7. A PROMESSA
... continuação
Sinopse Capítulo 7:
A noite cai, mas o sono é apenas um intervalo para a orgia que está por vir no amanhecer. Entre confissões de submissão e o eco da grossura de Clóvis ainda presente em seu corpo, Evelyn faz a promessa final ao marido. Amanhã, o jogo será completo, o segredo será filmado e a loira será entregue ao piscineiro para o grande final que você não pode perder.
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- Você me ama? - André perguntou, abraçando-a por trás, o corpo ainda colado ao dela, sentindo o calor que emanava da pele marcada.
- Amo muito - Evelyn respondeu, a voz carregada de luxúria, virando-se para encará-lo com os olhos verdes ainda vidrados de tesão.
- Ver você com ele... ver como ele te preenchia feito um monstro... foi a coisa mais excitante que já vivi - confessou o marido, a mão descendo devagar pelo ventre dela, sentindo a pele ainda úmida de suor e desejo.
Eles se amaram uma última vez, um sexo carinhoso, mas carregado de antecipação, com a buceta dela ainda sensível e dilatada pelo eco da grossura de Clóvis. André penetrou-a com cuidado, sentindo o aperto frouxo e quente daquela carne que acabara de ser arrombada por um pauzão muito maior que o seu. Cada movimento era uma lembrança do outro homem, cada centímetro daquela buceta inchada ainda guardava a marca da posse de Clóvis.
Evelyn sentia a mistura dos dois sêmens escorrendo, uma sensação de preenchimento total. O líquido quente e espesso deslizava pelas suas coxas, uma mistura obscena dos dois homens que a possuíram naquele dia, e ela gemia baixinho, saboreando cada gota daquela depravação.
- Sente, André... sente como eu ainda estou aberta... como ele me deixou... - ela sussurrava, as pernas envolvendo a cintura do marido, puxando-o para mais fundo. - Amanhã vai ser ainda pior... amanhã ele vai me arrombar de novo... e eu quero que você veja tudo.
- Amanhã ele vem cedo... vai terminar comigo. E você vai assistir. Vai filmar. Vai se divertir com o que sobrar - ela sussurrou antes de dormir, a voz embargada de uma luxúria que não conhecia limites.
André aceitou tudo, o jogo estava apenas começando. Ele beijou a nuca dela, sentindo o cheiro do outro homem ainda impregnado na pele da esposa, e sorriu, sabendo que o amanhã traria o espetáculo mais depravado que já imaginara.
Evelyn adormeceu fantasiando com as câmeras capturando cada ângulo da pica de Clóvis invadindo seu corpo, cada estocada profunda, cada jorro quente de sêmen enchendo sua buceta e seu cuzinho, enquanto o marido assistia, filmava e depois divertiria com cada gota daquela sujeira deliciosa.
A tarde em que a piscina não foi limpa fora apenas o prelúdio de uma nova vida.
O amanhecer traria Clóvis de volta. E com ele, a promessa de dias que ninguém naquele bairro tranquilo jamais imaginaria.
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evelyneandre100@hotmail.com
FIM