Depois que voltamos do encontro com o Carlão no pub, assim que chegamos em casa, Grazi queria sexo. Foi tirando minha roupa na garagem mesmo, me encostou na parede e caiu de boca no meu cacete. Lambeu minhas bolas , e depois chupou com vontade.
- Nossa, Grazi, que fogo, hem?
- Vamos para a cama.
Ela tirou sua roupa, ficando pelada, e me fez deitar com o cacete para cima. Em seguida, subiu em cima de mim e cavalgou meu membro, gozando logo. Ela continuou subindo e descendo, tendo mais um orgasmo. Não satisfeita ainda, ficou de quatro e pediu:
- Agora come minha bunda!
Achei meio estranho, normalmente era eu quem tinha que insistir, e ela reclamava. Mas aproveitei a situação. Peguei o gel lubrificante na mesinha de cabeceira e lambuzei bem o anelzinho dela. Depois, encostei a cabeça do membro no seu ânus.
- Ai, amor, vem...vem...
Fui enfiando devagar. Ela, em vez de reclamar, gemia e suspirava.
- Vem, amor... vai enfiando tudo...
Introduzi meu cacete até o talo, e comecei a bombar. Ela gemia alto, dedilhando seu clitóris.
- Ai amor...ai...ai... aaahhh!!!
Ela gozou de novo, eu continuei bombando, ela teve mais dois orgasmos e caiu relaxada na cama, suada. Depois fomos tomar um banho.
- Querida, você chegou tão tarada! tudo isso foi tesão pelo Carlão?
- Que nada, amor, eu queria mesmo era trepar com você.
- Mas e o cuzinho? Sempre sou eu quem tem que pedir!
- Ué, mas você não gostou?
- Claro que adorei. Mas aí tem...
- Tem nada. Não vai começar de novo, Heitor. E vem cá, você ainda não gozou.
Ela me empurrou de novo para a cama, e segurou meu membro. Começou a passar a língua em círculos na cabeça, depois foi lambendo e mordiscando todo o cacete. Lambeu bem as bolas, depois foi chupando a cabeça enquanto me masturbava. Gozei bem forte, e ela engoliu tudo, depois lambeu os lábios.
- Que tesão, amor! Você realmente se soltou nos últimos tempos.
- Você não queria que sua esposa fosse uma putinha? Agora aguenta.
- E o Carlão? Você ainda quer ficar com ele?
- Ficar, não. Eu quero trepar com ele. Dar bem gostoso, na sua frente, como você disse que queria. Deixar ele enfiar o cacete dele bem fundo, enquanto você olha.
- Não é bem assim, eu quero participar também.
- Eu lembro muito bem que você falou em “me ver sendo possuída” por outro homem.
- Foi força de expressão. Prefiro como na última vez com o Milton, quando rolou a dupla penetração. Você adorou, urrou como uma fera selvagem.
- Adorei mesmo, e quero fazer de novo, várias vezes. Mas acho que com o Carlão, ele vai querer me comer sem ter outro homem encostando nele.
- E como você sabe disso? Já falou com ele a respeito?
- Claro que não, você viu todas as mensagens no celular.
- E a Zi não te contou nada?
- Ela, não. Foi a Tati que me falou a respeito. Mas, como eu disse antes, quero que seja você a escolher a hora e o lugar, e só se você concordar mesmo.
- Mas você já disse que quer trepar com ele.
- Querer, eu quero, mas se você não deixar, eu digo para ele que não vai rolar mais nada além do que houve na noite passada. Afinal, a ida ao pub foi apenas para você conhecê-lo melhor.
Ela estava me forçando a admitir meu fetiche, e eu estava relutando porque, na primeira vez. Era o Milton, um grande amigo meu, e agora era um cara do passado dela, que eu não tinha certeza se já havia tido algum envolvimento com ela.
- Então vamos ficar assim: você diz a ele que no momento eu não estou muito a fim de deixar que ele trepe com você. Vou ter que pensar melhor no assunto.
- Mas você já disse isso antes, e depois concordou ...
- Prefere que eu diga que não quero, e ponto final?
- Claro que não. Então, vou escrever para o Carlão e dizer que você não gostou da atitude dele ontem, e que não fez nenhuma cena para não constranger as outras pessoas no pub.
- Grazi, não precisa ser assim. Pode dizer que gostou, porque gostou mesmo, e que eu gostei de ver você gozando, mas que precisamos de um tempo para pensar em dar o passo seguinte.
- Tá bom, amor. Vou mandar a mensagem.
Ela enviou a mensagem, e a resposta dele foi:
- Sacanagem de vocês. Se ficarem fazendo cu doce, podem deixar para lá.
Ela respondeu:
- Então tudo bem. Deixa pra lá.
Eu comentei:
- Você tinha razão em pedir para vir embora ontem, o cara estava “se achando”.
- Ele não mudou nada.
- Ahá, então tinha alguma coisa mesmo.
- Amor, eu conheci o Carlão no colégio, convivi diariamente com ele, e ele já era desse jeito. Só falei que ele não mudou nada, porque continuou se comportando como antigamente. Achando que todas as meninas iriam se jogar no colo dele.
- Talvez seja melhor encontrar outra pessoa, caso você realmente ainda esteja a fim de experimentar outros membros.
- Não. Ainda acho que consigo “domar o bicho”. Se ele realmente me quiser, vai ter que se sujeitar ao que a gente decidir.
- Eu não conhecia esse seu lado dominadora.
- Nunca precisei ser assim com você, porque eu amo você, e você sempre me agrada.
Ela me abraçou e me beijou. Voltamos para a cama, e fizemos sexo de novo. Grazi estava muito mais fogosa mesmo.
No dia seguinte, no entanto, ela me perguntou:
- Será que eu não devo escrever para ele?
- Não, querida. Se ele estiver mesmo a fim de algo, precisa tomar a iniciativa.
- Você está certo. Não posso deixar minha vontade me controlar.
Não foi necessário esperar muito. Alguns minutos depois, veio uma mensagem do Carlão.
- Desculpe eu ter falado em “cu doce”. Embora eu ache que seu cuzinho deve ser delicioso.
Ela riu. E escreveu em seguida:
- Isso você só vai saber se ficar bem comportadinho.
Ele continuou:
- Então, quando poderemos sair de novo?
Ela respondeu:
- Ainda não sei. Mas a chance de acontecer é grande.
- Epa, Grazi. Não vá dando muita corda a ele.
- Desculpe, amor. Mas agora já escrevi.
Segurei a mão dela.
- Agora dê um tempo, não escreva mais nada, ele já sabe que você está a fim mesmo.
- Mas e então? Você vai deixar que aconteça ou não?
- Você sabe que eu vou deixar. Mas vamos com calma.
Carlão mandou uma meia dúzia de mensagens, mas minha esposa não respondeu. Começou bem impositivo, tipo “vou te comer de qualquer jeito”, mas depois mudou para “o que eu preciso fazer para você me deixar ir adiante?”
Nesse ponto, ela respondeu:
- Você vai ter que ser muito bem educado, cavalheiro, respeitoso, e ir devagar.
- Lá vem você fazendo cu doce de novo.
- Se quiser meu cuzinho doce, vai ter que ser como eu disse.
Eu tive que interferir:
- Epa. Você vai querer dar o cuzinho para ele?
- Vou sim, quero que ele coma meu cuzinho, enfie o cacete dele inteirinho, até o fundo. Vai me dizer que está com ciúme.
- Claro que estou, quando eu queria comer sua bunda, você sempre reclamava.
- Mas ontem eu não reclamei.
- É verdade, mas acho que foi porque você queria me agradar para que eu concordasse com esse lance do Carlão.
- Ou porque, depois que você revelou sua fantasia, eu fiquei mais excitada.
Nesse meio tempo, Carlão já havia enviado novas mensagens.
- Está bem, eu concordo. Vai ser do seu jeito. O que você quer fazer?
Ela pensou um pouco, depois escreveu:
- Preciso ver com o meu marido. Ele é quem vai decidir.
Eu achei boa a atitude dela. Mesmo tendo o domínio da situação, disse a ele que a decisão era minha.
- Querida, você quer mesmo que eu decida quando e onde vai ser o encontro?
- Bom, eu não quero que seja aqui em casa, para não dar muita intimidade a ele. Você tem alguma ideia? Um motel?
- Não, acho que um motel já seria um sinal para ir direto ao assunto. Uma casa de swing, pior ainda.
- E o apartamento no centro? Está mobiliado e desocupado.
- É verdade, seria interessante.
Nós tínhamos aquele apartamento, onde morei quando estava solteiro. Totalmente mobiliado, cozinha completa, e um quarto com um espelho grande na parede e frigobar. Depois que casei com a Grazi, mudamo-nos para uma casa com jardim e quintal, em um bairro tranquilo. O apê havia sido colocado à venda, mas não havia nenhuma oferta recente.
- Então, é só dar uma arrumada e depois combinar, sem pressa.
Chamamos uma diarista para dar uma “geral” no apartamento, fizemos compras no mercado, bebidas, aperitivos. O espelho na parede do quarto, mais a cama “super king size” já dava a entender que ali ocorreram várias sessões de sexo. Mas isso só aconteceria se ambos concordássemos e nos sentíssemos seguros no momento.
- Amor, acho que seria bom se convidássemos o Carlão para comer uma pizza, e depois ir com calma. Quero que ele me seduza com classe, nada de vir agarrando como um bruto.
- Mas ele não é o tipo machão, que pegava todas?
- É, mas comigo vai ter que ser diferente.
- Tudo bem. Acho que você está com uma fantasia diferente do que foi com o Milton.
Ela deu um sorriso maroto.
- Acertou, quero variar a experiência.
Acho que, ao revelar minha fantasia a ela, minha esposa decidiu realizar as dela, criando diferentes situações...algo que eu mesmo já havia feito em meus tempos de solteiro. Então, eu não podia reclamar se ela estava animada com essa liberdade recente.
Grazi enviou uma mensagem ao Carlão, convidando-o para comer uma pizza na sexta-feira seguinte, à noite, e deu o endereço do apartamento.
CONTINUA
