Junho de 2026.
Loja de carros no bairro da Madalena, Recife.
Eu tinha 52 anos.
Ele tinha 28.
Empresário, bonito, bem vestido, cheiro de perfume caro e de dinheiro.
Tinha entrado para ver uma caminhonete semi-nova, daquelas caras, com banco de couro e motor potente. Clica em meu nome, para ver e baixar meus vídeos, fotose contos.
Eu já tinha notado o jeito que ele me olhava desde a primeira visita.
Olhar demorado demais no decote, no short justo que eu usava por baixo do blazer.
Olhar de quem está calculando se a mulher na frente dele é só vendedora ou se é mais.
Eu sou mais.
Muito mais.
Naquele dia ele voltou para fechar o negócio.
Eu chamei ele para o meu escritório.
Fechei a porta.
Travei.
E falei alto o suficiente para quem estivesse do lado de fora escutar:
— Vou só terminar a documentação com o cliente.
Ninguém incomoda, por favor.
Nem o meu marido.
O corno estava na loja naquele dia.
Ele sabe o protocolo.
Quando eu tranco a porta do escritório, ele não bate.
Nunca.
O menino de 28 anos ficou olhando para mim, meio espantado com a cara de pau.
— Não é perigoso? — ele perguntou baixo.
Eu sorri, sentei na beira da mesa e cruzei as pernas.
— Não.
Eu traio meu marido exatamente assim.
Aqui dentro.
Dando a bunda.
É o que eu mais gosto.
Ele não sabe de nada.
Acha que eu só fecho venda.
O olho dele brilhou.
O pau dele já estava marcando na calça.
A conversa tinha começado inocente.
Ele elogiando a caminhonete, eu explicando as condições.
Depois ele soltou, descontraído:
— Eu gosto de sexo anal.
Mas fiz poucas vezes.
Meu pau é grande e grosso.
A maioria das mulheres não aguenta.
Eu ri de verdade.
— Eu adoro.
Sou viciada.
O do meu marido é fino e pequeno.
Não resolve.
Ele ficou em silêncio dois segundos.
Depois perguntou:
— Sério que você faz isso?
Eu olhei direto nos olhos dele.
— Eu já faço.
Mas meu marido não sabe.
E eu adoraria fazer com você.
Aqui.
Agora.
Ouvindo os clientes lá fora, o trânsito, os vendedores falando.
Com a porta trancada.
Ele engoliu seco.
— Como?
— Eu tranco.
Falo que estou fechando documentação.
Ninguém entra.
O sofá ali aguenta.
Eu apontei para o sofá branco do canto do escritório.
O mesmo sofá onde eu já tinha sentado em cima de outros paus.
Ele ainda hesitou um pouco.
Eu já estava de pé, tirando o blazer, ficando só com a camisa branca fina, quase transparente.
Sem sutiã.
Os mamilos marcando.
— Vem — eu falei.
Ele veio.
Eu me virei de costas, abaixei o short e a calcinha de uma vez só e fiquei de quatro no sofá.
A bunda para cima.
O cu à mostra.
— Enfia.
Ele baixou a calça.
O pau era realmente grande.
Grosso.
A cabeça avermelhada, as veias saltadas.
Eu senti um frio na barriga só de olhar.
Ele cuspiu na mão, passou no pau e encaixou.
Empurrou.
A cabeça entrou com dificuldade.
Eu mordia o próprio braço para não gritar alto demais.
— Ai, porra…
Grossa pra caralho…
Ele foi entrando devagar.
Centímetro por centímetro.
O cu ardia, queimava, esticava.
Eu sentia cada veia, cada pulsar.
— Mais fundo — eu mandei, a voz rouca.
— Pode meter.
Ele meteu.
Até o fundo.
As bolas bateram na minha buceta.
Eu soltei um gemido abafado.
— Caralho…
Que cu apertado…
Ele começou a meter.
Estocadas longas.
O pau saindo quase inteiro e entrando de novo com força.
Eu sentia o cu sendo aberto, rasgado de um jeito delicioso e dolorido.
— Tá doendo… — eu falava entre gemidos.
— Mas não para…
Mete…
O sofá rangia.
Lá fora a gente escutava vozes de clientes, o telefone tocando, alguém rindo.
O perigo deixava tudo mais forte.
Eu comecei a sentir vontade de cagar.
Aquele peso gostoso no fundo da barriga.
— Goza… — eu pedi.
— Goza logo…
Tô com vontade de me cagar no teu pau…
Ele meteu mais rápido.
A mão dele segurando meu cabelo, a outra apertando minha nádega.
— Que bunda gostosa…
Que cu apertado…
Vou gozar…
— Goza dentro — eu mandei.
— Enche.
Ele enterrou até o fim e gozou.
Pau latejando, jorrando quente lá no fundo.
Eu senti cada pulso.
O cu cheio.
Quando ele tirou, eu apertei as nádegas com força e coloquei a mão atrás, segurando para não escorrer no sofá branco.
— Espera — eu falei.
— Não deixa cair.
Levantei rápido, ainda com o short nas coxas, e corri para o banheiro privativo do escritório.
Fechei a porta, me agachei no vaso e soltei tudo.
Porra misturada com residual escorrendo.
O alívio foi enorme.
Lavei rápido.
Passei papel.
Voltei.
Ele já estava de calça fechada, o rosto ainda vermelho.
Eu me arrumei, passei batom de novo, ajeitei o cabelo.
Abri a porta do escritório.
O barulho da loja entrou de uma vez.
— Pronto — eu falei em tom profissional, alto o suficiente para os outros ouvirem.
— Documentação fechada.
Pode retirar a caminhonete amanhã a partir das dez.
Ele saiu na minha frente.
Eu caminhei ao lado dele até a área dos vendedores, sorrindo, falando de IPVA, de transferência, de seguro.
Como se nada tivesse acontecido.
Como se o cu dele não tivesse acabado de me arrombar cinco minutos antes.
Ninguém desconfiou.
O corno me olhou de longe e só fez que sim com a cabeça.
Ele sabe.
Meu nome não interessa.
O que interessa é que naquele junho de 2026, em pleno expediente, eu dei o cu para um cliente de 28 anos no sofá do meu escritório, com a porta trancada e o marido do lado de fora.
E no dia seguinte a caminhonete foi entregue normalmente.