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Depois do expediente, fiz FETICHES locuos com Márcia, suada. e registrei.

Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1387 palavras
Data: 24/08/2026 10:07:29

Quem já acompanha meus contos, fotos e vídeos sabe exatamente o que eu busco. Não é mulher de Instagram. Não é modelo. Não é corpo perfeito de academia. Eu gosto de mulher comum. Dessas que pegam micro-ônibus lotado, que trabalham o dia inteiro em loja sem ar-condicionado, que suam de verdade, que cheiram a corpo depois de horas em pé. Márcia é uma delas. Clica em meu nome, para ver e baixar as fottos e videos dessa e outras safadas.

Sábado passado eu estava no micro-ônibus do bairro do Jordão, voltando de uma volta qualquer, quando ela subiu. Blusa bege clara, já com manchas escuras de suor nas axilas, jeans justo marcando aquela bunda enorme, cabelo castanho um pouco bagunçado, o rosto cansado de quem tinha trabalhado das oito ao meio-dia numa loja do comércio local. O calor dentro do micro era pesado. Eu reconheci ela na hora. Já tinha puxado conversa outras vezes. Já tinha sentido o olhar dela demorar um segundo a mais quando eu falava demais.

Sentei perto. Não muito perto para não assustar, mas o suficiente para sentir o cheiro que vinha dela. Suor de verdade. Aquele cheiro quente de mulher que passou a manhã inteira em pé, sem ar-condicionado, atendendo cliente atrás de cliente. Eu fiquei quieto os primeiros minutos, só observando a forma como o jeans esticava quando ela se equilibrava nas curvas do micro. A bunda pesada, redonda, marcada. Depois puxei assunto.

— Cansada, né? Esse calor tá de matar.

Ela sorriu de lado, meio sem graça.

— Demais. A loja hoje tava um forno. Saí encharcada.

Eu sorri de volta e deixei o silêncio trabalhar. Depois falei mais baixo, quase só para ela ouvir:

— Eu gosto quando a mulher fica assim. Suada de verdade. Tem cheiro de gente, não de perfume.

Ela me olhou de soslaio. Não respondeu na hora. Só ajeitou o cabelo e ficou olhando pela janela. Mas não se afastou. Quando o micro parou perto da casa dela, eu desci junto. Não pedi licença. Só acompanhei. No caminho ela perguntou:

— Você vai mesmo me seguir até em casa?

— Se você deixar.

Ela não respondeu. Só abriu o portão.

O apartamento era simples, de corredor estreito e cozinha pequena. O marido, o corno, estava na rua dirigindo por aplicativo, como quase todo sábado. Ela trancou a porta, tirou a bolsa e ficou parada no meio da sala, ainda com a blusa suada grudada no corpo.

— Você é doido, né? — falou, sem sorrir de verdade.

— Sou. E você já sabe o que eu gosto.

Ela respirou fundo.

— Eu sei. Você fala dessas coisas nojentas toda vez que me encontra.

Eu me aproximei. Não toquei ainda. Só fiquei perto o suficiente para sentir o calor que ainda vinha do corpo dela.

— Tira o tênis.

Ela me encarou.

— Você é sério?

— Tira.

Márcia hesitou, depois se sentou no sofá e tirou os tênis. Os pés estavam quentes, um pouco úmidos, com aquele cheiro forte de quem passou a manhã inteira em pé dentro de sapato fechado. Chulé de verdade. Eu me ajoelhei na frente dela sem pedir. Peguei um pé com as duas mãos e cheirei fundo, bem na sola e entre os dedos.

— Porra, Daniel… — ela falou, a voz já diferente. — Isso é nojento.

Eu lamei. Lenta, demorada, sentindo o gosto salgado e o cheiro intenso. Ela se mexeu, mas não puxou o pé. Eu passei para o outro. Cheirei, lamei, chupei os dedos um por um. O cheiro era forte, quase ácido. Eu adorei.

— Você é um imundo — ela murmurou. — Que porra de tesão é esse?

Eu levantei o rosto e olhei para ela.

— O seu. O cheiro de mulher que trabalhou de verdade.

Ela engoliu em seco. Eu subi as mãos pelas pernas dela, ainda de joelhos, e cheguei até a barra do jeans. Ela não impediu. Eu abri o botão, puxei o zíper e desci a calça junto com a calcinha até as coxas. A bunda enorme apareceu. Pesada, marcada pelo tecido, ainda quente. Eu virei ela de lado no sofá e enfiei o rosto entre as nádegas.

O cheiro bateu forte. Não era cheiro de banho recente. Era cheiro de corpo depois de horas. Suor acumulado no meio, aquele odor natural, um pouco azedo, quente, que sobe direto para a cabeça. Eu cheirei fundo, sem pressa. Márcia se contraiu.

— Ai, caralho… para… isso é nojento demais…

Mas a voz dela já estava falhando. Eu lamei. Primeiro por fora, depois abrindo as nádegas com as mãos e enfiando a língua no meio. O gosto era forte, de pele suada e de cu que ficou fechado o dia inteiro. Eu chupei, lamei, enfiei a língua o mais fundo que consegui. Ela gemeu baixo e empurrou a bunda contra a minha cara.

— Imundo… você é um imundo do caralho… como você gosta disso?

Eu respondi com a boca ainda grudada nela:

— Porque é real. Porque é seu.

Ela começou a se tocar. Os dedos rápidos no clitóris enquanto eu lambia o cu. O corpo dela tremia. Eu sentia o cheiro misturado com o barulho molhado da língua. De vez em quando ela falava:

— Nojento… para… não para…

Eu subi um pouco e chupei as axilas. A blusa ainda estava úmida. O cheiro ali era ainda mais forte, quente, de suor puro. Eu lamei os dois lados, sentindo o gosto salgado e o odor pesado. Depois desci de novo para a bunda. Abri com as duas mãos e enfiei a língua outra vez. Márcia estava gozando. Os dedos dela se mexiam rápido, a respiração curta, a bunda apertando contra a minha cara.

— Vai… chupa esse cu nojento… imundo do caralho… eu tô gozando…

Ela gozou assim, com a minha língua dentro do cu e a mão no clitóris. O corpo inteiro tremeu. Eu continuei lambendo até ela empurrar minha cabeça para longe, ofegante.

Eu me levantei, abri a calça e enfiei o pau duro entre as nádegas dela. Sem pressa. Só esfregando primeiro, sentindo o calor. Depois encaixei a cabeça no cu e empurrei. Entrou devagar. Ela soltou um gemido longo, misturado de dor e prazer.

— Porra… devagar… tá grosso…

Eu meti fundo. O cu dela estava quente, apertado, ainda com o gosto e o cheiro na minha língua. Eu comecei a foder com força. Cada estocada fazia a bunda enorme balançar. Márcia gemía alto, xingando e pedindo ao mesmo tempo.

— Imundo… nojento… mete… mete forte… caralho…

Eu agarrei as nádegas com as duas mãos e abri, olhando o pau entrar e sair. O cheiro subia a cada movimento. Eu estava perdido naquilo. Suor, cu, bunda pesada, a voz dela me chamando de imundo enquanto gozava de novo.

Quando senti que ia gozar, meti fundo e descarreguei dentro. Jatos quentes enchendo o cu dela. Márcia sentiu e soltou um gemido longo, quase um choro.

— Porra… tá gozando dentro… imundo do caralho…

Eu fiquei parado alguns segundos, ainda enterrado, sentindo o esperma escorrer devagar. Depois saí. O cu dela ficou aberto, molhado, pingando. Eu me ajoelhei outra vez e lamei. Lenta, limpando o que escorria, sentindo o gosto misturado de porra e de cu suado. Ela olhou por cima do ombro, o rosto vermelho, a respiração ainda acelerada.

— Você é doente… — falou baixinho. — Mas eu gozei pra caralho.

Eu sorri, ainda de joelhos.

— Eu sei.

Ela se virou, puxou a blusa suada para cima e me deu os seios. Eu chupei. O cheiro de mulher estava em todo lugar: axilas, peito, bunda, pés. Eu passei a língua em tudo outra vez, sem pressa, enquanto ela ficava quieta, só respirando.

Quando finalmente me levantei, ela já estava se ajeitando. A blusa ainda marcada de suor, o jeans no chão. Olhou para mim e falou:

— O corno chega daqui a pouco. Vai embora.

Eu beijei a boca dela, sentindo o gosto de tudo que eu tinha lambido.

— Até a próxima.

Ela não respondeu. Só abriu a porta.

Eu saí. O micro-ônibus do Jordão continuava passando na rua. Eu entrei no primeiro que apareceu e sentei no fundo, ainda com o cheiro dela nas mãos e na boca. Aquele cheiro de mulher comum, suada, real. O cheiro que eu caço há anos.

Quem quiser ver as fotos e os vídeos sabe onde procurar. Eu registro tudo. Nem todas topam. Mas quando topam… eu não perco nada.

Márcia topou.

E o cheiro dela ainda está comigo.

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