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Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 24

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2265 palavras
Data: 03/08/2026 08:01:39

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● como fiz minha esposa evangélica vira puta

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● comi a esposa gostosa do meu sobrinho

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● agora todo mundo quer comer minha mulher

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— A minha irmã, a Jeane! — o Mauro soltou a bomba na chamada, super empolgado. — Como o pai tá bem e os meus outros irmãos vão se revezar no hospital, a Jeane ficou sem ter o que fazer no interior. Eu conversei com ela e chamei ela pra passar o resto das suas férias aí com a gente! Ela topou na hora, já tá fazendo as malas. A casa do Rafa é grande, cabe todo mundo, e assim ela esfria a cabeça depois desse susto do nosso pai.

A Camila quase deixou o celular cair da mão. Ela deu um risinho amarelo, pisando no meu pé pra eu parar de apertar o peito dela.

— Ah... a Jeane? Que legal, amor! Nossa, a gente vai adorar ter ela aqui com a gente... — a Camila falou, disfarçando o choque.

— Beleza, então! Avisa o Rafa e a Vanessa que depois de amanhã tamo encostando de carro aí! Cuida bem desse seu corpinho que quando eu chegar a gente vai fazer aquela loucura de novo! Beijo, te amo! — o Mauro se despediu e desligou a ligação.

Assim que a tela do celular apagou, a Camila jogou o telefone no sofá e se virou pra mim num pulo, com os olhos verdes brilhando de pavor e de um tesão descontrolado.

— Puta que pariu, Rafa! — ela sussurrou, a voz rascante, colando a bunda toda lambuzada no meu pau que ainda tava babando. — O Mauro tá vindo depois de amanhã com a irmã dele! A Jeane é aquela certinha do interior, meu Deus!

Ela passou as mãos pelo meu pescoço, rebolando o shortinho jeans na minha braguilha, e soltou com uma malícia que me fez perder a cabeça:

— Isso significa que a gente só tem amanhã e a noite de hoje pra curtir essa casa vazia com o Ricardinho que tá chegando com a Vanessa... Rafa, me fode agora! Me fode com o leite do Seu Venâncio escorrendo porque depois de amanhã esse lugar vai virar um hospício!

Eu não esperei a Camila dar mais uma palavra. Agarrei aquela cintura com as duas mãos, levantei ela do chão ali mesmo na sala e joguei o corpinho dela direto no sofá. A regatinha branca dela subiu até o pescoço e o shortinho jeans desfiado, de tão curto, já estava praticamente atolado no meio da bunda branquinha, melada da porra do Seu Venâncio.

— Você é uma puta sem vergonha mesmo, né, Camila? — rosnei na cara dela, me jogando por cima, abrindo o zíper da minha calça e tirando o pau duro, pulsando e salivando pra fora. — Tomou leitada do velho na cozinha e agora quer mais?

— Quero, caralho! Me fode, Rafa! — a Camila gritou, a voz manhosa e desafiadora, puxando a barra do jeans pra abrir caminho. — Me rasga de uma vez antes que qualquer pessoa chegue!

Eu mirei a cabeça da pica direto na bucetinha dela, que já estava um mormaço só, ensopada de tesão e misturada com o suor da calçada. Empurrei de uma vez só, penetrando o pau até o talo num tranco bruto.

— AHHH, PORRA! — a Camila deu um grito agudo que ecoou na sala, travando o corpo todo enquanto o meu pau entrava rasgando tudo por dentro.

O barulho da pele batendo começou seco e alto no sofá de couro: *tapa, tapa, tapa!* Eu socava na buceta da minha cunhadinha sem dó nem piedade, num ritmo descontrolado. As coxas dela batiam nas minhas virilhas com uma força absurda, e a bunda branquinha apanhava contra o estofado.

— Fode a sua puta particular! Fode! — a Camila implorava, jogando o quadril pra cima a cada estocada, me apertando por dentro com uma força que quase me fazia perder o rumo. — O Mauro vai chegar depois de amanhã com a irmã, mas hoje eu sou só sua, caralho!

Puxei ela pelas pernas, girei o corpo dela de quatro no sofá e empurrei meu pau de uma vez só no cuzinho dela, que já estava macio e arrombado da surra de mais cedo.

— AIII, RAFA! — ela urrou no encosto do sofá, dando uma rebolada violenta pra encaixar o meu pau até o saco no cu dela.

Eu comecei a meter no cu da Camila com raiva, me entregando completamente àquele momento. Eu socava forte, dando tapas estalados nas duas bandas da bunda dela, deixando tudo vermelho.

— Você tá aqui, tomando no cu de novo pro seu cunhado, Camila... — eu falava no ouvido dela, a voz rouca de puro fogo, metendo sem parar.

— Eu quero é essa sua pica no meu cuzinho! — a Camila gritava, totalmente fora de si, esfolando o rabo na minha pica. — Soca mais fundo, Rafa! Me enche de leite de novo!

O ritmo virou um inferno de puro desejo e descontrole. A Camila começou a se contorcer inteira, o corpo todo tremendo de cima a baixo enquanto o cuzinho dela começava a morder meu pau num orgasmo violento e desesperado.

— VOU GOZAR, RAFA! VOU GOZAR NO SEU PAU! — ela berrou, cravando as unhas no couro do sofá.

Sentindo o aperto insano do cuzinho dela e a gozada da cunhada me espremendo, eu não segurei. Segurei firme na cintura dela, dei as últimas três socadas brutas até o talo e descarreguei uma leitada quente, grossa e volumosa direto no fundo do cu da Camila, enchendo ela todinha.

Eu caí por cima das costas dela, arfando pesado, os dois ensopados de suor e leite na sala silenciosa, aproveitando cada segundo daquela loucura antes que o dia de amanhã trouxesse novos rumos pra essa casa.

A gente ficou ali jogado no sofá por um tempo, o peito subindo e descendo rápido, tentando recuperar o ar. O suor colava a minha pele na dela, e o cheiro de sexo dentro da sala era tão forte que dava pra sentir de longe. A Camila tava deitada de bruços, com a cabeça afundada na almofada, soltando uns suspiros compridos enquanto a bunda branquinha dela tremia devagar, soltando um pouquinho do meu leite que começava a escorrer pelas coxas.

Ela virou o rosto pro meu lado, com o cabelo todo colado na testa, e me deu aquele olhar verde que era pura perdição.

— Rafa... — ela sussurrou com a voz arrastada, totalmente acabadinha. — Você acabou comigo, porra... Minha buceta tá queimando e meu cuzinho tá pegando fogo. Você me machucou todinha de tão forte que socou.

Eu dei uma risada baixa, passando a mão pesada pela coxa dela e dando um tapa estalado na outra banda da bunda, fazendo a carne balançar e ela dar um ganidinho de surpresa.

— Reclama não, sua vadia — eu rosnei, me aproximando e puxando o queixo dela pra perto do meu rosto. — Você pediu por isso desde o segundo que colocou aquele shortinho de puta pra ir na casa do vizinho. Agora assume o tranco da sua escolha.

A Camila deu um sorrisinho de canto, aquele sorriso manhoso de quem adora ser tratada desse jeito. Ela se arrastou pelo estofado do sofá de couro, sem se importar com a nudez, e sentou no meu colo de frente pra mim, com as pernas abertas, jogando o corpo em cima do meu peito.

— Eu assumo, meu amor... — ela murmurou, roçando os bicos dos peitinhos durinhos no meu peito, descendo a mãozinhas pequenas até segurar o meu pau que ainda tava mole e melado. — Eu sou sua puta particular agora, né? O Mauro que se foda pra lá com a irmã dele quando chegar... Mas até lá, eu quero que você me use de todos os jeitos que você sempre teve vontade de fazer com a Vanessa.

O toque da mão dela no meu pau me deu um choque. O meu pau respondeu na mesma hora, dando aquele pulo e ficando duro feito uma barra de ferro de novo. A cunhadinha olhou pra baixo, vendo a pica crescer na mão dela, e deu um estalo de língua com a boca molhada.

— Olhando pra essa pica nem parece que você acabou de descarregar tudo dentro de mim... — ela provocou, subindo e descendo a mão com firmeza, abrindo as pernas e rebolando em cima da minha virilha. — Quer ir pro quarto de novo ou vai querer me fuder aqui mesmo no chão da sala?

Eu passei o braço pelas costas dela, apertei a bunda branquinha com toda a força e levantei com ela no colo, vendo ela soltar um riso agudo de surpresa.

— Na sala tá muito bom, mas lá no quarto da sua irmã tem espelho — eu falei perto do ouvido dela, a voz rouca de puro fogo. — Quero ver esse seu corpinho de sonsa se contorcendo enquanto eu te arrombo de frente pro espelho.

A Camila deu uma mordida forte no meu pescoço, segurando no meu cabelo com vontade enquanto a gente caminhava pro corredor, pronta pra entregar até a última gota de si antes que a casa ficasse cheia de novo.

A gente atravessou o corredor num passo apressado, comigo carregando a Camila no colo. A cunhadinha ia com as perninhas bem abertas, trancadas na minha cintura, e a bucetinha dela, melada do meu leite e do suor da sala, ia esfregando direto na minha virilha a cada passo.

Entramos no quarto principal e a luz fraca da luminária rebatia direto no espelho grande do guarda-roupa. A Camila olhou pro espelho, viu a cena da gente — o corpinho dela pelado, todo marcado de vermelho das minhas palmadas, preso no meu corpo — e soltou um gemido manhoso, mordendo o lábio inferior.

— Meu Deus, Rafa... olha a gente ali no espelho — ela sussurrou, a voz saindo frouxa de tesão. — Eu tô parecendo uma puta de rua na sua mão...

— Mas você é uma puta na minha mão, Camila — rosnei, me aproximando do espelho e virando ela de costas pra mim, de frente pro espelho.

Apoiei o corpo dela contra o espelho gelado. A cunhadinha soltou um arfado com o choque da pele no vidro, mas logo abriu as pernas sem eu nem mandar, inclinando o tronco pra frente e empinando aquele rabo gostoso e branquinho bem na minha direção. Pelo reflexo, deu pra ver perfeitamente o cuzinho dela todo vermelhinho, inchado e piscando, com as gotas do meu leite escorrendo devagar até a coxa.

— Olha só pro seu rabo, sua vadia — eu falei, segurando a nuca dela e forçando ela a encarar o próprio reflexo. — Olha o estado do cuzinho da minha puta particular.

— Tá todo arrombado, Rafa... — a Camila gemeu, cravando as unhas no espelho, a respiração embaçando o vidro na altura da cara dela. — Ficou assim porque você socou sem dó... Agora fode essa bucetinha de novo pra eu ver no reflexo!

Eu não esperei ela pedir duas vezes. Segurei a cintura fina dela com as duas mãos, alinhei a pica dura na entrada da bucetinha dela e meti com tudo, de uma vez só, fincando o pau até o saco.

— AHHH, CARALHO! — a Camila deu um grito rasgado, batendo o peito contra o vidro do espelho, as pernas trementes tentando segurar o tranco.

O barulho da pele batendo seco começou a espalhar pelo quarto num ritmo brutal: *tapa, tapa, tapa!* A cada estocada, o vidro do guarda-roupa balançava e o corpo dela tomava aquela surra de pica de frente pro reflexo. Pelo espelho, eu via os peitinhos dela balançando sem parar, o rosto todo corado e os olhos verdes revirando a cada soco de quadril que eu dava.

— Gostou de ver, Camila? Gostou de ver a sua buceta engolindo o meu pau no espelho? — pergunto, acelerando o ritmo até o limite, dando tapas estalados na bunda dela que deixavam tudo ainda mais vermelho.

— Eu adoro! Porra, me rasga! — ela gritava descontrolada, jogando o rabo pra trás pra receber mais fundo. — Soca forte! O Mauro nem sonha com esse espetáculo! Eu sou sua puta, Rafa!

O tesão de ver a minha cunhada se destruindo no espelho me levou pro topo numa velocidade absurda. Puxei a pica sa bucetinha dela no estalo e girei ela de frente. A Camila já caiu de joelhos no chão, com a boca aberta e a língua pra fora feito uma cadelinha adestrada, sabendo exatamente o que vinha a seguir.

Segurei o cabelo loiro dela com força e enfiei a pica até a garganta. Ela deu um engasgo gostoso, fazendo aquele barulho molhado (*nhum, nhum, nhum*), subindo e descendo a boca com uma fome desesperada, os olhos verdes lacrimejando olhando direto nos meus.

— Engole tudo, sua vadia! — ordenei, sentindo o pau latejar num desespero final.

Eu dei mais três socadas secas na boca dela, travei o quadril na cara da cunhada e descarreguei uma leitada grossa e fervendo direto na garganta da Camila. Ela segurou a base com as duas mãozinhas, engolindo jato por jato sem deixar cair uma gota, limpando a cabeça da minha pica com a língua no final e me olhando com aquele sorriso de sonsa, me mostrando a boca toda lambuzada do meu leite.

A tela do meu celular acendeu com o som seco de uma notificação do WhatsApp. Quando peguei o aparelho, o nome de amor brilhava no topo das mensagens.

Ao abrir a conversa, a primeira coisa que apareceu foi uma foto enviada por ela.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 91Seguidores: 216Seguindo: 38Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Coloca aí que viagra, tadala vc usa pois num dia foi mais de 6 gosada.

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É irmão! Vai chegar mais uma cunhadinha prá você comer enquanto olha a piranha da Vanessa ser arregaçadas pelo desvirginador. Eita conto sexy da porra gente! Pau duro do início ao fim

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minha nooossa. está uma delícia esse conto. fiquei curiosa com o que a Vanessa falou, que depois do Ricardinho já tinha alguém em mente para foder. outra coisa com a chegada do Mauro com a irmã, põe fogo nesse conto e faz o irmão meter na buceta dela numa tremenda suruba.

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