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Meu primo comeu minha mulher parte 3

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2754 palavras
Data: 23/08/2026 06:46:09

Eu fiquei ali, colado na porta do banheiro, suando igual porco. O som que vinha de dentro era baixo, abafado, mas dava pra ouvir cada detalhe. O barulho do beijo molhado, o vestido vermelho sendo puxado pra cima, a respiração pesada dos dois.

— Abre as perna, Mirela... — a voz do Gui tava grossa, mandona. — Abre mais.

Ouvi o gemido dela, aquele gemido que eu já conhecia, mas agora tava diferente. Mais solto, mais entregue. O corpo dela batendo na parede do banheiro, devagarinho.

— Gui... a gente não pode demorar... — ela sussurrou, ofegante. — Alguém vai perceber.

— Deixa perceber. Tô pouco me fudendo. Você é minha hoje.

O som da calcinha sendo puxada, o barulho molhado de quem já tava pronta. Depois o zíper da calça do Gui descendo. Meu pau pulsou na hora, duro que nem pedra, encostado na madeira da porta.

— Olha como você tá molhada, Mirela. Olha isso. Você fica assim quando o corno do seu marido te come?

— Não... — ela gemeu. — Só com você, Gui... só com você.

Aí eu ouvi o barulho. Aquele barulho molhado de pau entrando na buceta, devagar, com gosto. A Mirela soltou um gemido mais alto, se segurou na pia, o corpo todo tremendo.

— Caralho, Mirela... você é apertada demais — o Gui falou, a voz cheia de tesão.

E começou. A porrada seca, ritmada, do corpo dele batendo no dela. A parede do banheiro tremia de leve. A torneira pingava. Eu ouvia o som molhado de cada estocada, ouvia a Mirela gemendo baixinho, tentando se segurar.

— Assim, Gui... assim... vai fundo... — ela pedia, a voz falhando.

— Olha no espelho, Mirela. Olha como você fica quando eu tô comendo você. Olha essa cara de putinha.

Eu ouvi ela gemer de novo. A mão dele devia estar no pescoço dela, puxando o cabelo, forçando ela a olhar.

— Você gosta de ser comida pelo seu aluno, né? Gosta de dar pro novinho na festa da família?

— Gosto... — a voz dela saiu chorosa. — Gosto, Gui... me come, me come gostoso...

A penetrada acelerou. O barulho ficou mais alto, mais molhado, mais desesperado. A cabeceira — não, a pia — batia na parede. Os gemidos dela já não eram mais abafados, tavam saindo soltos, quentes.

— Goza, Mirela. Vai, goza no meu pau.

— Ai, ai, ai... vou gozar... Gui, vou gozar...

Ela gozou. Eu ouvi o grito abafado, o corpo dela se contraindo, a buceta apertando o pau dele. Ouvi o Gui gemer fundo, socar mais forte, mais rápido, até que ele travou e gozou dentro dela, com um gemido rouco que parecia vir da alma.

Ficou um silêncio. Só a respiração pesada dos dois, o som da torneira pingando. Eu tava colado na porta, tremendo, o pau latejando dentro da calça, suando que nem louco.

Ouvi o som de beijo de novo, mais devagar, mais molhado.

— Vai, Mirela... se ajeita. Vai primeiro. Depois eu saio — o Gui falou, a voz já mais calma.

Ouvi o vestido sendo ajeitado, a calcinha subindo, a água da torneira abrindo. Depois a porta do banheiro abriu e a Mirela saiu. Ela me viu ali, parado no corredor. O rosto dela ficou branco, depois vermelho. A mão tremeu no vestido.

— Carlos... — ela engoliu em seco. — Eu... eu tava...

— Tava o quê, amor? — eu falei, com a voz mais calma que consegui. — Tava no banheiro. Foi rápido.

Ela me olhou, confusa, tentando ver se eu sabia. Mas eu só sorri, um sorriso neutro, e passei a mão no cabelo dela.

— Vai lá, a tia Anastácia tava chamando você pra dançar.

Ela assentiu, pálida, e foi andando devagar pro quintal. Quando ela virou a esquina, o Gui saiu do banheiro. Me viu ali, com a bermuda ainda meio amassada, e deu aquele sorriso de canto.

— E aí, primo — ele falou, tranquilo. — Tá curtindo a festa?

— Tô sim, Gui. Tô curtindo pra caralho.

Ele riu, me deu um tapa no ombro, e foi pro quintal.

Eu fiquei ali no corredor, sozinho, com o pau duro e a cabeça explodindo. A festa continuava, a música alta, as risadas. Ninguém sabia o que tinha acabado de acontecer. Só eu.

Naquela noite, quando a gente chegou em casa, a Mirela tava quieta. O corpo tremia de leve enquanto ela tirava o vestido vermelho. Eu cheguei por trás, abracei ela, senti o cheiro de sexo ainda no corpo dela.

— Amor... — ela começou.

— Fica quieta — eu falei, beijando o pescoço dela. — Não fala nada.

Eu virei ela de frente, joguei na cama, e comi ela com uma fome que eu nunca tive. Ela respondeu igual, com a mesma fome, como se ainda tivesse sentindo o pau do Gui dentro dela.

Depois, quando ela dormiu, eu fiquei olhando pro teto, contando os dias pra terça-feira. Porque eu sabia que aquela história tava longe de acabar.

No outro dia, a Mirela acordou diferente. Ela tava mais solta, mais calma, como se tivesse aceitado a situação de vez. Passou a mão no meu peito, me beijou devagar, e falou:

— Carlos... tem uma coisa que eu preciso te dizer.

Meu coração deu um pulo. Eu olhei pra ela, esperando.

— Eu... eu sei que você viu.

O silêncio pesou. Eu fiquei parado, olhando nos olhos verdes dela, o coração batendo forte.

— Vi o quê, Mirela?

— Eu sei que você viu a gente. No banheiro. Você tava lá, eu sei que tava.

Eu respirei fundo. Não tinha mais volta.

— Tava sim.

Ela ficou quieta por um segundo, depois deu um sorriso pequeno, meio trêmulo.

— E você... gostou?

Foi a minha vez de ficar em silêncio. Mas eu não menti.

— Gostei.

O sorriso dela ficou maior. Ela passou a mão no meu rosto, me beijou na boca, e sussurrou:

— Então na terça-feira, eu quero que você fique no quarto. E quero que você assista.

Meu pau ficou duro na hora. Eu pensei em todos os detalhes, em todas as vezes que eu tinha me escondido pra ver. E agora ela tava me convidando pra ficar de frente, pra ver tudo.

— Você tem certeza? — perguntei, a voz falhando.

— Tenho. Você merece ver de perto. E ele também vai adorar.

Ela se levantou, nua, e foi pro banheiro. Eu fiquei na cama, olhando pro teto, o corpo todo arrepiado.

A terça-feira chegou devagar, arrastada, como se o tempo quisesse me matar de ansiedade. Passei os dois dias anteriores numa neura, pensando no que a Mirela tinha dito. Ela queria que eu ficasse no quarto. Que eu assistisse. De frente.

O corpo dela andava pela casa com uma leveza nova, um balanço no quadril que me deixava louco. Toda vez que eu olhava pra ela, lembrava do som molhado do banheiro da tia Anastácia, da voz dela pedindo pro Gui meter mais fundo. E agora ela queria que eu visse tudo.

Quando deu duas horas da tarde, a campainha tocou. Meu coração quase saiu pela boca. A Mirela foi atender, e eu fiquei parado na sala, vendo o Gui entrar. Ele tava de bermuda preta, camisa regata, o corpo forte todo marcado. Olhou pra ela, deu aquele sorriso de canto, e depois olhou pra mim.

— E aí, primo. Tudo bem?

Antes que eu respondesse. A Mirela chegou perto dele, passou a mão no peito dele, devagar.

— A aula de hoje vai ser diferente — ela falou, a voz baixa e grossa. — O Carlos vai assistir.

O olho do Gui brilhou. Ele olhou pra mim, um sorriso safado se abrindo no rosto.

— Tá falando sério, Mirela? O primo vai ficar de plateia?

— Vai — respondi, a voz saindo mais grossa do que eu esperava. — Vou ficar.

O Gui riu, passou a mão na nuca da Mirela e puxou ela pra perto, dando um beijo molhado na boca dela. Eu vi a língua dos dois se encontrando, vi a mão dele apertar a bunda dela por cima do short. O pau já tava duro, latejando dentro da minha calça.

— Vamos pro quarto então — ele falou, soltando ela.

Fomos andando. Eu atrás, vendo a mão do Gui na cintura da minha mulher, vendo o corpo dela se inclinar contra o dele. Entramos no quarto. A Mirela já tinha arrumado tudo: a cama desfeita, as cortinas abertas, a luz da tarde entrando pela janela.

— Senta ali — ela falou, apontando pra poltrona no canto do quarto. — E não tira o olho.

Eu sentei. O coração batia tão forte que eu ouvia o som nas têmporas.

O Gui não perdeu tempo. Ele pegou a Mirela pela cintura, jogou ela na cama, e se ajoelhou na frente dela. Puxou o short dela com força, rasgando o pano pra baixo, e meteu a cara na buceta dela. Ela arqueou as costas, soltou um gemido alto, e olhou direto pra mim.

— Olha, Carlos... olha como ele me come...

Eu vi a língua do Gui entrando na buceta dela, vi ele lambendo com vontade, os dedos apertando a carne branca da coxa. A Mirela tava toda molhada, os olhos verdes fixos em mim, a boca aberta soltando uns gemidos que me arrepiavam inteiro.

— Você gosta de ver, primo? — o Gui falou, levantando a cara molhada. — Gosta de ver eu comendo sua mulher?

— Gosto — respondi, a voz falhando.

Ele riu. Tirou a camisa, jogou no chão, e subiu em cima dela. Puxou a blusa dela com força, rasgando quase, e os peitos dela pularam pra fora. Ele pegou um, apertou, mordeu o bico com vontade. A Mirela gemeu, segurou a cabeça dele, enfiou os dedos no cabelo.

— Me come, Gui... me come agora — ela pediu, a voz desesperada.

Ele tirou a bermuda e a cueca de uma vez. O pau dele tava duro, grosso, a cabeça roxa de tesão. Ele ajeitou ela de bruços, puxou o quadril largo dela pra cima, e entrou de uma vez, sem dó.

A Mirela gritou. Foi um grito abafado, de puro prazer. O corpo dela tremia inteiro enquanto ele começava a meter forte, rápido, as mãos apertando a bunda dela que nem louco.

— Olha, Carlos — ele falou, ofegante. — Olha como sua mulher gosta de ser comida por mim. Olha como ela fica.

Eu vi. Vi cada estocada, vi o corpo da Mirela balançando, vi a buceta dela apertando o pau dele, vi o gozo escorrendo pela coxa. Meu pau tava tão duro que doía. Eu tirei ele da calça, comecei a bater uma ali mesmo, na poltrona, olhando os dois.

A Mirela virou a cabeça, me viu, e sorriu. Um sorriso safado, sujo.

— Tira a roupa, Carlos. Vem aqui — ela falou, a voz falha. — Vem ver de perto.

Eu levantei, tirei a roupa rapidinho, e fui até a cama. O Gui tava metendo nela, forte, sem parar. Ele me olhou, deu uma risada.

— Chega mais, primo. Vem ver como eu como sua mulher.

Eu fiquei ao lado da cama, vendo tudo de perto. O pau do Gui entrando e saindo, a buceta da Mirela toda molhada, os gemidos dos dois se misturando. Eu bati uma olhando aquela cena, sentindo o corpo tremer.

— Põe a mão aqui — o Gui falou, pegando minha mão e levando até a bunda da Mirela. — Aperta.

Eu apertei. Senti a pele quente, a carne macia, o movimento do corpo dela. A Mirela gemeu mais alto.

— Isso, Carlos... mexe na minha bunda enquanto ele me come...

O Gui acelerou. As estocadas ficaram mais fortes, mais fundas. A cama rangia, a cabeceira batia na parede. A Mirela tava perdida, os olhos revirados, a boca aberta.

— Vou gozar, Gui... vou gozar...

— Goza, Mirela. Goza na frente do seu marido. Mostra pra ele como você goza no meu pau.

Ela gozou. O corpo todo tremeu, a buceta apertou o pau dele, e ela soltou um gemido longo, desesperado. O Gui continuou metendo, até que o corpo dele travou, e ele gozou dentro dela, fundo, com um gemido rouco.

Ficou um silêncio. Só a respiração pesada de nós três.

A Mirela virou de lado, me olhou, e esticou a mão pro meu pau.

— Agora é sua vez, Carlos. Vem aqui.

Ela me puxou, me colocou por cima dela, e eu entrei. A buceta dela ainda tava cheia do gozo do Gui, quente, molhada. Eu comecei a meter, desesperado.

O Gui ficou ao lado, olhando, batendo uma de novo.

— Isso, primo. Come ela. Come a putinha da sua mulher.

A Mirela me puxou pra perto, beijou minha boca com fome, e sussurrou:

— Eu sabia que você ia gostar. Sabia que você é meu corninho.

Eu gozei na hora. Gozei dentro dela, junto com o gozo do Gui, sentindo o corpo dela tremer embaixo de mim.

Depois, os três ficamos deitados na cama, suados, ofegantes. O Gui riu, passou a mão na bunda da Mirela.

O Gui ficou mais um tempo deitado na cama, a mão passeando pelo corpo da Mirela como se fosse dono do pedaço. Eu tava ali do lado, o corpo ainda quente, a respiração voltando ao normal. A cena de nós três juntos naquela cama parecia um sonho louco, mas era real. O cheiro de sexo tomava conta do quarto inteiro.

Ele se levantou devagar, esticou o corpo forte, e começou a se vestir. A Mirela ficou deitada, nua, olhando ele com um sorriso mole no rosto. Quando ele terminou de colocar a bermuda, veio até a cama, se inclinou e deu um beijo demorado na boca dela.

— Terça que vem, Mirela. E dessa vez vou trazer uma surpresa — ele falou, a voz baixa e cheia de promessa.

Ela arregalou os olhos verdes, curiosa.

— Que surpresa?

— Você vai ver. Vai gostar.

Ele se virou pra mim, deu aquele sorriso de canto que eu já conhecia bem.

— Valeu, primo. Cuidado com a sua mulher. Ela é danada.

Eu ri, meio sem jeito. Ele saiu do quarto, andou pela sala, e ouvi a porta da frente bater.

Ficou um silêncio. Eu fiquei deitado, olhando pro teto, sentindo o corpo da Mirela encostado no meu. Ela passou a mão no meu peito, devagar, os dedos fazendo carinho.

— Foi bom, amor? — ela perguntou, a voz ainda meio mole.

— Foi. Foi muito bom — respondi, virando a cabeça pra olhar ela.

Ela tinha um brilho nos olhos, um sorriso satisfeito. O cabelo ruivo tava bagunçado, o corpo todo marcado de beijos e apertões. Ela tava linda. E naquele momento, com o cheiro do Gui ainda no ar, uma coisa me veio na cabeça. Uma coisa que eu nunca pensei que ia falar.

— Mirela... — comecei, a voz saindo mais baixa do que eu queria.

— Hum?

— Eu... eu queria te falar uma coisa.

Ela se virou pra mim, apoiando a cabeça na mão, me olhando curiosa.

— Fala, amor.

Respirei fundo. O coração batia forte. Era estranho, era errado, mas era a verdade. E depois de tudo que a gente tinha vivido, não tinha mais volta.

— Eu quero ver você com outros caras. Não só o Gui. Outros também.

Ela ficou em silêncio por um segundo. Os olhos verdes se arregalaram, a boca abriu um pouco. Eu vi a respiração dela mudar, ficar mais pesada.

— Como assim, Carlos? — ela perguntou, a voz quase num sussurro.

— Eu quero ver você dando pra outros homens. Quero ver outros caras te comendo, te desejando, te pegando do jeito que o Gui te pegou. Eu quero assistir, Mirela. Quero ver você sendo puta na minha frente.

O silêncio pesou. Eu olhei pra ela, esperando uma reação. Raiva. Nojo. Uma bronca. Mas não veio nada disso. Em vez disso, vi um sorriso lento se abrindo no rosto dela. Um sorriso safado, molhado.

— Você tá falando sério, Carlos? — ela perguntou, a voz mais grossa.

— Tô falando. Eu nunca falei tão sério na minha vida.

Ela se sentou na cama, o peito nu balançando, o cabelo ruivo caindo pelos ombros. Me olhou de cima, com um olhar que eu nunca tinha visto antes.

— Você quer me ver com outros caras. Quer ver outros machos me comendo. Me usando.

— Quero — respondi, a voz falhando de tesão.

Ela deu uma risada baixa, passou a mão na minha cara, devagar.

— Você é mais corno do que eu pensava, Carlos. E eu adoro isso.

Ela se inclinou, me beijou na boca com vontade, e sussurrou perto do meu ouvido:

— Então a gente vai fazer isso. Vamos achar uns caras. Uns machos de verdade. E você vai assistir, sentado na poltrona, batendo uma enquanto eles me comem. Vai ser a melhor coisa que a gente já fez.

Meu pau ficou duro na hora. Eu puxei ela pra perto, sentei ela em cima de mim, e olhei nos olhos verdes dela.

— Quando? — perguntei, ofegante.

— Vamos com calma, amor. Primeiro a gente curte o Gui, que já tá na mão. Depois a gente expande os horizontes.

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Comentários

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O único defeito é o nome do cuckold, de resto, perfeito!

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Essa Mirela e muito vadia, e achou o corno certo, pra ela dar vazão ao seu tesão.

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Fica tranquilo corno que a surpresa do Gui deve ser um coleguinha. Agora vamos combinar que esse tal de Gui é fraquinho hein! O cara tem 18 anos, uma gostosa a disposição, comendo ela na frente do corno é só dá umazinha rápida? Fraco. A putinha merece muito mais. Conto sexy

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Fraquinho mesmo...

Não fez ela dá uma mamada e nem comeu o cuzinho dela...

Se fosse eu, na hora que chamou o corninho iria fazer ele meter minha pica no cuzinho da esposa

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Outro ótimo conto, parabéns.

O cara é muito corno mesmo, depois de ver a mulher sendo arregaçada por um quer que outros façam ainda mais. Vamos ver até onde isso vai

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