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8 mulheres que fizeram algo que não deveriam ter feito – Monica quer “casar” e a consumação é a arrombando – 27

Um conto erótico de Sortudo
Categoria: Heterossexual
Contém 4493 palavras
Data: 22/08/2026 22:15:54
Última revisão: 26/08/2026 08:56:44

Eu e Monica, minha irmã que teria se casado aquele sábado, tínhamos apenas dado início à noite de núpcias que ela me pediu em substituição aquela que teria e eu arruinei.

O primeiro ato tinha sido ela estar a noite inteira de vestido branco e por baixo a lingerie de núpcias que tinha sido comprada para seu casamento, mas que seria usada para mim.

Após o jantar e algumas caminhadas chamando atenção de todos, voltamos ao chalé e minha irmã foi para o banheiro se despir do vestido para me fazer a surpresa tão esperada.

Quando a vi só de lingerie, meias transparentes, sapato de salto alto e um pequeno véu, nada tinha sido mais esplêndido para meus olhos. Eu já estava totalmente rendido, mas eis que Monica se aproxima e mostra os detalhes que tinha bordado ela mesma na calcinha e no sutiã. Discretos no tamanho, mas poderosos na intenção.

Neles a mesma inscrição – “Vik’s Wife” ou “Esposa do Vik”

Levantei na mesma hora e a abracei forte e amorosamente.

– Não mereço isso. Você me emocionou. Olhe minhas lágrimas.

Olhávamos um para o outro.

– Eu vi. Não pensei que fosse para tanto um pequeno detalhe. E você merece sim. Se é sobre a história do vídeo, já te disse que em seu lugar teria feito o mesmo e olha onde nos trouxe. No melhor momento de minha vida, com alguém que amo desde que nasceu e vai me amar para sempre. Fora a mamãe, conheço você melhor do que ninguém Vik e sei o quanto você é maravilhoso em tudo. Agora, faça o que tem vontade e consume nosso casamento.

A afastei de meu corpo e olhei de novo aquelas inscrições que ela bordou.

– Não vou conseguir tirar essas lingeries com essas inscrições. Além de estar maravilhosa e gostosa, diz que é minha esposa, só minha.

– Então me deixe com ela e só afaste o que precisar. Nua você me tem quando quiser. Só é melhor tirar o sapato para o salto não nos machucar.

Eu tiraria, mas só quando estivéssemos na cama. A puxei de volta a abraçando e a beijando vorazmente, enquanto minhas mãos corriam suas curvas exuberantes. Segurar seu bumbum volumoso por cima da calcinha era uma delícia, mas estava tão tarado, que a peguei nos braços como uma verdadeira noiva e sem pressa a coloquei deitada na cama.

– Gostei, como a noiva que sou. Vem Vik. Quero você.

Tirei com facilidade seus sapatos bonitos com o qual caminhou pela cidade se apoiando em mim por ser muito alto, depois tirei a cueca e já subi de joelhos entre suas coxas abertas e pernas dobradas em um papai e mamãe. Se era daquele jeito que queria a primeira em nossa noite de núpcias, então seria de acordo com seu desejo.

Antes porem meus lábios e língua tinham um encontro com seus seios e sua bucetinha. Me deitei com o peito apoiado em seu ventre sem o pressionar porque tinha os cotovelos me apoiando no colchão. Primeiro minha mão direita foi para seu seio esquerdo, mas ainda não o envolveu, pois só coma ponta do dedo sentia o pequeno relevo do bordado acompanhando a escrita Vik’s Wife.

– Você já tinha planejado isso de casamento antes de hoje pela manhã no carro, não tinha?

Meus dedos iam e vinham sobre a inscrição que dizia que aquela deusa era minha esposa.

– Só nos últimos dias. Foi quando pensei em transformar esse momento em nosso casamento intimo e bordar a lingerie. Falei pela manhã, pois estava ansiosa se você aceitaria e se aceitasse, queria te deixar tão ansioso como eu estava.

– Pois você me deixou ansioso por ser nosso casamento. Maravilhado com essa lingerie em seu corpo lindo e tarado incontrolavelmente com esse bordado.

Sem dar tempo de ela reagir, o dedo que tocava o bordado, puxou o triangulo para o lado expondo seu seio perfeito e me inclinei já sugando a aréola e o mamilo, enquanto as mãos envolviam as suas bases e começaram os apalpar.

– Aaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhmmmm Vikkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Nosso tesão com aquela preliminar a vendo de lingerie com meu nome e ela se sentindo tremendamente desejada, me levava a crer que Monica estava à beira de um orgasmo e tomei uma decisão importante. Para consumar nosso casamento com orgasmos, daria o máximo que pudesse a ela, pois como homem nunca poderia a igualar, mas tinha aprendido com aquelas mulheres que melhor do que quantidade era a qualidade de cada gozo unidos a satisfação plena de as fazer gozar, as satisfazer e as deixar felizes.

Afastei o outro triângulo do sutiã e fui para a outra aréola e mamilo. Por mais que gostasse de beijar seus seios por inteiro, tinha pressa. Eu mamava puxando para dentro de meus lábios seu mamilo sensível com a determinação de um bebê esfomeado.

– Vikkkkkkkkkkkk. Assim vou gozar.

Só serviu para que eu sugasse mais forte e meus dedos indicador e polegar apertassem e torcessem seu outro mamilo.

– Deus do céu. O que é isso? Estou gozando só pelos seios. Ohhhhhuuuuuuuuuuuuu.

Sugava tanto que até senti um gostinho estranho saindo, mas sabia que não era leite. Não ainda pois um dia mamaria leite de verdade naquelas delicias.

Não era um gozo poderoso, mas Monica se contorcia e agarrava o lençol. A deixando nesse gozo, voltei o sutiã ao lugar expondo meu nome e fui descendo por sua deliciosa barriguinha sarada, dando mil beijinhos e lambidas. Depois beijei por cima do tecido fino seu ventre e quando cheguei de frente a sua conchinha, afastei com facilidade aquele fundo encharcado de sua calcinha liberando o acesso.

Antes de lamber funguei forte porque seu aroma era inebriante, rico, poderoso. Abrindo seus lábios, vi o liquido escorrer por seu cuzinho e tomei uma atitude de improviso. Pegando por baixo de suas coxas as levantei e as empurrei para cima de seu abdômen expondo seu rabinho melado e minha língua foi direto a ele, o lambendo em círculo.

– Vikkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, seu safadooooooooooo.

Seu corpo tremia, mas imaginando que pudesse não gozar só pelo cuzinho após ter um orgasmo, levei dois dedos a sua fenda segurando sua coxa com o cotovelo no ar e devagar fui penetrando seu canal vaginal quentinho e apertado.

– Viiiiiik. Viiiiiiik. Viiiiiiiik. Sua esposinha..... está adorando.

Para mim ela só seria minha esposa quando inundasse seu útero com meu esperma, mas eram pequenos detalhes e jamais iria contesta-la.

Comecei a socar meus dedos e a língua, ao invés de girar ia e vinha o pincelando com toda a pressão que eu conseguia por.

– Ai meu deus. Ai meu deus. Estou gozaaaaando.

Devagar eu ia aprendendo a diversificar os orgasmos que dava, mesmo que por serem oito delas, sempre repetiria muito, o que seria bom para me especializar em cada um deles. Com o tempo eu saberia qual cada uma mais gostava.

Continuei lambendo seu cuzinho rosa e estocando meus dedos até que percebi seu orgasmo perder força. Então parti com a língua para cima, contornei meus dedos e logo lambia seu clitóris, primeiro devagar e depois com uma fricção mais intensa.

Monica gritava de prazer e levantou seu quadril em ponte, mas fui atrás perseguindo sua mini meia esfera sensível. Com os dois dedos em seu canal vaginal, levei o anelar até seu cuzinho e consegui o enfiar até a segunda junta.

Como ataque final, levei a outra mão de volta a seu seio, o apertei e com os dedos espremi seu mamilo.

– Vikkkk. Você é mui......

Sua voz morreu, pois, outro orgasmo a acometeu. Imaginei que teria dito safado. Monica poderia gritar à vontade porque os chalés tinham uma boa distância entre si naquele bosque, mas ela conseguia só murmurar.

– Mmmmmmmmmm. Unnnnnnnnnnnnn.

Eu não poderia estar mais feliz. A tinha feito gozar três vezes fazendo coisas que nunca tínhamos feito, algumas com nenhuma outra. Aquele tesão imenso de mulher me inspirava. Puxei meus três dedos para fora, deixei de lamber seu clitóris sensível e soltei seu mamilo.

Era minha vez e deixando sua calcinha afastada para o lado, fui subindo por seu corpo o beijando até que cheguei frente a frente a seu rosto e a beijei com seus fluidos, o que só a deixou mais enérgica tremendo sob meu corpo pesado.

Achei a portinha, mas não enterrei esperando seu gozo terminar, para poder ter um novo logo mais. Quando terminou, podia estar satisfeita de orgasmos, mas queria outra coisa.

– Quero seu pau imenso marido. Me fode. Arromba a bucetinha de sua esposa sem dó.

Empurrei avançando toda minha glande. Já tinha a penetrado na hora do almoço e parecia a primeira vez com seus músculos poderosos se fechando e comprimindo em torno do que já estava dentro.

Fui afundando sem dó mas não era fácil, nada fácil. Para a excitar, se é que precisava sendo arrombada, fiz o que fiz com Morgana e estiquei seus braços em cruz e prendi seus pulsos no colchão, só que com ela fui além. A provoquei.

– Você é minha.

– Eu sou. Totalmente.

– Faço o que quiser com você.

Era só par a excitar mesmo, e suas respostas também pareciam ser só para me excitar.

– Qualquer coisa. Porque não deixaria se tudo o que faz é maravilhoso.

– Então eu vou fazer.

Parei de falar e a beijando amorosamente fui a penetrando sem parar, mas devagar e ela logo teria o que pediu.

Entre gemidos e gritos estava novamente enterrado no poço da felicidade de minha irmã belíssima. Monica estava ansiosa.

– Me fode Vik. Quero seu esperma.

– Espera.

Minha irmãzinha podia ter planejado tudo o que estava acontecendo, mas eu ia dar minha contribuição e busquei na memória o que sabia que os noivos falavam um para o outro na hora do casamento. Poderia não estar totalmente correto e faltar algo, mas valeria a essência. A encarei e comecei.

– Eu, Victor..... aceito Monica..... como minha esposa na saúde e na doença, na alegria e na tristeza até que a morte nos separe.

Sabia que tinha “legitima” antes de esposa, mas não seria esse o nosso caso. Monica riu e parecia maravilhada com minha atitude, para minha alegria. Me vendo quieto, soube o que deveria fazer.

– Eu, Monica..... aceito Victor..... como meu esposo na saúde e na doença, na alegria e na tristeza até que a morte nos separe.

Fiz o papel do celebrante com uma voz diferente.

– A aliança será um orgasmo mutuo e agora os noivos podem se beijar.

Nos atracamos em um beijo animal ao mesmo tempo que comecei a estoca-la. Fui a estocando cada vez mais forte sabendo que haveriam consequências. Primeiro a intensidade nos fez parar de beijar para respirar, depois mais forte, nossos corpos se chocavam produzindo sons de tapas.

Plaft. Plaft. Plaft. Plaft. Plaft. Plaft.

Os gemidos, quase gritos de Monica vinham juntos.

– Aaauuunnfff. Aaauuunnfff. Aaauuunnfff. Aaauuunnfff. Aaauuunnfff. Aaauuunnfff.

Eu murmurava gemidos a cada encontro.

– Oooouuuuh. Oooouuuuh. Oooouuuuh. Oooouuuuh. Oooouuuuh. Oooouuuuh.

Cheguei a intensidade mais forte que já tinha usado com Monica depois de uns 4 minutos. Queria muito a foder outras vezes naquela noite, então não passei desse ponto, mas já era o suficiente porque os orgasmos cresciam dentro de nós. Monica só não gozou porque tinha tido 3 gozos antes.

Meu suor, caía em seu rosto e quando era perto de seus lábios colocava a língua para fora e o lambia. Ela não tinha nenhum nojo de mim e eu também não tinha nenhum nojo dela.

Mais uns minutos e não consegui mais segurar e gozei muito forte e mesmo tendo gozado no almoço, parecia ter sido recarregado.

– Estou gozaaaaaaaaando minha esposinha, gritei com toda a força de meus pulmões para o mundo escutar.

– Eu também meu maridoooooooo.

Seu grito também foi alto e apesar de único, aquele foi um orgasmo gigantesco, pelo que representava. Quando todo meu esperma passou do meu para o corpo de minha irmã, disse algo que os deixou mais fortes, mesmo que o meu já estivesse no fim. Falei tentando a voz que fiz antes do celebrante.

– Vos declaro marido e mulher.

Mesmo na imensidão de seu orgasmo, Monica encontrou palavras para dizer o que sentia.

– Eu te amo.

– Eu também te amo.

Fui diminuindo a intensidade das penetrações, mas só parei quando seu orgasmo finalizou. Mesmo querendo ficar dentro dela, precisávamos descansar e curtir aquele momento. Deitei a seu lado e o que fiz foi dar a mão e cruzar nossos dedos, representando nossa união.

Mesmo sem um papel, eu me sentia seu marido, o homem que ela amava e queria em sua vida e eu certamente estaria lá. Não sozinho, mas no tempo que estivesse só com ela a faria ser muito especial, como realmente era.

Demorou um pouco e ouvi sua voz baixinha, os dois olhando para o teto e mãos que não se desencaixaram.

– Vik. Não acredito que fizemos isso.

Virei de lado olhando para aquele corpo perfeito estendido com aquela lingerie transparente, meia e incrivelmente ainda com sua tiara de véu, mas toda torta. Também não acreditava pois ela era muita areia para meu caminhãozinho.

– Arrependida?

Monica também ficou de lado olhando parecendo preocupada por eu poder pensar que estava arrependida.

– Nãooooo. Pelo contrário. Não acredito pela forma que concretizamos nosso casamento, mas estou absurdamente feliz e empolgada. Você ainda disse aquelas coisas dos casamentos tradicionais que deixou tudo mais intenso. Amei o que falou e esse casamento vale mais do que qualquer papel. Tão novinho e já tem a responsabilidade de ter uma esposa e cuidar dela.

– Como eu disse, nunca foi só sexo. Quando eu me masturbava pensando em você era só sexo, mas quando eu sonhava com você, queria ser seu namorado e até marido, mas fiquei triste quando arrumou o namorado e pior quando ficou noiva.

– Ahh, me perdoe. Nunca me dei conta, mas se voltasse no tempo faria tudo do mesmo jeito, pois foi a decisão de casar com ele que levou aquela despedida de solteira, aconteceu o que aconteceu e estou aqui casada com você e não com ele. Quando comecei a namorar e depois ficar noiva, você parou de se masturbar pensando em mim, só pensando nas outras, perguntou safadinha.

– Não, nunca parei. Você e a mamãe são minhas mulheres ideais, independentemente de serem solteiras ou casadas.

– Se eu não tivesse desistido de casar e te quisesse como amante, você teria aceito?

– Por causa do que o papai faz com a mamãe, acho muito errado trair, mas se fosse você, seria impossível negar.

Monica sorriu.

– Até te falei que pensei na hipótese, mas em um mês o casamento terminaria. Eu não sentiria o pau dele e ele não a sentiria apertada como antes. Com você, só é sempre dolorido e apertado, porque é grosso demais e minha buceta nunca ficará da mesma largura, mas é claro que ela não é mais tão fechadinha como antes. Ele com razão desconfiaria.

– Felizmente você não tem esse problema e eu tenho a esposa que sonhei e é impossível ficar satisfeito na noite de núpcias com ela tão espetacularmente gostosa, com uma lingerie com meu nome com só um gozo. Agora te quero de 4 e vou comer os dois buraquinhos, falei safado.

– Ahh Vikkk, gozei 4, a última muito, muito intensa, mas eu quero mais. Estou insaciável.

– Vou pegar o gel na mala. Você sabe o que fazer.

Ela me olhou safada.

– Sei sim maridinho. Nas próximas no bumbum, quero testar outras posições.

– Faremos isso.

Desci da cama e quando voltei com o gel, Monica já estava de 4 e ao me colocar de joelhos atrás dela, tive as mesmas intensas reações de quando a vi com aquela lingerie saindo do banheiro.

Já conhecia seu corpo espetacular de 4, mas não com aquelas meias e lingeries sensuais. Nem com aquela tiara de noiva que ela arrumou no lugar. Apesar de alta na cintura aquela calcinha era cavada e com elásticos fininhos, não se aguentou e se enterrou em seu bumbum redondo e generoso.

– Aaaiiihhhh que tesão incontrolável. Dá vontade de ir direto para o cuzinho, mas adoro essa bucetinha e aproveito para prepara-lo com os dedos para doer menos.

Monica me olhava por cima do ombro sempre gostando de ver como a desejava.

– Não Vik. Sem preparação, só o gel. Quero ele esfolado. Quero os dois buraquinhos esfolados e os maxilares doendo, até você voltar a me comer. Sua esposa é sua putinha que adora dar o cuzinho para esse pau grandão e precisa se acostumar.

Claro que como homem adorava a passividade de titia e das mais novas podendo fazer o que quisesse com elas, mas como era delicioso quando eram ativas e tomavam as atitudes como Monica agiu naquele instante.

Olhei para aquele tecido amontoada em seu rego e tão encharcado abaixo na bucetinha que ficou ainda mais transparente, parecendo que nada a cobria. Com o dedo, fiz um gancho e o puxei de entre suas polpas, coloquei de lado, o posicionei em sua portinha e sem dó o enterrei na velocidade que suas paredes justas permitiram.

– Ahhhhhhhhhuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiii. Isso meu homem macho e viril. Me esfola todaaaaa.

Acima de meu pau desaparecendo com dificuldade naquela portinha toda esticada, via seu cuzinho rosa, delicioso, onde logo ele estaria.

Minhas mãos seguravam firme sua cintura por cima da calcinha sensual, falsamente inocente por ser grande, mas totalmente transparente. Sem invenções de penetrações dupla ou tripla eu a queria no esplendor de sua visão de 4 quando gozasse em seu rabinho.

Chegando ao fundo comecei o vai e vem assistindo aquele show de meu pau grande e grosso sumir naquele buraquinho e depois aparecer. Monica gemia alto acompanhado o vai e vem e queria a fazer gozar, para podermos ir para o prato principal.

– Me dá uns tapas na bunda Vik. Me faz gozaaaaar de novo.

Lembrei que dá outra vez que me pediu tapas, sua justificativa foi que eu deveria puni-la por ela ter me tratado mal nos dias anteriores, então a provoquei.

– Você não me tratou mal para eu dar tapas.

– Não importa Vikkkk. Eu gosto de seus tapas. Você e esse pau transformaram sua esposinha em uma safada e gosto de tudo o que você faz. Vai me dizer que você não gosta de eu ser assim?

Plaft.

– Eu adoro e sempre vou te dar o que você quiser.

– Então me dê tapas. Arromba minha bucetinha. Me de seu esperma e me faça gozar. Esse é o dia mais feliz de minha vida. Ahhhhhhhmmm.

Dando os tapas que ela queria que estalavam em seu bumbum fofo, cheguei a mesma intensidade do papai e mamãe anterior e mesmo a segurando com uma mão, seu corpo ia para frente a cada estocada. Não demorou e gozou.

– Viiiiiikkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Quase gozei junto, sentindo sua buceta me espremer mais intensamente, mas me segurei, porque aquela noite ainda prometia e eu iria querer gozar outras vezes.

Enquanto minha irmãzinha gozava, espirrei o gel abundante em seu cuzinho e o espalhei sem afundar o dedo. Puxei o pau para fora, o lambuzei também e ao colocar a ponta em seu anelzinho comecei a forçar e ele entrar. Relaxada pelo orgasmo Monica aguentou bem a penetração inicial, mas quando a glande toda escorregou para dentro e se encaixou, deu um grito enorme e não pareceu ser só de dor.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.

Parei um pouco assustado de a ter machucado.

– Vaiiiii Vik. Sem medo. Come o cuzinho de sua esposa pela primeira vez. Olhe para sua esposa de 4 com a lingerie com seu nome Vik. Você me tem como sonhou seu depravado deliciosooooo.

Monica me provocou demais e fez meu tesão chegar aos céus. Fui penetrando aquele cuzinho, mais rápido do que na única vez que tínhamos feito e nem o tinha preparado com os dedos desta vez.

Seus gritos de dor e prazer, muito mais de prazer ecoavam pelo chalé e talvez pela montanha naquele silencio profundo da noite. Vi desaparecer o primeiro terço, depois o segundo e após uns 2 minutos, meu pau estava cravado inteiro no cuzinho de minha irmã escultural.

Comecei o vai e vem segurando em sua cintura. Seu orgasmo tinha terminado, mas seu corpo tremulo dava sinais que teria outro. Fui safado ignorando seu sofrimento, porque queria aproveitar muito daquele momento, se bem que seu sofrimento era menor do que seu prazer e tesão.

– Bate de novo Vik. Quero gozar com você.

Soltando uma mão, voltei a dar os tapas que ela gostava, trocando as polpas para não a deixar marcada depois. Após se acostumar e parar de gritar, no ar só se ouviam nossos gemidos luxuriosos e os tapas.

Mais uns 3 minutos e soltei a outra mão e a levei a seu cabelo cacheado agarrando seus cachos na nuca para não tirar seu véu. Com os tapas e meu pau estocando seu cuzinho, Monica foi a loucura.

– Eu vou gozar de novo Vik. Eu vou gozar. Aiihhhh. Estou gozaaaaaaaaaaando.

Na mesma hora liberei o meu gozo aprisionado e comecei a jorrar meu esperma quente ainda volumoso em seu segundo buraquinho.

Foram orgasmos de intensos prazeres e quando terminou, os dois juntos pois o seu era o quinto, deixei aquele bumbum monumental e me deitei com Monica se deitando de bruços com a cabeça parte em meu braço e a face em meu peito olhando para mim sem condições de falar como eu.

Minutos depois, fui o primeiro a falar.

– Te machuquei?

– Você só fez o que te pedi. Me esfolou gostoso, sorriu.

– Vamos tomar banho. Pena que teremos que tirar essa lingerie, que diz que você é minha.

– Depois da posse que você tomou, não precisa mais nada para dizer que sou sua. Intensa, maravilhosa e indiscutível.

– Então vamos. Como se não achasse seu corpo nu o mais lindo, perfeito e gostoso que possa existir.

No banho estávamos felizes e nos pegamos várias vezes. Quando saímos, Monica até viu se poderia vestir de volta a lingerie, mas a calcinha estava interditada de tanto esperma e fluidos.

Nos hidratamos e voltamos a cama, e abraçados caímos no sono. Certa hora a sinto me cutucando.

– Acorda Vik, já passou da meio noite e é outro dia e não fizemos amor ainda. Vou sentar em seu colo.

Sentei-me apoiando as costas e Monica me montou já o encaixando duro dentro de si. Quando me senti acordar estava semiduro, mas com o que Monica falou, ficou duro na hora. Fizemos amor, mais calmamente e quase no escuro total achei aquelas lagrimas perfeitas e me deliciei com elas até gozarmos juntos.

Dormimos de novo sem banho e nus, o que não impediu já com a luz clara da manhã ser acordado com ela me chupando vorazmente. Me vendo abrir os olhos, o tirou da boca.

– Bom dia amor. Bem-vindo a nosso primeiro dia de casados. Desde aquele primeiro dia que te chupei e não resisti não engolir seu esperma, o adoro em minha boca. Quero chupar bastante para doer os maxilares, assim aproveito aprender mais e faça melhor para que você sempre queria, assim sempre terei seu esperma, falou safadinha.

– Por ser você fazendo pode ser a pior do mundo que ainda vou gozar.

Ela sorriu e voltou a chupar e lamber e toda vez que percebia que eu estava perto diminuía o ritmo até que muitos minutos depois o tirou e olhos para mim, mexendo os maxilares certamente doloridos de tanto se abrirem e ficarem abertos.

– Pronto, está doendo. Agora vou te fazer gozar Vik. Me dá seu esperma.

Chupando com extrema volúpia, Monica me fez gozar em menos de 1 minuto e bravamente engoliu todo o esperma produzido naquela madrugada e era muito vindo em ondas.

– Aaaahhhuuuu. Que boca mais deliciosaaaaaaaaaa.

Quando terminei, Monica queria mais e não parou e eu sabia o motivo. Quando em pouco tempo o deixou com uma barra de aço o largou e se sentando ao lado dele, passou uma perna sobre mim, o colocou na vertical e foi lá em cima se encaixar.

– Aaaaaahhhhhhuuuuuuuuu, que saudade dele. Vou ficar o tempo todo excitada esperando minha vez. Saiba que nunca fui assim Vik. Eu era uma mulher que ficava satisfeita com 2 vezes por semana com aquele sexo padrão.

– Use mais vestidos, assim a qualquer hora podemos dar uma rapidinha sem compromisso. Em qualquer lugar da casa.

– Ahhhh Vikkkkk. É sério isso? Vai ser a solução para os intervalos de nossos momentos.

– Sério, mas vou pedir para as outras três de casa também usarem. Quando me der vontade, vou me alternando entre vocês.

Monica se soltou corajosa engolindo metade de meu pau.

– Ahhhhhhhhhhhhiiiii. Amo esta dor que sei que vem com muito prazer atrás.

Apressada, com certeza Monica se esfolou mais do que já estava e meu pau desapareceu naquela bucetinha de lábios finos rosas formando um círculo em torno a raiz.

Monica parecia uma estátua sentada eretamente com suas curvas acentuadas, barriga retinha, seios divinos e uma beleza sem igual. Era uma visão estonteante e assim que começou o movimento de vai e vem, apoiou as mãos nas coxas e passou a me olhar com uma carinha necessitada.

Em menos de 5 minutos naquele vai e vem intenso, gozamos poderosamente juntos, o meu curto por já ter gozado, mas o seu longo, bem longo.

Terminado se inclinou para a frente se deitando em meu abdômen. Minhas mãos acariciavam suas costas. Ela se lamentou.

– Que pena que nossa noite de núpcias acabou, mas você terá muitas outras depois que souberem de nós.

– Pode acontecer, mas não uma atrás da outra. Terão que ter ao menos sua idade.

– Terá que ter outro critério. A Livia é mais velha, a Victoria e a Suzi têm minha idade. Só sobrariam nossas irmãzinhas.

– Uma a cada 6 meses na ordem de idade. A Livia seria a próxima. Não daria conta de tantas noites de núpcias assim em pouco tempo, sorri.

– Quanto mais demorar, mais tempo fico só eu de esposinha. Mereço porque seria a única a casar.

– Merece tudo. Vamos tomar outro banho, tomar o café da manhã e pegar a estrada para casa. Elas devem estar curiosas. Você tinha contado a elas do casamento?

– Não. Será surpresa.

Tomamos um banho delicioso, fomos tomar o ótimo café da manhã do hotel após arrumar a mala pegamos a estrada. Naquelas quase 2 horas não paramos de conversar animados, com Monica me questionando quais roupas dela eu gostava mais, para comprar outras parecidas. Também me perguntou de lingeries e pedi para ela ser a mais básica possível, só dando preferência a rosa e branco, mas que não excluísse outras.

Também conversamos muito sobre o futuro começando pelo dia seguinte, uma segunda-feira, pois eu já tinha feito amor com as 8 mulheres que eu queria. No princípio nenhuma queria estar comigo, mas depois de tudo elas também queriam continuar e eu teria que as satisfazer não só sexualmente, mas como parceiro cuidando delas e fazendo programas juntos com cada uma individualmente.

Monica, afirmou que tinha a certeza que eu conseguiria. Eu também confiava ser possível, mas só o tempo diria.

*****

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Comentários

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Que tesao ! Lê seus contos me dá um tesao absurdo

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Os motéis antigamente eram muito maiores que hoje. Não tenho a fertilidade e criatividade do autor. Resumo simples pra pra ele poder criar em cima desta pequena lembrança, ´q eu já tinha ela assunida o detalhe foi somente tocar de dedo os anéis, ao passar pelo antigo motel sei que minha antiga suite nupcial agora é um mero setor, hoje funciona mas são 10 quartos. Mas naquele dia eu e ela, depois de sair da piscina e agora na sauna relaxando nos olhamos, simples dois corpos que já se conhecem satisfeitos suando e sem trocar o anel de mão. A lingerie branca espalhada pelos ambientes, eu fui feliz um dia, eu que estraguei tudo por infidelidade ela aguantou mais que deveria eu sei que hoje devia ter uma atitude diferente, mas eu errei como falei ambos eramos menores de idade eu naquela época com 14 ela jã com 15, mas vivemos juntos 10 anos mais, eu que errei.

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O meu foi com amada proibida, ela com 6 meses mais de vida que eu ambos menores. Eu já tinha dado a ela uma bela aliança de ouro como ela merecia, mas como ressalvo sempre sou normal e orgulhoso de mim.

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Eu nem posso acreditar no que li. Somente quem sabe a diferença entre gozar e ter um orgasmo total pode entender. Não sie escrever tão bem como o autor, nem pretendo, só provoco. Sim minha primeira lua mel foi analoga, e óbvio pra mim muito muto melhor, sem estas restrições morais , mas outras haviam, tenho um Tera bit de provas.

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Ótimo conto!

Muito excitante.

Aguardando continuação...

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Ta koco cara, to passado e o simples detalhe do bordado a mão, parei qui , escrevi demais, posso até reescreveros meus meus conseitos ops parei, os erros tdos sao meus

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Oi Gringo. Até eu fiquei emocionado com o bordado na lingerie quando escrevi. Senti que consegui passar muito amor de Monica para o Vik.

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Se puder, explore o sortudo assumindo uma posição dentro da empresa de mando no pai e tio que merecem ser punidos por deixarem as mulheres na mão. Esse arco pode ser interessante. E torne-o um pouco mais duro com elas, as vontades dele precisam ser exploradas mesmo que elas fiquem à contragosto. De resto, soberbo!

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Obrigado Carlos578. Tem grande chances de estar acertando em sua sugestão. Em um comentário, já disse que ser mais duro com elas pode sim acontecer.

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Mal vejo a hora do Vick assumir como homem da casa oficialmente, o Pai e o Tio pediria divórcio deixando as duas famílias a cargo do Vick. E o grande final seria a primeira " esposa " já grávida 🤰 ou a mãe e a tia juntas .

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Casa mesmo! Vem as filhas por aí...

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