O conto a seguir é a continuação do último conto que postei aqui no site....
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Estava almoçando sozinho no restaurante do trabalho, distraído, perdido em meus pensamentos, de cabeça baixa. De repente, alguém perguntou:
Se incomoda se eu me sentar aqui?
Já estava prestes a responder que tudo bem, quando levantei a cabeça e vi quem era: Andressa!
Minha história com Andressa era engraçada. Na primeira vez que nos vimos, eu estava de pau duro no elevador do serviço. A segunda vez, estávamos numa viagem a trabalho, tentei dar em cima dela. Ela me deu um fora e disse que era lésbica. Acabamos indo parar no bar, ficamos muito amigos, contei para ela sobre meu fetiche em ser corno e, no fim da noite, contra todas as probabilidades, ambos muito bêbados, acabamos trepando.
Apesar da nossa aventura juntos e de termos feito uma amizade quase instantânea quando saímos para beber, depois que voltamos daquela viagem não mantivemos contato. Trabalhávamos na mesma empresa, mas em andares diferentes. Como era uma empresa muito grande, raramente nos víamos e quando isso acontecia, geralmente era de longe.
Fiquei feliz em vê-la ali. Seria uma boa oportunidade para nos aproximarmos.
E aí, sumido, como vai?
Melhor agora, que você está aqui! E você? O que anda fazendo?
Uma tattoo aqui, um piercing ali.
Dizendo isso, ela piscou um olho e pôs a língua para fora, fazendo uma careta engraçada e exibindo o piercing na língua. Em seguida, ela se sentou e batemos um bom papo. Assim como no bar, nossa conversa fluiu como se fossemos velhos amigos. É muito interessante quando o ‘santo bate’ desse jeito. Depois de vários assuntos aleatórios, resolvi provocar algumas memórias daquela noite.
Sabe, aquela nossa noite me rendeu uma baita transa gostosa quando cheguei em casa.
Ah, é? - e lançando um olhar curioso, completou - Me conta mais sobre isso.
Bem, pra começar, você precisa saber que não guardo segredos de Rebeca. Então, chegando em casa, eu contei tudo.
Tudo, tipo, tudinho?
Tudinho. Até os detalhes.
Ela riu. A mesma gargalhada gostosa que presenciei diversas vezes na viagem.
Deuses! Sua esposa deve me odiar!
Que nada. Ela ficou excitada com a história. Tão excitada que mandou eu chupá-la que nem fiz com você.
E???
Chupei, ué. Não sou prefeito para ignorar buraco.
Mais uma gargalhada.
Edu, seu tarado. Você é terrível. Estava com saudades de conversar com você.
Eu também, viu. Por que, mesmo, não trocamos telefones?
Boa pergunta.
Ela então desbloqueou o celular e ofereceu a mim, me convidando a colocar meu número de telefone. Enquanto eu digitava, ela perguntou:
Edu, me diz uma coisa. Você e a sua esposa ainda estão nessa pegada?
Que pegada? - me fiz de desentendido, enquanto devolvia o celular dela.
Ah, você sabe, essa coisa de relacionamento aberto.
Opa! Mais do que nunca. Está pensando em repetir a dose, é? - perguntei, esperançoso.
Não, seu bobinho - disse ela, em tom debochado - mas eu adoraria beijar os lábios da sua ruiva, se é que me entende.
Corei de vergonha. Ela percebeu, e continuou pegando no meu pé:
Não me leve a mal, Edu. Você até que é habilidoso.
Até que sou? - retruquei, indignado. - Pelo que me lembro, te dei um orgasmo de revirar os olhos.
Tá bom, tá bom. Você sabe o que faz lá embaixo. Mas confesso que, depois daquele dia, andei fuçando nas suas redes sociais… e aquela mulher não é a areia do seu caminhãozinho. É uma praia inteira.
E diz que eu sou tarado…
Com todo respeito, mas a Rebeca é uma gostosa. E ela tem sorte que você gosta de dividir.
Andressa estava descaradamente me dizendo o quanto desejava minha esposa. E, é claro, aquilo me excitou. Aproveitei aquele desejo todo para dar o troco e pegar no pé dela.
Pena que a Rebeca gosta de pica…
Há! Se esse é o problema, tenho uma coleção para ela escolher, de várias cores, tamanhos e formatos. Eu bem sei que ela já provou vários diferentes.
Filha da puta. Você tem resposta pra tudo.
Apesar das provocações mútuas, estávamos claramente nos divertindo com aquela conversa. Ela seguiu:
Aposto que consigo levar ela pra cama. E ainda dou um trato bem dado que ela vai querer mais. Você, se importaria, Edu?
Você sabe que não. Até te ajudo, se você quiser.
Safado. Gosto assim. Me diz, ela já ficou com alguma mulher?
Já fizemos um ménage com uma amiga, mas as duas acabaram focando mais em mim do que uma na outra.
Só isso?
Uma vez ela me confidenciou que, quando era mais nova, recebeu um oral de uma menina num bar. Mas nada além disso.
Tudo bem, fica tranquilo, eu me garanto.
Quer o telefone dela?
Não. Tive uma ideia melhor. Escuta só.
Ela contou o plano. A mente dela funcionava de forma muito parecida com a minha: cheia de perversão e ideias safadas para criar situações com fins sexuais. Passamos mais alguns minutos discutindo os detalhes do plano dela. Combinamos que, quando eu fosse sair a sós com Rebeca em algum restaurante, eu iria avisá-la com antecedência. Então ela iria aparecer “por acaso” onde estivéssemos e eu apresentaria uma para a outra. Além de forjar essa “coincidência”, parte do plano dela envolvia deixá-las a sós por alguns minutos.
Quando finalmente terminamos de bolar o “plano infalível”, o horário de almoço estava no fim, então nos despedimos e seguimos cada um para o seu andar. Daquele dia em diante, mantivemos contato pelo celular e nossa amizade foi se fortalecendo.
Naquela mesma noite, já em casa, contei para Rebeca sobre ter almoçado com Andressa, mas omiti as partes relevantes para que minha nova amiga pudesse seguir com seu plano de seduzir minha esposa.
Passaram-se alguns dias, até que surgiu uma boa oportunidade para dar início ao tal plano. Numa sexta-feira, logo de manhãzinha, Rebeca disse que estava com vontade de tomar vinho. De imediato, minha mente pervertida já acendeu um alerta.
Já sei, amor. Que tal irmos ao Wine House depois do trabalho?
É aquele das torneiras nas garrafas de vinho e você mesmo serve a sua taça?
Isso, esse mesmo.
Hum, eu topo, gato! Faz tempo que quero conhecer esse lugar.
Combinado. Direto do trabalho? Ou voltamos pra casa?
Vamos passar em casa. Quero ir de banho tomado. Você bem sabe que vinho faz mal pras minhas pernas.
Faz?
Sim. Elas abrem!
Embora o tom fosse de piada, as chances de irmos parar num motel eram realmente altas. Com o encontro confirmado, restava apenas saber se Andressa teria disponibilidade. Tão logo tive oportunidade, enviei uma mensagem de texto para ela:
“Oi, Dê! Sei que pediu antecedência, mas foi o melhor que eu consegui. Eu e Rebeca, Wine House, 20h. Faça o que quiser com essa informação!”
Em menos de cinco minutos a mensagem foi visualizada e a resposta veio logo em seguida:
“Oi, Edu! Farei o possível. Bjs.”
Droga. Eu já estava cheio de expectativas para aquela noite e a incerteza se Andressa apareceria ou não me deixou ainda mais ansioso. As horas pareciam não passar e aquela sexta-feira parecia não ter fim. Nenhuma mensagem da minha amiga o dia todo. No final do expediente, eu já tinha desencanado da Andressa. Aceitei que seria uma noite só minha e da minha esposa.
Busquei Rebeca no trabalho. Quando chegamos em casa, ela estava muito animada para sairmos, então foi logo para o banho. Evitei propositalmente de entrar no box com ela, para não correr qualquer risco daquilo resultar em sexo e ela desistir de sairmos. Embora eu já não tivesse muita expectativa de que Andressa aparecesse, com certeza não queria reduzir as chances para zero.
Depois que ambos tomamos banho e nos arrumamos, seguimos para o Wine House. O lugar era muito agradável. O ambiente tinha um design moderno, decorado em tons de cinza e roxo. Os móveis eram de madeira, com detalhes em preto. Também compunham a decoração diversas garrafas de vinho. Escolhi uma mesa bem no centro do espaço e me sentei de frente para a porta de entrada, assim conseguiria ver se Andressa chegasse.
Assim que nos acomodamos, um garçom veio nos atender e nos orientou quanto ao funcionamento da casa. Recebemos uma comanda, que iríamos utilizar para ativar as torneiras de vinho. Optamos pelo valor ‘por pessoa’, que nos permitia beber à vontade e experimentar todos os rótulos. Além disso, estava inclusa no pacote uma seleção de queijos e outros petiscos.
A noite foi extremamente agradável. Eu e Rebeca tomamos várias taças de vinho e nos divertimos muito. A cada novo rótulo que Rebeca provava, mais assanhada ficava. Já estávamos há quase duas horas por lá e o olhar de predadora com o qual ela me olhava, indicava que restavam poucos minutos até mudarmos o local do nosso encontro.
Quando, de repente, olhei em direção a porta e vi Andressa, acenando para mim. Ela vestia uma calça jeans, tênis estilo skatista e uma blusinha de alcinha, que deixava seus braços tatuados à mostra. Meu coração disparou. Tentando fingir naturalidade, acenei de volta. Curiosa, Rebeca se virou para olhar, perguntando:
Quem é, gato?
Antes que eu respondesse, Andressa já tinha nos alcançado. Fiquei em pé e a cumprimentei com dois beijinhos no rosto. Ela usava um perfume masculino muito cheiroso, daqueles que deixam a Rebeca louca de tesão. Fiquei até na dúvida se em algum momento eu havia comentado sobre isso com ela. Sem demoras, prossegui com as apresentações:
Amor, essa é a Andressa, do trabalho. Andressa, essa é a Rebeca, minha esposa.
As duas também se cumprimentaram com beijos no rosto.
Então essa é a famosa Andressa? - disse minha esposa, com um sorriso malicioso no rosto - Muito prazer! Meu marido falou muito sobre você.
O prazer é tooooodo meu! - respondeu Andressa, com uma entonação sugestiva - ele também falou muito sobre você.
Percebi que Rebeca corou. Minha esposa não disfarçava os olhares em direção às tatuagens. Andressa, por sua vez, devorava Rebeca com os olhos. A tensão sexual entre nós três era enorme. Depois de alguns segundos de silêncio constrangedor, retomei a palavra.
Dê, quer tomar um vinho com a gente? - a convidei, puxando uma das cadeiras vazias - Senta aqui!
Obrigada, Edu, mas estou só de passagem. Estou esperando alguém.
Ah, que pena - interveio Rebeca - eu estava curiosa para te conhecer.
Bom, acho que não faz mal sentar um pouco com vocês enquanto espero - concluiu Andressa, de forma cínica.
Na verdade, Dê, você me faria um grande favor. Preciso ir ao banheiro, assim você faz companhia para a Rebeca até eu voltar.
Dei a deixa para ela prosseguir. Andressa se sentou e deixei as duas à sós, me dirigindo ao banheiro. Enrolei o quanto pude, para dar mais tempo a elas. Quando voltei do toalete, parei em frente a entrada do restaurante e fingi estar em uma ligação. De longe, fiquei observando as duas conversarem. Rebeca estava de costas, então não me viu ali. Elas pareciam estar em uma conversa animada. Quando já não me aguentava mais de curiosidade, resolvi retornar à mesa.
Desculpe a demora, meninas, meu telefone tocou e acabei me demorando na ligação.
Sem problemas, Edu - respondeu Andressa, e continuando - Rebeca, foi um prazer te conhecer.
Já vai, Dê? Está cedo. - questionei.
Sim, Edu. Também não quero atrapalhar os planos do casal.
Quando ela disse isso, tive a impressão de que ela deu uma piscada de olho para Rebeca.
Tchau, seus lindos. Nos vemos em breve!
Dizendo isso, Andressa se despediu de nós dois com beijinhos no rosto e foi embora. Sem me aguentar de curiosidade, perguntei à Rebeca:
E aí, amor, estavam conversando sobre o quê?
Ah, nada especial. Só batendo papo. - apesar da resposta esquiva, pude perceber que seu rosto corou ao responder.
E o que achou da Andressa, gatinha?
Ela é… uma pessoa interessante.
Interessante? Como assim?
Ah, sei lá, Eduardo - mais uma vez, ela tentou desviar do assunto - Escuta aqui, vamos ficar falando dela a noite toda ou você vai me levar para um motel?
Entendi o recado. Certamente Andressa tinha provocado a atenção da minha esposa, mas insistir, naquele momento, não me levaria a lugar nenhum. Resolvi apenas aproveitar a deixa e trilhar o caminho do prazer com minha esposa, que estava visivelmente excitada. Sem perder mais tempo, pedi a conta ao garçom, paguei e seguimos para o estacionamento. Nos poucos minutos de viagem de carro até o motel, quase não troquei nenhuma palavra com Rebeca, pois ela ficou o tempo todo mandando mensagens no celular. Desconfiei que fossem para Andressa. Não sei o que ela disse, nem qual foi a bruxaria que ela fez, mas ela realmente conseguiu fisgar minha esposa.
Já no motel, Rebeca pareceu se esquecer do celular e nos envolvemos em um sexo intenso. Ela demonstrava um fogo sem igual, alimentado pelas diversas taças de vinho. Logo que entramos na suíte, minha esposa iniciou uma performance, realizando um excitante strip tease. Deitado na cama, eu assisti, quase sem piscar. Quando se desvencilhou da última peça de roupa, Rebeca veio até mim, se entregando em meus braços. Trocamos carícias intensas por vários minutos, até que, sedento por prazer, guiei meu pau até sua buceta. Para minha surpresa, Rebeca sussurrou em meu ouvido:
Amor, quero sentir sua língua. Me faz gozar com a boca?
Atendendo ao seu pedido, mudei meu rumo, descendo até sua buceta. Com as duas mãos em meus cabelos, Rebeca guiou minha cabeça, controlando meus movimentos e me mantendo sob seu domínio. Com minha língua, eu percorria cada centímetro da buceta de Rebeca e ela retribuia com gemidos e uma respiração ofegante, que me excitavam ainda mais. Comecei a sugar seu clitóris, resultando em suspiros e gemidos mais intensos por parte dela.
Quando encontrei o ritmo certo, mantive a constância dos movimentos, fazendo Rebeca delirar de prazer em um prolongado orgasmo. Parei de chupar apenas quando os espasmos cessaram.
Puta que pariu, amor, que delícia de gozada.
Eu que o diga, gatinha. Adoro ver você se contorcer desse jeito.
Vem, sua vez. Você merece.
Subi até o nível de sua boca e nos envolvemos em um beijo de língua, enquanto eu aproveitava para encaixar meu pau em sua buceta. Sem interromper os beijos, comecei a me movimentar lenta e profundamente, deslizando meu cacete para dentro e para fora de Rebeca. Não demorei para gozar, tamanho era o meu tesão.
No dia seguinte, tentei descobrir mais detalhes sobre a conversa das duas, mas nem Rebeca nem Andressa mataram a minha curiosidade. O que foi dito? É um mistério até hoje. Mas o resultado foi exatamente como Andressa havia previsto. Aquela conversa foi o pontapé inicial para que ela levasse Rebeca para cama e, no fim das contas, minha esposa gostou. E pediu mais.
CONTINUA...
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