.

“O que você está aprontando?” Ela falou.

“Vem aqui.”

Ela ficou rindo, eu peguei no pescoço e fui pra beijar ela virou o rosto, eu beijei o seu pescoço e senti que ela arrepiou.

“Você arrepiou.” Falei bem no seu ouvido.

Ela riu, e continuei beijando seu pescoço enquanto a sua mão segurava o meu braço.

“Vamos voltar para assistir um filme, você pode escolher.”

“Você pode parar com as graças.”

“Já que não quer filme, não me quer, deixa eu pelo menos fazer uma massagem.”

Ela sorriu e virou de costas pra mim, eu comecei a arrumar o seu cabelo.

“O que você tá aprontando?”

“Tô aprontando nada.”

“Você acha que eu não te conheço.” Falou ela rindo.

Eu coloquei a mão por dentro da sua blusa e comecei apertar suas costas, se uma coisa que eu sei fazer e aperta com a mão, sou padeiro bato massa sempre. A cada apertada ela curvava às costas e gemia, eu não aguentei e deslizei minha mão nas suas costas e foi para parte da frente e peguei nos peitos, ela rindo se virou “para com essas graças.”

“Porque para de graça vida.”

Ela rindo se afastou de mim, eu falei “deixa eu fazer um carinho em você amor.”

Ela riu “então vem fazer um carinho.”

E se jogou em cima de mim, a gente começou a se beijar, igual dois adolescentes se beijando e se conhecendo, tudo sem muita pressa e com muitos beijos.

A minha mão foi para seu short jeans e quando eu iria tirar.

“Você se esqueceu?”

“Verdade.”

“Mas dá pra gente fazer outras coisas.”

Ela falou me virando na cama e ergueu a minha camisa e começou a beijar e morder a minha barriga. Como isso é gostoso ela foi descendo e abriu a minha bermuda jeans com a boca, ninguém nunca tinha feito aquilo estava admirado, ela puxou o meu short e meu pau saiu duro igual pedra. Como é gostoso sentir os lábios quentes e sua língua molhada me fazia gemer de tesão.

Ela começou a lamber as minhas bolas deixando o meu pênis de lado, era bem excitante ver com a cara atolada na minha virilha chupando as minhas bolas.

Ela tirou as minhas roupas me deixando totalmente nu, abriu minhas pernas e caiu de boca nas minhas bolas, meu pau tremia de tesão, ela colocou as duas bolas na boca e passava a língua, eu chegava a arrepiar.

“Me chupa.” Eu falei gemendo e tremendo de tesão.

Ela riu e começou a chupar meu pau, ela chupava com pressão e fazia barulho como se fosse um pirulito, lambia a cabeça e me masturbava com dois dedos, aquilo iria acabar rápido demais, mas estava tão gostoso.

“Vem cá.” eu falei.

Eu puxei e comecei a beijar a sua boca, chupava seu pescoço e com rapidez fui tirando a sua blusa e beijando seu corpo, cai de boca nos seus peitos, tirei o seu sutiã deixando ela sem nada na parte de cima. Eu simplesmente ataquei e enfiei a cara naqueles peitos.

“Vai devagar que tá sensível.”

Eu nem quis saber, mordia e chupava apertava como era gostoso. Eu praticamente sentei na barriga dela e coloquei meu pau pra ela chupar, ela foi chupando e fui apertando seu peito. Eu pensei (devo fazer a espanhola?)

Foi quando eu coloquei meu pau nos meio dos peitos dela e apertei e comecei a bombar, Pamela abriu a boca e colocou a língua pra fora e falou “me dá.”

Foi nesse momento eu joguei os peitos pra perto do seu rosto e cravei meu pau no máximo e só saiu a pontinha da cabeça e com muito sacrifício a Pamela conseguiu lamber.

Ela me olhou e sorriu. “Vem amor”.

Nesse momento eu me estiquei ao máximo e meu pau não encostava na sua boca e meio derrotado eu falei. “Me estiquei no máximo.”

Aquilo foi humilhante e ao mesmo tempo fiquei com tesão o meu pau pulsava por ser pequeno, como era estranho.

“Tá vendo como a espanhola é meio sem graça.” Eu falei.

“Funciona sim, só não dá pra chupar o seu pau enquanto ele tá no meio dos meus peitos, mas se fosse um pau maior dava sim.

“Obrigado pela honestidade brutal.”

Eu realmente me senti meio patético em cima dos peitos dela, nesse momento eu saí de cima e me deitei, ela me abraçou e pegou no meu pau.

“Porque tudo tem que ser uma competitividade?”

“O da Luiza é tão grande.”

“Luiza tem um pau enorme? Tem, mas ela não sabe usar, é a mesma coisa que sentar em um vibrador, ela gosta de exibir o pau dela na frente de todo mundo amor… e ela gosta da mesma coisa que eu, de chupar pau… eu e ela nunca tínhamos transado, acho que ela só gosta de provocar você, porque ela nunca goza transando comigo, tem a sensação que ela sempre goza no banheiro se masturbando.”

(Eu lembrei que esse tal banheiro era minha boca e gozou até a última gota.)

Enquanto eu lembrava disso, Pamela beija meu corpo e chupa meu pau, eu começo a gemer, ela vê eu que gosto e começa a fazer uma garganta profunda, vai descendo até a base do meu pau, eu não resisto e começo a gemer de tesão, fazendo uma garganta profunda eu simplesmente não aguento.

“Vou gozar.”

Eu gozei tão forte que ela chegou a engasgar e tirou da boca enquanto os outros jatos voaram no seu rosto, ela ficou me masturbando até eu terminar.

Ela se levantou e foi ao banheiro e eu fiquei pelado esperando ela voltar, o que eu iria falar a ela?

“Pamela vem aqui.”

Ela se deitou comigo.

“Me desculpa, por falar umas coisas sem sentido.”

“Parece que tem horas que você quer que eu diga que você tem um pau pequeno.”

“Tem certeza que o meu tamanho não é um problema?”

“Quem está aqui na minha cama.”

“É sério?”

“Eu já tive maiores e também poderia escolher um maior mas não é sobre tamanho e sobre pessoa.”

“Tem certeza?” Eu estava tão preocupado e agindo igual um idiota.

“Sabe o que importa, é como usar… vem comigo.”

“Você não está menstruada?”

“Vamos no chuveiro.”

Fomos ao banheiro e me mandou esperar, enquanto eu ouvia o barulho da água caindo, eu ficava imaginando que a gente iria transar aquilo me deixa com um sorriso no rosto e depois de 2 minutinhos ela saiu pelada e molhada “você vai entrar quando estiver duro.”

Ela se ajoelhou e chupou meu pau meia bomba que rapidinho ficou tão duro. Debaixo do chuveiro, começamos a se beijar e meu pau entrou nela, que delícia aquilo.

“O que você fez, seu pau parece mais grosso.”

“É o tesão amor.”

Eu beijava ela na boca, e metia devagarinho o meu pau não parava de pulsar dentro dela, ela me abraçou forte e começou a gozar, ela me abraçava eu simplesmente rígido e duro dentro dela.

Eu gemi e ela percebeu que eu iria olhar pro chão então ela me beijou.

“Está tudo bem?” Eu perguntei.

“Não olha.” Ela falou com o rosto vermelho.

“Ah… certo eu entendi.” Falei um pouco constrangido, certamente ela estava escorrendo sangue.

Eu agarrei a sua bunda com as duas mãos, ela sorria e eu bombava devagarinho.

“Você é uma putinha.” Eu nunca tinha falado aquilo, eu agi de forma totalmente diferente de mim.

Ela me abraçou e gemeu no ouvido falando “não pare até gozar, amor.”

Eu meto com força e abraço ela forte gozando dentro, só que a minhas forças também acabam, água quente o mormaço eu já estava fraco, olho pra baixo vejo sua bucetinha pingando esperma com sangue, olho pro chuveiro lavando o meu rosto, passei uma água no corpo rápido e sai do banheiro, fui no quarto me trocar e devo ter um tirado um cochilo, só acordo depois de um tempinho Pamela mexendo no celular.

“Oi.”

Ela sorri e me beija.

“Tá com sede?”

“Sim.”

A gente vai pra cozinha beber água e depois voltamos pra sala.

Estava passando o final do filme, terminamos de assistir e fui embora feliz.

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