Michele teve Lucas quando tinha 15 anos de idade. Quando Michele tinha 25, ele foi morar com o pai em outro estado. Poucas vezes mãe e filho se falaram nesses anos que se seguiram. Michele e Lucas ainda não haviam se visto pessoalmente desde que ele virara um adulto, e a relação entre os dois se tornou distante. Hoje, com 23 anos, Lucas era um rapaz de corpo atlético, sarado, tatuado, pele morena e cabelo preto, como da mãe. Deixava todas as mulheres babando quando passava. Havia se formado em fisioterapia e começado a trabalhar de massagista.Michele, nos seus 38 anos, só havia se tornado mais gostosa: coxas grossas, cintura fina, uma raba monumental, seios médios, algumas tatuagens pelo corpo, 1,60 de altura, sorriso tentador e olhar intenso. Também fazia todos os marmanjos virarem o rosto quando passava. Michele era uma mulher que se cuidava bastante, também devido à sua profissão. Ela havia se tornado uma sexóloga e gostava de postar fotos e vídeos bem quentes e sugestivos no seu Instagram.
O que mãe e filho tinham mais em comum era a malícia e a fome por sexo. Ambos estavam solteiros e sedentos. Michele morava sozinha em uma casa de classe média na Vila Mariana. Lucas achou o perfil de sua mãe no Instagram e a informou que estava voltando a São Paulo por motivos profissionais e que gostaria de visitá-la. Michele recebeu a mensagem de seu filho com dupla surpresa: uma porque não estava esperando que ele mandasse mensagem depois de tanto tempo, e outra pela aparência de seu filhote, agora um homem. Michele não conseguiu esconder de si mesma o calor que sentiu quando viu algumas fotos de Lucas em seu perfil, embora tenha se sentido culpada por isso. O mesmo pode ser dito de Lucas. Ele sabia que sua mãe era bonita pela lembrança de quando era criança, mas ver aquelas pernas morenas, aquela raba, aquela boca… com ela falando de sexo em seu perfil, havia deixado seu pau duro como rocha.
Enquanto atravessava Santa Catarina em direção a São Paulo num ônibus de viagem, Lucas trocava mensagens com sua mãe. O papo entre os dois estava fluindo e ambos estavam animados para se encontrar. Michele convidou Lucas para morar com ela em sua casa, nem que fosse só por um tempo, já que ela morava sozinha. Lucas se sentiu grato, pois devido a isso não precisaria alugar uma casa.
— Com todo respeito, mãe, mas que gostosa que você está.
— Rsrs. Obrigada, meu amor, mas pelo que eu vi você puxou a mamãe. Que gato que você se tornou também.
Algumas horas mais tarde, Michele, já com más intenções, embora um pouco culposa, decide postar em seus stories uma foto bem provocante dela nua, com um roupão branco e uma bela visão de seu decote, com a legenda: “Um biscoito, por favor”.Lucas, que já estava quase chegando em São Paulo, ao ver essa foto reagiu com dois emojis: foguinho e babando . E, para provar que era tão atiçado quanto a mãe, mandou para ela uma foto de cueca exibindo seu tanquinho, pegada de baixo para cima, com a mesma legenda. Michele, ao ver essa foto, reagiu com o emoji da boquinha se mordendo e disse:
— E pensar que esse gostoso saiu da minha buceta…
Ele respondeu:— Meu sonho é voltar pra ela.
— Quando quiser, bebê.
— Tô quase chegando.
E nesse momento ambos perceberam que esse não seria um encontro comum de mãe e filho.Quando Lucas tocou a campainha, Michele o recebeu com o roupão com que tirara a foto. Eles se abraçaram. Depois de um longo segundo constrangedor se encarando, enfim se atracaram num beijo de língua faminto e molhado.
A porta dava de frente para a cozinha, e foi para lá que eles caminharam se beijando loucamente, até pararem na frente da geladeira.Eles mordiam os pescoços um do outro enquanto se despiam de todo tecido que havia entre eles.
— Me fode, seu cachorro filho da puta, mete na mamãe.
— Que mamãe mais safada que eu tenho. Vou te encher do meu leite, sua vagabunda.
— Enche a mamãe de seu leite, vai.
Michele abre as portas de sua enorme geladeira e pega uma lata de chantilly, espirrando em seus peitos e em sua buceta. Lucas não perde tempo e começa a mamar sua mãe.
— Mama nesses peitos igual antigamente, vai.Lucas então passa a devorar a buceta lambuzada de creme de sua mãe. Ele cospe nela e continua a chupar.
— Que delícia, eu amo quando cospem em mim. Um dos meus maiores fetiches, junto com falar putaria.
— Nós realmente somos almas gêmeas, mamãe. Tudo isso também é tão excitante pra mim.
Ambos começam a se cuspir e a se xingar. Com os corpos lambuzados de chantilly e saliva um do outro, Lucas penetra a buceta de sua mãe, com ambos ainda dentro da geladeira aberta, e começam a foda mais selvagem de suas vidas.
— Vai, soca esse caralho em mim, porra, mais forte, maceta essa bucetinha.
Ploc, ploc, ploc. Ambos se enforcam enquanto olham um no olho do outro, com os rostos quase colados. O cheiro e o barulho de seus corpos batendo dominam o ambiente. O clima quente de verão os faria suar ainda mais se não fosse o ar frio da geladeira. Lucas mete na sua mãe com força enquanto um dos pezinhos dela está em sua boca.
— Eu vou gozar! — grita Michele, que começa a esfregar sua buceta freneticamente.
— Eu também, mamãe.
— Me dá seu leite, vai.
Lucas então tira o pau da buceta de sua mãe e dá um passo para trás para derramar seu esperma no corpo dela. Michele tem um squirt, espirrando jatos em Lucas, que quase ao mesmo tempo também ejacula, soltando jatos grossos na cara, nos peitos e na barriga de sua mãe. Ambos terminam completamente encharcados nas secreções um do outro.Com um sorriso de luxúria e a cara suja de esperma, Michele puxa seu filho para um beijo, e ambos percebem que ainda não estão satisfeitos um com o outro.
Continua