Olá, caros(as) leitores(as). Já devem ter notado que passei a usar o nome Marcos, após o episódio da troca da torneira.
A história de hoje aconteceu de forma inesperada. Boa leitura!Mudei-me para um prédio novo de dez andares com serviços compartilhados. Ledo engano! A área comum existia porque os apartamentos eram minúsculos: uma simples máquina de lavar não cabia no studio que aluguei! Resultado: tinha que acumular as roupas, descer ao porão do prédio e usar as máquinas comunitárias.
Certa tarde desci com as roupas pelo elevador de serviço. As portas se abriram e dei de cara com uma mulher com um cesto de roupas sujas. Eu já cruzara com ela algumas vezes pelo hall do prédio e elevadores mas nunca nos falamos.
— Olá, vizinho.
— Olá.
As portas se fecharam e descemos em silêncio, clima descontraído mas com aquela sensação esquisita de que eu deveria estar conversando com ela. Ela vestia um vestido leve de alcinha que deixava transparecer as curvas de um corpo em forma de ampulheta. Os cabelos pretos e lisos caíam pelas costas até a altura das escápulas. Percebi que ela me observava de lado, sem cerimônia.
Chegamos à lavanderia. Só havia nós dois ali. Colocamos as roupas nas máquinas. Eu me sentei em uma das poltronas do lounge. Em vez de escolher um assento distante, ela se aproximou e sentou-se na poltrona ao lado, a menos de um metro de mim. O cheiro de sabão em pó misturado ao perfume doce da pele dela preencheu o espaço.
— Você é o mecânico de avião do 43, não é? — perguntou, inclinando o corpo na minha direção e apoiando o queixo na mão.
— Sou eu sim — respondi, surpreso, desligando a tela do celular. — Como sabe?
— Eu presto atenção nos detalhes — deu um sorriso de lado, sustentando o olhar fixo no meu. — Mas você está sempre sério, meio distante. Pensei que fosse introvertido.
— E sou um pouco. Especialmente aqui — brinquei, tentando quebrar o gelo.
— Samira - apresentou-se, estendendo a mão.
— Marcos.
Ao cumprimentá-la, ela não soltou meus dedos de imediato. Deslizou o polegar de leve pelas costas da minha mão antes de recolher o braço. O ar entre nós pareceu esquentar de repente. Samira se levantou devagar, deu dois passos e sentou-se no braço da minha poltrona, ficando perigosamente perto. O calor do corpo dela me atingiu em cheio.
— Eu passo por você no hall e fico me perguntando até onde vai essa sua postura de cara sério — sussurrou, inclinando-se até que os lábios quase tocassem minha orelha.
Fiquei inerte por um segundo, encarando a ousadia daqueles olhos castanhos. Quando olhei para sua boca, Samira diminuiu a distância e nossos lábios se tocaram. O beijo começou provocante, com a ponta da língua pedindo passagem, e rapidamente virou algo faminto. O sangue desceu direto para a minha virilha; meu pau enrijeceu na hora, esticando o tecido da calça.
Sentindo a tensão sexual do meu corpo, a mão dela desceu com precisão e apertou minha ereção por cima do jeans. Um gemido baixo escapou da minha garganta. Ela interrompeu o beijo por um segundo, respirando funda contra a minha boca, e me puxou pela mão.
— Vamos para o banheiro. Agora.
Em uma pausa rápida, ela me arrancou do sofá e me puxou para dentro do banheiro acessível, trancando a porta. Arrancou minha calça e empurrou-me contra o assento do vaso sanitário, ajoelhando-se e engolindo meu pau, que já se encontrava melado.
— Caralho, moça! Que fome é essa? - perguntei, puxando-a pelos cabelos, fazendo-a gemer de prazer!
A resposta veio em forma de um boquete ainda mais intenso, fazendo-me emitir gemidos altos. Eu não conseguiria resistir mais tempo. Coloquei a mão sob seu queixo e a afastei da fonte do prazer. Foi como tirar o doce da criança.
— Tava tão gostoso! - e fez menção de continuar.
— Já que você tá com tanto fogo, então deixa eu comer sua buceta.
Ela se levantou e baixou as calças, exibindo uma calcinha branca, molhada. Baixei-a gentilmente, embora a fome fosse grande. Mas gosto de detalhes. Os pelos aparados estavam levemente crescidos. Passei a mão e ela gemeu.
— O que é isso? - perguntei, mostrando a mão molhada de seu mel.
— Desejo! - falou ela, alto.
Enterrei dois dedos de uma vez em sua caverna. Ela gemeu, contraindo-se inteira. Puxei-a para mim, tirei os dedos e a virei de costas, posicionando sua cintura sobre a minha. Ela se baixou devagar, encaixando sua buceta no meu pau ereto. "Puta que pariu, sem camisinha!", pensei. "Foda-se, essa aventura maluca começou assim, agora vai terminar assim."
Apoiando as mãos em minhas coxas, ela começou a subir e descer no meu membro, rebolando, controlando o ritmo do prazer. Minhas mãos subiram até encontrar seus peitos macios, apertando-os enquanto ela acelerava o movimento. O atrito era perfeito e minhas pernas já estavam molhadas do seu mel abundante. Ela girou o tronco levemente, olhando para trás sobre o ombro, os lábios entreabertos soltando gemidos curtos a cada investida, me levando ao limite.
— Samira! Vou gozar!
— Goza na minha boca, me dá seu leite!
Ela saiu de dentro e se ajoelhou. Quase não deu tempo: levantei-me e ela sugou meu membro de uma vez, fazendo-me jorrar porra grossa dentro de sua boca. O batom suave marcando a pele do meu pau. Ela tossiu, mas engoliu tudo.
— Caralho, que delícia! - gritei.
— Que leite gostoso! - disse ela, lambendo os beiços e pedindo ajuda para se levantar. Segurei suas mãos e ela ficou em pé. Abraçou-me forte e me beijou gostoso, sem pressa. Senti o resquício de minha porra em sua boca.
Nos vestimos, ela lavou o rosto na pia e saímos do banheiro. Não havia ninguém na lavanderia além de nós, apenas o silêncio das máquinas desligadas. Recolhemos nossas roupas, ainda quentes do ciclo de secagem, e saímos. Entramos juntos no elevador e Samira apertou o botão do quinto andar.
— 51. A porta está aberta pra você! - exclamou ela.
— E você sabe onde me encontrar - respondi, saindo do elevador e pensando na loucura que havíamos acabado de cometerGostou do texto, leitor(a)? Não se esqueça de avaliar, é importante para saber o alcance e que tipo de leitura vocês mais gostam. Forte abraço!