Depois de ter ficado quase a madrugada toda acordado, batendo punheta lembrando do que tinha presenciado, acordei ansioso para ver como eles estariam interagindo. Pois, depois do Gean encher o cuzinho do meu tio de porra, eles não trocaram mais nenhuma palavra.
Olá, meu nome é Arthur, tenho 37 anos, sou casado e tenho três filhos. Sou branco, tenho 1,75 m de altura, peso 79 kg e tenho aquele corpo bem cuidado de quem faz academia. Meu cabelo é preto, tenho olhos verdes e uso barba. Esta é a continuação da outra história que relatei para vocês com o tema: Vi meu tio dando pro primo dele.
Fiquei observando ao longo do dia e os dois agiam normalmente, como se nada tivesse acontecido. Como dormi tarde e acordei cedo, estava exausto e acabei tirando um cochilo durante a tarde. Acordo com minha mãe me chamando para o café da tarde. Ao chegar na cozinha, todos já estavam ali, mas dei falta de algumas pessoas: meu tio Carlos e sua família. Curioso, pergunto:
— Ué pai, cadê o Léo e o restante do pessoal?
— Sua tia teve uma emergência no trabalho, e eles precisaram ir embora — disse meu pai.
Não demonstrei reação, mas fiquei arrasado, pois todos tinham combinado de ficar até o Ano Novo lá, e eu estava na expectativa de ver os dois fazerem algo novamente. Os dias seguiram normalmente, e fiquei reflexivo sobre o que tinha acontecido. Eu nunca tinha tido interesse por homens, e ver aquilo mexeu muito comigo. Consegui espiar alguns dos outros homens tomando banho, e vi diferentes formatos de picas. As férias acabaram e cada um seguiu com a sua vida.
Na minha casa, ao longo do ano, segui com as punhetas e comi minhas várias bucetinhas e também o primeiro cuzinho (que posso contar também depois, se quiserem). Mas eu não esquecia o que eu tinha visto, e bati várias lembrando da cena. O ano passou e foi chegando o final do ano, e eu ficando cada vez mais ansioso pela reunião em família. Acho que, por ter já tido essa experiência, eu estava decidido que tentaria algo com meu tio. Especulava aqui e ali e acabei conseguindo convencer meu pai a chegar no mesmo dia que meu tio. E teria que ser antes do Gean chegar, porque se eu fosse tentar fazer algo, ele não podia estar ali. Na minha cabeça, eles só metiam entre eles e o meu tio estaria no tezão, querendo quando chegasse.
Enfim chegou o grande dia. Saímos de casa no dia 21/12 e chegamos lá no dia 22 à tardezinha (passamos a noite num hotel). Chegamos primeiro. O tempo passava e eu estava me coçando de ansiedade, e nada deles chegarem. Eles moravam mais perto da casa dos meus avós, coisa de 5 horas de viagem. Enfim eles chegaram! E vi ele descendo do carro, não mudou nada em relação ao ano passado. Fiquei doido, eufórico, eu precisava comer aquele homem!
Todos jantamos e depois os homens foram para fora conversar e beber. Eu havia completado idade para beber recentemente, mas bebia controladamente. Certo momento meu avô fala brincando:
— E então meninos, saíram do 5 contra um?
— Sim vô, de tanto tentar eu finalmente consegui comer algumas bucetinhas.
— Mas isso não quer dizer que ele parou com as punhetas — disse meu pai.
— O Léo não ficou para trás não, está até com uma namoradinha — disse o tio Carlos. — Às vezes escuto ela gemendo no quarto dele, deve ter puxado o paizão dele e tem uma peça grande.
— Você que está dizendo, eu só tento fazer o meu melhor — disse Léo rindo.
— Esses são meus garotos — completou meu vô.
Ficamos ali jogando conversa fora por um tempo. Meu avô foi o primeiro a levantar para dormir. Nós quatro ficamos ali por um tempo e depois saímos todos juntos para ir dormir. (Um detalhe que deixei passar no último relato: o tio Carlos sempre tomava banho no banheiro da casa do caseiro, inclusive essa foi a desculpa usada para dar pro Gean no ano anterior).
Na casa dos meus avós tinha 4 banheiros. Três eram suítes e um social, além do lavabo. O quarto dos primos, onde sempre Léo e eu dormíamos, não tinha banheiro. Meu pai foi tomar banho na suíte em que estavam ele, minha mãe, tio Carlos e a esposa. Léo tomou banho no social, e não entramos no quarto dos meus avós porque estavam dormindo. Ficou para mim o banheiro da outra suíte, que ficava no fundo da casa. Já que o quarto estava vazio, disse ao Léo que dormiria por lá hoje.
Fiquei à espreita e, quando meu tio pegou as coisas dele e desceu para a casa do caseiro, eu logo fui atrás. Deu para ver que ele estava alegre, por conta da bebida. Esperei ele ligar o chuveiro e começar o banho. Quando ele já estava lá dentro há um tempo, resolvi agir: tirei a roupa e enrolei uma toalha na cintura. Entrei no banheiro sem bater, e já de cara vi aquele homem pelado. A água caía sobre seu peito peludo, escorria pela barriga, pela rola com os pelos aparados e descia até as pernas. Logo que entrei, ele me viu:
— Opa tio, desculpa. Achei que ia tomar banho lá em cima — falei mentindo.
— Hahah tudo bem, acontece!
— Você já está terminando? — perguntei.
— Eu comecei há pouco, mas não demoro muito.
— Eu espero então, a não ser que possa tomar banho com você, igual quando eu e o Léo éramos mais novos. (Eu e meu primo sempre tomávamos banho juntos quando menores, e às vezes meu pai ou o dele tomavam também).
Ele diz rindo, aparentemente achando estranho, mas também não negou:
— Claro que pode, chega aí!
— Opa, tô indo então!
Tirei a toalha e pendurei ela. Deixei meu pau finalmente livre, ainda mole (evitando olhar para ele e para a bunda dele para não ficar de pau duro), e fui em direção ao chuveiro. E “comecei” meu banho. Encostei nele e na bunda dele diversas vezes. Nesse momento consegui ver de perto como era o rabo dele, branquinho e com pelos, era redondinho, não era enorme, mas tinha um tamanho legal. Acabei que não consegui me controlar mais e fiquei de pau duro. Meu pau tem 18 cm, 12,5 de espessura, branco com cabeça rosada, que quando duro ela ficava totalmente exposta. Ele viu e falou brincando:
— Parece que alguém ficou animado olhando para a minha bunda.
— Foi mal tio, é que faz tempo desde que eu meti.
— Melhor eu tomar cuidado.
Falei já na maldade:
— Cuidado mesmo tio, se bobear eu passo a vara em você.
Ele riu, e seguiu o banho, e notei que ele vira e mexe dava uma espiada. Com isso, o pau foi ficando meia bomba. Ele ficou sem graça e finalizou o banho dele para tentar esconder. Quando saiu, acabou encostando a bunda no meu pau dura, aí ele não conseguiu controlar e ficou com o pau duro feito pedra. Na hora ele enrolou a toalha e ia saindo do banheiro. Quando estava saindo, eu chamei ele:
— Tio Carlos?
Ele vira olhando para trás:
— Gostou? — falei olhando para ele enquanto acariciava meu pau lentamente.
— Deixe de graça, menino.
— Eu sei que você gosta, vem aqui pegar nele.
Ele me olhou sem jeito:
— Vou contar para o seu pai que você está fazendo graça.
— Eu sei que você quer, tio — disse indo na direção dele. — Pega nele aqui só um pouquinho. — Ainda acariciando meu pau.
Ele parado, apenas me olhando. Até que cheguei bem perto dele, peguei a mão dele e coloquei no meu pau. Falei:
— Acho que tá sujo aqui, me ajuda a lavar.
Fica um pouco resistente no começo, mas então ele se entrega a vontade e pega no meu pau, voltando ao chuveiro comigo. Lá ele começa a bater uma punheta para mim e com a outra mão batia para ele. Sinto a mão dele massageando meu pau, um vai e vem suave mas firme, ele sabia exatamente o que estava fazendo. Ele para de bater para ele e começa a me acariciar, passando a mão pelo meu corpo, barriga, peitoral, ele aperta meus mamilos. Eu fico entregue àquelas mãos habilidosas.
Ele percebeu que eu estava gostando, e me disse:
— Safado, tá gostando né?
— Nossa, de mais tio!
— Deixa eu fazer algo mais gostoso então!
Nesse momento ele começa a se abaixar, eu me escoro na parede contrária ao chuveiro, e então sinto sua língua encostar na cabeça do meu pau, sua língua quente e molhada. Ele começa lambendo suavemente, ao logo de todo o meu pau, passava pelas bolas e voltava a lamber minha rola, depois envolveu os lábios em volta da cabeça enquanto lambia lentamente o freio do meu pau, começou movimentos de vai e vem que primeiro eram curtos, e foram aumentando até que minha rola toda já estava dentro da sua boca.
Essa hora eu já estava entregue ao prazer, agarrei com força sua cabeça e comecei a foder ela, parava apenas quando ele tirava a cabeça quando engasgava, fiquei um tempo metendo na sua boca, então ele afasta sua cabeça, para de me mamar, se levanta, vira de costas e escora na parede, vira a cabeça pra traz e diz:
— Coloca em mim.
Cara que tezao, me veio a cabeça a cena dele falando exatamente a mesma coisa para o Gean, a um ano a traz. E eu como um sobrinho obediente, levei minha rola até a beira do cuzinho dele, então ele diz:
— Vai colocando de vagar, quero sentir bem essa rola gostosa no meu cuzinho.
— Pode deixa tiozão — Disse empolgado.
Posiciono a cabeça bem na entradinha, e então vou forçando a entrada, sinto ele relaxando o cuzinho pra ela entrar, e então toda a cabeça entra, nessa hora o cuzinho dele já não está mais relaxado, ele aperta o meu pau, que me faz soltar um gemido:
— AHHHHH, que tezao do caralho.
— Continua colocando ele, vai. — ele disse sussurrando.
Então eu vou forçando meu pau, estava mais difícil pois ele continuava contraindo o cuzinho!
Até que todo o pau estava socado no cuzinho dele. Sentia seu cu macio, acolhendo meu pau, diferente do que eu tinha comido durante o ano. Ele estava inclinada para a frente, com o corpo curvado em direção à parede. Os braços estão levantados e apoiados na parede com os cotovelos dobrados e próximos ao rosto com a bunda empinadinha para trás, me apoio sobre ele encostando a cabeça nas suas costas. Ele pisca diversas vezes o cuzinho com meu pau dentro, enquanto eu latejo meu pau. Voltou a posição que estava, ele vira a cabeça novamente e fala com um voz baixa:
— Fode com força, agor….
Ele não precisou terminar a frase, segurei o quadril dele e comecei socar com força no rabo peludo dele, as estocadas juntamente com a água que caia sobre nossas corpos começou a fazer um barulho muito alto. POC POC POC….
Ele gemia fino, igual uma puta: aiinnnnn, isso vaaiii.
- Tá gostando é? Falei com uma voz safada.
- Muuuiitoooo, aaahhhnnn.
E eu continuado socando com força. Sentia minhas bolas batendo nas deles. Ele se dá conta do barulho, pede pra eu diminuir e desliga o chuveiro.
— Estamos fazendo muito barulho, temos que ser mais discretos.
— Está bem — disse soltando sua cintura, e diminui o ritmo das estocada, metendo mais devagar agora.
Ele começa a rebolar no meu pau. Rebolando devagar e ritmado. Ficamos assim por um tempinho e então ele volta a ficar totalmente reto se afasta de mim tirando cuzinho do meu pau. Ele se vira e me diz:
— Senta no chão um pouco.
Me sento e encosto as costas na parede, ele vem e se agaicha de frente pra mim. Segura meu pau e coloca na portinha do cuzinho, e forca seu rabo pra baixo, entrando todinho. Ele se apoia nos meu ombros e comeca a quicar na minha vara, cara que tesão aquele cuzinho. As meninas que eu havia comido durante o ano também tinha sentado na minha vara, mas nao igual ele estava fazendo, ele quicava, rebolava, piscava o cuzinho, como se estivesse fazendo uma massagem. Eu levo minha maos na bunda dele e agarro, forte.
— Que delicia de cuzinho, tio carlos
— A sua rola é que é uma delícia — falou e mordeu os lábios em seguida.
Nesse momento olhei pra baixo e prestei atenção na sua rola, que estava, duraca com as veias dilatadas, a cabeça do pau brilhava enquanto babava.
Levanto a cabeça olhando pra frente, e vejo ele me olhando nos olhos, com seu olhos castanhos claro, fomos aproximando nossos rostos lentamente enquanto ele ainda continuava quicando e rebolando no meu pau. E então involuntariamente seus lábios encostam nos meus, e quando percebo sinto sua língua quente dentro da minha, e a minha dentro da dele.
Cara que loucura, nunca tinha sentido isso na minha vida, uma explosão se sensações. Já mais me imaginei beijando outro cara, e estava ali beijando meu tio, com minha vara socada nele, e estava gostando pra caralho disso. Ele leva suas mãos para meu rosto, e para de quicar, ficou apenas parado e rebolando sentado no meu pau, coloco uma das minhas mãos nas suas costas, abraçando ele, e coloco a outra atraz de sua cabeça, enquanto nos beijamos fortemente.
Meu pau dilatada forte de tesão, dentro dele, e ele piscando o cuzinho cada vez mais. Não aguento mais segurar, agarro seu cabelo e puxo sua cabeça pra traz, interrompendo o beijo. Me dou conta que estou gozando gostoso dentro do cuzinho dele, ele percebendo que estou gozando leva a mão ao pau e com poucas punhetas goza também, jatos fortes que acertam meu rosto. Não senti na hora, estava anestesiado com a gozada mais gostosa que já tive na vida.
Parecia que o mundo tinha parado e eu estava sentindo aquele prazer eternamente. Ele se inclina pra traz e coloca seu braços no chão, com meu pau ainda dentro dele, dá umas respiradas fortes com a cabeça solta pra traz. Fica assim por uns segundos, me olha nos olhos e se levanta tirando meu pau de dentro dele. Consigo ver a porra escorrendo por sua perna, quando ele se vira e liga o chuveiro. Começa a se lavar, jogando apenas uma água no corpo, tirando o suor e a porra de seu corpo, quando me levando me dou conta que tinha porra dele no meu rosto.
Ele libera o chuveiro pra eu me lava e sai para se secar, enquanto eu começo meu banho. Ele se seca e se veste, abre a porta vira pra traz e diz:
— Arthur, isso não deveria ter acontecido, e não irá se repetir, você é filho do meu irmão. Esqueça que isso aconteceu.
Vira as costa e volta pra casa, eu ainda estava processando oque tinha acontecido, termino meu banho, e também volto pra pra casa.
Pulo a janela do quarto, que foi por onde eu havia saído. Deito na cama e durmo relaxado, depois da gozada maravilhosa que tinha dado.
Acordo no outro dia, com minha vó batendo na porta do quarto, eram quase 11:00. Precisava liberar o quarto, o restante do pessoal já estava chegando.
Fiquei imaginado como ele me trataria depois disso, pois com o Gean ele não tinha dito nada, como me disse, sai do quanto comprometei o pessoal e fui até onde eles costumava ficar. Chego lá, já tinham várias pessoas, incluindo Gean. Me sento ao lado do Léo. Ele apenas me olha, e continua conversando, exatamente com foi com o Gean. Fingindo que nada tinha acontecido, me tratando exatamente igual. Naquele momento soube que rolaria de novo, e que eu só precisava da oportunidade certa.
Continua….
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Espero que tenham gostado da continuação, se curtirem posto a série completa.