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Cliente veio COMPRAR CARRO e acabou COMENDO MEU CU. E registrei sem eel saber.

Categoria: Grupal
Contém 936 palavras
Data: 24/08/2026 04:27:59

Junho de 2026.

Loja de carros no bairro da Madalena, Recife.

Eu tinha 52 anos.

Ele tinha 28.

Empresário, bonito, bem vestido, cheiro de perfume caro e de dinheiro.

Tinha entrado para ver uma caminhonete semi-nova, daquelas caras, com banco de couro e motor potente. Clica em meu nome, para ver e baixar meus vídeos, fotose contos.

Eu já tinha notado o jeito que ele me olhava desde a primeira visita.

Olhar demorado demais no decote, no short justo que eu usava por baixo do blazer.

Olhar de quem está calculando se a mulher na frente dele é só vendedora ou se é mais.

Eu sou mais.

Muito mais.

Naquele dia ele voltou para fechar o negócio.

Eu chamei ele para o meu escritório.

Fechei a porta.

Travei.

E falei alto o suficiente para quem estivesse do lado de fora escutar:

— Vou só terminar a documentação com o cliente.

Ninguém incomoda, por favor.

Nem o meu marido.

O corno estava na loja naquele dia.

Ele sabe o protocolo.

Quando eu tranco a porta do escritório, ele não bate.

Nunca.

O menino de 28 anos ficou olhando para mim, meio espantado com a cara de pau.

— Não é perigoso? — ele perguntou baixo.

Eu sorri, sentei na beira da mesa e cruzei as pernas.

— Não.

Eu traio meu marido exatamente assim.

Aqui dentro.

Dando a bunda.

É o que eu mais gosto.

Ele não sabe de nada.

Acha que eu só fecho venda.

O olho dele brilhou.

O pau dele já estava marcando na calça.

A conversa tinha começado inocente.

Ele elogiando a caminhonete, eu explicando as condições.

Depois ele soltou, descontraído:

— Eu gosto de sexo anal.

Mas fiz poucas vezes.

Meu pau é grande e grosso.

A maioria das mulheres não aguenta.

Eu ri de verdade.

— Eu adoro.

Sou viciada.

O do meu marido é fino e pequeno.

Não resolve.

Ele ficou em silêncio dois segundos.

Depois perguntou:

— Sério que você faz isso?

Eu olhei direto nos olhos dele.

— Eu já faço.

Mas meu marido não sabe.

E eu adoraria fazer com você.

Aqui.

Agora.

Ouvindo os clientes lá fora, o trânsito, os vendedores falando.

Com a porta trancada.

Ele engoliu seco.

— Como?

— Eu tranco.

Falo que estou fechando documentação.

Ninguém entra.

O sofá ali aguenta.

Eu apontei para o sofá branco do canto do escritório.

O mesmo sofá onde eu já tinha sentado em cima de outros paus.

Ele ainda hesitou um pouco.

Eu já estava de pé, tirando o blazer, ficando só com a camisa branca fina, quase transparente.

Sem sutiã.

Os mamilos marcando.

— Vem — eu falei.

Ele veio.

Eu me virei de costas, abaixei o short e a calcinha de uma vez só e fiquei de quatro no sofá.

A bunda para cima.

O cu à mostra.

— Enfia.

Ele baixou a calça.

O pau era realmente grande.

Grosso.

A cabeça avermelhada, as veias saltadas.

Eu senti um frio na barriga só de olhar.

Ele cuspiu na mão, passou no pau e encaixou.

Empurrou.

A cabeça entrou com dificuldade.

Eu mordia o próprio braço para não gritar alto demais.

— Ai, porra…

Grossa pra caralho…

Ele foi entrando devagar.

Centímetro por centímetro.

O cu ardia, queimava, esticava.

Eu sentia cada veia, cada pulsar.

— Mais fundo — eu mandei, a voz rouca.

— Pode meter.

Ele meteu.

Até o fundo.

As bolas bateram na minha buceta.

Eu soltei um gemido abafado.

— Caralho…

Que cu apertado…

Ele começou a meter.

Estocadas longas.

O pau saindo quase inteiro e entrando de novo com força.

Eu sentia o cu sendo aberto, rasgado de um jeito delicioso e dolorido.

— Tá doendo… — eu falava entre gemidos.

— Mas não para…

Mete…

O sofá rangia.

Lá fora a gente escutava vozes de clientes, o telefone tocando, alguém rindo.

O perigo deixava tudo mais forte.

Eu comecei a sentir vontade de cagar.

Aquele peso gostoso no fundo da barriga.

— Goza… — eu pedi.

— Goza logo…

Tô com vontade de me cagar no teu pau…

Ele meteu mais rápido.

A mão dele segurando meu cabelo, a outra apertando minha nádega.

— Que bunda gostosa…

Que cu apertado…

Vou gozar…

— Goza dentro — eu mandei.

— Enche.

Ele enterrou até o fim e gozou.

Pau latejando, jorrando quente lá no fundo.

Eu senti cada pulso.

O cu cheio.

Quando ele tirou, eu apertei as nádegas com força e coloquei a mão atrás, segurando para não escorrer no sofá branco.

— Espera — eu falei.

— Não deixa cair.

Levantei rápido, ainda com o short nas coxas, e corri para o banheiro privativo do escritório.

Fechei a porta, me agachei no vaso e soltei tudo.

Porra misturada com residual escorrendo.

O alívio foi enorme.

Lavei rápido.

Passei papel.

Voltei.

Ele já estava de calça fechada, o rosto ainda vermelho.

Eu me arrumei, passei batom de novo, ajeitei o cabelo.

Abri a porta do escritório.

O barulho da loja entrou de uma vez.

— Pronto — eu falei em tom profissional, alto o suficiente para os outros ouvirem.

— Documentação fechada.

Pode retirar a caminhonete amanhã a partir das dez.

Ele saiu na minha frente.

Eu caminhei ao lado dele até a área dos vendedores, sorrindo, falando de IPVA, de transferência, de seguro.

Como se nada tivesse acontecido.

Como se o cu dele não tivesse acabado de me arrombar cinco minutos antes.

Ninguém desconfiou.

O corno me olhou de longe e só fez que sim com a cabeça.

Ele sabe.

Meu nome não interessa.

O que interessa é que naquele junho de 2026, em pleno expediente, eu dei o cu para um cliente de 28 anos no sofá do meu escritório, com a porta trancada e o marido do lado de fora.

E no dia seguinte a caminhonete foi entregue normalmente.

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