Na sexta, Candinho acordou amassado e destruído pouco antes da hora do almoço. Ele tomou banho, comeu churrasco com os parentes, deu um mergulho na piscina e tirou o dia pra cuidar do estrago da noite anterior.
As pregas do cu tavam assadas da passagem dos gêmeos Gilson e Gerson, a pomada deu uma segurada na dor e aliviou a ardência, mas só tempo e descanso reparariam os efeitos da dupla penetração na laje.
Por um lado, era ruim sentar de lado e sentir as coxas escorregando, como se estivesse cagado; por outro, era boa a luxúria de olhar pros primos, ver o risinho bobo na cara deles e saber que foram esses safados os responsáveis pela selvageria.
Vontade de repetir? Com certeza. Mas por enquanto a prioridade era a recuperação, até pra quicar de novo depois, se fosse o caso. Sendo assim, Candinho pegou a câmera, preparou o copão de caipirinha e passou a tarde em paz, na dele, tirando fotos despretensiosas na orla da praia até o anoitecer.
- Mentira que você vai trabalhar hoje, Norminha? Pleno feriadão, mulher? – Madalena suspirou na porta do quarto.
- Pois é. É em época de feriado que o hotel lota, menina, aquilo lá é uma loucura. Fico a madrugada inteira correndo pra lá e pra cá. – Norma explicou, enquanto terminava de se arrumar. – E a senhorita e Aloízio, hein? Vão ou não vão comemorar a lua de mel?
- Vamos hoje, ele que escolheu o motel.
- Hmmm, que chique. É aquele bonitão que tem no fim da orla?
- Esse mesmo. Banheira de espuma, teto espelhado, cama redonda... É hoje que o bicho vai pegar, amiga. Hahahah. – a mãe do Candinho se empolgou no vestidinho batido e foi no espelho se maquiar também.
- Babado, Madá. Vocês merecem. E ó, a suíte master tem até pole dance e cadeira erótica, viu? – a concunhada caiu na risada.
- Então quer dizer que você e Vitório já andaram frequentando a suíte master? Safadinha, essa minha amiga. Bahaha.
- Amor, se eu contar... Não é por ser meu marido não, mas Vitório não existe. Esse homem acaba comigo, nunca vi outro igual.
- Ih, então é de família. Aloízio é a mesma coisa, um fogo sem fim.
- Não, Madá, pior que nem tô falando de fogo. Assim, ele tem energia, tem disposição, mas tô falando é do... Instrumento de trabalho dele, sabe? – Norma abriu as mãos e gesticulou o tamanho de algo inimaginável.
- MENTIRA? – Madalena quase teve um troço.
- Tô falando, amiga. Tem vezes que só a ponta do negócio já me deixa cheia, não aguento não. Ele fica rindo, mas é verdade. Vitório é um monstro. Hahaha!
- Norminha, misericórdia! Tá confirmado, é de família. Eles são irmãos, devem ter herdado a rola grande do pai. E o fogo também, hahaha. – a coroa ficou eufórica com a descoberta.
- O Aloízio é a mesma coisa?
- Igual. Ele é bruto, quer transar que nem bicho. Se deixar, faz estrago. Eu que tenho que botar rédea e ficar controlando ele na cama. E digo mais... Bruno deve ter puxado o pai também. Já encontrei camisinha cheia de gozo no chão do banheiro uma vez.
- Que isso! Meu sobrinho deu esse mole?
- Pois é, Norminha. Ele nega até hoje, mas sei que era dele. Eu e Aloízio não usamos preservativo e Candinho não pensa nessas coisas, então só pode ser do Bruno.
- Mas isso te impressiona, Madá? Se eu contar quantas piranhas o Gil arrasta pra cá fim de semana... Pelo menos Bruno usa camisinha. Meu filho não. Eu vou ser avó cedo, cedo.
Candinho tava parado no corredor, analisando as fotos da câmera, girando o anel de bronze no dedo e ouvindo atentamente a conversa das duas atrás da porta, como quem não queria nada. Descobrir que o padrasto e o tio eram pirocudos não foi o que deixou ele de cuzinho piscando, mas sim ter escutado da boca da tia e da mãe, que eram as pessoas que conheciam Aloízio e Vitório na intimidade.
Se elas, que eram esposas, afirmaram, só podia ser verdade. Quem sossega o cu depois que fica sabendo desse tipo de informação? Foi questão de tempo até a caipirinha fazer efeito e Candinho sentir fogo nas entranhas outra vez, agora pelo tio postiço, o pai dos gêmeos.
A noite cobriu Iguaba, o calor deu lugar à brisa amena, a maresia tomou a orla e os quiosques começaram a encher de gente procurando diversão.
Norma foi pro hotel trabalhar, Madalena e o marido Aloízio saíram pra tão planejada lua de mel, e Bruno Terrier se arranjou com a mesma moça do dia anterior. Gerson tomou banho, pegou o carro e foi pra casa da namorada roqueira, Gilson vestiu o traje da Lacoste, bolou o beck e meteu o pé pro baile com os colegas da comunidade.
Sozinho no casarão, Candinho preparou a segunda jarra de caipirinha, limpou a memória da máquina fotográfica, ligou o som e colocou uma música da Gal Costa, pra assobiar enquanto mexia no notebook. Foi aí que seus ouvidos captaram aquele som pesado indo e vindo no fundo do ambiente e ele saiu da cozinha pra ver de onde vinha o barulho.
Ao chegar na sala, ele deu a volta no sofá e não acreditou no que viu. Primeiro, o par de coxas peludas, depois as panturrilhas malhadas, o abdômen grosso e o peitoral aberto, subindo e descendo com a respiração pesada. Na sequência, as axilas carregadas de pelos, a barbicha no queixo e a boca aberta, roncando alto.
Veias nos pés, dedos largos e ligeiramente achatados. Tatuagem, sobrancelhas bem marcadas, bíceps e tríceps saltados, trapézio desenhado, ombros volumosos... O tiozão parecia o Kratos dormindo na poltrona, mas o detalhe mais marcante e impactante ainda tava pra ser descoberto.
- !!! – Candinho abriu a boca e quase disse algo quando viu a barraca armada na samba-canção.
Na verdade, esse detalhe nem foi descoberto, já que ele escutou o papo da mãe e da tia mais cedo e ouviu ambas afirmarem que a genética dos maridos era poderosa. Ainda assim, nada o preparou pra dimensão anômala da coisa.
E que coisa!
O que Vitório tinha entre as pernas nem de longe pareceu um pau normal. Aquilo não tinha comprimento de pica comum, muito menos largura, tava mais pra canhão, um lança-rojão! Era um vergalhão de aço, uma viga da construção civil, a piroca de um cavalo no corpo de um professor de educação física e judoca profissional.
Como entender? Como explicar?
Enquanto o marido da Norma dormia e roncava, sua trolha latejava em CAIXA ALTA na samba-canção, como se estivesse viva, mas não tava completamente ereta. Deu pra ver que era massuda e que mais um pouquinho daria a volta na cintura, de tão grande.
A imagem que marcou foi quando ela enrijeceu, fez o sacão esparramar pra fora do short de dormir e os bagos de touro vazaram, um mais peludo e pesado que o outro. Lembravam almofadas, acolchoados e macios. O escroto era pelancudo, carnudo, feito de pele dura e tomado de pelos escuros, com os ovos redondos e obesos ostentando testosterona.
Não era mero saco, era um reservatório de leite! A única coisa que faltou foi a pica vazar também, mas isso não aconteceu. Depois de três latejos consecutivos, Vitório começou a acordar, esticou o corpo pra se despreguiçar e a vara esticou junto, quase rasgou a roupa.
Os culhões deram aquele estanque da retração, subiram dentro do saco e o trintão soltou um urro de leão, a rola quase bateu no teto da sala. Coitado... Despertado pela própria piroca, é mole? Não. Mole é que não era, tava duro e estalando. Vitório tossiu, seu corpo deu um espasmo e a mangueira mexeu junto, causou transtorno no pijama.
Foi difícil pro Candinho fingir que não viu a mancha de baba no pano, mas ele se esforçou, segurou a câmera e fez o registro com muito gosto, pegando o ângulo perfeito pra mostrar o malote do tio, os sovacões, as solas dos pés e os pelos abaixo do umbigo. Que fotógrafo bom de olho.
- Fala, meu rapaz. Tranquilo? – Vitório fez a pergunta e aguardou resposta, mas ela não veio.
Ou, pelo menos, não de forma verbal. Cândido assentiu com a cabeça, virou o copo de caipirinha e sorriu.
- Eita, tá com sede. Isso aí, aproveita Iguaba. Queria tá de folga também, mas hoje os moleques me amassaram no treino. Tô moído, Candinho...
Bobo nem nada, o loiro deu a volta na poltrona, pôs as mãos no trapézio do lutador e começou a apertá-lo, meio que dando massagem. Vitório fechou os olhos, abriu a boca e soltou um gemido gostoso de relaxamento. Acabou ficando à vontade demais, e a pica ainda tava grossa na samba-canção.
- Mmm... Valeu, garoto. Só tu pra lembrar de mim. Todo fim de semana é isso, tá vendo? Os moleques na rua, Norma no trabalho e eu sozinho. Meu irmão eu entendo, veio passar a lua de mel, mas o resto... É foda. – desabafou o tio.
Como estava atrás do sofá, Candinho o viu de cima e reparou no volume descomunal na lateral da coxa. Parecia até que Vitório tinha escondido o tubo de antitranspirante dentro do short. Se dissessem que ele tinha três pernas, o sobrinho curioso certamente acreditaria.
Logo Cândido entendeu de quem Gilson puxou a mania de andar sem cueca. Não só isso: bastava olhar o paizão e qualquer um entenderia de onde seus filhos puxaram a gostosura, o jeito safado e a rola grande. Genética poderosa, a da família do Aloízio...
- Tua mãe vai passar a noite fora, né? É... A madrugada vai ser boa pra eles. Hehehe. E eu aqui na mão. Eu não, nós. – Vitório bocejou. – Parece que é só eu e tu hoje, Candinho. Preparado pra encher a cara com o tio?
Candido concordou na hora. Já correu na cozinha e foi providenciar mais caipirinha, agora de maracujá, pra acalmar os nervos. Ele voltou pra sala com os copos cheios e não encontrou Vitório, que tinha ido no banheiro esvaziar o tanque.
Os dois se reuniram no sofá, o tio provou a caipirinha de maracujá e elogiou, ainda na samba-canção soltinha, mas agora de rola mole.
- Porra, acertou no ponto. Que isso, parece drink de bar. Docinha, docinha...
Enquanto bebia, o pai dos gêmeos desceu a mão no volumão, deu aquela coçada braba e seus puxões quase fizeram o pijama descer demais. As entradas da cintura apareceram, os pentelhos deram o ar da graça e, como sempre, Candinho precisou se concentrar pra não acabar vacilando na manjada. A boca encheu de saliva no azedo da fruta.
- Cadê, tem mais? Faz logo uma garrafa, vamo passar a noite entornando caipirinha. Bora lá, te ajudo.
A dupla foi pra cozinha e preparou logo três jarras da bebida, o combustível perfeito pra acompanhar o churrasquinho acebolado e o jogo de buraco no tapetão da sala de estar. Sentados no chão e de frente um pro outro, Vitório cruzou as pernas e não percebeu o ovo esquerdo vazar na saída da roupa.
- Ué, tá entregando o jogo? Vai liberar as cartas assim, meu garoto? Tá fácil demais, heheheh. – o marido da Norma se gabou.
Cândido não sabia se olhava pras cartas no tapete, pras cartas na mão ou pra bolota peluda e nervosa querendo escapar pela lateral da coxa do tio. O tenso é que, na sequência, Vitório esticou o corpo pra frente pra abaixar a canastra, abriu as pernas e suas solas pararam praticamente na cara do loirinho, que suou de nervoso.
- Bati. O morto é meu, teheheh! – o mais velho ainda comemorou e torceu os dedos dos pés, um por um.
O perfume que subiu dos espaços entre eles tinha muito do gosto cítrico do Gerson, e também lembrava as notas terrosas e amadeiradas do cheiro do Gilson, o que é compreensível, já que aquele ali era o pai deles. Mas, ainda assim, Vitório tinha um aroma próprio e original que era muito dele, uma testosterona que lembrava cheiro de louro.
- Mmmm... Ainda tô morto, acredita? Cheguei tão cansado que caí no sofá, nem tomei banho. Tô fedorento, tehehe. Se Norma me vê assim, ela xinga até ano que vem. – o macho esticou os braços e começou a se despreguiçar, mostrou as axilas fartas.
O cheirão veio forte, Candinho quase caiu pra trás no meio do jogo. Poderia ser só a visão dos sovacos, mas não, os bíceps grossos também apareceram, o ovão continuou escapando na samba-canção, as plantas dos pés dobraram e o cheiro do suor do Vitório cresceu, fez uma neblina masculina ao redor deles.
O nariz ardeu nos feromônios do tio gostosão. A caipirinha esquentou a corrente sanguínea e Cândido tornou a encher os copos, viciado na presença do pai dos gêmeos. Depois do quinto copo, ele tomou coragem, segurou o pé esquerdo do macho e deu um aperto com força na região superior, como se quisesse massagear.
- Ssss! Porra, garoto, aí sim. Tu é sagaz. Agora entendi por que Aloízio disse pra deixar a luta só pro Terrier. Teu negócio é massagem, não é? Pode apertar, isso.
Foi poder demais. Segurar a pata de um jumento caralhudo daquele, contemplar seu físico exposto e ainda por cima pegar na base do corpo dele? Muito poder. A sensação explosiva do chulé chumbou o cérebro do Candinho em pouco tempo, ele se distraiu completamente do jogo e passou a dar atenção exclusiva à massagem.
- FFFF... Caralho... – Vitório relaxou demais, fechou os olhos e a carência falou alto na pele.
Nem foi por maldade, foi sem querer. Cinco dias sem gozar, tendo que trabalhar em pleno feriadão, de saco pesado e aflito por contato íntimo, quem aguenta?
O toque macio e preciso das mãos do sobrinho postiço desataram os nós certos nas plantas dos pés, a musculatura ficou solta e a massagem deveria ter parado aí, mas os pelos das pernas arrepiaram, subiu aquele frio saliente atrás das panturrilhas e as bolas efervesceram dentro do saco.
- SSSS... Que mão é essa... Porra... – ele chegou a se torcer de prazer no tapete.
Quando fechou os olhos outra vez, a pica deu um tranco avassalador, subiu no short e o macho ficou vermelho de vergonha, não soube onde esconder a cara. Foi aí que ele caiu em si, recobrou a razão e lembrou que aquele ali era o enteado do irmão, só então tirou o pé do colo do Candinho e interrompeu a massagem.
- Acho melhor eu... Jogar uma água no corpo. Tomar um banho frio pra tirar essa inhaca. Vou lá. – e saiu.
Cândido viu o lutador andar pro banheiro, cerrou os olhos e ficou ali, pensativo no tapete. Inquieto, cheio de água na boca, com o chulé do tio ainda lhe queimando as narinas e o cuzinho piscando, tentando sobreviver às fodas da madrugada anterior. Ele ficou puto de não ter fisgado, mas o que aconteceu a seguir o deixou curado.
- Candinho! – Vitório gritou do banheiro. – Será que tu pega a toalha em cima da cama pra mim? Esqueci.
Na hora. O novinho correu no quarto, voltou no banheiro e parou na porta, hesitante sobre o que fazer.
- Cadê? Pode entrar.
Candinho entrou e tentou fingir normalidade, mas ver Vitório nu saindo do banho foi catatônico, um marco. Geleiras derreteram nesse momento, placas tectônicas chacoalharam e o vento correu mais forte, toda a natureza se curvou à exuberância física daquele homem. Aliás, homem não, macho. Aquilo era machão raiz, tão rústico quanto o irmão, Aloízio.
- Valeu, garoto. Brigadão. – o tio agradeceu.
Mas o sobrinho não conseguiu se mover, Cândido simplesmente não saiu do lugar. Ele até tentou levantar os pés e fazer a volta pra deixar o banheiro, mas seus olhos hipnotizaram na descidinha da cintura definida do tiozão, o cérebro deu pane e o corpo não se deslocou.
- Candinho? Pode ir, peguei a toalha.
Não adiantou, o garotão não se mexeu. A única coisa que existia pra ele naquele instante era a penca do caralho pendurada na virilha do macho. Parecia uma fruta pesada, madura e pronta pra ser colhida diretamente do pé, imensa do talo à ponta.
- Que foi que tu tá olhando? – Vitório deu um riso cínico, tirou a toalha da frente e se fingiu de inocente. – Ah, isso aqui? Hehehe...
Filho da puta. Ele tinha nada mais nada menos que a maior piroca que Candinho já viu na vida, algo desproporcional e difícil de acreditar. Era maior que um antebraço, larga feito um pulso e com a cabeça parecendo um coração de boi, em formato solto e desprendido do resto do corpo.
Nem as picas do Gerson e do Gilson juntas batiam aquela lapa de caralho sozinha. Não dava pra arriscar as medidas, mas era algo grotesco, na casa dos 18cm por quatro dedos de largura. Mole, tá? Flácida. Desrespeitoso um troço desse, doentio alguém ter um membro assim.
- “Tô falando do instrumento de trabalho dele, sabe? Tem vezes que só a ponta do negócio já me deixa cheia, não aguento não. Ele fica rindo, mas é verdade. Vitório é um monstro, Madalena.” – as falas da tia Norma ressurgiram na mente e Candinho fez que sim com a cabeça, em concordância.
Norma certamente recebia aquela glande e já ficava com a buceta lotada, estufada por dentro. Só de olhar, dava pra concluir que era anatomicamente impossível aquele poste caber num buraco.
O tipo de caralho que começava imenso e terminava maior ainda, com as veias estufadas ostentando agressividade e os pelos escuros dando um tom bruto. Tão pesado que era naturalmente torto pra baixo, ideal pra chegar na garganta. Combinava com o saco feito em pele grossa e com o volume dos ovões, e o pior de tudo é que o puto sabia que era dotado, o sorrisinho torto entregou.
- Quer ver uma coisa engraçada, rapaz? Olha só. – o macho suspendeu a pica, botou o sacão pra frente e, junto das duas bolas, surgiu uma terceira.
Bem no meio, entre as outras, e do mesmo tamanho. A boca do Candinho abriu, os olhos arregalaram e as sobrancelhas subiram, ele ficou impressionado com aquela visão esmagadora. Como era possível um homem nascer com rola de jegue e ainda por cima ter três testículos? Inacreditável.
- É, eu sei que chama atenção. Hehehehe... Entendeu por que eu sou pai de gêmeos? Daqui a pouco vem trigêmeos aí, é moleza pra mim. Não falta leite aqui. – Vitório arregaçou o couro grosso, mostrou o cabeção de cogumelo e extraiu praticamente um jato de mijo de babão, aos risos.
Era espesso, transparente, morno, com cheiro forte de cloro masculino e textura meio viscosa, resultado de uma dieta hipercalórica. E como ele tava com fome, babar foi inevitável. O loiro, por sua vez, ficou desorientado, perdido no que fazer.
- Já tá bom, Candinho, agora vai lá. Pega mais caipirinha pra gente, vai?
Não adiantou, Candinho não saiu. Estava chocado, em transe, 100% absorvido na dimensão megalomaníaca daquela rola. Chegava no peitoral do tio, dá pra acreditar? O tiozão percebeu a cara de sede em direção à tora, tirou o sobrinho de baixo a cima e a trolha deu um espasmo inesperado, aumentando drasticamente de tamanho.
- Rapaz... Se continuar olhando assim, eu vou achar que tu... Sei lá... – Vitório deu outra arregaçada, extraiu mais pré-porra manualmente e dessa vez o jato chegou a respingar no braço do Cândido, que não perdeu tempo e lambeu.
Pronto, o trintão encaralhou de vez. Antes a tromba tinha dado um espasmo agressivo, mas ainda foi possível tentar contornar. Agora não, agora ela cavalou de repente, dobrou de proporção e levantou um segundo no ar, só pra cair com tudo e bater no saco. Culpa da carência e da bebida, talvez. O que importa é que Candinho não disfarçou mais, nem o próprio Vitório conseguiu disfarçar o constrangimento.
- Olha aí o resultado, tá vendo? Tu ficou olhando, ela cresceu. Minha rola é assim. Se olhar muito, ela acha que tá na hora de comer, é mole? Sabe que tá sendo vista, a bichona. Que nem cobra, heheheh. – o macho mexeu a cintura, sacudiu a estaca e deu com ela na palma da mão, pra fazer barulho. – E agora, rapaz, que que eu faço com isso?
Só havia uma resposta possível pra essa pergunta, pelo menos na mente do Candinho. Antes que o tio pudesse se arrepender ou dar sermão, ele levantou a mão, segurou a pica e ensaiou uma punheta de leve, no fogo de dar o alívio que Vitório tanto queria. O pai dos gêmeos quis recuar, mas as mãos quentes envolveram a piroca, ele apreciou a maciez e chegou pra frente.
- Tá bom, vai... Sei que tu tá curioso, é normal. Pode pegar nele, eu deixo. Tá vendo como a cabeça é pesada? Pesadona.
Mas Candinho não queria só pegar, ela queria muito mais. Nem suas duas mãos juntas foram suficientes pra dar conta da extensão da peça, muito menos da largura. Ainda era necessária uma terceira mão pra segurar tudo. E por falar em terceira, claro que o molecão não perdeu a oportunidade de alisar as três ovas do tio.
- Devagar, garoto. Foi daí que Gilson e Gerson saíram. Tá sentindo o peso? Deve ter leite pra caralho, tô quase uma semana sem gozar.
Cada palavra, cada pegada e cada pulsada foram como combustível alimentando o fogo no cu. Chegou uma hora que Candinho tava basicamente tentando masturbar a jeba grossa e Vitório beirou a ereção sem notar. Quando ele deu por si, o mastro tava em pé, lambuzado de mel na ponta e sendo punhetado pelo sobrinho, as bolas ganhando massagem.
- Candinho... Rapaz, isso é covardia... – sua voz fraquejou no meio dos primeiros gemidos.
Seus olhos fecharam, a boca ficou rouca, os dedos dos pés cavaram o tapete do banheiro e o corpo endureceu inteiro, dos pés às cabeças. O estímulo foi tão forte que os ovos deram um tranco firme e Vitório espontaneamente espirrou outra jata gorda de esperma fresco na mão do mais novo.
E é claro que Candinho lambeu, sem desperdiçar uma gota.
- Garoto, isso não se faz... Tem gosto de quê?
Pra responder, só tinha um jeito. O loirinho abriu o bocão, pôs a língua de fora e tentou engolir pelo menos metade da linguiça, mas entalou na glande e não passou daí.
- Candinho! – Vitório se moveu pra impedir e quase saiu, porém a língua quente deslizando no freio foi reconfortante demais e o seduziu.
Ele se sentiu acolhido e não resistiu em experimentar boca de viado pela primeira vez, mesmo sendo a do enteado do irmão. Nem que fosse pra testar as habilidades orais do moleque e ver até onde ele aguentava mamar, o macho sentiu que precisava experimentar.
- Ah, meu garoto... Tua sorte é que eu bebi. Fico galudo longe da mulher, senão... Me pegou de guarda arriada, foi isso. Já que quer chupar, vê se cabe na tua boca. Faz o teste nessa pica, vai? Hmmm...
O marido da Norma fechou os olhos, se deixou levar pela sensação escorregadia ao redor da cabeça e teve plena noção de que não era pra usar as mãos, já que bastaria um descuido, um único momento de emoção pra trave deslocar a mandíbula do Candinho.
Não foi um boquete agressivo e acelerado com fodeção de boca, mas ainda assim foi apetitoso e suculento pra ambos, com direito a massagem nos bagos, carinho nos pentelhos e sugada na cabeça, do jeito que os dois queriam.
- Calma lá, garotão, sem pressa. Segura a emoção. Do jeito que eu tô sem gozar, é capaz de... SSSS! – pediu Vitório.
Mas Cândido não parou. Não dava pra parar, aquele era um desafio de vida ou morte pra ele. Estava ensandecido, surtado, fora de si, lutando e relutando pra chegar o máximo possível com a boca no talo da pica, mesmo que isso deixasse Vitório assustado com tanta voracidade, tanta fome.
- OOORGH! Tô falando... Candinho... – o mais velho tremeu.
Pra se ter ideia da ferocidade, Candinho abraçou o quadril, trouxe ele pra si e fez questão de amassar a própria goela na piroca, sem medo de entalar. Ele se viu num jogo, e aquela tromba era o chefão final, o último desafio pra consagrá-lo mestre na arte milenar da garganta profunda.
Seus olhos estufaram e ameaçaram saltar do rosto, as bochechas encheram por dentro e a língua vazou por baixo da pica, porém nem assim ele recuou.
- CALMA LÁ, RAPAZ! Já falei. – o macho precisou intervir e tirar o cacete da boca dele. – Assim tu vai ganhar leite rápido, porra. Devagar. Chupa sem pressa, a rola não vai fugir. Tava gostoso na cabeça, precisa engolir tudo não.
A resposta foi a cara feia do Candinho, que queria muito mais do que apenas mamar. Ele precisava da maldade que encontrou no banheiro do posto de combustível e da ardência que sentiu na laje escura do morro. Precisava não, merecia. Afinal, qual era a graça de ter um tio caralhudo feito Vitório se não fosse pra perder a goela? Só mamar nunca foi uma opção.
O gosto doce tomou a língua, Candinho ouviu a mandíbula estalar e, das duas, uma: ou o maxilar saiu do lugar, ou ele desbloqueou a habilidade de abrir a traqueia pra engolir picas com porte de canhão. A certeza veio quando ele arreganhou o bico, deu impulso pra frente e entubou a si mesmo no gargalo da marreta.
- GHHHRR! – chegou a espumar, babou o chão do banheiro na golada que deu.
Por causa disso, o travessão estocou fundo, enterrou mais e deixou as amídalas pra trás. O caralho foi muito além da garganta, cruzou a faringe e se alojou no esôfago, os olhos do Candinho reviraram e ele chorou. Vitório até tentou convencer a parar, mas não adiantou, o viado queria porque queria morrer asfixiado na mamba.
Resumo: engasgou, suou, sofreu, se debulhou e só se deu por vencido quando os lábios chegaram perto da base. Eles não alcançaram o talo, foi quase.
- SÓ MAIS UM POUQUINHO, ISSO! SSSS! – o tiozão puxou pelas orelhas e terminou de estacionar o vergalhão na boca dele, deu o empurrão que faltava pra piroca entrar.
Durou pouco, mas foi o bastante pra unir Candinho e Vitório no mesmo ato de luxúria e vaidade.
De um lado, o sobrinho sedento, saciado e se achando o máximo por ter sobrevivido ao gargarejo profundo na espada grossa; do outro, o macho se sentindo realizado e completo pela primeira vez, com a vara escondida na glote do piranho e as três bolas dando espasmos no queixo dele.
- AAARGH! Engoliu tudo, que isso! – até Vitório suou. – Se tu gosta, tenta engolir de novo, vai? Quero ver se é fera mesmo, mostra o que tu sabe.
Esse foi o único momento que ele usou a mão na cabeça e forçou Cândido a engolir tudo, porém nem assim a pica coube.
- Só mais um pouco, tá quase. SSSS! Tu consegue, garoto, eu acredito. – novamente os dedos dos pés reagiram e abriram no tapete do banheiro.
Candinho caiu de boca nos três ovos, degustou um de cada vez e se encheu no gosto e no cheiro forte de louro. Louro que se põe em feijão mesmo. Uma testosterona tão intensa e quente que não dava pra saber se vinha da virilha, dos testículos em si, da cabeça do caralho ou dos pentelhos, talvez dos quatro juntos.
O moleque mamou a costura do saco, amaciou a pele rígida e deixou Vitório mansinho, mansinho. Às vezes ele engolia um ovo e os outros dois lhe davam socos na boca, como se estivessem com inveja da terceira bola e quisessem mergulhar na saliva também.
Depois de quase quinze minutos se deliciando, ele parou de mamar e levantou do chão.
- Que foi, cansou? – o tio não entendeu.
Curioso, Cândido deu dois tapas na tampa do vaso e mandou o macho sentar, que foi o que Vitório fez.
Só que ele sentou pensando que o sobrinho voltaria a mamar, não achou que Candinho fosse subir no vaso e encaixar a bunda na ponta da rola. O viado aproveitou o excesso de baba na glande, rebolou o cuzinho devagar e mordeu a boca, deflorado na ardência antes mesmo de começar a descer.
- Melhor não, rapaz, vou acabar te machucando. Nem na buceta da mulher entra direito, imagina no teu cu. Tem que ser muito largo pra...
Essa história se chama "LUA DE MEL EM IGUABA" e a continuação dela você acompanha no On Now: onnowplay*com/andmarvin/album/93661
