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Escrava de uma valentona lésbica - Parte 3

Um conto erótico de Amtria
Categoria: Lésbicas
Contém 2178 palavras
Data: 24/08/2026 15:54:57
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

INT. SALA DE AULA VAZIA - FINAL DE TARDE

LARA, cabelo castanho com mechas loiras, baixa, seios pequenos a médios e bunda média a grande, está jogada no chão frio da sala de aula. Seus olhos inchados encaram um ponto fixo no teto, mas ela não vê nada. O ar pesado e o cheiro de giz permeiam o espaço. Um tremor incontrolável percorre seu corpo.

YASMIN, baixinha, menor que Lara, cabelo preto encaracolado, poucos seios e pouca bunda, surge na porta, hesita por um instante. Seus olhos captam a figura encolhida no chão. Uma expressão de profunda tristeza e resignação toma seu rosto. Ela se aproxima com passos lentos, o som de seus tênis ecoando na sala vazia. Ela se ajoelha ao lado de Lara.

YASMIN

Lara...

Lara não responde, apenas um soluço seco escapa de sua garganta.

YASMIN

Eu... eu te disse. Eu te avisei.

Yasmin estende a mão e toca o ombro de Lara, um toque leve, quase um sussurro. Lara vira o rosto, as lágrimas escorrendo em rios silenciosos.

LARA

Eu... eu sinto muito.

A voz de Lara mal é um fio. Ela se vira, buscando o conforto do corpo de Yasmin. Yasmin a envolve em um abraço apertado, o cheiro de lavanda do amaciante de suas roupas acalmando Lara por um instante.

YASMIN

Por que você não me escutou? Por que você foi sozinha?

Lara aperta Yasmin, as palavras presas na garganta. O abraço é um misto de dor e consolo.

LARA

Eu não... eu não sabia o que fazer. Eu queria te defender.

Yasmin afasta um pouco o rosto, seus olhos fixos nos de Lara.

YASMIN

Defender... de quê? Você não entende, Lara. Não tem defesa.

Lara se encolhe ainda mais, a vergonha queimando em seu peito.

LARA

Ela... ela me fez...

Yasmin acena com a cabeça, seus olhos já viram tudo.

YASMIN

Eu sei. Ela faz isso. Com todo mundo que... que ela quer.

Lara se separa do abraço, a raiva subindo, misturada com o desespero.

LARA

Mas é... é tão humilhante! Eu não consigo... eu não consigo aceitar.

YASMIN

Você vai. Você vai aceitar. Não tem escolha.

A voz de Yasmin é vazia, sem esperança. Lara olha para ela, chocada com a resignação.

LARA

Como você consegue? Como você aguenta?

Yasmin solta uma risada amarga, sem humor.

YASMIN

Eu não consigo. Mas eu faço. É o jeito.

Lara se levanta, cambaleante. O corpo ainda dói, a alma ainda mais.

LARA

Não pode ser assim. Tem que ter um jeito.

YASMIN

Não tem. Acredite em mim. Eu já tentei.

Lara balança a cabeça, os cabelos grudados no rosto.

LARA

Eu não vou deixar. Eu não vou virar... virar uma delas.

Yasmin a observa com pena, sem dizer uma palavra. Ela sabe que Lara ainda não entendeu a profundidade do abismo.

YASMIN

Você já é.

Lara sente um nó na garganta, as palavras de Yasmin perfurando sua última esperança. Ela não responde. Apenas se vira e sai da sala, deixando Yasmin sozinha no silêncio opressor.

EXT. CORREDOR DA ESCOLA - DIA SEGUINTE

O burburinho usual do intervalo. Lara caminha pelos corredores, os olhos fixos no chão. Cada passo é um esforço. Seu celular vibra. Ela o pega, o nome "DUDA" piscando na tela. Seu estômago revira.

MENSAGEM DE DUDA (V.O.)

Banheiro feminino. Agora. Não me faça esperar.

Lara sente o coração acelerar. Ela olha ao redor, o pânico crescendo. O banheiro. O mesmo lugar. Ela não pode recusar.

INT. BANHEIRO FEMININO - DIA

Lara empurra a porta do banheiro. O cheiro forte de desinfetante e o eco dos seus próprios passos. Duda, cabelos pretos, bunda grande e seios pequenos, está apoiada na pia, um sorriso cruel brincando nos lábios. CLARA, melhor amiga de Duda, pele morena, seios pequenos e bunda média, senta-se na bancada, as pernas balançando, um ar de tédio em seu rosto.

Duda faz um gesto com a cabeça.

DUDA

Ora, ora. A escrava resolveu aparecer.

Lara para, a respiração presa na garganta.

DUDA

Vem cá. Não me faça repetir.

Lara obedece, arrastando os pés. Cada centímetro que ela se aproxima é uma tortura. O ar parece rarefeito.

DUDA

Mais perto.

Lara se aproxima até que Duda está a um palmo de seu rosto. Duda levanta a mão e um tapa estala no ar, atingindo o rosto de Lara com força. O som ecoa nas paredes de azulejo. A bochecha de Lara arde, o impacto faz sua cabeça girar.

DUDA

Eu odeio esperar.

Lara pisca, a dor e o choque a impedindo de reagir. Uma lágrima solitária escorre.

LARA

Eu... eu sinto muito, Senhorita.

Clara solta uma risada aguda, cobrindo a boca com a mão.

CLARA

Senhorita? Ai meu Deus! Ela tá mesmo nessa.

Duda ignora Clara, seus olhos fixos em Lara. Um brilho de triunfo.

DUDA

Agora. Tira tudo.

Lara sente o sangue gelar. Ela balança a cabeça, um sussurro de protesto.

LARA

Não, por favor...

Outro tapa. Mais forte que o anterior. O rosto de Lara vira com a força do golpe. Seus lábios tremem.

DUDA

Eu disse TUDO.

As lágrimas agora escorrem livremente. Lara leva as mãos trêmulas à barra de sua blusa. Ela puxa o tecido para cima, revelando seu abdômen. A blusa desliza por seu corpo, caindo no chão. Seus seios pequenos a médios ficam expostos, os mamilos enrijecidos pelo frio e pelo medo.

LARA

(Soluçando)

Por favor...

Duda aponta para a calça de Lara.

DUDA

A calça. Agora.

As mãos de Lara tremem enquanto ela desabotoa o jeans. Ela o puxa para baixo, o tecido roçando em suas coxas e quadris. A calça cai, revelando suas pernas.

LARA

Terminei...

Duda balança a cabeça, um sorriso perverso.

DUDA

Tudo, eu disse. É surda?

Lara olha para Duda, o pânico em seus olhos. Ela está usando um sutiã simples e uma calcinha de algodão.

LARA

Mas...

Duda levanta a mão novamente, um aviso silencioso. Lara recua, os olhos arregalados. Ela desabotoa o sutiã, o tecido caindo no chão. Seus seios agora estão completamente expostos. Ela tenta cobri-los com os braços, um instinto de autopreservação.

DUDA

Você é idiota ou se faz?

Duda dá um passo à frente e empurra os braços de Lara para baixo com um tapa na mão, os seios de Lara balançam levemente com o movimento.

DUDA

Tira essa calcinha.

Lara fecha os olhos, as lágrimas lavando seu rosto. Ela desce as mãos até a cintura da calcinha. O tecido escorrega por suas coxas, revelando a fenda úmida entre suas pernas. A calcinha cai no chão, juntando-se às outras peças. Lara está completamente nua, vulnerável. Ela tenta cruzar os braços sobre os seios novamente, mas o olhar de Duda a impede.

DUDA

Boa menina.

Duda pega o celular do bolso, apontando a câmera para Lara.

DUDA

Agora, repete depois de mim. Eu sou sua escrava.

Lara, tremendo, sua voz mal audível.

LARA

Eu... eu sou sua escrava.

DUDA

Eu sou sua cadela.

LARA

Eu sou sua cadela.

DUDA

Eu sou apenas uma lésbica safada que ama lamber a bunda e a buceta da minha Mestra.

Lara hesita, a humilhação quase insuportável. Seus olhos buscam um ponto de fuga, mas não há.

DUDA

Repete! Ou vai ser pior.

LARA

(Com a voz embargada)

Eu sou apenas uma lésbica safada que ama lamber a bunda e a buceta da minha Mestra.

Duda sorri, satisfeita. Ela abaixa o celular, mas não para de gravar.

DUDA

Muito bem. Agora, rasteja até a Clara. Ajude sua amiga a relaxar.

Lara olha para Clara, que está sentada na bancada, as pernas levemente afastadas, um sorriso malicioso no rosto. Lara, ainda tremendo, abaixa-se de quatro. Seus joelhos batem no chão frio do banheiro. Ela rasteja lentamente em direção a Clara, o som de seus joelhos e mãos arrastando no chão.

Clara estende uma perna, a saia subindo um pouco mais.

CLARA

Vem, cadelinha.

Lara se aproxima, o cheiro de Clara, uma mistura de perfume doce e suor, invadindo suas narinas. Ela levanta a cabeça, seus olhos suplicantes.

DUDA

Tira a calcinha dela.

Lara estende a mão trêmula. Ela puxa a barra da saia de Clara para cima, revelando a calcinha de renda preta. Com dedos hesitantes, ela puxa o tecido para baixo, expondo o monte de vênus de Clara, úmido e rosado. Um cheiro forte e adocicado de excitação feminina preenche o ar.

DUDA

Agora, lamba.

Lara engole em seco. Ela se aproxima, a língua hesitantemente saindo de sua boca. Ela toca a clitoris de Clara, um ponto pequeno e inchado. Clara estremece.

CLARA

Ah... isso.

Lara começa a lamber com mais confiança, seguindo as curvas e reentrâncias da vulva de Clara. O som úmido da língua de Lara contra a pele de Clara preenche o silêncio do banheiro. Duda continua gravando, um sorriso de satisfação.

CLARA

Que delícia. Você aprende rápido, cadelinha.

Lara continua a lamber, sua língua explorando cada parte, o sabor salgado e adocicado invadindo sua boca. Ela chupa o clitóris de Clara, com a língua se movendo em círculos, depois em linha reta, para cima e para baixo. Clara geme, suas pernas se abrem mais.

CLARA

Mais forte. Mais rápido.

Lara obedece, o ritmo acelerando. Sua cabeça se move para cima e para baixo, seus lábios e língua trabalhando intensamente. O som de *shlick, shlick* se intensifica. Clara arqueia as costas, seus dedos se agarram ao cabelo de Lara.

CLARA

Ah... sim... é isso!

Lara sente o clitóris de Clara inchar e pulsar sob sua língua. O cheiro fica mais intenso, uma mistura de suor e fluidos corporais.

CLARA

Eu vou... oh meu Deus... eu vou gozar!

Clara solta um grito, seu corpo se contorcendo. Um jato quente e espesso de gozo de Clara atinge o rosto de Lara, escorrendo por sua testa e bochechas. O sabor salgado e levemente metálico se mistura com o do gozo.

Duda abaixa o celular, mas continua filmando.

DUDA

Agradeça.

Lara, com o rosto molhado e pegajoso, levanta a cabeça, seus olhos fixos em Clara.

LARA

Obrigada, Clara. Obrigada pelo direito de lamber sua buceta.

Clara sorri, limpando um pouco do gozo que escorreu por suas coxas.

CLARA

Você vai ser uma ótima cadela para nós.

Duda se aproxima de Lara, seu rosto a centímetros do dela.

DUDA

Amanhã. Sem calcinha. E de saia. Se não obedecer... as punições serão sérias.

Lara apenas acena com a cabeça, incapaz de falar. A humilhação a consome.

INT. QUARTO DE LARA - NOITE

Lara está deitada em sua cama, o corpo pesado, a mente em turbilhão. A raiva ferve em seu peito, misturada com uma tristeza profunda. Seus dedos tremem enquanto ela digita no celular.

MENSAGEM DE LARA

Yasmin, eu não aguento mais. Ela me fez... de novo. E agora me mandou ir de saia e sem calcinha amanhã. Eu não sei o que fazer.

O celular vibra quase imediatamente. Não é uma mensagem de texto, é uma imagem. Lara abre. Seus olhos se arregalam. A imagem mostra Yasmin, de joelhos, lambendo a buceta de Duda, a língua de Yasmin visível. A imagem é chocante, crua.

MENSAGEM DE DUDA (V.O.)

Ah, Lara. Você não aprende, não é? Palavras insolentes. Amanhã você vai receber uma grande punição por isso.

Lara sente um calafrio percorrer sua espinha. Ela treme, o celular quase caindo de suas mãos. A ameaça é palpável.

Outra vibração. Outra mensagem. Desta vez, um vídeo. Lara clica. O vídeo mostra Yasmin, novamente de joelhos, com a boca na virilha de Duda, bebendo o xixi que Duda despeja. O som do líquido escorrendo e os gemidos de Yasmin são audíveis.

MENSAGEM DE DUDA (V.O.)

Agora, você. Grave um vídeo se masturbando enquanto implora para eu te foder. Agora.

Lara sente o pânico tomar conta. O ar falta em seus pulmões. Ela não pode fazer isso. Não pode. Mas... a punição.

Ela se levanta da cama, cambaleante. Seus olhos se fixam no celular. Não há escolha.

Lara se ajoelha no chão do quarto, o celular apoiado na escrivaninha, a câmera apontada para ela. As mãos trêmulas deslizam sobre a calcinha. Ela a tira, expondo sua virilha.

Ela começa a se tocar, os dedos hesitantes, depois mais firmes. Ela esfrega o clitóris, sentindo a umidade crescente. Seus gemidos são baixos no início, depois mais altos.

LARA

(Com a voz embargada)

Mestra... oh, Mestra... por favor...

Ela aumenta o ritmo, as lágrimas escorrendo pelo rosto. O prazer se mistura com a humilhação, uma sensação doentia.

LARA

Me fode, Mestra... por favor... fode minha buceta...

Seus dedos trabalham mais rápido, o clitóris pulsando. Ela está perto, muito perto. O corpo se arqueia, a respiração ofegante.

LARA

Ah... sim... Mestra...

Uma batida na porta.

MÃE (V.O.)

Lara? Está tudo bem aí?

Lara congela. O orgasmo se dissipa, a tensão substituída pelo pânico. Ela puxa a calcinha rapidamente, as mãos tremendo. Ela se veste em segundos.

LARA

(Com a voz tremendo)

Sim, mãe! Tudo bem! Já vou!

Ela pega o celular, o vídeo ainda em andamento. O vídeo está incompleto. Ela sabe que Duda não vai gostar. Mas ela não tem escolha. Ela envia o vídeo, o coração batendo descontroladamente. A humilhação de novo. E o medo do que virá.

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Comentários

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Esperando ver as duas putas sendo humilhas juntas!

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