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A Professora e o Aluno de 60 anos parte 06

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1038 palavras
Data: 24/08/2026 03:05:23

Helena chegou na escola na sexta-feira com o estômago revirado.

Tinha passado a noite inteira acordada, revivendo o gosto do esperma de Marcelo na boca, o peso do pau dele esticando os lábios, o jeito que ele olhou para ela enquanto gozava. A culpa era um peso físico no peito. Várias vezes levantou da cama querendo mandar mensagem para a coordenação pedindo afastamento. Mas não mandou. Porque uma parte suja e faminta dela queria voltar.

A aula normal passou como um borrão. Marcelo ficou em silêncio o tempo todo, apenas observando. No final, quando os outros alunos saíram, ele não se mexeu. Helena fingiu organizar cadernos até não aguentar mais.

— Fecha a porta — ela disse, a voz baixa e rouca.

Marcelo obedeceu. O clique da tranca soou definitivo.

Helena ficou de pé atrás da mesa, as mãos tremendo. A saia preta justa marcava as coxas grossas e a curva pesada da bunda. Marcelo caminhou até ela sem pressa. Parou na frente, olhou nos olhos e falou com calma:

— Hoje eu não quero só a boca.

Helena fechou os olhos. Uma lágrima escorreu.

— Eu não posso… eu sou casada. Eu tenho uma filha. Eu…

— Eu sei de tudo isso. E mesmo assim a senhora chupou meu pau até o fundo e engoliu tudo. Agora a senhora vai me dar o resto.

Ele a virou de costas com firmeza. Helena deixou. Colocou as mãos na mesa. Marcelo ergueu a saia até a cintura. A calcinha clara já estava transparente no meio. Ele puxou o tecido de lado e passou dois dedos grossos pela fenda molhada. Helena soltou um gemido abafado e empinou o quadril sozinha.

— Tão molhada… a senhora já tava pronta antes mesmo de eu trancar a porta.

Marcelo baixou a calça e a cueca. O pau saltou pesado, já completamente duro. Ele se posicionou atrás dela, passou a cabeça grossa de cima a baixo na buceta, molhando o tronco inteiro com o líquido dela. Helena tremia.

— Eu vou enfiar devagar. Se doer demais, a senhora fala. Mas a senhora vai aguentar.

Ele começou a empurrar.

A cabeça entrou com dificuldade. Helena abriu a boca num gemido alto e enterrou o rosto no braço. Era grosso demais. A entrada ardia e esticava de um jeito que ela nunca tinha sentido. Marcelo segurou os quadris dela com as duas mãos grandes e continuou entrando, centímetro por centímetro, sem pressa.

— Porra… que buceta apertada. A senhora tá me esmagando.

Helena soluçava. As pernas tremiam. O pau ia entrando e abrindo tudo dentro dela. Quando ele finalmente chegou fundo, as bolas pesadas bateram contra a pele macia da bunda. Helena soltou um gemido longo, quase um choro. Estava completamente preenchida. Mais do que nunca na vida.

Marcelo ficou parado um momento, deixando ela se acostumar. Depois puxou até quase sair e enfiou de novo, agora um pouco mais forte. O som molhado e obsceno encheu a sala. A cada estocada a bunda enorme de Helena tremia. As coxas grossas se agitavam. Marcelo olhava tudo com fome.

— Olha esse rabão aguentando pau… que delícia de mulher casada.

Ele acelerou. As mãos apertavam a carne da bunda com força, abrindo e fechando enquanto metia. Helena gemia sem conseguir se controlar, a boca aberta, os olhos marejados. A culpa ainda estava lá, queimando, mas o prazer era maior. Cada vez que ele enfiava fundo, um choque elétrico subia pela coluna.

— Mais forte… — ela ouviu a própria voz sair, rouca e quebrada.

Marcelo obedeceu. Segurou a cintura dela com mais firmeza e começou a meter de verdade. O pau grosso entrava e saía com força, abrindo a buceta, fazendo a bunda bater contra o baixo ventre dele. O som de pele contra pele ecoava. Helena sentia cada veia, cada centímetro. Estava sendo fodida de um jeito que Ricardo nunca tinha conseguido.

Marcelo se inclinaram sobre ela, a boca perto do ouvido:

— Essa buceta agora é minha. Pode voltar pro seu marido depois… mas ela já sabe quem manda.

Helena gozou de repente. O orgasmo veio forte, violento, as pernas cedendo, a buceta se contraindo com força em volta do pau grosso. Ela gritou contra o braço, o corpo inteiro tremendo. Marcelo não parou. Continuou metendo através do orgasmo dela, prolongando tudo, até que ela quase não aguentava mais em pé.

Só então ele acelerou de verdade. As estocadas ficaram profundas e rápidas. A bunda de Helena balançava sem controle. Marcelo grunhiu fundo e cravou até o fundo uma última vez. O pau latejou forte. O esperma veio quente e abundante, jorrando dentro dela em jatos densos. Helena sentiu cada um. Sentiu o líquido quente enchendo e começando a vazar pelas laterais enquanto ele ainda pulsava.

Marcelo ficou enterrado até terminar de gozar. Depois puxou devagar. O pau saiu molhado, brilhando, um fio grosso de esperma ligando a cabeça à entrada avermelhada e aberta de Helena. O líquido branco escorreu imediatamente pela coxa grossa dela, descendo lento até o joelho.

Helena continuou debruçada na mesa, ofegante, o corpo mole, a saia ainda erguida. O esperma escorria. A culpa caiu pesada de uma vez só. Ela começou a chorar de verdade, sem som, só as lágrimas caindo na madeira.

Marcelo ajeitou a roupa, depois passou a mão grande pela bunda dela, espalhando um pouco do próprio esperma.

— Agora sim a senhora foi comida. De verdade.

Helena não respondeu. Só ficou ali, destruída, sentindo o líquido quente escorrer e a realidade esmagar o peito.

Quando finalmente se endireitou, as pernas bambas, puxou a calcinha e a saia para baixo. O esperma imediatamente manchou o tecido. Ela pegou a bolsa sem olhar para ele e saiu da sala em silêncio.

No carro, parou a algumas quadras e chorou até não conseguir mais. O cheiro de sexo e esperma subia da saia. Entre as pernas, ainda latejava e escorria.

À noite, quando Ricardo a beijou e perguntou se queria fazer amor, Helena disse que estava com dor de cabeça. Depois, no banheiro, trancou a porta, sentou no chão e colocou dois dedos para dentro. O esperma de Marcelo ainda estava lá, grosso e escorregadio. Ela se masturbou com ele, gozando baixinho enquanto chorava, o rosto enterrado nos joelhos.

E pela primeira vez pensou, com clareza aterrorizante:

“Eu não consigo mais parar.”

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Comentários

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Essa Helena é tão puta e ordinária que não vale nada, quanto mais a família que tem, uma vadia dessa o marido tem que descobrir a traição, expor toda a situação na escola, na família dela, nos circulos siciais do casal e mandar essa puta embora sem direito a nada.

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Espetacular. Li todas as outras 5 partes. Puro tesão. Continua. Tem mais histórias desse dois

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