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O pedido dela

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1645 palavras
Data: 22/08/2026 23:40:04

Marina e Thiago estavam juntos há quase quatro anos. Dividiam um apartamento pequeno no centro, com vista para o prédio da frente e uma cama que já tinha ouvido todos os tipos de riso, discussão e gemido. Eram o tipo de casal que se conhecia de olhos fechados: ele sabia exatamente onde beijar para fazê-la tremer; ela sabia como segurar o rosto dele quando queria que ele fosse mais fundo.

Mas havia um desejo que Marina guardava há meses, quase um ano. Uma fantasia que ela só tinha ousado contar em voz baixa, de madrugada, com a cabeça apoiada no peito dele.

— Eu quero ver você com outra mulher — murmurou numa dessas noites. — Não qualquer mulher. Alguém que a gente escolha juntos. Alguém que saiba o que está fazendo. Eu quero estar lá. Quero tocar. Quero participar. Quero que seja a nossa primeira vez a três.

Thiago ficou em silêncio por alguns segundos. Não era rejeição. Era surpresa. Depois passou a mão pelos cabelos dela e perguntou, com a voz rouca:

— Você tem certeza?

Ela assentiu.

— Tenho. E quero que seja uma profissional. Alguém que não traga drama, que não fique ligando depois, que saiba exatamente o papel dela. Eu escolho. Você escolhe. A gente decide juntos.

Dois dias depois, eles encontraram o perfil de Luiza. Vinte e sete anos, cabelos pretos longos, corpo atlético, olhar direto nas fotos. A descrição era simples e elegante: “Acompanhante discreta. Experiência com casais. Sem pressa. Sem julgamento.”

Combinaram o encontro para uma sexta-feira à noite, no mesmo apartamento deles. Marina arrumou a sala, colocou vinho branco gelado na mesa e deixou a porta do quarto aberta. Thiago estava mais nervoso do que ela — o que a fez sorrir.

Quando a campainha tocou, Marina foi abrir.

Luiza estava ali, de vestido preto justo, salto médio, batom vermelho discreto. O perfume dela era leve, quase cítrico. Cumprimentou os dois com um sorriso calmo, como se já tivesse feito aquilo dezenas de vezes — e provavelmente tinha.

— Oi. Eu sou a Luiza.

Entraram. Conversaram um pouco sobre nada importante: o tempo, o trânsito, o vinho. Até que Marina, sem rodeios, falou:

— A gente nunca fez isso. Eu pedi. Eu quero. Mas a gente precisa ir devagar.

Luiza assentiu.

— Então a gente vai no ritmo de vocês.

Começou no sofá. Luiza se aproximou de Marina primeiro, como se soubesse que era preciso. Beijou a boca dela com delicadeza, depois com mais intenção. A língua dela era quente, macia, e entrava na boca de Marina com uma confiança que fez a pele da outra arrepiar. Thiago observava, a mão descansando na coxa da namorada. Quando Marina puxou Luiza para mais perto, ele se inclinou e beijou o ombro nu da outra mulher. O contato foi elétrico.

— Posso tirar o seu vestido? — perguntou Luiza, a voz baixa, quase rouca, olhando nos olhos de Marina.

— Pode — respondeu Marina, já com a respiração mais acelerada.

Luiza puxou o zíper devagar, deixando o tecido preto deslizar pelos seios firmes e pelo ventre liso até cair no chão. Por baixo, só usava uma calcinha de renda preta, fina o suficiente para mostrar o contorno da buceta já úmida. Marina engoliu seco. Thiago sentiu o pau latejar dentro da calça.

— Agora você — disse Luiza, virando-se para Thiago. — Tira a camisa.

Ele obedeceu. Luiza passou as mãos pelo peito dele, desceu até o cinto e desabotoou a calça com movimentos precisos. Quando o pau duro saltou para fora, grosso e já pingando pré-gozo, ela sorriu.

— Gostoso… — murmurou, envolvendo o tronco com os dedos e dando um aperto firme. — Marina, você gosta de ver ele assim?

— Adoro — respondeu Marina, a voz embargada. — Quero ver você chupar ele.

Luiza se ajoelhou entre as pernas de Thiago sem hesitar. Passou a língua devagar pela glande, lambendo o líquido transparente que escorria, depois engoliu o pau inteiro de uma vez, até a garganta. O barulho molhado de sucção encheu a sala. Thiago soltou um gemido gutural e agarrou os cabelos pretos dela.

— Porra… que boca boa…

Marina se aproximou, ajoelhou-se ao lado e beijou a boca de Luiza enquanto o pau do namorado ainda estava entre os lábios da outra. As duas línguas se encontraram em volta da cabeça do pau, lambendo juntas, dividindo o gosto salgado. Luiza olhou para Marina e perguntou, a voz embargada de saliva:

— Quer que eu chupe sua buceta também?

— Quero. Agora.

Em poucos minutos estavam os três no quarto. As roupas foram caindo sem pressa. Marina se deitou de costas e puxou Luiza para cima dela; as duas se beijavam enquanto Thiago se posicionava atrás de Luiza, as mãos explorando a curva da cintura dela, descendo até a bunda firme. Marina, por baixo, via tudo: o rosto da outra mulher se contorcendo de prazer quando Thiago entrou nela pela primeira vez, o jeito como Luiza gemia baixo, controlado, profissional e ao mesmo tempo presente.

— Caralho… que buceta apertada — rosnou Thiago, enterrando o pau até o fundo. — Olha pra ela, Marina. Olha como ela tá engolindo meu pau.

Marina estendeu a mão e guiou os dedos de Luiza até entre as próprias pernas. A outra mulher obedeceu sem hesitação, tocando-a com precisão, enquanto Thiago fodia Luiza com movimentos profundos e lentos. Dois dedos entraram na buceta molhada de Marina, curvando-se no ponto certo, e o polegar esfregava o clitóris com pressão firme.

— Assim… mais forte — pediu Marina, abrindo mais as pernas. — Quero gozar com o pau dele dentro de você.

Luiza acelerou os dedos e, ao mesmo tempo, empurrou o quadril para trás, engolindo o pau de Thiago até as bolas baterem na pele. O som molhado de pele batendo em pele encheu o quarto. Marina gemeu alto quando gozou, a buceta contraindo nos dedos de Luiza, o corpo inteiro tremendo.

— Porra, ela gozou — disse Luiza, sorrindo para Thiago por cima do ombro. — Continua fodendo. Eu quero gozar também.

Thiago agarrou os quadris dela com força e começou a meter com violência, a cabeça do pau batendo no fundo a cada investida. Luiza gemia agora sem controle, a boca aberta, o cabelo preto grudado no suor da nuca.

— Mais fundo… isso… fode essa puta — pediu ela, a voz quebrada.

Marina, ainda ofegante, se levantou e se posicionou na frente de Luiza, abrindo as pernas e empurrando a buceta molhada contra a boca da outra mulher. Luiza chupou com fome, a língua entrando e saindo, sugando o clitóris enquanto era fodida por trás. Marina segurou a cabeça dela e fodeu a boca dela com a buceta, gemendo:

— Isso… chupa direito… quero sentir sua língua toda dentro.

Em certo momento, Marina pediu para trocar. Queria sentir Thiago dentro dela enquanto beijava Luiza. E assim fizeram. Luiza se ajoelhou ao lado da cama e beijou Marina enquanto Thiago a penetrava com força. O pau grosso abriu a buceta apertada de Marina de uma só vez, entrando até o fundo. Ela gritou contra a boca de Luiza.

— Ai, porra… tá tão fundo…

— Fala pra ele o que você quer — sussurrou Luiza, mordendo o lábio inferior de Marina.

— Quero que ele goze dentro de mim… e depois na sua boca — respondeu Marina, olhando nos olhos da outra.

Luiza desceu e chupou os ovos de Thiago enquanto ele fodia a namorada, a língua quente lambendo a base do pau a cada estocada. Depois, Luiza se posicionou de quatro e Marina, ajoelhada atrás dela, passou a língua pela pele quente da outra mulher enquanto Thiago a tomava por trás. Marina abriu as nádegas de Luiza com as duas mãos e enterrou a língua no cu apertado, chupando e lambendo enquanto o namorado metia na buceta.

— Caralho, Marina… você tá chupando o cu dela — gemeu Thiago, a voz rouca. — Continua. Eu quero ver.

Luiza gritava agora, o corpo tremendo:

— Isso… chupa meu cu enquanto ele me fode… porra, eu vou gozar…

E gozou, a buceta contraindo violentamente em volta do pau de Thiago, o líquido escorrendo pelas coxas. Thiago tirou o pau, ainda duro e brilhando de porra e saliva, e se posicionou na frente de Marina.

— Abre a boca — ordenou.

Marina abriu. Ele enfiou o pau até a garganta, fodendo a boca dela com força enquanto Luiza se recuperava ao lado, ainda ofegante. Depois voltou para dentro de Marina, metendo com violência até gozar fundo, enchendo a buceta dela de porra quente. Marina gemeu alto, sentindo cada jato.

— Agora na boca dela — pediu Marina, ainda com o corpo tremendo.

Thiago tirou o pau, ainda pulsando e pingando porra, e Luiza se ajoelhou imediatamente. Engoliu o pau sujo de porra e buceta, chupando até a última gota, a língua limpando a glande com movimentos lentos e deliberados. Marina se aproximou e beijou a boca de Luiza, dividindo o gosto amargo e salgado do gozo do namorado.

Quando Thiago finalmente gozou — primeiro dentro de Marina, depois, a pedido dela, na boca de Luiza —, as três estavam suadas, ofegantes, rindo baixinho de nervosismo e prazer. Luiza se levantou, foi ao banheiro, se limpou com naturalidade e voltou já vestida.

— Foi bom pra vocês? — perguntou, simples.

Marina, ainda deitada, com a cabeça no colo de Thiago, sorriu.

— Foi melhor do que eu imaginava.

Luiza acenou, pegou a bolsa e, antes de sair, beijou a testa de Marina e o ombro de Thiago.

— Qualquer coisa, vocês sabem onde me achar.

A porta se fechou. O silêncio que ficou não era constrangedor. Era denso, satisfeito.

Thiago passou a mão pelos cabelos úmidos de Marina.

— Você ainda quer isso de novo algum dia?

Ela se virou, olhou nos olhos dele e respondeu, com a voz rouca de quem acabara de realizar uma fantasia:

— Eu quero. Mas só com você. E só se for a gente escolhendo junto.

Ele beijou a testa dela.

— Então a gente escolhe junto.

E, naquela noite, o casal de amantes dormiu abraçado, o corpo ainda marcado pelo cheiro de outra mulher — e, de algum modo, mais unidos do que nunca.

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