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O meu plaboy P8

Um conto erótico de escritorluca
Categoria: Homossexual
Contém 4664 palavras
Data: 24/08/2026 16:41:57

depois nós jantamos, Paul estava com um humor muito bom do tipo que eu não via a um bom tempo e na verdade nem lembrava se já tinha visto, depois de jantar fomos para o quarto, entramos e fomos tomar um banho, na banheira apenas fiquei deitado sobre ele, ele me abraçando e me beijando, ele se secou primeiro e saiu, quando cheguei no quarto ele estava sentado de costas pra mim, apena de cueca mexendo no celular, eu cheguei e abracei ele por trás e comecei a beijar o pescoço dele, ele então começou a me beijar e veio pra cima de mim, ficamos na posição mamãe e papai, ele então parou de me beijar e ficou me olhando e passando a mão pelo meu rosto fazendo carinho nas minha bochechas

Paul- Alex...

eu- que?

Paul- você está feliz ?

eu- estou e você

Paul- eu to muito feliz

ele então voltou a me beijar eu entrelacei minhas pernas nele e beijei ele com mais vontade, ele tirou minha cueca e veio de novo me beijando, eu arranquei a cueca dele e peguei o pau dele que estava duro e babado, ele ergueu minhas pernas e começou a morder e lamber a minha bunda, eu pisquei o cuzinho pra ele e então senti a língua dele lá no fundo, ele lambia com vontade e mordia, aquela língua gostosa me invadia, então levantei e me ajoelhei na frente dele comecei a beijar seu abdômen e fui descendo ele estava sentado na cama e eu de joelhos na frente dele, abaixei e cueca dele e aquele pau gostoso estava todo babado, eu peguei e comecei a passar a língua na cabecinha e apertava de leve pra tomar aquela babinha gostosa, eu peguei aquele pau e coloquei na boca e comecei a chupar, comecei chupando forte e rápido fazendo uns barulhos altos de me engasgar, o safado ainda segurou minha cabeça com as mão e começou a controlar e fodia minha garganta, ele me olhava com uma cara de safado, eu peguei e comecei a chupar as bolas, estavam com alguns pentelhos mas deixava elas mais gostosas, chupei e lambi as duas com muita vontade, ele então me puxou e me colocou de bruços na cama, passou um gel no meu cuzinho e depois no pau colocou na entrada, ele foi colocando e era dolorido mas eu queria, quando senti a virilha dele na minha bunda eu virei o rosto e vi que o safado estava se deliciando, estava de olhos fechados, então comecei a apertar o pau dele com cuzinho e ele começou a gemer, dei umas reboladinhas e ele abriu um sorrisão e começou a meter, metia forte e rápido dava uns estalos que ecoavam por toda casa, eu olhava pra ele com uma carinha de putinho querendo mais e ele metia com mais força, ele então saiu de cima de mim e se deitou e eu subi nele, encaixei na entrada e comecei a sentar dei umas reboladinhas e comecei a sentar devagar, sentava em todo ele e quando subia tirava tudo de dentro menos a cabecinha e piscava o cu apertando ela e depois sentava colocando tudo de novo, o safado estava com um sorrisão colocou as mãos atrás da cabeça e ficou só aproveitando, continuei sentando assim até que comecei a sentar com mais vontade e mais forte, a cabeceira da cama batia com força na parede, ele então me puxou pra ele e sentou na cama mas ai levantou comigo no colo, aquele pauzão era tão grande que não desencaixava, ele começou a me comer no colinho eu não aguentei e comecei a gemer descontroladamente pra ele, ele media e me segurava com uma mão, a outra ele passava pelo meu corpo e me dava uns tapas na bunda, eram uns tapas tão fortes que ardia mas me deixava implorando por mais, ele então parou de meter e me deu um tapão na bunda, ele levou pra cama e me colocou de quatro deu uma cuspida e enfiou tudo e começou a meter forte e rápido, as bolas dele batiam tão forte na minha bunda que estalavam alto, o pau ia tão fundo que acabei me gozando sem me tocar e ele seguiu metendo, ele então subiu na cama e seguiu me comendo de quatro mas o pau dele ia mais fundo ainda, então ele gemeu forte e gozou dentro de mim, senti cada jato me encher de porra, ele então se sentou na cama, eu fui e subi nele, coloquei o pau dele no meu cuzinho e comecei a sentar, ele ainda estava de pau duro, me virei de costas pra ele e segui sentando, ele então segurou minhas pernas puxou pra ele e começou a meter, ele metida muito gostosa e o pau ia no fundo, ele então levantou e me colocou contra da parede, de um tapa na minha bunda pra empinar pra ele e começou a meter rápido e mais forte, ele puxou minha cabeça pra trás pra ele e me beijou a língua dele me invadiu e me dominou, ele puxou meus braços para trás e me segurou e meteu com mais força ainda então gemeu forte e gozou, mas quando gozou ele mordeu do lado do meu pescoço com força, eu gozei também, quando parou ele me soltou e me puxou nós fomos para cama, ele estava suado e eu também, a gente deitou de bruços mas bem colados, ficamos nos olhando e sorrindo um pro outro e então fomos tomar banho e dormimos, acordei no outro dia e ele estava tomando banho, tomei banho também e fiz minha higiene, não transamos pois apesar de querer estávamos exaustos da noite passada, nós nos arrumamos e fomos tomar café da manhã estava um dia bom

Paul- o dia hoje será produtivo

eu- muitas coisas no trabalho ?

Paul- hoje colocaremos nossos novos diretores em setores chaves, e a bolsa está otimista

eu- que bom, espero que de tudo certo, to ansioso também

Paul- pra que?

eu- ir pra casa.. retomar a minha vida

ele engoliu um pedaço de bolo como se tivesse seco

Paul- como assim?

eu- eu quero ver minha casa Paul, sabe minhas coisas meu trabalho

Paul- Alex eu disse que ia resolver isso

eu- eu não entendi

Paul- não precisa voltar pra nada esta comigo agora

eu- Paul é minha vida

Paul- ainda quer ir embora?

eu- eu..

antes que pudesse falar a governanta da casa veio até nós

governanta- com licença senhores

Paul- diga

governanta- senhor von Trandenburg sua mãe está ao telefone disse que quer falar com o senhor

Paul- Alex conversamos depois

ele levantou parecia estar tenso e saiu, ficou um bom tempo lá e depois voltou

Paul- to sem tempo mas conversamos depois

eu- eu vou pra casa hoje

Paul- vai só lá ver e voltar

eu- Paul..

antes de eu poder terminar ele falou em tom alto

Paul- depois Alex

ele saiu, eu terminei meu café e pedi pra me levarem em casa, foram dois carros de escolta com o meu, assim que cheguei alguns seguranças vieram atrás de mim

eu- eu estou bem não estou mais em perigo

Peter- são ordens do senhor von Trandenburg

eu- mas essa é minha casa e eu estou bem

Peter- desculpe senhor mas ordens são ordens

eu deixei pra lá e entrei, eles ficaram lá fora, trouxe meu gato comigo, arrumei um pouco minha casa e comecei a ver algumas coisas que havia deixado de lado, quando fui ver era tarde quase noite, dormi lá em casa, Paul não falou comigo, no outro dia nada dele falar comigo de novo, resolvi sair para correr a tarde, aqueles seguranças dele pareciam querer vigiar cada passo meu mas eu consegui dar um perdido para ir correr sozinho, adorava correr pela praça sozinho, quando parei para tomar um folego

Roman- você! não estava preso

eu- vai pro inferno

disse isso e tentei correr mas ele segurou minha mão

Roman- achei que você tinha sido preso

eu- eu estou legal seu merda, agora saia de perto de mim

Roman- calma kkk olha eu não consigo te esquecer e..

eu- se chegar perto de mim de novo eu chamo a policia

virei as costas e sai correndo, tá na cara que minha decisão foi péssima, voltei e fiquei em casa o resto do dia, nunca imaginei que veria aquele homem nojento de novo na minha vida, fiquei em casa até tarde, Paul apareceu umas 19h visivelmente bêbado e segurando uma garrafa de uísque

Paul- está aqui

eu- sim, gosto de vir aqui

Paul- porque?

eu- não sei

Paul- sei

eu- você está bem?

Paul- estou de cabeça cheia

eu- quer ir pra casa descansar

Paul- sim, teria ido direto mas tive que vir aqui te buscar

eu- calma moço kk

nós voltamos para aquela casa, Paul dormiu assim que chegou, nos últimos dois dias as coisas ficaram tensas ele estava pouco presente e quando chegava bebida e dormia, nem comia mais comigo, até a sexta, estava chovendo e escureceu cedo era umas 19h quando Paul chegou na minha casa

Paul- qual a sua ?

eu- oque?

Paul- eu to odiando isso ter que vir te buscar todos os dias aqui

eu- mas..

Paul- custa ficar em casa me esperando ? que inferno

eu- eu gosto de vir aqui Paul é meu cantinho

Paul- seu cantinho é uma merda fica na pior área da cidade

eu- ei pega leve

Paul- desculpa mas não consigo, estou sem paciência, pegam pesado comigo todos os dias e você em vez de me esperar em casa me faz isso

eu- oque está acontecendo ?!

Paul- discuti com minha mãe, achei que ela ficaria feliz e orgulhosa de mim

eu- e ela?

Paul- ela me deu os parabéns mas me chamou de imprudente

eu- oque houve?

Paul- durante a aquisição tentaram matar ela e meus irmãos também

eu- estão bem?

Paul- estão bem sim, só que ela me chamou de imprudente e de tolo por colocar a família em perigo por orgulho

eu- como assim orgulho ?

Paul- eu disse a ela mãe fiz oque o pai não consegui tomei a corporação rival ela agora é nossa, e ai ela surtou

eu- mas ela está errada?

Paul- oque?!

eu- você não fez isso pra tentar sei lá se igualar ?

Paul- jamais iria querer ser igual a ele eu o superei

eu- oque mais aconteceu?

Paul- minha mãe defendeu ele

eu- talvez ela esteja certa não acha?

Paul- como é?

eu- eu quase morri também Paul e porque? por você tentou dar orgulho pra ele

Paul- orgulho? você tá louco, achei que de todas as pessoas você ficaria do meu lado

eu- mas eu fiquei e fico do seu lado mas Paul seja sincero comigo

Paul- eu não preciso dar orgulho pra ele Alex, eu superei ele, mostrei que ele estava errado eu posso fazer sucesso e dirigir a empresa sem ele

eu- isso?

Paul- essa empresa cresceu mais comigo em um ano do que com meu pai a vida toda

eu- e oque sua mãe disse?

Paul- ela segue defendendo ele, que eu tenho problemas com ele

eu- e não tem ?

Paul- não via ele a mais de dois anos antes dele morrer essa é a verdade

eu- e porque ?

Paul- brigamos

eu- e não podiam fazer as pases?

Paul- ele que começou me chamando de imaturo

eu- entendi

Paul- meu dia foi uma merda, eu só queria chegar em casa e descansar mas tenho que ficar vindo aqui nessa bosta de lugar te buscar todos os dias, será que não pode ser mais companheiro ?

eu- eu quase tomei um tiro por culpa sua e continuei do seu lado esquentando sua cama, vai mesmo vir com essa agora?

Paul- esquentando minha cama essa é a desculpa qualquer um na rua faz isso e considerando quem eu sou fazem de graça

eu- então vai lá e busca um deles, você tem andado distante a um tempo e só veio agora discutir comigo porque esta brabo

Paul- ah não fode

eu- é verdade você tem problemas ainda com seu pai, sua mãe expos pra você algo que eu realmente penso e você ficou bravo com isso, e como não pode discutir com ela, veio aqui descontar em mim

Paul- ah meu deus você também, quer saber eu vou procurar outro mesmo, não preciso de uma segunda mãe na minha vida

eu- tá bem então pode ir

Paul- pode ir ? simples, quer saber você é um lixo mesmo

eu- eu to mais pra um aterro sanitário e você um bebe chorão covarde e tolo mesmo

Paul- Alex eu não vou prolongar essa discussão pegue suas coisas e vamos

eu- não

Paul- eu to mandando

eu- e eu disse não

Paul- vai mesmo me provocar

eu- eu quero ficar sozinho, não quero viver a minha vida com você desse jeito

Paul- desse jeito como?

eu- cheio de magoas e impulsivo, toda vez que brigar com sua mãe ou alguém vem descontar em mim, não quero isso

Paul- kkkk magoas? acha mais vantajoso então viver servindo os outros, correndo riscos de morrer?

eu- eu só corri risco de morrer quando me juntei com você, você me colocou em perigo e sua família também tudo por causa de orgulho

Paul- não foi por orgulho

eu- seu pai me contou que tentou fazer as pazes com você antes de morrer mas você não quis

Paul- mas é claro que não, ele que começou porque eu deveria pedir desculpas

eu- porque ele estava tentando te dar uma lição para você ficar responsável

Paul- foi isso que ele disse?

eu- foi oque ele disse oque ele fez e oque você demonstra

Paul- eu sou melhor que ele

eu- acha? ele nunca colocou vocês nem ninguém em risco

Paul- você não sabe, ele vivia me chamando de irresponsável e nunca me levava a serio

eu- ele estava certo

Paul- oque você saberia disso? você não teve pai ele tentou te matar

eu- tem razão

Paul- você vai me pedir desculpas

eu- não vou

Paul- vai sim

eu- tudo bem, me desculpa por você me deixar nessa situação

Paul- oque?

eu- eu sinto muito por ter ido pra cama e ficado do lado do cara que literalmente colocou uma arma na minha cabeça, eu sinto muito por ter me iludido achando que você iria mudar, sinto muito por acreditar que você estava melhor

Paul- você perdeu o controle

eu- olha quem fala, sabe de uma coisa você é um merda, não quis aceitar as desculpas do seu pai porque sabe que teria que pedir desculpas a ele pelas suas merdas e agora ele está morto e você só sente tristeza e arrependimento mas seu orgulho é maior e você acha que vai ficar tudo bem se superar ele

Paul- cala boca

eu- não, quer saber vai a merda, pede logo desculpas pra ele e aceite as desculpas, deixe aquele coitado descansar em paz e toma jeito

Paul- isso é de você ? você desculparia seu pai ou seus parentes

eu- isso é diferente

Paul- não é, só é porque te convém

eu- eles não tentaram te matar seu playboy imbecil

Paul- quer saber eu entendo porque quiseram te matar

eu- então vai embora

Paul- não vou, essa porcaria de casa é minha, o dinheiro que você tem fui eu que te dei, eu te salvei, tudo é meu!!

eu- então eu saio dessa merda

Paul- você está nas minhas mãos, você tem dono

eu- seu playboy mimado de merda

Paul- seu estrangeiro nojento

eu- quer saber Paul se você não vai ir embora então chama policia

Paul- que drama inútil

eu- ou você me deixa em paz ou me entrega, mas some daqui

Paul- é serio?

eu- sim

ele veio pra perto de mim mas me afastei

eu- ou me entrega ou some, mas desaparece da minha vida, você só me trouxe desgraça

senti meu rosto arder e segurei as lágrimas com muita força, ele apenas saiu em silêncio, antes de sair ele olhou pra trás mas eu me virei, ele então foi embora, eu desabei em choro, não aguentei, fiquei um bom tempo assim, até que meia noite veio e ficou no meu colo me lambendo

eu- eu sabia que isso ia acontecer

tomei um banho e chorei no banho, estava sem fome, chorei na cama até pegar no sono, no outro dia ele não apareceu, eu achei melhor seguir minha vida, procurei outro trabalho, e graças a minha ex colega de trabalho consegui num outro pub, tinha uma pegada mais de beira de estrada e de regra todos os funcionários tinham que cantar alguma musica pois o local tinha karaokê, não era o melhor lugar mas pelo menos eu ia conseguir dinheiro, minha vida não podia parar, e eu estava mais motivado a ir embora, o uniforme era uma calça azul escura, uma camisa branca, uma gravata borboleta e um colete azul escuro, meu primeiro dia foi tranquilo, estava com vergonha de cantar mas eles pagavam extra se fizesse e eu precisava cantei a musica Ride da Lana Del Rey, quando terminei fui aplaudido fiquei até com vergonha pois teve um pessoal que me deu dinheiro elogiando e logo eu que achava que tinha a voz mais horrorosa do mundo, aceitei, fui para casa de carona com minha nova colega que morava perto, parte de mim torcia para chegar e encontrar ele lá, mas nada, entrei comi algo, dei comida para o gato e fui deitar, meus dias seguiram assim eu as vezes derrubava lágrimas pois realmente eu gostei dele acho que até amei e senti saudade dele, mas ele sumiu nunca mais o vi então o melhor era seguir em frente

certo dia havia terminando de cantar a musica ultraviolence da lana del rey, fui aplaudido e desci

Christian- você canta bem

eu- obrigado, e então oque manda hoje Christian

Christian- uísque mas com vodca hoje

eu- é pra já

Christian- Alex porque desperdiça sua vida aqui?

eu- que?

Christian- você é jovem, bonito, inteligente e tem uma voz linda, porque ficar nesse lugar

eu- eu gosto me faz bem e também não é pra sempre

Christian- oque acha de ir para os EUA ?

eu- não tem como

Christian- porque?

eu- não estou legal

Christian- tenho um amigo que te leva tranquilamente, você pode fazer sucesso lá e ganhar muito mais

eu- eu aceito a oferta mas não é pra mim

Christian- bom a oferta está de pé, você pode ser muito mais que só um garçom

eu- eu prometo pensar

ele se virou e voltou a conversar com amigos, eu fiquei trabalhando sem me evolver muito, eu querendo arrumar um lugar pra ficar ainda mais escondido e ele querendo que eu vá pra um lugar onde ficaria totalmente exposto kkk a vida é cheia de ironias, quando terminamos era umas 6h da manhã, diferente do meu outro trabalho esse tinha dias que eu ia até a manhã trabalhando, depois de quase duas semanas sem sabe do Paul vi uma noticia dele, que ele estava na França e que estava tendo um caso com uma modelo, então ele seguiu a vida dele, eu precisava seguir a minha, não podia mais ficar ali, contei quanto tinha

eu- é meia noite, vamos ?

ele miou e lambeu a boca

eu- isso vamos para outra aventura kkk espero que seja a ultima

quando tive folga falei com meu contato, ele me passou um endereço, tive que pegar dois trens para encontra-lo, encontrei ele embaixo de uma ponte num terreno bem aberto

Hans- e ai garoto

eu- boa noite

nós nos cumprimentamos

Hans- do que precisa ?

eu- transporte para o Canadá e documentação

Hans- pensei que queria Singapura

eu- os planos precisaram ser mudados

Hans- entendi, 10 mil euros com documentos mas por mais 15 mil consigo uma casa em uma região isolada

eu- isolada quanto?

Hans- cidade tranquila a algumas horas, região fria

eu- pode ser

Hans- depois de dois anos sem contato, achei que você iria ficar vivendo aqui

eu- os ventos aqui estão ruins, melhor eu sair agora

Hans- é eu soube

eu- tá

Hans- vou te dar uma informação gratuita

eu- diga

Hans- sua família esta te procurando

eu- que família?

Hans- sua tia contratou um investigador particular pelo que eu soube, um cara bom

eu- quanto ele já sabe?

Hans- ele ficou duas semanas na França e descobriu tudo, chegou ontem na Alemanha deve chegar a Frankfurt amanhã, o cara é um dos melhores rastreia igual um cão

eu- eu achei que você dava descrição

Hans- eu dou discrição mas não controlo a boca de quem trabalha pra mim, e esse cara é bom sabe quais perguntas fazer aonde ir

eu- como sabe tudo isso?

Hans- quem trabalha no meu ramo sempre sabe das coisas principalmente quando estão atrás de meus clientes

eu- em quanto está?

Hans- por volta dos 20 mil euros a recompensa pra te encontrar

eu- e porque não aceitou?

Hans- dinheiro de recompensa nunca é garantido, o seu é, e entregar meu cliente iria me manchar

eu- obrigado

Hans- e sua família está falida

eu- bom isso era esperado

Hans- vou agilizar tudo do meu lado

eu entreguei pra ele um pacote com dinheiro

eu- preciso que seja bem mais rápido

Hans- hoje é quarta, na segunda você já vai

eu- obrigado

Hans- Alex tome cuidado, esse homem está bem atrás de você, vai te achar logo

eu- então já terei ido embora

Hans- eu aviso se souber de algo, fique fora de vista

nós nos cumprimentamos e fui embora, cheguei em casa tomei banho e fui dormir, no outro dia arrumei minhas coisas, peguei só o necessário, algumas roupas peguei só as que estavam bem boas e o resto do meu dinheiro, computador, notebook e as outras coisas achei melhor não levar, Paul me deu essas coisas, melhor começar sem lembranças que magoassem

eu- é meia noite eu e você logo estaremos livres, não vamos mais ter medo, e você vai ter neve pra brincar kk

ele me lambeu e então larguei ele no chão e fui terminar de arrumar, precisava deixar muita coisa pronta, a noite fui trabalhar normalmente, o caminho para o novo trabalha era mais longe era um trem e um ônibus que precisava pegar para chegar, e ainda tinha que andar numa rua que passava por baixo de uma ponte de trem, estava com muito medo daquele investigador me encontrar, trabalhei normalmente, cantei a musica Ride da Lana del rey e por graça do destino hoje ganhei bastante dinheiro dos clientes como elogio, e meu chefe me pagou o dobro porque deu mais movimento, fui para casa depois e cheguei mais descansado, comi e fui dormir, acordei algumas horas depois e continuei com meus preparativos, acontece que eu precisava deixar como se nunca estivesse estado ali, era mais seguro assim, no fim do dia fui para o trabalho, estava tudo tranquilo naquela noite nenhum problema nem nada cantei a musica Sad girl da Lana del rey, quando terminei fui aplaudido e voltei ao meu trabalho

Miller- você tem uma linda voz

eu- obrigado

Miller- posso te apresentar a alguém ?

eu- quem?

Miller- esse é Juan um amigo

Juan- muito prazer

Miller- gostamos da sua voz

Juan- eu sinto fogo e talento

eu- bom Lana del rey toda todos os corações

Juan- sim, mas eu me referi a você

eu- bom obrigado

Miller- trabalhamos em uma casa de eventos, seria ótimo se você se apresenta-se

Juan- seria quente e novo, faria muito sucesso

eu- eu agradeço mas não quero isso no momento

Juan- que pena, porque seria incrível

Miller- poderia mudar sua vida

eu- bom eu vou embora logo então isso já esta em processo kkk

Juan- que tal fazer então uma apresentação particular ?

eu- que?

Miller- não é nada sexual, é musical, receberemos alguns amigos e você faria sucesso

eu- bom depende do dia

Juan- amanhã a noite

eu- posso ver

Miller- fique com meu cartão

ela me entregou e eles voltaram para suas mesas, eu fiquei bem tentado afinal precisava de dinheiro, quando voltei para casa fui direto dormir estava exausto, acordei mais tarde e segui arrumando tudo, queimei umas coisas que tinha ainda tipo recibos e outros papeis, quando queimei as cartas de Paul de quando ele me deu computadores e dinheiro eu chorei, me sentei depois em frente ao teclado chorando, outra coisa que eu gostava muito e não poderia levar, acabei tocando e cantando a musica Angels Like Ou da Miley Cyrus, me recompus bem depressa e me arrumei para ir para o trabalho, quando desci do trem fui indo por debaixo da ponte quando meu celular tocou

eu- alô

Hans- Alex não vá para o trabalho

eu- oque, como assim?

Hans- o investigador sabe onde é e provavelmente esta esperando por você

eu- Hans oque eu faço?

Hans- alguém do seu trabalho sabe onde você mora?

eu- não eu acho, minha colega sabe eu acho

Hans- não vá para casa, se esconda em algum lugar

eu- eu vou lá pegar minhas coisas

Hans- quando estiver seguro me ligue nesse mesmo numero, vou agilizar tudo para hoje

eu- tá

desligou

eu me virei e sai quase que correndo de volta para a plataforma, mas tinha que cruzar um beco e subir as escadas de novo, entrei no beco e fui caminhando rápido, quando de repente senti uma faca nas minhas costas e uma mão segurando meu braço

homem- fica parado

eu- quem é você? oque quer?

homem- a mochila tira ela

eu- oque?!

ele pressionou a faca mais forte

homem- tira essa merda e me entregue

eu tirei e entreguei pra ele

homem- celular e carteira também

eu tirei do bolso e entreguei para ele mas ele viu minha corrente

homem- isso também

eu- não isso não, pegue as coisas e some

ele me deu um soco na cara

homem- eu mandei me entregar essa merda

ele agarrou violentamente meu relicalio e eu me agarrei nele com toda força que tinha, foi quando senti uma dor terrível ao lado do meu umbigo, o homem havia me esfaqueado, ele havia enfiado a faca e no meio da luta ela cortou um pouco para o lado e então ele tirou e me jogou no chão, quando cai ele tentou pegar de novo meu relicalio mas eu senti uma adrenalina tão grande que segurei o braço dele e tentei empurra-lo, eu estava no chão, mas ele acabou caindo por cima mim e no meio disso senti uma dor insuportável na minha coxa direita, ele havia me esfaqueado mais uma vez, ali eu já estava sem forças, ele arrancou a faca da minha perna e tentou pegar de novo, eu tentei segurar mas ai ele começou a me dar vários soco na cara, então perdi minhas forças e ele arrancou do meu pescoço

homem- seu ótario, não precisava disso era só ter entregado, seu merda

ele me deu três chutes na barriga e abdômen e foi embora, eu me sentia sem nenhuma força, estava sangrando muito, peguei meu sinto e fiz um torniquete na perna, arranquei com minhas forças pedaços da camisa e fiz pressão na barriga, não sei como acho que devido a muita adrenalina no corpo eu consegui me levantar, andei até estação e entrei no trem, fui escondido virado de costas para ninguém me ver, hospital não era uma opção pra mim e policia menos ainda, fui direto para casa, sentia meu corpo todo doer, não conseguia abrir meu olho direito, as vezes quase cai na rua mas com muita força cheguei em casa, nem cheguei a fechar a porta apenas encostei e entrei direto, peguei um celular descartável que tinha numa mesinha e tentei discar o número do Hans mas minha visão estava turva, sentia que estava perdendo a consciência, cai no chão e me arrastei até uma janela no canto, fiquei sentado com as costas na parede apenas olhando a lua, acho que já tinha aceitado que ia morrer

eu- estou indo

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Ai que ódio, já imaginava que o Paul ia bancar o babaca.

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