🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

III - Fátima - Abandonar a religião

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Da série Depois de Ana
Um conto erótico de Cavalo Vermelho
Categoria: Heterossexual
Contém 917 palavras
Data: 03/08/2026 09:12:34

Os tempos foram passando.

A diversão com Joana e Diana continuava de forma natural, quando um de nós sentia vontade entrava em contacto e normalmente encontrávamo-nos em minha casa.

Num dia, estava com Mariana, uma amiga desde o tempo de escola, a beber uma cerveja perto do mar, quando Diana me envia uma foto das costas apenas a ver-se o cu espinado, mensagem seguinte: "estou à espera". Era a Mariana que tinha o meu telemóvel, viu a mensagem e entregou-mo. Dez minutos depois estava a ir ter com a Diana, estranhamente senti algum ciúme na Mariana quando nos despedimos. Nunca aconteceu, mesmo Mariana sendo modelo e tendo um corpo que parece esculpido nunca havia existido química entre nós, sempre fomos quase como irmãos, falávamos de todas as nossas aventuras sexuais um com o outro sem taboo. Mas a minha cabeça estava em Diana para já.

Ao chegar ao pé dela disse-me "demoras-te... tens 15 minutos... tenho uma reunião, mas preciso de descomprimir", ataquei aquelas mamas enormes, senti o silicone nas minhas mãos, enquanto massajava uma, dando pequenos beliscões no mamilo, desci com a mão direita pelo seu corpo e senti aqueles lábios encharcados, virei-a, sem tirar as calças, tirei o meu mastro para fora e soquei-a sem perdão. Tirei-a no último momento e com a cabeça junto aquelas saliências do cu esporrei.

Despedi-me de Diana e disse-lhe que iria estar fora 3 semanas em trabalho, tinha sido alocado a um projeto no sul de Espanha e deveria ficar lá todo o tempo, era verão, tinha hotel junto ao mar e o trabalho era em conjunto com Fátima, o que daria para relaxar um pouco.

Fatiam é uma mulher cinco anos mais nova do que eu, muito morena, mas muito certinha, namora Carlos desde muito nova, não faz desporto, mas também não está fora de forma, ela mesmo diz que o desporto dela é a religião, vai à missa quase todos os dias.

A primeira semana passou rapidamente, no fim de semana, Carlos veio visitar Fátima e acabei por explorar a cidade sozinho, acabei por conhecer umas meninas de apenas 20 anos que acabaram por passar uma noite comigo no hotel.

Carlos foi-se embora no domingo à tarde, e Fátima vem ter comigo e diz para irmos até ao bar do hotel, fomos, bebemos algumas bebidas, mas noto que algo não estava normal em Fátima, e ela diz que passou a noite a ouvir o que eu e as meninas andamos a fazer, e que Carlos não tem aquela vontade, tiveram uma pequena discussão.

Fiquei meio nervoso, pedi desculpa, mas Fátima diz que não preciso de pedir desculpa nenhuma, chegou a hora de jantar, mas a bebida encheu-nos e acabo por soltar um "acho que vou até ao jacuzzi", Fátima olha-me com desdém e eu digo que o meu quarto tem jacuzzi, ela responde com um "adoro, vamos".

Não perguntei se tinha bikini, porque assumi que sim, levamos dois gins cada para cima e entramos no meu quanto. Com as luzes apagadas do quarto o jacuzzi ilumina parte daquele miniapartamento.

Disse para Fátima se sentir à vontade e fui até à casa de banho.

Quando volto, vejo-a com um minibikini preto, as mamas dela boiavam no jacuzzi a borbulhar, mas tentei pensar noutras coisas, não estava a pensar tentar a minha sorte. Fátima tinha os olhos fechados e quando eu entro diz: "vamos jogar". Questiono o quê, e ela diz verdade ou consequência. Começo eu a questionar, perguntas sem grande teor, mas que davam para conhecer um pouco mais dela, até que me pergunta:

-Verdade ou consequência?

— Verdade. Digo.

-Achas que me fazias vir?

— Acho. Respondo sem grande exitação. Acho que a minha confiança é o que me torna mais atrativo.

Fátima sorri.

— Verdade ou consequência, questiono.

— Verdade, diz-me ela.

— É verdade que me queres sentir em ti?

— Verdade, diz ela, e não é de agora. Mas também não é correto.

— Consequência, digo sem ela me perguntar.

— Mostra-me o tamanho dela.

Levanto-me e puxo os calções para baixo, fico nu a frente dela, e mesmo sem estar de pé, a grossura dele faz Fátima suspirar. Volto a sentar-me e ela diz consequência.

— Poe o telemóvel a gravar nos.

Ela sai do jacuzzi, a pingar coloca o telemóvel a gravar o que íamos fazer a seguir, afinal Fátima é uma religiosa safada.

Antes de entrar novamente já havia tirado o bikini, levanto-me enquanto ela se ajoelha. O meu pau é quase do tamanho da cara dela, mas ela adora. Começo a receber o melhor broche da minha vida.

Penso que estou numa missão, aguento todas as minhas forças, meto-o dentro dela a fazer as colheres de chá, a Fátima, gritava por mais. Dei até não aguentar mais, senti-a o líquido na ponta da cabeça e os meus testiculos já secos e mirrados. Vim-me dentro dela e ela gostou.

Disse para dormir comigo naquela noite, bebemos bastante, e no inconsciente queria ter a opção de repetir.

Dormimos, acordamos e Fátima vai ao quarto dela arranjar-se. Durante o dia, houve algumas vezes que parecia forçar o contacto, passando a sua sai justa nas minhas calças. Durante os dias seguintes, não aconteceu mais nada.

Chegou o fim de semana, marquei um restaurante e fomos. Ao jantar percebi, Fátima só se "libertava" aos Domingos. Chega domingo, 24 horas de sexo louco, algumas das vezes com vídeo.

Fátima pede que lhos envie. Assim o fiz, passado 30 minutos diz-me que ainda não recebeu, vou confirmar...

Enviei-os para a Mariana, e já os tinha visto.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive CavaloVermelho a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →