Eu preciso contar isso.
Não consigo mais segurar.
Meu nome é Lara. Tenho 34 anos, sou casada há nove e, até três meses atrás, era a esposa mais monótona e fiel que você possa imaginar. Gorda, peituda, bunda grande, cabelo longo e preto, e um marido que só me comia de lado, no escuro, rapidinho, e depois virava pro outro lado. Eu fingia que estava tudo bem. Até o dia em que o vizinho do fundo, o Robson, começou a me olhar de um jeito diferente por cima do muro.
Esse conto não é sobre romance.
É sobre o dia em que eu, de quatro no quintal de casa, deixei outro homem me foder o cu com dor enquanto meu marido estava no trabalho… e eu ainda mandei áudio pra ele ouvindo tudo.
Se você continua lendo, é porque gosta de mulher casada puta. Então aperta os olhos e vem comigo. Clica em meu nome, para ver e baixar meus viddeos e fottos e se delicie.
Era uma terça-feira quente pra caralho em Paulista. O sol batia forte nas folhas das bananeiras do quintal. Eu tinha acabado de lavar a louça e saí de shortinho e top, sem sutiã, só pra jogar o lixo. O Robson estava no quintal dele, de bermuda, camisa aberta, cortando uns galhos. Quando me viu, parou. O olhar dele desceu direto pro meu peito e depois pra bunda.
Eu fingi que não notei. Mas meu coração acelerou.
Voltei pra dentro, fechei a porta da cozinha e fiquei encostada na parede, respirando fundo. A calcinha já estava úmida. Eu me odeio quando fico assim. Casada. Gorda. Desejando o vizinho.
Cinco minutos depois, o celular vibrou.
Robson: Tá sozinha?
Eu demorei quase um minuto pra responder.
Eu: Sim. Ele só chega às sete.
Robson: Então abre o portão dos fundos. Quero te ver de perto.
Eu deveria ter dito não.
Em vez disso, fui até o portão, abri o ferrolho e deixei a porta entreaberta. Voltei pro quintal descalça, o shortinho subindo entre as nádegas. O calor do meio-dia fazia o suor escorrer entre os peitos.
Ele entrou. Alto, pele morena, peito peludo, o volume na bermuda já marcado. Fechou o portão atrás de si e veio direto em mim. Sem falar nada. Só me empurrou contra a parede da casa, a mão grande apertando minha bunda gorda por cima do short.
— Porra, Lara… essa bunda é um pecado — ele rosnou no meu ouvido.
Eu gemi baixo. A mão dele desceu e enfiou dois dedos por baixo do short, encontrando a calcinha encharcada.
— Já tá molhada só de eu chegar? Sua putinha casada…
— Cala a boca — eu sussurrei, mas abri as pernas.
Ele puxou o short e a calcinha de uma vez só, descendo até meus tornozelos. Eu fiquei nua da cintura pra baixo no quintal da minha própria casa, com o sol batendo na minha bunda branca e marcada de celulite. Robson se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as duas mãos e passou a língua inteira na minha boceta, de baixo pra cima, até o cu.
Eu soltei um gemido alto demais.
— Shhh… o vizinho da frente pode ouvir — ele riu, mas continuou lambendo. A língua dele era larga, quente, e ele chupava meus lábios grossos com barulho. O som molhado ecoava no quintal. Eu encostei a testa na parede fria e empurrei a bunda pra trás, pedindo mais.
Ele se levantou, tirou a bermuda e a cueca. O pau dele era grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Maior que o do meu marido. Bem maior.
— Ajoelha — ele mandou.
Eu ajoelhei na grama, o joelho direito doendo um pouco nas pedrinhas. Ele segurou meu cabelo longo e enfiou o pau na minha boca de uma vez. Eu engasguei, saliva escorrendo pelo queixo e caindo nos meus peitos. Ele fodia minha boca com força, o pau batendo no fundo da garganta. Eu olhava pra cima, os olhos marejados, enquanto ele me usava.
— Isso… engole esse pau, esposa dos outros. Olha só como você chupa gostoso quando não é o corno te comendo.
Eu gemia em volta do pau dele. O gosto era salgado, forte, de homem que trabalha. Eu chupava com vontade, a língua rodando na cabeça, a mão apertando as bolas pesadas. A cada vez que ele empurrava fundo, eu sentia a garganta arder e a boceta pingar na grama.
Ele puxou o pau da minha boca com um estalo molhado. Um fio de saliva ainda ligava meus lábios à cabeça inchada.
— Vira. De quatro. Quero essa bunda.
Eu virei, ainda de joelhos, e baixei o peito na grama. A posição fazia minha bunda enorme se abrir sozinha. Eu sabia o que ele queria. E eu também queria.
Robson cuspiu no meu cu. O cuspe quente escorreu pela fenda. Depois enfiou o polegar, girando, abrindo o anel apertado.
— Nunca deram esse cuzinho, né? O corno não tem coragem.
— Nunca… — eu admiti, a voz embargada.
— Então hoje vai doer. E você vai gostar.
Ele posicionou a cabeça grossa do pau contra meu cu. Empurrou. A dor foi imediata, aguda, como se algo me rasgasse por dentro. Eu gritei baixo, os dedos cravando na terra.
— Aaaaai, porra… vai devagar…
— Não vou. Aguenta, puta.
Ele empurrou mais. O pau grosso foi entrando centímetro por centímetro, esticando meu cu de um jeito que eu nunca tinha sentido. As lágrimas escorriam. A dor misturava com um prazer sujo, proibido. Quando ele enfim enterrou até o saco, eu estava tremendo toda.
— Porra… que cu apertado — ele gemeu, parado lá dentro, me deixando me acostumar. — Seu marido nunca vai saber como é foder esse cu. Só eu.
Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. Cada estocada fazia minha bunda bater contra a virilha dele com um barulho molhado e obsceno. Eu gemia alto agora, sem conseguir me controlar. A dor ainda estava lá, mas o prazer subia pela espinha. Minha boceta vazia contraía sozinha, pingando no chão.
— Mais forte… — eu pedi, a voz rouca.
Ele segurou meus quadris com força, os dedos afundando na carne macia, e começou a me foder de verdade. O pau entrava e saía do meu cu com violência. Eu sentia cada veia, cada polegada. O suor escorria entre meus peitos e caía na grama. O cheiro de sexo, terra molhada e suor misturava no ar quente.
De repente, meu celular tocou. Era o meu marido.
Robson parou fundo dentro de mim e riu.
— Atende.
— Não consigo…
— Atende, porra. Quero ouvir você mentindo pra ele com meu pau no cu.
Com a mão trêmula, eu atendi e coloquei no viva-voz, o celular jogado na grama na minha frente.
— Alô? — a voz do meu marido soou distante.
— Oi, amor… — eu forcei a voz normal, mas um gemido escapou quando Robson deu uma estocada fundo.
— Tá bem? Parece ofegante.
— Tô… limpando o quintal. Tá quente pra caralho hoje.
Robson sorriu e começou a meter de novo, devagar e fundo, propositadamente. Cada vez que o pau sumia no meu cu, eu tinha que morder o lábio pra não gemer.
— Quer que eu passe na padaria pra te buscar alguma coisa?
— N-não… tô bem. Só… ai… só termina teu serviço e vem.
— Você tá gemendo?
— É o esforço… tô carregando uns vasos. Te amo. Tchau.
Desliguei rápido. Robson riu alto e me fodeu com mais força ainda.
— Olha só a putinha mentindo pro corno com o cu cheio de pau. Você é nojenta. E eu adoro.
Ele puxou o pau quase todo pra fora e enfiaou de uma vez, me fazendo gritar. Depois tirou completamente. Meu cu ficou aberto, latejando, um fio de gozo e saliva escorrendo. Ele se ajoelhou atrás de mim e chupou meu cu folgado, a língua entrando fácil. Eu gemia como uma vadia, empurrando a bunda na cara dele.
— Chupa esse cu sujo… — eu pedi, sem vergonha nenhuma.
Ele chupou, depois voltou a enfiar o pau. Dessa vez mais fácil. A dor tinha virado um calor gostoso e constante. Eu masturbava minha boceta com três dedos enquanto ele me fodia o cu, o barulho dos nossos corpos se batendo ecoando no quintal.
— Vou gozar dentro — ele avisou.
— Goza. Enche meu cu.
Ele meteu fundo, tremeu e jorrou. Eu senti os jatos quentes batendo nas minhas paredes internas, um atrás do outro. Meu próprio orgasmo veio logo depois, a boceta se contraindo forte nos meus dedos, o cu apertando o pau dele em espasmos. Eu gozei tão forte que minha visão escureceu por um segundo.
Quando ele tirou o pau, o gozo branco escorreu do meu cu aberto e desceu pela minha boceta até a grama. Eu fiquei de quatro, tremendo, o cabelo grudado no suor das costas, a bunda vermelha e marcada pelas mãos dele.
Robson se levantou, colocou a bermuda e me olhou de cima.
— Amanhã eu volto. E dessa vez quero te comer na sua cama, com a foto do seu marido na mesa de cabeceira.
Eu não respondi. Só fiquei ali, de quatro no quintal, o gozo dele escorrendo de mim, o sol batendo na minha pele suada.
Meu celular vibrou de novo. Era uma mensagem do meu marido:
Amor: Chego mais cedo hoje. Tô com saudade.
Eu olhei pro meu cu ainda aberto e sorri, suja, satisfeita e completamente perdida.
Digitei:
Eu: Eu também, meu amor. Estou te esperando.
E apaguei o histórico do Robson.
(Continua… se quiser a parte 2, onde ele volta no dia seguinte e me faz gravar vídeo pro meu marido “sem eu saber”.)
Esse foi só o começo.
O que aconteceu depois foi ainda pior.
E muito mais gostoso.