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Minha Esposa E Eu , Os Nossos Alunos E O Acordo Que Mudou Tudo PT 5

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2316 palavras
Data: 24/08/2026 14:13:32

A semana que estava para começar seria decisiva. A pergunta martelava na minha cabeça o tempo inteiro: será que Pamela me trairia e igualaria o meu erro? Ou será que ela negaria qualquer tipo de investida de Arthur, me fazendo me sentir ainda mais culpado? E, pior, como ela reagiria quando descobrisse a minha traição com a Marina? Cada possibilidade parecia pior que a outra.

O fim de semana passou depressa demais. O sábado foi tranquilo e calmo. Passamos o dia inteiro juntos em casa, vendo série, cozinhando, quase sem sair do sofá. No domingo saímos para almoçar, passeamos um pouco e depois fomos na casa dos meus sogros. Foi um dia leve, pelo menos por fora. Por dentro, eu continuava revirando o acordo que tinha feito com Arthur.

À noite, de volta para casa, nos sentamos na mesa da sala e preparamos as aulas da semana que viria. Pamela organizava o conteúdo de matemática com a mesma dedicação de sempre. Em determinado momento ela parou, se aproximou por trás de mim e passou os braços no meu pescoço, deixando claro que queria sexo.

Eu não tinha vontade nenhuma. O corpo não respondia, a cabeça estava longe demais. Desviei o rosto e murmurei qualquer desculpa. Pamela ficou em silêncio por alguns segundos, depois se afastou. O clima esfriou na hora. Ficamos cada um no seu canto, preparando material, enquanto a semana decisiva se aproximava.

A segunda-feira chegou e seguimos a rotina. Nos arrumamos em silêncio e saímos de casa. Pamela estava linda. Usava uma calça jeans justa que marcava o quadril e o bumbum a cada passo, uma blusa leve e fina que não escondia o volume dos seios, e por cima um casaco de moletom aberto por causa do frio da manhã. O cabelo loiro solto caía pelas costas, os olhos verdes ainda meio sonolentos, mas o corpo inteiro chamava atenção.

Entramos na escola lado a lado. Chegamos alguns minutos atrasados, já eram 7h05. O pátio estava cheio de alunos. Vários olhares se viraram na direção dela. Os meninos a comiam com os olhos sem nenhum pudor, seguindo o movimento da calça justa e o balanço natural do corpo.

Arthur estava encostado bem na porta da sala dos professores, braços cruzados, postura relaxada. Pamela passou por ele e o cumprimentou com um sorriso educado. Ele respondeu com um aceno de cabeça. Quando eu passei logo atrás, Arthur me olhou e sorriu daquele jeito calmo e certeiro, como se já soubesse que eu ia perder o nosso acordo.

As primeiras aulas passaram rápido demais. Mesmo estando na quadra, corrigindo posturas e organizando os jogos, minha cabeça só conseguia pensar no que Pamela estava fazendo naquele momento. Cada minuto parecia alongar a dúvida.

No início do terceiro horário fiquei sabendo que todo o terceiro ano do Ensino Médio tinha passado por uma mudança de grade. Sem esperar, fui até a sala dos professores para conferir onde Pamela tinha sido colocada.

Antes de entrar, dois alunos me pararam no corredor. Me cumprimentaram e, sem rodeios, falaram:

— Professor, a gente vai votar no senhor pra diretor.

Fiquei parado. Não entendi nada. A candidatura nunca tinha sido exposta oficialmente para os alunos. Arthur sabia, mas eu achava que ele era o único.

Entrei na sala dos professores e fui direto ao papel pequeno colado no quadro com a nova escala. Procurei o nome de Pamela. Ela estava no 3º C.

Senti um alívio imediato. Não era a sala do Arthur.

Segui até a sala onde Pamela deveria estar. No meio do corredor Kelly me avistou. Veio direto na minha direção, me abraçou colada e eu senti o cheiro doce do perfume dela. Ficou na ponta dos pés e falou bem perto do meu ouvido, a voz carregada de sensualidade:

— Profe veio nos visitar, gato?

Me desvencilhei dela o mais educado que consegui e continuei andando. Passei na frente do 3º A. Um colega meu estava dando aula lá dentro. Olhei rápido pelas carteiras: Arthur e Thiago não estavam.

Cheguei na porta da sala onde Pamela deveria estar. Um dos alunos, ao me ver, falou naturalmente:

— A professora saiu com o Arthur e o Thiago, professor. Foram comprar umas prendas pro Carnaval.

A informação bateu como um soco. A raiva subiu na hora, misturada com um ciúme pesado e um medo frio. Medo de ela ficar tempo demais sozinha com Arthur. Medo do que ele faria para conseguir o que queria. Medo de que o acordo que eu mesmo tinha aceitado estivesse começando a se cumprir bem na minha frente.

O intervalo chegou depressa. Pamela retornou carregando fardos de refrigerante e várias caixas de adereços de Carnaval. Arthur e Thiago vinham logo atrás, ajudando-a a carregar cada volume com uma desenvoltura quase profissional, como se já fizessem aquilo há tempos.

Ela entrou na sala dos professores com sede, o rosto corado pelo esforço. Largou o que carregava e falou animada:

— Amor, vamos ganhar essa porra. Soube do prêmio: o primeiro e o segundo lugar vão ganhar um final de semana num sítio belíssimo.

Senti um arrepio frio subir pela espinha.

Saí para vigiar o intervalo. Do outro lado do pátio, Arthur conversava com Thiago, sorrindo daquele jeito calmo e confiante. Quando me avistou, passou bem perto de mim e falou baixo, quase sem mover os lábios:

— Ainda não, cara… mas eu vou vencer.

Os dois últimos horários passaram rápido demais. Eu dava aula no automático, a cabeça longe, sem saber exatamente o que fazer com o aperto no peito e com o acordo que eu mesmo tinha aceitado.

Quando o sinal final tocou, eu e Pamela saímos juntos. Fomos para casa, deixamos as coisas e, como sempre, seguimos juntos para a academia.

A terça-feira chegou e passou rápido demais. Eu e Pamela demos nossas aulas normalmente, mas eu não conseguia deixar de notar o quanto a aproximação dela com Arthur ficava mais forte a cada dia. Naquele dia ele passou dois horários inteiros, junto com Thiago, matando aula dentro da sala da minha esposa. Os dois sentados lá como se fossem alunos dela, conversando, rindo, ocupando espaço. Aquilo me consumia por dentro. Era como se eu já sentisse o cheiro da merda se aproximando.

Kelly, por outro lado, fazia questão de me provocar toda vez que nossos caminhos se cruzavam. Passava por mim no corredor rebolando de propósito, o short curto subindo, o corpo se movendo só para eu ver. Como se ninguém mais notasse que aquilo era dirigido exclusivamente a mim.

No final da tarde ainda aconteceu algo estranho. Pamela ficou depois do horário para aplicar reforço para alunos do primeiro ano do Ensino Médio. Quando chegou em casa, estava diferente. O olhar mais distante, o corpo um pouco tenso.

Perguntei:

— Está tudo bem?

Ela desconversou na hora, desviando o rosto.

— Por que essa pergunta?

A quarta-feira chegou. Pela manhã o clima na escola estava estranho, pesado. Era uma daquelas manhãs quentes em que o sol queimava a pele só de encostar. O pátio já fervia antes mesmo das nove horas.

As duas primeiras aulas passaram. Quando o sinal do intervalo tocou, eu e Pamela saímos juntos para observar o movimento. O pátio estava no caos de sempre: rodas de truco formadas no chão, alunos gritando, gente fumando escondido atrás das colunas, o cheiro de salgado improvisado misturado com suor e poeira. Grupos se aglomeravam em volta de quem vendia doce ou bolo de pote. Eu, na verdade, só queria limitar o contato dela com Arthur. Ficava de olho nele o tempo todo.

Foi então que notei Seu Toninho arrumando a porta da biblioteca, que estava torta e emperrada. Aproveitei a deixa e falei para Pamela:

— Vou falar com o Toninho. Tem outra porta que foi vandalizada no fundo.

Ela franziu a testa.

— Não precisa, amor. Ele provavelmente já sabe. Melhor não incomodar.

Não liguei para o que ela disse. Segui em direção ao porteiro. Pamela murmurou que ia ao banheiro e saiu apressada, quase depressa demais.

Me aproximei de Toninho.

Toninho me cumprimentou com um aperto de mão firme. Estava suado, a camisa do uniforme colada no corpo, a careca brilhando sob o sol forte. Homem negro, de cinquenta e oito anos, corpo ainda forte mas já um pouco barrigudo, mãos grandes e calejadas de tanto trabalho.

Falei sobre a porta que tinha sido vandalizada no fundo da escola. Ele balançou a cabeça, anotando mentalmente. Depois, do nada, perguntou:

— E a Pamela, como é que está?

— Bem — respondi, seco.

Toninho passou a mão na careca e começou a falar:

— Eu também sou casado, professor. Cinquenta e oito anos… todo casamento tem seus segredos.

Nesse momento Kelly passou por nós, agarrada a um rapaz. O short curto, o corpo colado no dele. Toninho acompanhou a cena com o olhar e soltou, baixo:

— Essa garota é bem provocante. Doidinha… dá em cima de todo mundo. Inclusive no senhor. Mas claro que não rola nada, né, professor? Com uma mulher como a sua…

Fechei a cara na hora. Ele percebeu que o comentário tinha me incomodado e voltou a mexer na porta, mudando de assunto. Saí dali apressado.

O intervalo acabou. Fui para a próxima aula já decidido a aplicar algo mais leve por causa do calor. Quando cheguei na quadra, Kelly me vigiava de longe. Assim que a turma se organizou, ela entrou, veio até mim e sentou bem do meu lado. Encostou o braço na minha perna e, sem nenhum pudor, passou a mão devagar pela coxa.

— Profe… o senhor já sabe se no Carnaval vai liberar umas fantasias mais sexy?

Pegou o celular, desbloqueou a tela e me mostrou uma foto. Era ela vestida de enfermeira, uma fantasia extremamente safada: decote profundo, saia curtíssima, meia-calça arrastão. Olhou pra mim e falou baixo, provocante:

— Gostou, profe? Se quiser eu te mostro pessoalmente…

Levantou e saiu andando, rebolando de propósito a cada passo. Meu pau ficou duro na hora, latejando apertado dentro da calça.

A aula seguiu normalmente. No final dela, antes de começar o último horário do dia, Dona Elaine me chamou de canto e me informou que eu tinha sido convidado para ser um dos professores responsáveis pela excursão do turno da tarde ao Inhotim, em Brumadinho.

Fiquei sem reação. Não esperava aquilo de jeito nenhum.

Fui até Pamela e contei sobre o convite. Ela me abraçou na hora, animada.

— Que incrível, amor! Que oportunidade boa.

Eu não queria ir. A cabeça estava longe demais para uma viagem daquelas. Mas ela insistiu, me incentivou e ainda completou:

— Pode ir tranquilo. Vou passar o resto do dia na casa dos meus pais.

Acabei concordando.

— Tá. Vou nessa excursão.

Quando a última aula terminou, seguimos juntos para casa. A excursão estava marcada para as 14h, mas as aulas do turno da tarde começavam às 13h. Em casa me arrumei rápido. Pamela pediu carona até a casa dos pais. Deixei ela na porta, beijei seu rosto e segui direto para a escola.

Quando cheguei, os professores responsáveis já estavam organizando os alunos no pátio, conferindo lista, orientando sobre o ônibus e preparando tudo para a saída.

O relógio marcava 14h30 e os ônibus ainda não tinham chegado. Esperamos mais quarenta minutos. Nada. Dona Elaine estava enfurecida. Depois de várias ligações descobriu que os ônibus simplesmente não viriam. A excursão seria remarcada.

Ela liberou os professores que quisessem ir embora. Eu não hesitei. Peguei minhas coisas, entrei no Corolla e saí da escola.

Entrei na minha rua do bairro União. A rua residencial estava quieta naquela hora da tarde: asfalto irregular, algumas árvores nas calçadas, postes de luz amarelada, casas de dois andares com grades e muros. Poucos carros estacionados. O silêncio só era quebrado pelo barulho distante de algum cachorro.

Avistei nossa casa. A fachada bege clara com detalhes em pedra, o portão de alumínio branco, a grade preta na frente. Abri o portão com o controle, entrei na garagem e desliguei o motor.

A casa estava em penumbra. A sala ampla do térreo, o sofá cinza, a cozinha americana, a porta de vidro que dava para a piscina nos fundos. Subi as escadas em silêncio.

Foi então que comecei a ouvir um barulho vindo do nosso quarto. Um som ritmado, abafado. A cada passo que eu dava em direção à porta, o ruído aumentava. Era a cama batendo na parede.

Pare frente à porta. A mão no peitoril. Empurrei e abri.

E vi.

Abri a porta e a cena me atingiu como um soco.

Pamela estava completamente nua. O corpo de cavala à mostra sob a luz que entrava pela janela: seios grandes e pesados balançando a cada movimento, mamilos rosados duros, a cintura fina contrastando com o quadril largo, o bumbum enorme, redondo e firme quicando com força. As coxas grossas e tonificadas abertas sobre o corpo dele, a pele clara suada, o cabelo loiro colado na nuca e nas costas. A buceta raspada engolia aquele pau com voracidade, os lábios grossos esticados, brilhando de saliva e tesão.

Arthur estava deitado debaixo dela, também nu. Negro, corpo atlético e forte, peito largo, braços definidos, abdômen marcado. O pau monstruoso — 22 centímetros duros, grosso, veias saltadas, a glande larga e escura — desaparecia inteiro dentro da minha esposa a cada descida. Ele segurava a cintura dela com as duas mãos grandes, controlando o ritmo, empurrando o quadril para cima enquanto ela quicava.

Pamela estava de costas para a cabeceira, de frente para a porta, mas tão entregue que não me viu. Gemia alto, sem nenhum pudor, a voz rouca e quebrada:

— Assim… mais fundo… porra…

Rebolava com vontade, o bumbum batendo nas coxas dele, a carne tremendo a cada estocada. Arthur dava tapas fortes naquela bunda enorme, o som seco ecoando no quarto, e ela gemia ainda mais alto, pedindo mais. O barulho molhado da buceta engolindo o pau grosso misturava com o ranger da cama batendo na parede.

Fiquei parado no batente, o sangue subindo na cabeça, o peito apertado.

— Pamela.

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Comentários

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* Delííííícia! Não tem como rejeitar um negão dotado...pena que poucos sabem que nós putas somos carentes de caralho grande. E esse é o lance que vai deixar o marido louco pra entrar no caralho do negão. Apostas em aberto.... Tô com o cuzinho em brasa... com a narrativa estimulante e gostosa.

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"— Por que essa pergunta?"

O que aconteceu depois da pergunta? O conto parece incompleto

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Realmente parece que faltou coisa aí

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" E agora José como é que vai ser .." ou como disse certo ex ministro " Perdeu mané" . É professor a casa caiu ,perdeu aposta ! Foi negar fogo 🔥 a Pamela ,acabou que ela achou quem lhe desse kkkk . Agora é sair de fininho e fingir que não viu nada !

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O conto tinha um potencial gigantesco q foi estragado espero q ela conte come iniciou e q adicione diálogos durante a foda e sexo anal

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A seu corno sua casa caiu, onde que um homem de moral, mesmo tendo pisado na bola ia aceitar um acordo desse?

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Mano, pra mim ela já tá levando rola desde o primeiro capítulo kkkkk

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Desde o 1* capítulo não mas acho que desde que o Arthur começou a observa la melhor ai eu acho que sim.

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Logo no primeiro capítulo e antes dela ter conhecido os alunos, ela chegou tarde da academia e com a cara pálida, pedindo água e desculpando-se com dor de cabeça... deve ter acontecido algo

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